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Guimarães: Bombeiros Voluntários das Caldas das Taipas com novo veículo de combate a incêndios

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© CM Guimarães
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Os Bombeiros Voluntários das Caldas das Taipas assinalaram o seu 139.º aniversário, numa cerimónia marcada pelo investimento municipal de cerca de 400 mil euros num novo veículo de combate a incêndios, que reforça a capacidade operacional da corporação.

Entre os vários momentos das comemorações dos 139 anos dos Bombeiros das Taipas, um dos pontos altos foi a inauguração e bênção de duas novas viaturas, com destaque para o Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI), financiado integralmente pela Câmara Municipal de Guimarães em cerca de 400 mil euros. “É um investimento considerável e necessário, que ao longo dos anos tem vindo a ser feito pelo Município nas nossas associações humanitárias, particularmente na melhoria do equipamento operacional de viaturas, como a que ainda hoje tivemos a oportunidade de inaugurar”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, na sessão solene.

O autarca assegurou, ainda, a continuidade do compromisso, afirmando que “este apoio e este investimento vão naturalmente continuar. O que me interessa, enquanto presidente da Câmara, é ter as corporações de bombeiros devidamente reconhecidas, apoiadas, qualificadas, em termos de recursos humanos, com os equipamentos, as infraestruturas, as viaturas e os meios técnicos necessários para a missão que têm para cumprir”, disse, considerando que “nesta reivindicação, temos de estar todos do mesmo lado”.

Durante a sessão comemorativa, o presidente da Direção, Miguel Sousa, destacou o impacto do reforço de meios, considerando que representa “a garantia de que os nossos bombeiros passam a ter mais e melhores ferramentas para proteger a vida e o património que nos estão confiados”. O dirigente sublinhou tratar-se de “um sinal claro de reconhecimento e valorização do papel vital da corporação por parte do Município”.

Na mesma intervenção, Miguel Sousa falou da proposta de cooperação, entregue ao Município, orientada para o incentivo ao voluntariado e para a renovação progressiva da frota de veículos de combate a incêndios, com o objetivo de assegurar a modernização contínua dos meios e a sustentabilidade da resposta operacional da corporação. Em resposta, Ricardo Araújo manifestou abertura para aprofundar este trabalho conjunto, sublinhando que “há pequenas ações e medidas, até de reconhecimento social, que podemos aplicar sem grande impacto financeiro e que ajudam a valorizar os nossos bombeiros e as suas famílias”, garantindo que “estaremos ao vosso lado para continuar a apoiar e corresponder àquilo que são os vossos legítimos anseios”.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães deixou, por último, uma mensagem de reconhecimento dirigida aos operacionais. “É a nobreza da vossa ação e a grandeza do serviço que prestam que merece a nossa presença, o nosso reconhecimento e o nosso tributo”, enalteceu.

A cerimónia ficou também marcada pela bênção de um novo Veículo Dedicado ao Transporte de Doentes (VTDT), num investimento superior a 62 mil euros, concretizado com o apoio de benfeitores da instituição.

A cerimónia contou ainda com a presença da vereadora Vânia Dias da Silva, do presidente da Assembleia Geral, José Luís Oliveira, do secretário do Conselho Executivo da Liga dos Bombeiros Portugueses, José António Beleza, da comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Ave, Celina Oliveira, da presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Braga, Ana Luísa Damasceno, do presidente da Junta de Freguesia de Caldelas, Augusto Mendes, e do presidente do Conselho Fiscal, Domingos Marques, entre outros responsáveis institucionais e associativos.

A Direita que dá a Cultura à Esquerda perde o direito de escrever o futuro

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© Mónica Lopes
© Mónica Lopes

Em Portugal instalou-se um hábito tão velho quanto perigoso: a esquerda brinca com a economia até ao limite, a direita entra depois para “pôr as contas em ordem” – e, em troca, entrega de bandeja a cultura, a narrativa e a escola.

