A equipa de Sapadores Florestais de Esposende recebeu, esta segunda-feira, uma nova viatura operacional equipada para as ações de prevenção e primeira intervenção em incêndios rurais. Este novo veículo integra um conjunto de novos meios atribuídos pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para reforço das equipas de sapadores florestais, no âmbito do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais.
Na apresentação do novo veículo, que teve lugar junto à torre de vigia de incêndios rurais, no Monte da Senhora da Guia, em Belinho, esteve o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, o vereador do Pelouro da Floresta, Guilherme Emílio, o presidente da Associação Florestal do Cávado, Carlos Cação, e o secretário da Junta da União das Freguesias de Belinho e Mar, Carlos Manuel Lima, além da equipa de Sapadores Florestais de Esposende e do Gabinete Técnico Florestal do Município.
Benjamim Pereira expressou satisfação pela melhoria das condições de trabalho que a nova viatura permitirá à equipa, que “tem tido um trabalho tão relevante, durante todo o ano, nas ações de silvicultura preventiva e manutenção de caminhos florestais”.
Carlos Cação notou que todas as suas equipas de sapadores da região do Cávado passam a dispor de uma frota automóvel renovada e garantiu que a Associação Florestal está “determinada no acompanhamento e modernização dos respetivos meios e materiais para as respetivas equipas”.
Treze freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão vão receber um reforço financeiro na ordem dos 285 mil euros para o desenvolvimento de obras nos seus territórios. Paralelamente a este investimento financeiro da autarquia, também foram aprovados na última reunião do executivo, realizada a 22 de junho, apoios não-financeiros a quatro freguesias.
Esta nova tranche de investimento municipal abrange as freguesias de Brufe, Cruz, Fradelos, Landim, Mogege, Nine, Oliveira Santa Maria, Requião, e as Uniões de Freguesia de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures, Antas e Abade de Vermoim, Esmeriz e Cabeçudos, Gondifelos, Cavalões e Outiz, e Vale São Cosme, Telhado e Portela, e será canalizada em obras de alargamento, requalificação e pavimentação de ruas, requalificações de edifícios e espaços públicos, execução de muros, reabilitação de paragens de autocarro, instalação de caixas multibanco, entre outros.
Já os não-financeiros serão vertidos em equipamentos biosaudáveis nas freguesias de Castelões, Landim e Mogege, e na elaboração do projeto para um elétrico no futuro parque de lazer de Vilarinho das Cambas.
“São apoios que fazem toda a diferença na qualidade de vida dos cidadãos”, refere o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, a propósito desta aprovação que “reflete, mais uma vez, o compromisso da autarquia para com as Juntas de Freguesia”.
Recorde-se que o roteiro Presidência de Proximidade levou o edil famalicense a percorrer todas as freguesias do concelho, sempre acompanhado pelo executivo local, a fim de auscultar no terreno as reais necessidades do território, numa filosofia de presidência ‘além portas’, buscando opiniões e contributos da população, num exercício de gestão municipal aberta e inclusiva.
O Dance World Cup, competição mundial de dança, está de regresso a Braga. Nesta edição participam mais de 7500 crianças e jovens atletas de 50 países. O evento artístico decorre entre 30 de junho e 8 de julho e terá como palco o Altice Forum Braga e o Theatro Circo.
Milhares de pessoas, entre atletas, espetadores e staff, irão assistir e participar na final da maior competição de dança do mundo e, ao mesmo tempo, usufruir do que a cidade tem para oferecer na área patrimonial e cultural.
Ricardo Rio, presidente do Município de Braga e da InvestBraga, afirma que “o Dance World Cup teve, na edição de 2019, um enorme impacto na cidade de Braga do ponto de vista social, cultural e económico, com um retorno direto estimado em cerca de 20 milhões de euros. Em 2023, as repercussões sentir-se-ão novamente em toda a região. Um facto importante que motivou o regresso desta competição foi, certamente, o extraordinário profissionalismo e qualidade na organização de eventos desta envergadura, quer pelas condições estruturais que foram criadas, através do Altice Forum Braga, quer pela articulação de todos os agentes da equipa da InvestBraga, do Município de Braga, das forças de segurança e de todos os nossos parceiros, que fazem de Braga uma cidade perfeitamente preparada para este tipo de organização”.
