A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso vai apoiar mais 52 famílias povoenses através do programa “NaturaLanhoso”. O presidente da Autarquia, Frederico Castro, procedeu à entrega dos cartões a pais, a mães e a bebés, em cerimónia realizada no dia 27 de junho, no centenário Theatro Club.
“Estas crianças representam o futuro da Póvoa de Lanhoso e, enquanto autarquia, é nossa obrigação tudo fazer para que sejam povoenses felizes. Este apoio é o nosso contributo para que estas famílias possam estar mais tranquilas quando assistem à chegada de um bebé”, referiu Frederico Castro, à margem da cerimónia. O presidente da Câmara Municipal esteve acompanhado, nesta sessão, da vereadora Fátima Moreira e dos vereadores Paulo Gago e Ricardo Alves.
Estes 52 apoios representam um investimento total de 27.750 euros. Os valores atribuídos por criança podem ser de 500, 750 ou de 1000 euros, conforme a composição do agregado familiar, e têm de ser obrigatoriamente utilizados no comércio local da Póvoa de Lanhoso, para aquisição de bens para os recém-nascidos povoenses.
Enquadrado pelo Regulamento de Medidas Sociais – Póvoa Solidária, que está em atualização, a autarquia perspetiva a possibilidade do programa ser reforçado com um valor de 150 euros para custear vacinas, que não estejam integradas no Plano Nacional de Vacinação.
A animação musical do momento esteve a cargo de Joana Teixeira, coordenadora do projeto comunitário “Música100Idade”.
O que mudou na biodiversidade aquática do Minho em vinte anos e quais são as suas espécies, comunidades e habitats em maior risco? As respostas vão ser conhecidas esta sexta-feira na UMinho, no workshop final do projeto científico River2Ocean. O evento está agendado para as 14:30, no auditório do Instituto para a Ciência e Inovação (IB-S), no campus de Gualtar, em Braga.
“Os resultados do estudo demonstram a urgência de adotar práticas de gestão de território mais sustentáveis, para mitigar por exemplo os impactos das alterações climáticas na quantidade e qualidade de água disponível para atividades humanas”, explica a investigadora coordenadora do trabalho, Fernanda Cássio, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Escola de Ciências da UMinho.
O workshop, intitulado “Do Rio ao Oceano: Biodiversidade, Bioeconomia e Sustentabilidade”, conta na abertura com o vice-reitor da UMinho para a Investigação e Inovação, Eugénio Campos Ferreira. De seguida, Fernanda Cássio vai detalhar o River2Ocean e a importância das soluções socio-ecológicas e biotecnológicas nesta área. Prevê-se ainda intervenções dos cientistas Filipe Costa, Raul Machado e Cláudia Pascoal, do CBMA, a avaliarem as pressões humanas no Minho, a promoção da bioeconomia, bem como a gestão e a conservação da biodiversidade aquática.
O programa inclui às 15h50 a mesa redonda “Estratégias de valorização da biodiversidade no Minho”. Os convidados são o vice-presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, José Pimenta Machado; o presidente da Sociedade Portuguesa de Oceanografia e investigador do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Miguel Piecho-Santos; o diretor do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE-ARNET) e professor da Universidade de Évora, Pedro R. Almeida; a diretora dos Serviços de Ordenamento do Território da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Alexandra Cabral; e a diretora regional do Norte do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, Sandra Sarmento.
O projeto River2Ocean é liderado pelo CBMA e tem financiamento da CCDR-N, dos programas Norte2020 e Portugal2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Tem como objetivo criar “uma base de dados da biodiversidade aquática, de habitats e de pressões na região do Minho”, para melhor gerir estes ecossistemas. Estão também a ser desenvolvidos um biobanco de microrganismos marinhos e métodos de DNA ambiental para a deteção e gestão sustentável de peixes com importância comercial nesta região.
Para participar no encontro, as inscrições podem ser feitas gratuitamente em http://bit.ly/3NJuo0B.
A Riva Office, empresa com sede em Braga dedicada a material de papelaria, audiovisuais, mobiliário escritório e consumíveis informática, em parceria com o Instituto Português do Sangue, vai organizar uma dádiva de sangue.