Durante décadas, a Direita dita moderada aceitou ser gerente de crise, enquanto a Esquerda se auto incumbiu de ser escritora oficial da história, a reorganizadora da memória e curadora da identidade nacional que lhes interessa. É por isso que hoje temos contas vigiadas, mas uma cultura, uma comunicação social e uma escola profundamente impregnadas de valores, linguagem e símbolos da Esquerda.

Sempre que a Direita chega ao poder, concentra-se nas contas, nas empresas, na fiscalidade e na produtividade. A pasta da Cultura é tratada como luxo dispensável, relegada, despromovida ou deixada em “gestão corrente” por quem já fala fluentemente o dialeto da esquerda progressista. Entretanto, a Esquerda ocupa os conselhos de leitura, os programas educativos, as artes e o entretenimento, reconstruindo à sua imagem a narrativa histórica, a ideia de família, o lugar da religião, o conceito de pátria e até a definição de homem e de mulher.

Para a Direita, hoje, lutar pela cultura é como entrar numa corrida de 800 metros com 30 segundos de atraso, descalça, na pista das barreiras e dos fossos, enquanto o adversário já leva 2 voltas de avanço nas cabeças e nos corações. Neste contexto, muitos agentes culturais passaram a ver três coisas como óbvias: primeiro, que um “artista sério” deve estar, por definição, alinhado com as causas da Esquerda progressista; segundo, que o apoio financeiro do Estado é um direito adquirido, venha quem vier para o governo; terceiro, que esse apoio não serve para dialogar com a maioria do povo que paga a conta, mas para agradar ao circuito fechado de pares e elites do mesmo ecossistema. Assim, a cultura tornou-se um corpo politicamente inclinado para a esquerda, sustentado pelos impostos de todos – incluindo os de quem não se revê nessa visão do mundo.

É neste cenário que aparece o caso concreto de Braga e dos Encontros da Imagem. Em 2026, o festival apresenta um orçamento superior a 320 mil euros, com receitas próprias que não chegam aos 10%. O Estado central, através da DGArtes, coloca 120 mil euros; a Câmara Municipal de Braga acrescenta 50 mil euros em numerário e mais de 120 mil euros em apoios não financeiros, desde a cedência de espaços expositivos até meios técnicos, frente de casa, limpeza e segurança. Na prática, o Município torna-se o principal mecenas de um festival com 36 edições, dependente dos contribuintes e com pouco apetite por sustentabilidade própria.

Mas não se trata apenas de financiar fotografia. O Plano de Atividades 2026 é explícito na gramática que assume: promover a diversidade étnica e cultural, a inclusão social, a igualdade de género, a cidadania e a sustentabilidade ambiental; trabalhar o tema “Território, Identidade e morfologia” através de deslocamento, migração, ecologia, transformações sociais e identidades divergentes.

É o léxico típico da Esquerda cultural contemporânea, o mesmo que encontramos em documentos internacionais e nos programas identitários da moda: multiculturalismo, fronteiras relativizadas, memórias “críticas”, género acima do sexo, minorias acima da cultura maioritária. A fotografia e as artes visuais são usadas como meios de construção de “pensamento crítico” e “memória coletiva”, mas sempre com o foco colocado em reconfigurar aquilo que nos definia: a nação, a fronteira, a tradição, a própria ideia de pertença.

A dimensão educativa do festival torna esta escolha ainda mais sensível. O serviço educativo propõe-se trabalhar com escolas básicas, secundárias, profissionais e universidades, usando materiais próprios, visitas 1

Crónica “Brácaros na Contra Mão

guiadas e oficinas, com apoio em transportes articulado com os municípios. No papel, é “mediação cultural”; na prática, é acesso privilegiado a crianças e jovens para trabalhar temas como identidade, migrações, diversidade étnica e igualdade de género, sem cláusulas claras de supervisão pedagógica da autarquia nem salvaguardas explícitas quanto ao papel das famílias. Não é a neutralidade cultural que se apresenta: é uma agenda bem definida, com selo artístico, paga por todos.