Braga é novamente cidade anfitriã deste evento. Pela primeira vez, a organização do Dance World Cup repete uma cidade, tendo a última edição recebido mais de 100 mil visitas em nove dias de atividade. “Os visitantes são famílias que acompanham os atletas e aproveitam esta oportunidade para conhecer Braga e o que de melhor a cidade tem para oferecer, em termos de património, gastronomia e lazer. É com grande entusiasmo que voltamos a receber este evento no Altice Forum Braga, pelo que estamos a preparar todas as condições logísticas”, acrescentou Carlos Silva, administrador executivo da InvestBraga.
A final do Dance World Cup reúne, num só evento, as modalidades do ballet clássico, contemporâneo, hip-hop, street dance, acro dance, jazz, sapateado, comercial, folclore nacional e as danças de salão, com premiação dos atletas e academias depois de cada sessão.
A celebração da quarta qrte terá uma programação de nove dias, iniciando com uma parada pelo centro da cidade, seguindo com masterclasses, apresentações, grandes finais e galas.
O público poderá adquirir bilhetes para assistir às competições aqui, ingressos válidos para as salas do Altice Forum Braga e Theatro Circo.
Os cidadãos de Famalicão já podem reportar de forma rápida, descritiva, ilustrada e georreferenciada, ocorrências em qualquer ponto do concelho, podendo, de forma simplificada, ajudar na resolução de problemas existentes no espaço público.
A ferramenta digital “Gestão de Ocorrências” foi apresentada na passada sexta-feira, no âmbito da Semana B-Smart, e encontra-se disponível na plataforma B-Smart Famalicão e na app “Famalicão YourPlace” (opção “Ocorrências”).
“Com esta ferramenta, os cidadãos assumem um papel ainda mais ativo no processo de gestão do território, contribuindo para o seu desenvolvimento e eficiência”, refere o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Mário Passos.
“A plataforma de gestão de ocorrências, permite sinalizar em tempo real, situações que exijam a intervenção célere dos serviços municipais e encaminhar mais atempadamente os casos que devem ser seguidos por outros organismos públicos. É uma forma de envolver os famalicenses no processo de gestão municipal, incrementando a transparência e a participação cidadã” acrescenta o edil.
A ferramenta de gestão de ocorrências permite estabelecer uma relação mais próxima entre cidadãos, executivo municipal e serviços operacionais, melhorando a capacidade de identificar e resolver ocorrências.
Para reportar uma situação irregular, os cidadãos devem registar-se na Plataforma B-Smart, clicando no ícone respetivo. Depois desta etapa, deve selecionar a opção “Gestão de Ocorrências” (disponível também na aplicação móvel “Famalicão YourPlace”, compatível com Android e iOS), e de seguida clicar em “+ Reportar” para iniciar o processo de inserção dos dados de localização, fotografias ou ficheiros e descrição da situação detetada.
O desenvolvimento da ocorrência, que será gerido a partir do Centro de Inteligência Urbana do Município de Vila Nova de Famalicão, também pode ser acompanhado através da plataforma.
Para além desta ferramenta, a Plataforma B-Smart disponibiliza outras 21 ferramentas, que possuem informação sobre iluminação pública, dados estatísticos do território, equipamentos culturais e desportivos, entre outros.
O programa municipal “B-Smart Famalicão” visa ajudar a criar uma cidade mais verde, mais inclusiva, mais inovadora e com uma gestão pública mais moderna, cultivando e promovendo a diversidade, a igualdade de oportunidades e a participação cidadã.
No dia 29 de junho, a Paróquia de Maximinos, em Braga, irá celebrar a Solenidade de São Pedro, seu padroeiro, e de São Paulo, com Eucaristia Solene às 19:15, na Igreja Paroquial. A celebração será presidida pelo Pároco desta comunidade e contará com a presença de todos os movimentos, equipas e grupos paroquiais, sendo enobrecida pelo canto do Grupo Coral Litúrgico de São Pedro de Maximinos.
Como é tradição para a comunidade paroquial de Maximinos, todos os paroquianos e devotos de São Pedro associam-se a este ato solene de piedade e devoção, estando a Igreja aberta entre as 09:30 e as 12:00 e as 16:00 e as 20:00 para veneração da imagem de SãoPedro e cumprimento de promessas.
A Igreja Matriz de Maximinos, cujo patrono é São Pedro, está hoje, e desde o século XVIII, localizada onde, outrora, estava instaurada a Capela de Nossa Senhora da Conceição do Monte das Penas (lugar da Igreja; Rua Peão da Meia Laranja; Travessa Peão da Meia Laranja), a qual fora pertença de um Conservatório religioso. Foi D. José de Bragança, arcebispo à época, quem a mandou destruir, sendo esta localizada no cruzamento do lugar do Bêco e a rua do Caires. Com a sua demolição, fruto da sua deterioração e risco de ruína, perdeu-se um dos templos mais antigos da cidade de Braga, remontante às primeiras idades do Cristianismo neste território.