A iniciativa, sob o lema “Vamos dar o melhor de nós”, vai decorrer esta sexta-feira, dia 30, nas instalações da empresa, na freguesia de Sequeira, entre as 09:00 e as 12:30.
A iniciativa é aberta a toda a comunidade. Os dadores devem ter acima dos 18 anos e pesar no mínimo 50 kg.
No âmbito do projeto “HB.SAFE – Promoção da Integração, Interoperabilidade e Segurança Clínica” implementado desde 2020 e apoiado pelo Sistema de Apoio à Modernização e Capacitação da Administração Pública (SAMA 2020), o Hospital de Braga desenvolveu um conjunto de iniciativas de modernização e transformação digital, com o objetivo de reforçar a uniformização dos sistemas de informação da instituição, numa ótica de melhoria contínua para utentes e profissionais.
O projeto visa a implementação de sistemas que permitem aprimorar a segurança dos dados e garantir a resiliência da instituição contra potenciais ciberataques, e melhorar a gestão de acessos aos múltiplos recursos e aplicações da organização, permitindo aumentar o nível de segurança e a sua monitorização.
Desenvolveu-se uma solução de Business Intelligence (BI), que permite o acompanhamento, em tempo real, de indicadores de áreas como o Serviço de Urgência, as Consultas Externas, o Bloco Operatório e os Internamentos, traduzindo-se numa mais-valia na melhoria contínua dos cuidados prestados.
A instalação de uma solução de segurança clínica (closed loops) diminui, consideravelmente, o erro clínico e garante segurança ao utente, ao garantir que todas as etapas de um processo são devidamente cumpridas. O sistema inclui os circuitos do medicamento, das colheitas, do leite materno e o do sangue.
No seguimento do HB.Safe, o Hospital de Braga iniciou, também, uma ação de desmaterialização de processos, numa lógica de aumentar a eficiência operacional, e de reduzir, significativamente, o consumo de papel, em linha com a crescente consciência ambiental que pauta a instituição.
Nesse sentido, desenvolveu um Portal e uma App exclusiva para utentes, que concede aos utentes o acesso remoto a informação sobre os seus agendamentos, bem como a consulta dos resultados dos exames realizados, entre outras funcionalidades. Todos os recursos do Portal e da App serão lançados, gradualmente, ao longo dos próximos meses.
A iniciativa reforça a simplificação dos serviços para os utentes, e aproxima ainda mais os utentes do Hospital.
“Este projeto de modernização digital permitiu avanços significativos na eficácia e qualidade da prestação de cuidados da organização, aliando-se a isto uma maior segurança no acesso aos sistemas de informação”, defende João Porfírio, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga, que acrescenta que “este projeto melhorou o acesso aos dados da instituição, com evidentes ganhos de eficiência e melhores práticas na partilha de informação”.
A partir desta quinta-feira, o centro de Vila Nova de Famalicão vai recuar até ao tempo medieval e viking numa viagem conduzida pela escola profissional CIOR. A Feira Medieval Ibérica Viking está de regresso e até domingo, 2 de julho, prometendo levar os visitantes numa viagem ao passado do território famalicense, mais precisamente ao século XI.
Recriação da aldeia do povo ibérico e viking, gastronomia inspirada nesta época, mercado, demonstração de lutas, danças, comédia, música, autos de fé e rituais viking, são alguns dos ingredientes que vão preencher os quatro dias do evento que, no total, conta com mais de quatro centenas de participantes.
Pelo centro da cidade esperam-se milhares de pessoas que vão experienciar a época medieval e usufruir de momentos lúdicos e culturais, alusivos à presença viking na Península Ibérica.
De recordar que, há mil anos, o território que hoje é Vila Nova de Famalicão era já uma zona estratégica, tendo também passado por aqui os Normandos (Vikings), que deixaram marcas da sua presença.
A partir do próximo sábado, dia 1 de julho, e até ao final do mês de agosto, o Município de Esposende vai disponibilizar transporte gratuito para as praias de Esposende, Fão e Apúlia.