O enquadramento político local ajuda a perceber como isto se tornou normal. Em Braga, o executivo liderado pelo PSD integra uma vereadora oriunda do universo PS/PAN, a quem confiou – entre outras áreas – a Cultura. Ou seja, um partido que se diz de Centro-Direita entrega a chave da cultura municipal a uma sensibilidade claramente progressista, ligada às causas da nova Esquerda moral. A mensagem simbólica é simples: nós tratamos de rotundas e orçamentos, a Esquerda simpática trata da Cultura. Quando, mais tarde, chega à mesa um festival com programa ideológico alinhado com essa visão, a aprovação surge quase como uma formalidade.

Na votação do contrato de dinamização cultural com os Encontros da Imagem, PS, PSD, IL e ASB uniram-se para aprovar o pacote. O PS faz o que sempre fez: apoia um projeto que fala a sua língua cultural. O PSD e a IL, que se apresentam como alternativas à Esquerda, aceitam financiar sem grande contestação uma programação centrada nos valores de esquerda, que geralmente difundem uma mensagem antagónica e critica a eles. O ASB, que gosta de fugir às etiquetas ideológicas, mas que na prática é uma geringonça pseudocultural que apresenta um pensamento de Esquerda e um alinhamento declarado com o PS, acaba também como muleta desta agenda. Há aqui um modus operandi cultural: a Esquerda define a narrativa, o centro faz de conta que faz barulho, a Direita paga a conta.

Perante isto, o voto contra do vereador do CHEGA não é um capricho excêntrico. É a afirmação de que não aceitamos continuar a ser a Direita que trata de números enquanto outros tratam das almas e dos sonhos. O CHEGA votou contra porque recusa a subsidiação permanente de um festival adulto e altamente apoiado pelo Estado central; porque não aceita que o Município seja o principal financiador de uma agenda cultural claramente inclinada para a esquerda em temas sensíveis; e porque vê como grave a entrada deste programa nas escolas sem salvaguardas reais para as famílias e para a neutralidade ideológica.

O CHEGA nasceu para lembrar que uma Direita que dá a Cultura à Esquerda perde, de facto, o direito de escrever o futuro. Que não basta ter contas certas se a cultura, a escola e a narrativa histórica forem usadas para desconstruir a família, a pátria, a relação homem-mulher, a verdade histórica e os valores cristãos que moldaram o Ocidente.

Construir é definir. Desconstruir é recusar a definição. E quando tudo se torna fluido – nação, fronteira, família, homem, mulher – nada fica firme o suficiente para proteger alguém. Enquanto a Direita tradicional continuar a fugir da cultura, continuará a governar sempre em desvantagem: entra para apagar incêndios, mas deixa o fogo ideológico aceso na escola, nos festivais, nos museus, nos media e nas casas de todos.

O papel do CHEGA, na Cultura, é precisamente o oposto: tomar conta da Cultura com a mesma determinação com que defende contas certas, reerguendo a identidade nacional, a verdade histórica e a importância da família tradicional na educação.

Escolas da UMinho juntam saberes para debater urgência da humanização

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© UMinho
© UMinho

O Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade do Minho (UMinho), em Braga, recebe no próximo dia 8 de maio, às 15:00, a roda de conversa “Humanizar é Preciso”, juntando as vozes de 15 docentes de várias Escolas e Institutos desta academia. O objetivo é cruzar áreas do conhecimento e refletir sobre os desafios contemporâneos, na convicção de que a interdisciplinaridade pode gerar novas respostas e combinações positivamente improváveis, num mundo em crise de humanidade. A sessão tem entrada livre para o público em geral.