O facto desta comunidade ter por orago São Pedro é, a par com toda a bibliografia e documentação historicamente fundada, indício da sua antiguidade como paróquia constituída. Desde, pelo menos, o século IV que esta comunidade tem o santo como patrono e são-lhe de igual ancestralidade as hoje paróquias de São Vicente e São Vítor, bem como a extinta comunidade São Clemente da Fujacal, integrada, atualmente, na paróquia de São José de São Lázaro. A hagiografia oráguica de apóstolos; mártires dos primeiros séculos do Cristianismo e de São Miguel, Arcanjo, são, geralmente, prova do quão antigas são as paróquias a eles confiadas.
No âmbito das comemorações dos 34 anos da elevação de Forjães a Vila, em Esposende, e um ano após a abertura do Centro Interpretativo do Junco de Forjães, terá lugar, no próximo dia 1 de julho, a cerimónia de certificação do artesanato do Junco de Forjães.
Na sessão, agendada para as 15:00, no Centro Interpretativo do Junco de Forjães/Centro Cultural de Forjães, será formalizado o processo de certificação da Unidade Produtiva Artesanal de Isa Joana Silva, que se torna na primeira, e para já única, UPA/artesã com produção certificada, garantindo a qualidade e o vínculo do território da cestaria em junco de Forjães. As peças serão devidamente reconhecidas através das etiquetas de certificação fornecidas nesta cerimónia, numeradas sequencialmente e com o nome da UPA, pelo organismo de certificação (A.CERTIFICA).
No âmbito deste processo de reconhecimento da Arte do Junco de Forjães, serão ainda entregues Cartas de Mérito pelo CEARTE a Rosa Maria Pinto Brochado dos Santos, Maria Celina dos Santos Teixeira e Maria Filomena Mendanha da Rocha.
Rosa Maria Pinto Brochado dos Santos, a “Rosa Maria – Lita” como é conhecida popularmente, nasceu em 1948, tendo iniciado as suas lides no junco com 9 anos. Foi com o seu pai, “Manuel António Esteireiro”, filho do “Tio Albino Esteireiro” – referenciado no Caderno de Especificações para a Certificação do Junco de Forjães – que aprendeu a trabalhar esta fibra vegetal. Ao longo dos anos, foi a única entre cinco irmãos que adotou esta arte como atividade principal.
Maria Celina dos Santos Teixeira, a Celina Teixeira, nasceu em 1935 e, desde muito nova, começou a trabalhar no junco. Foram precisamente os seus pais, Domingos Teixeira e Rosa Faria dos Santos, que lhe transmitiram o saber fazer, pese embora a profissão de esteireiro tivesse proveniência do lado materno. Transmitiu este saber fazer à sua filha, Alexandrina, que, por sua vez, passou este ensinamento à Isa Joana, neta da Celina Teixeira, hoje uma artesã no ativo e a tempo inteiro, testemunhando a tenacidade e a sobrevivência da arte ao longo das gerações.
Maria Filomena Mendanha Rocha Fernandes, conhecida como “Mena do Rio” nasceu em 1944, filha de Ernesto Pereira da Rocha e de Maria da Glória Martins Mendanha. Aprendeu a trabalhar o junco desde os sete anos de idade, com a sua irmã Rosa e com a sua prima Irene, na casa do seu tio “Cravo”, irmão de seu pai – referenciado no Caderno de Especificações para a Certificação do Junco de Forjães. Ao longo dos anos, adotou esta arte como atividade principal, tendo representado o Município de Esposende em várias feiras e exposições nacionais e internacionais, perfazendo um notável percurso que muito contribuiu para o engrandecimento desta arte e do nome de Esposende. No 19 de agosto de 2004, foi distinguida com a medalha de Mérito Municipal.
A produção artesanal das esteiras de Junco na Vila de Forjães, concelho de Esposende, é um dos patrimónios culturais, a nível material e imaterial, mais estimados pela população local, que foi introduzido ainda no século XIX, dando origem a um grupo de artífices à época designado por “esteireiros”. Assiste-se nos tempos mais recentes a um ressurgimento desta produção artesanal, mercê do interesse suscitado quer pelos saberes tradicionais envolvidos, quer pela sustentabilidade das matérias-primas e processo de produção utilizados.