Assim, ao longo deste período, os banhistas poderão usufruir do miniautocarro “Summer Bus”, que circulará entre o Forte de São João Baptista, junto à foz do rio Cávado, em Esposende, até à praia da Ramalha, em Apúlia, com paragem, para recolha e largada de passageiros, em Esposende (Forte São João Baptista, Hotel Suave Mar, Largo do Mercado) Fão (Ofir) e Apúlia (Praia de Cedovém, Couve e Ramalha). O transporte estará disponível diariamente, entre as 09:00 e as 19:45, com saída de Esposende às 09:00, 10:00, 11:00, 12:30, 14:30, 16:00, 18:00 e 19:00, e retorno ao ponto de partida 45 minutos após cada um destes horários.
Esta medida insere-se no plano de gestão de trânsito definido pelo Município para o período de verão, com particular incidência nas zonas de maior afluência de banhistas, nomeadamente em Esposende, Fão e Apúlia, o qual contempla um conjunto de medidas para evitar constrangimentos ao nível da circulação e estacionamento automóvel nestes locais.
À semelhança de anos anteriores, foi alterada a postura de trânsito em determinadas ruas destas localidades, que entrou em vigor no passado dia 12 de junho. A partir do próximo dia 1 de julho, serão introduzidas novas alterações em Apúlia, sendo que a Avenida da Colónia passa a ter sentido único norte-sul no troço compreendido entre a Rua Fonte da Senhora e a Avenida da Praia, e a Rua do Açude terá sentido único sul-norte no troço compreendido entre a Avenida da Praia e a Rua da Fonte da Senhora.
Neste plano de medidas, incluiu-se também a criação de parques de estacionamento alternativos, próximo das zonas balneares de Fão e Apúlia, a par do reforço de fiscalização por parte das autoridades policiais, nomeadamente da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Esposende.
O Município de Esposende apela à “compreensão e atitude colaborativa de todos os veraneantes, de modo a tentar minimizar o impacto e constrangimentos decorrentes da elevada procura que estas zonas balneares de excelência registam nos meses de verão”.
O descerramento das grandes finais de dança do mundo, o Dance World Cup, está em contagem decrescente. Braga prepara-se para a parada que marca a cerimónia de abertura, a decorrer no centro da cidade, na sexta-feira, dia 30 de junho, anunciando todas as equipas e nacionalidades a competir.
7500 bailarinos, o maior número de sempre reunido na competição Dance World Cup, abrirão a cerimónia com uma parada no centro da cidade, a iniciar na Praça do Município e terminar na Avenida Central, a partir das 19:00, no dia 30 de junho. O desfile trará às ruas a diversidade das várias nacionalidades representadas pelas equipas, que brandirão as suas bandeiras, equipamentos e muito entusiasmo, saindo por último as equipas portuguesas, costume dos anfitriões. Assim, está convidada toda a cidade a ver o desfile e a concentração final na Avenida Central da Cidade de Braga.
Em 2019, esta parada teve a participação de mais de 40 mil pessoas, que desfilaram, cantaram e rufaram tambores para marcar o arranque desta que é a maior celebração da dança do mundo.
No ponto final, no centro da cidade, com a presença do presidente do Município de Braga e InvestBraga, Ricardo Rio, será declarada aberta a competição, onde os representantes de cada país subirão ao palco. O evento termina às 21:00, com a atuação de DJs.
John Grimshaw, presidente da Dance World Cup, saúda todos os atletas que se deslocam a Braga para as finais desta competição. “Estamos encantados por voltar a Braga para as finais de 2023. Gostaríamos de agradecer ao senhor presidente do município, Ricardo Rio, ao Altice Forum Braga e ao Theatro Circo pela sua contribuição na organização deste evento, que permanece a maior competição de dança de todos os géneros. Esperamos que aproveitem a competição e a hospitalidade de Braga”, referiu.
O Dance World Cup, a decorrer entre 30 de junho e 8 de julho, terá palco no Theatro Circo e Altice Forum Braga (no grande auditório e pavilhão, albergando cerca de 3000 lugares para os espetadores), reunindo as modalidades do ballet clássico, contemporâneo, hip-hop, street dance, acro dance, jazz, sapateado, comercial, folclore nacional e as danças de salão, um evento patrocinado por Ballet Rosa, uma empresa vimaranense de produção de vestuário de ballet artesanal de design artístico.