A iniciativa conta com os testemunhos de Ana Cunha, Cláudia Pascoal, Sandra Paiva (Escola de Ciências), Sofia Pinto Oliveira (Escola de Direito), Maria João Vieira, Teresa Tavares (Escola de Engenharia), Paula Guimarães (Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas), Pedro Morgado (Escola de Medicina), além de Pedro Rosário (Escola de Psicologia), João Carlos Macedo, Paula Encarnação (Escola Superior de Enfermagem), Francisco Mendes, Rosa Cabecinhas (ICS) e José Augusto Palhares (Instituto de Educação). A moderação cabe a Isabel Estrada Carvalhais (Escola de Economia, Gestão e Ciência Política).

Esta iniciativa pioneira é promovida pelo ICS e insere-se nas suas atividades regulares de interação com a comunidade. Durante a sessão vai ser também revelado o vencedor do concurso fotográfico “FotoMania ICS”, que dá direito a um cheque-livro, e ainda inaugurada uma exposição alusiva com todas as obras candidatas. O concurso teve precisamente o tema “Desumanização e esperança”, apelando à reflexão e à criatividade de estudantes, investigadores, professores e técnicos da academia.

Carrinha de agência funerária arde na A13

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© Bombeiros Condeixa
© Bombeiros da Condeixa

Uma carrinha de uma agência de funerária ardeu na manhã deste domingo na A13, sentido Sul/Norte, antes da saída de Ceira.

O alerta foi dado às 09:30 pelo Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Coimbra.

Os Bombeiros da Condeixa foram mobilizados para o local com dois veículos e oito elementos desta corporação. A Unidade de Trânsito da GNR tomou conta da ocorrência. No local esteve também a ASCENDI.

Não houve registo de feridos.

Presidente da República promulga decreto que altera Lei da Nacionalidade

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© António José Seguro
© António José Seguro

António José Seguro promulgou hoje o decreto do parlamento que altera a Lei da Nacionalidade, aprovado pelo PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS-PP.

O chefe de Estado diz desejar que tivesse assentado “num maior consenso”, sem “marcas ideológicas do momento”.

“Apesar da maioria parlamentar que aprovou o diploma, o Presidente da República reitera que a revisão de uma lei de valor reforçado com a importância da Lei da Nacionalidade deveria também assentar num maior consenso em torno das suas linhas essenciais, distanciando-se, como teve oportunidade de referir no passado, de eventuais “marcas ideológicas do momento”. Esse distanciamento recomendaria que a Lei da Nacionalidade não fosse objeto de sucessivas alterações, com prejuízo da segurança jurídica e, consequentemente, das pessoas e do risco de afetar a inabdicável credibilidade das instituições”, pode ler-se na nota publicada no site da Presidência.

“Para a tomada de decisão de promulgação do Presidente da República contribuiu a leitura de que os critérios mais exigentes e o aumento dos prazos para a aquisição da nacionalidade não impedem a imprescindível proteção humanitária e a desejável integração das crianças e dos menores nascidos em Portugal, filhos de imigrantes, como estabelecido no quadro jurídico nacional, designadamente o acesso à saúde e à educação. O Presidente da República entende que eventuais futuras alterações legislativas e formulação de novas políticas públicas devem atribuir, sempre, especial atenção à proteção e à integração de crianças e de menores, nascidos em Portugal”, acrescenta.

O Presidente da República assinala “a importância de garantir que os processos pendentes não são – efetivamente – afetados pela alteração legislativa, o que constituiria uma indesejável quebra de confiança no Estado, ao nível interno e externo”, reforçando “a importância de a contagem dos prazos legalmente fixados para a obtenção de nacionalidade não ser afetada pela morosidade do Estado”.

SC Braga e Estoril Praia empatam na Pedreira

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© SC Braga
© SC Braga

O SC Braga empatou hoje com o Estoril Praia por 1-1, na Pedreira, em jogo a contar para a 32.ª jornada da I Liga.