Nos dias 27 e 28 de junho, vão realizar-se no gnration, em Braga, as Conversas Emergentes, uma iniciativa dirigida para artistas, programadores, produtores, professores, mediadores culturais e técnicos do setor da cultura, que são convidados a refletirem neste encontro, assim como todas as pessoas que falam, que escutam e que interferem localmente no setor das artes performativas para público jovem.
A iniciativa, promovida pela Companhia Caótica e o Plano Nacional das Artes (PNA) com o apoio da Câmara Municipal de Braga, insere-se no âmbito da Bienal Cultura e Educação, 2023 RETROVISOR: Uma História do Futuro, que decorre até 30 de junho.
A Companhia Caótica realizou, entre janeiro e abril, residências em cada região de Portugal Continental onde se reuniu com artistas, programadores, produtores, coordenadores intermunicipais do PNA e com os parceiros municipais deste projeto.
Estes encontros tiveram o objetivo de tomar o pulso das programações e criações regionais das artes performativas para público jovem. Ao longo destas residências foram identificados temas e preocupações transversais, que por serem estruturais constituem o ponto de partida incontornável e evidente das Conversas Emergentes.
A iniciativa arranca amanhã com o laboratório, pelas 10:00. Na quarta-feira, dia 28, decorre a conversa.
Mais informações podem ser obtidas através do e-mail [email protected].
A piscinas municipais exteriores de Barcelos abrem ao público no dia 1 de julho e vão estar abertas até 14 de setembro, de segunda a domingo, das 09:30 às 19:00.
A entrada é gratuita para as crianças até aos 6 anos de idade, inclusive, mediante apresentação de documento de identificação. A partir dos 7 anos, o ingresso para um dia completo tem um custo de 2 euros, por pessoa. A capacidade máxima está limitada a 400 pessoas, em permanência.
Domingo com Open Day e muita animação
Para assinalar o início da época balnear nas Piscinas Municipais, a Câmara de Barcelos decidiu promover um dia de entrada gratuita para todos os barcelenses, o que acontece já no próximo domingo, 2 de julho, no horário das 10:00 às 12:00 e das 14:30 às 16:30.
O “Open Day” permite experimentar as modalidades disponíveis dentro de água, tais como: Aquazumba, Aqua Power, Water Fun, Dance Aqua Family, Aqua Circuit Training e Aqua Swim Party. No final do dia, entre as 17:00 e as 19:00, pode ainda usufruir de um momento de diversão e música num Sunset com o Dj Fábio Vasquez.
DJs animam fins de semana nas piscinas
O Município de Barcelos promove, durante cinco fins de semana, um conjunto de atividades ao som da música de DJs convidados.
Entre os nomes que vão estar a passar música constam DJ Fábio Vasquez, DJ Andrego, Los Bravos, e DJ Pette. As tardes com música acontecem a 2 e 21 de julho; a 4 e 18 de agosto e a 1 de setembro.
Os atletas de Boccia do SC braga conquistaram nove medalhas no Campeonato Nacional de Pares e Equipas, que decorreu este fim de semana, no Pavilhão Desportivo da Escola António Alves Amorim, em Lourosa.
O Par BC4-BC5, constituído por Domingos Vieira e Ivo Oliveira, acompanhados por José Teixeira e Fábio Oliveira, venceu a medalha de ouro, revalidando o título nacional.
Por sua vez, Luís Caravana Costa e Eunice Raimundo, da segunda divisão de Pares BC3, auxiliados por Afonso Costa e por Amélia Carrapito, também sagraram-se campeões nacionais.
Em Pares BC3, na primeira Divisão, José Abílio Gonçalves e Joana Pereira, acompanhados por Paulo Correia e Sónia Marques, conquistaram a medalha de prata.
A equipa BC1-BC2, composta por Beatriz Leite (BC1), Paulo Oliveira (BC2) e Joaquim Soares (BC2), apoiada por Teresa Leite, venceu a medalha de bronze.
O momento mais alto das comemorações do Dia UM de Portugal realizou-se na noite do passado sábado, no Campo de São Mamede, tendo como pano de fundo o Castelo de Guimarães.
A cerimónia iniciou-se com a aposição de medalhas honoríficas que distinguiram ilustres personalidades do concelho de Guimarães por relevantes serviços prestados à comunidade vimaranense, premiando o empenho e saber, assim como a entrega altruísta e despretensiosa. António Monteiro de Castro (Mérito Social), Manuela Alcântara e António Amaro das Neves (Mérito Cultural), José Neves (Mérito Empresarial) e Maria de Jesus Carvalho (Mérito Educativo), foram os agraciados, tendo a proposta de atribuição das medalhas sido deliberada por unanimidade em reunião do Executivo Municipal.