A premiação sucede-se a cada sessão. Em 2022, Portugal conquistou o terceiro lugar na classificação, arrecadando 15 medalhas de ouro, 12 de prata e 9 de bronze. Os primeiros lugares do pódio foram atribuídos à Inglaterra e Espanha.
Este ano a organização oferece mais de 250.000 euros em bolsas de estudo, tutorias e escolas de verão para os vencedores da competição, pagas na íntegra. Serão ainda premiados os vencedores “envelope dourado”, da categoria infantil e júnior, com fins-de-semana de formação com os melhores professores de dança do mundo. As academias The Bighton Academy, London Studio Centre, The Dang e Performers, em Inglaterra, Elephant in the Black Box, em Espanha, e TT Stage, em Itália, receberão os alunos vencedores.
Portugal é o segundo país com maior presença nas finais do Dance World Cup, logo atrás de Inglaterra, com participação nas diversas modalidades, nas categorias infantil e júnior, solos e em grupos.
Atletas de 50 países marcam esta edição, sendo eles a África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Canadá, Chile, China, Colômbia, Croácia, República Checa, Egito, Escócia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos da América, Estónia, França, Gibraltar, Guernsey, Hong Kong, Hungria, Islândia, India, Inglaterra, Irlanda, Irlanda do Norte, Israel, Itália, Jersey, Macau, Malásia, México, Moldávia, Marrocos, Países Baixos, País de Gales, Polónia, Portugal, Roménia, Sri Lanka, Suíça, Taiwan, Turquia, Ucrânia e Venezuela.
Para além das competições, serão ministradas várias masterclasses, como a palestra de coreografia lecionada por um dos juízes, Richard Wherlock, assistido por Ayako Nakano e Alecsia Maria Lazarescu, vencedora Prix de Lausanne deste ano, a decorrer no Theatro Circo, dia 7 de julho.
A Iniciativa Liberal tem sido bastante crítica relativamente a esta transferência de competências operada pelo Governo. Como sabemos, em praticamente todos os domínios, apenas foram transferidas para as autarquias competências meramente executoras, não deixando grande margem para os Municípios aplicarem as suas políticas.
Ainda assim, e não obstante estas vicissitudes, não tenho dúvidas que Braga será, depois deste processo de descentralização, um Município mais bem preparado para enfrentar e resolver os problemas diários dos Bracarenses. Espero que a nossa cidade seja uma referência em matéria de descentralização e aproximação democrática.
Assim, na Educação, espera-se que esta gestão de proximidade traga melhor serviço aos Bracarenses, assim como uma resposta mais rápida e eficaz aos problemas do dia-a-dia, devendo o Município trabalhar para que os agentes educativos disponham das melhores condições para desenvolverem o seu trabalho.
Porque a Educação não tem preço, a Câmara Municipal de Braga deverá reforçar, ano após ano, a aposta nesta área com um trabalho que pretende, sobretudo, proporcionar condições de acesso ao conhecimento e desenvolvimento das crianças e jovens que frequentam as escolas.
O trabalho na Educação não tem paralelo com nenhum outro, pois trata-se de uma semente para fazer germinar os cidadãos do futuro da nossa cidade.
Entendemos que o Município poderá tornar as empresas embaixadoras das escolas secundárias e ensino profissional, concretizando uma ligação ao mercado de trabalho; poderá impulsionar uma cultura ambiental, bem como o desporto nas escolas.
A aposta na educação deve funcionar como motor de transformação social e como vetor gerador de redução dos níveis de pobreza, melhorando assim a mobilidade social. Em suma, o Município poderá assumir-se como um parceiro activo das escolas.
Por fim, apelo ao Município que aproveite a oportunidade concedida por esta descentralização, para transformar Braga num concelho verdadeiramente educativo.
Artigo de opinião de Bruno Miguel Machado, Jurista e Membro da Assembleia Municipal de Braga da Iniciativa Liberal.