Dorgeles abriu o marcador aos 23 minutos, mas a equipa adversária conseguiu igualar aos 79′ por intermédio de Begraoui.

O SC Braga continua na quarta posição da tabela classificativa com 57 pontos, enquanto o Estoril Praia segue na nona posição com 38 pontos.

Póvoa de Lanhoso com resultado líquido superior a dois milhões de euros

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

O Município da Póvoa de Lanhoso encerrou o exercício de gestão de 2025 com um resultado líquido superior a 2 milhões de euros.

Segundo a Autarquia, “tal facto reflete uma evolução muito positiva da situação financeira da autarquia, confirmando a solidez da estratégia de gestão implementada pelo Executivo Municipal”.

“Este resultado representa uma melhoria muito significativa face aos exercícios anteriores e resulta, sobretudo, do crescimento da receita municipal, aliado a um rigoroso controlo da despesa corrente e a uma maior eficiência na gestão financeira e operacional dos recursos públicos”, acrescenta.

Os números foram apresentados no Relatório e Contas do Município, aprovado em Assembleia Municipal. “Os resultados evidenciam a sustentabilidade e o equilíbrio financeiro do Município, permitindo reforçar a capacidade de investimento da autarquia em projetos futuros, sem comprometer a estabilidade das contas públicas nem o cumprimento dos compromissos assumidos perante os povoenses”, sublinha a Autarquia.

Para o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, Frederico Castro, “estes resultados demonstram que é possível gerir os recursos públicos com rigor, responsabilidade e visão estratégica, assegurando simultaneamente a sustentabilidade financeira do Município e a concretização de investimentos importantes para o Concelho”.

O autarca disse ainda que “o equilíbrio financeiro alcançado é fruto de um trabalho contínuo de planeamento, controlo e gestão criteriosa, desenvolvido por todo o Executivo Municipal e pelos serviços da Câmara, sempre com o objetivo de garantir estabilidade e criar condições para continuar a responder às necessidades das famílias e das instituições do Concelho”.

Frederico Castro acrescenta que “a solidez financeira agora demonstrada dá confiança quanto ao futuro e permite ao Município continuar a investir de forma sustentável em áreas fundamentais para a qualidade de vida da população, mantendo uma gestão prudente, transparente e orientada para o interesse público”.

Braga: Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva inaugura exposição “Camilo – Declinações a Cores”

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© José Teixeira
© José Teixeira

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, inaugura, esta terça-feira, a exposição “Camilo – Declinações a Cores”, de José Teixeira.

A mostra reúne pinturas em acrílico com aguarela e outros materiais, podendo ser visitada até 26 de maio, na Sala de Exposições.

A entrada é livre.

Atletas de Orientação de Barcelos vencem dois pódios em Alcácer do Sal

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Os atletas da equipa de orientação dos Amigos da Montanha | Colégio La Salle de Barcelos estiveram em destaque no XII Costa Alentejana “O” Meeting 2026, realizado entre 1 e 3 de maio, em Alcácer do Sal.

João Maia alcançou o 2.º lugar no escalão H18 e Diana Costa garantiu o 3.º posto em Open Verde, num evento que contou para o ranking da Taça de Portugal e reuniu atletas de Portugal e Espanha.

Organizado pelo Clube de Orientação e Aventura do Litoral Alentejano, em parceria com o Município de Alcácer do Sal, o evento integrou quatro etapas distribuídas por três dias de competição, incluindo provas de distância média, sprint e distância longa, em percursos urbanos e florestais de elevada exigência técnica.

Além dos pódios,Adélio Gouveia (H50) e Rafael Lima (H55) terminaram em 5.º lugar nos respetivos escalões.

Entre os mais jovens, Margarida Costa (D14) terminou em 9.º lugar, José Vieira Maia (H21A) em 11.º e Lara Veríssimo (D14) concluiu na 19.ª posição.