Na sua intervenção protocolar, Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal, evocou os três tempos identificados por Santo Agostinho, o presente das coisas passadas, o presente das presentes e o presente das coisas futuras, para se referir à memória, à vida e à esperança.
“O presente das coisas passadas é a memória. A memória de uma batalha que deu início à história de um povo e de um país milenar. A memória de uma batalha, a de S. Mamede, que nos traz aos alvores dos 900 anos do Dia Um de Portugal, para hoje aqui celebrarmos a nação portuguesa, e, dessa forma, preservar a memória coletiva. O presente das coisas presentes é a vida. A vida que nos coloca perante uma cidade que tem como base do seu desenvolvimento a educação e a cultura, pilares dos pilares da matéria que deverá ser a dos homens do nosso tempo. Educação e cultura que, cremos, nos conduzem a um maior respeito pelos demais, a uma maior benevolência, e, consequentemente, a mais coesão social. O presente das coisas futuras é a espera. Vou chamar a esta espera, a esperança. Um presente das coisas futuras que, a partir dos pressupostos da educação e da cultura, do conhecimento e da ciência, antevê Guimarães como um lugar de bem-estar, de conhecimento, de ciência, de inovação, de criatividade, de sabedoria coletiva. Um lugar onde se vive bem em comunidade”, disse Domingos Bragança.
Segundo o edil, estamos “perante uma escolha decisiva para o que será o futuro dos territórios, enquanto espaços vivos, provocada pela necessidade de dar resposta às alterações climáticas, às assimetrias de desenvolvimento, à eficiência energética, à digitalização da economia. Respostas que carecem de um desenho de modelo territorial coerente, que se alimente sinergicamente através de redes de cooperação intermunicipal. Um modelo capaz de promover a igualdade de respeito e de uma vida digna e decente para todos, a salvaguarda do ambiente, e, ao mesmo tempo, capaz de incentivar um inovador crescimento económico, criador de riqueza e de bem-estar”.
António Costa Silva, ministro da Economia e do Mar, lembrou que foi há 895 anos que “começou a aventura extraordinária que se chama Portugal, no dia 24 de Junho de 1128”. “Esta nação milenar que lutou denodadamente ao longo dos séculos para encontrar o seu caminho para o futuro está refletida hoje, aqui, neste lugar singular onde se respira a história”, referiu.
O ministro sublinhou a importância de olharmos para trás na nossa história, de forma a podermos ver o futuro, bem como a importância da cooperação: “sempre que fomos capazes de ter uma ação coletiva, de nos coligarmos uns com os outros, de trabalharmos uns com os outros, respeitando esse laço sagrado que é sermos cidadãos deste país, sempre que o fizemos, alcançámos feitos memoráveis”, sustentou.
António Costa Silva colocou a tónica no desenvolvimento económico como motor de criação de riqueza e bem-estar. “É fulcral compreendermos que as nossas caravelas, hoje, são os nossos empresários e as nossas empresas, são os projetos que estão a transformar o chão de fábrica em Portugal. Tudo aquilo que o Sr. Presidente mencionou, os projetos de transformação tecnológica, de cibersegurança, de desenvolvimento de toda a fileira dos biomateriais, são projetos que podem ser transformadores do futuro, como também a engenharia aeroespacial, todo o sistema científico e tecnológico, todo o sistema produtivo de Guimarães. Vamos trabalhar com a CCDR-N, com Guimarães, e todas as autarquias deste Quadrilátero Urbano e Industrial, onde estão 67 mil das nossas empresas, responsáveis por 4% do PIB do país e 11% das nossas exportações. Só a força da ação coletiva pode transformar completamente o nosso país. E nós vamos ganhar o futuro”, frisou.
A sessão solene teve um momento marcante com a apresentação da peça Suite n.1 (“da Poesia Portuguesa”) para Coro e Orquestra, composta por Tiago Simães, e interpretada pela Orquestra do Norte, dirigida pelo maestro convidado Jorge Leiria, e pelo Coro de São Mamede, constituído por cerca de 200 elementos, uma iniciativa que partiu de um convite de Tiago Simães a um conjunto de entidades vimaranenses (Grupo Coral de Ponte, Grupo Coral de Pevidém, Grupo Coral de Azurém, Coro Encanto, Coro Anima Populis, Orfeão do CCD Coelima, Orfeão de Guimarães, entre outros participantes). A Suite n.1 (“da Poesia Portuguesa”) para Coro e Orquestra nasceu inspirada pela língua portuguesa e pela poesia escrita em português.