O Município de Braga acabou de aderir à Rede de Cidades e Vilas que Caminham, que tem como missão dinamizar uma plataforma de experiências e soluções de boas práticas, assentes em programas de mobilidade sustentável, nomeadamente pedonal.
O protocolo de colaboração entre a autarquia bracarense e o Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, entidade que gere a rede, foi assinado esta quarta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, e da presidente do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade, Paula Teles. A par do protocolo, a autarquia recebeu ainda a Bandeira da Rede de Cidades e Vilas que Caminham.
Na ocasião, Ricardo Rio lembrou que, nos últimos anos, a Câmara Municipal tem feito um “trabalho intenso para melhorar a mobilidade em Braga”.
“Este trabalho tem sido reconhecido nacional e internacionalmente e Braga é, atualmente, apontada como exemplo nos grandes fóruns internacionais, para além dos prémios que temos recebido e que atestam o bom trabalho realizado em benefício de uma melhor qualidade de vida para todos os Bracarenses”, referiu Ricardo Rio.
Entre as melhorias operadas na área da mobilidade, o autarca destacou o projeto “School Bus” nas escolas doconcelho, a criação de ciclovias, novos lugares de estacionamento para bicicletas, tal como um sistema partilhado, o alargamento de zonas pedestres e novos espaços verdes, a modernização da frota de transportes públicos para veículos elétricos, a redução dos limites de velocidade em zonas escolares, a criação de condições para pessoas com mobilidade reduzida e uma infra-estrutura rodoviária mais segura.
Além do desenvolvimento de campanhas de sensibilização sobre os benefícios de caminhar e a divulgação de estudos e projetos, a Rede de Cidades e Vilas que Caminham tem como objetivo a criação de uma biblioteca digital, que funcionará como um reservatório de informação, com tabelas técnicas, manuais, desenhos tipo, exemplos de boas práticas e normas, acessível em exclusivo às câmaras municipais.
O Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade é uma associação de natureza privada, de interesse público e sem fins lucrativos. Tem por objeto sensibilizar, informar e formar técnicos e cidadãos sobre a necessidade de construção de territórios sociais de Mobilidade, de acordo com as orientações políticas definidas na estratégia de desenvolvimento do espaço comunitário europeu.
Está marcado para domingo, 2 de julho, o 1.º desfile de Marchas Populares da Póvoa de Lanhoso.
Os participantes vão concentrar-se no Largo António Lopes, local onde arranca o desfile, que vai percorrer a Avenida Comandante Luís Pinto da Silva e a Avenida 25 de Abril, culminando na Praça Eng.º Armando Rodrigues. No final, é ali que vai decorrer um arraial, que conta com a participação de todos se quiserem juntar a esta festa popular.
A ensaiar há dois meses para este evento, vão participar 13 grupos, designadamente das Uniões de Freguesias de Águas Santas/Moure e de Campo/Louredo, das Juntas de Freguesia de Covelas, Galegos, Garfe, Lanhoso, Santo Emilião, São João de Rei, Taíde e de Travassos, da Casa de Trabalho de Fontarcada, da ASSIS e um grupo dos Centros de Convívio/Município da Póvoa de Lanhoso, envolvendo cerca de 367 intervenientes.
As capacidades criativas dos participantes foram também colocadas à prova, uma vez que cada grupo é responsável pelos adereços e pelos figurinos, bem como pelas músicas e as coreografias, que são também escolhidas por cada um deles.
Esta iniciativa integra projeto Póvoa Dança, cujo primeiro evento foi a Comemoração do Dia Mundial da Dança. A ser promovido pela autarquia, este projeto, apresentado no final do passado mês de Abril, tem como parceiras todas as associações que desenvolvam ações ligadas à dança, mas não só, assumindo uma perspetiva de abrangência de todos segmentos de públicos. O “Póvoa Dança” lança o desafio que visa dar um contributo para a inclusão sociocultural, a educação pela arte, a reabilitação e a promoção da saúde, na perspetiva de poder colaborar para a manutenção de uma comunidade cada vez mais ativa e saudável.