Iniciativa Liberal de Vila Verde alerta para “fuga de jovens do concelho”

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© IL
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A Iniciativa Liberal de Vila Verde alertou que o índice de envelhecimento do concelho quase duplicou em 14 anos.

O partido, antes do período antes da Ordem do Dia da Assembleia Municipal, falou sobre “o deserto geracional que se instala no concelho”. “O índice de envelhecimento passou de 97 em 2010 para 179,6 hoje, quase duplicou em 14 anos, ultrapassando a média da Região do Cávado. Um dos problemas é a política fiscal. O executivo mantém a participação no IRS na taxa máxima de 5%, o valor mais alto permitido por lei, enquanto Braga cobra apenas 3%. Em Vila Verde, o jovem profissional é punido por viver aqui. A IL de Vila Verde apela à redução imediata para os 2,5% e a desburocratização do urbanismo, porque fixar jovens não se faz com incentivos pontuais, mas com um ecossistema que funcione”, referem os liberais.

Na votação da prestação de contas de 2025, a Iniciativa Liberal de Vila Verde absteve-se. “Os números são elucidativos: taxa de execução da despesa de capital de apenas 33%, crescimento da despesa total em 16,7% face a 2024 e ausência de qualquer iniciativa de racionalização dos serviços municipais. Num concelho onde milhares de famílias continuam sem saneamento básico, acumular saldo enquanto o investimento falha não é prudência, é uma escolha política”, sublinha o partido.

A IL de Vila Verde votou favoravelmente a constituição do Conselho Municipal de Juventude, mas “com um registo incontornável”. “Quem consulta hoje a página do CMJ do município encontra informação desatualizada, com António Vilela ainda como presidente da Câmara e a última ata disponível datada de novembro de 2015. Onze anos de atividade sem qualquer publicação pública, em violação direta do dever legal de transparência que recai sobre este órgão. A IL de Vila Verde questiona: o que fez o CMJ durante este período, e por que razão os vila-verdenses nunca puderam saber? Agravando o cenário, hoje o concelho não tem uma única associação inscrita no Registo Nacional do Associativismo Jovem, o que significa zero captação de verbas nacionais para o território”, acrescenta.

A IL de Vila Verde votou favoravelmente a delegação de competências de transportes entre a CIM do Cávado e o município, mas com exigências. “Indicadores de desempenho públicos e mensuráveis, ligações adequadas para os estudantes do IPCA e da Universidade do Minho, e preparação para o bilhete único nacional previsto para junho de 2026. O município tem de quebrar o silêncio sobre a ligação ferroviária ao quadrilátero urbano do Minho. Assinar contratos de transporte rodoviário não substitui uma visão estratégica para o território”, sublinha ainda.

Os liberais abstiveram-se na revogação do contrato de recolha de resíduos sólidos urbanos. “O contrato de 8,1 milhões de euros celebrado em fevereiro de 2025 colapsou logo nas primeiras semanas. Mas até esta Assembleia não se sabia quem prestaria o serviço, em que condições, por quanto tempo, nem a que custo”, salientam.

A IL de Vila Verde saudou “a coragem dos cidadãos que se deslocaram à Assembleia Municipal para intervir sobre a requalificação da central de camionagem”. Lamenta, contudo, que “por força de um regimento e de uma ordem de trabalhos que relega a participação pública para o último ponto, esses cidadãos só tenham podido tomar a palavra depois das 2 da manhã”.

“A IL de Vila Verde lamenta que os cidadãos que tentaram registar em vídeo parte da sessão foram impedidos de o fazer. Uma sessão da Assembleia Municipal é um ato público. Os cidadãos devem ter o direito de documentar o que os seus representantes dizem e votam em seu nome. Impedir essa documentação é um ato contrário à transparência e incompatível com os princípios que devem reger a vida democrática local. A democracia local não pode ser um exercício de madrugada, nem um espetáculo fechado ao escrutínio dos cidadãos”, finalizou.