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Davide Massa vai arbitrar SC Freiburg – SC Braga

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O italiano Davide Massa vai arbitrar o jogo entre o SC Freiburg e o SC Braga, a contar para a segunda mão das meias finais da Liga Europa.

O árbitro, de 40 anos, já tinha sido nomeado pela UEFA para o embate dos Gverreiros frente ao Bétis, em Sevilha, onde o SC Braga venceu por 2-4.

A segunda mão joga-se na quinta-feira, às 20:00, no Europa-Park Stadion.

Barcelos dinamiza atividades desportivas até dezembro

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© Kiko
© Kiko

Entre maio e dezembro, o Município de Barcelos promove um conjunto de atividades desportivas em vários pontos do concelho, incluindo caminhadas, percursos BTT, descidas do rio Cávado em kayak e iniciativas de fitness.

A primeira atividade acontece já no dia 17 de maio, com o Barcelos River Sport – Descida do Rio em Kayaks, no Cávado. A participação é gratuita, mas carece de inscrição prévia aqui.

O ponto de encontro está marcado para as 08:30, nas Piscinas Municipais de Barcelos, na Rua Rosa Ramalho, n.º 85. Pelas 09:00, será assegurado transporte em autocarro até Areias de Vilar, estando o início da descida previsto para as 10:00. O término da atividade deverá ocorrer entre as 12:00 e as 12:30.

A participação está limitada a maiores de 12 anos e a um máximo de 100 inscrições. Os participantes com idades entre os 12 e os 14 anos deverão ser acompanhados por um adulto.

Durante o mês de junho, realizam-se o Campeonato de Boccia Sénior Liga I e Liga II, nos dias 11 e 12; a Caminhada Barcelos–Braga, no dia 14; e a iniciativa “Cávado: o Rio que nos Une” – Caminhada longa, no dia 21.

Em julho, estão previstas as iniciativas Barcelos Power Fitness, nos dias 4 e 5; Open Day – Época Balnear, no dia 11; Barcelos River Sport – Track BTT, no dia 19; e Happy Holidays – Piscinas Interiores.

A programação prossegue em setembro com a Semana Europeia do Desporto, de 23 a 30. Em outubro, no dia 11, realiza-se uma corrida e caminhada no percurso PR, com cerca de 10 quilómetros.

Em novembro, no dia 22, realiza-se nova edição do Barcelos River Sport – Track BTT. O programa termina em dezembro, com o Natal na Piscina, no dia 6, e a Corrida e Caminhada de Natal, no dia 27.

Estas iniciativas pretendem incentivar a prática regular de atividade física, promover estilos de vida saudáveis e valorizar o contacto com a natureza e com o território.

Jovens de Vila Verde criam mascote para a defesa do ambiente

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© CM Vila Verde
© CM Vila Verde

“A Cacheirinha”, imagem inspirada no ouriço-cacheiro, espécie associada à floresta autóctone e atualmente em vias de extinção, é a nova mascote do Município de Vila Verde para a promoção de campanhas ambientais e para a valorização de ações de sensibilização para a sustentabilidade.

A imagem gráfica foi selecionada no âmbito de um concurso em que o Município desafiou a criatividade artística dos jovens para a “criação de uma mascote oficial destinada a promover as boas práticas ambientais junto da população do concelho”.

A proposta apresentada por Gabriela Filipa Ferreira e Filipa Vieira Baptista convenceu o júri, por unanimidade. Sugerindo o slogan “Com a Cacheirinha e a nossa tradição, Vila Verde recicla com o coração”, as vencedoras destacaram-se igualmente pela ligação à cultura local, às tradições e ao folclore.

Foram ainda atribuídas duas menções honrosas: à proposta de Maria Eduarda Braga, com representação da toupeira como animal simpático e referência à cultura dos Lenços de Namorados; e a Emily Belinda Gomes, que representou a raposa como animal com forte valor identitário no concelho e referências à cultura local e às vindimas.

Composto pelo artista plástico Maciel Cardeira, pela criadora de conteúdos digitais Sónia Sousa, pela professora Cláudia Gomes e pelo técnico ambiental Adelino Silva, o júri avaliou os 41 trabalhos admitidos com base na originalidade e criatividade (30%), na pertinência da mensagem ambiental (30%), no potencial de adaptação a mascote real (20%), na qualidade técnica e estética (10%) e na ligação à identidade do concelho (10%).

Como sustentou o vereador do Ambiente, Carlos Tiago Alves, o objetivo deste concurso visou a criação de “uma mascote original, com design único e criativo, que promova a reciclagem e os comportamentos adequados de deposição de resíduos como forma de preservação do ambiente”.

Com a utilização da mascote nas campanhas ambientais, a Autarquia pretende tornar as iniciativas mais facilmente reconhecíveis, apelativas e que possam ajudar a conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e da política dos 4r’s: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar.

Graça Costa de Barcelos sobe ao pódio no Grande Prémio de Atletismo de Rebordosa

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

Graça Costa, dos Amigos da Montanha de Barcelos, participou na XVII edição do Grande Prémio de Atletismo de Rebordosa, em Paredes, integrada na Corrida do Dia da Mãe, somando mais um resultado de destaque.

A atleta completou a prova com o tempo de 45 minutos e 45 segundos, alcançando o 2.º lugar no escalão F55, entre nove participantes. Na classificação geral feminina, terminou na 11.ª posição, entre 37 atletas, e foi 64.ª da geral, num total de 168 participantes.

A prova, marcada por um percurso exigente, com uma subida acentuada nos primeiros cinco quilómetros e uma secção final em corta-mato, representou um desafio adicional para os atletas em competição.

Esta participação surge apenas uma semana após a presença de Graça Costa na Maratona de Düsseldorf.

Vereadora do PSD da Póvoa de Lanhoso diz que resultado líquido superior a 2 milhões “não é indicador de boa gestão”

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© PSD
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Fátima Alves, primeira vereadora eleita pelo PSD na Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, reagiu ao comunicado divulgado pela Autarquia que dá conta do encerramento do exercício de gestão de 2025 com um resultado líquido superior a 2 milhões de euros.

O resultado líquido positivo superior a 2 milhões de euros, frequentemente destacado, não é por si um indicador de boa gestão. Em primeiro lugar porque as autarquias trabalham em contabilidade pública e não em contabilidade empresarial, sendo, pois, relevante a execução orçamental. Em segundo local o ROC apresenta uma reserva às contas (demonstrações financeiras), o que pode colocar em causa o balanço e a conta de resultados e por tal motivo não se confirmarem tal resultado líquido, que pode ser interessante para uma empresa, mas nunca o será para uma autarquia local”, refere Fátima Alves.

A vereadora da oposição realça que “o orçamento é a peça de gestão mais importante, e é concretizado e controlado em termos de gestão pública financeira, sendo o compromisso efetivamente assumido com os povoenses dos investimentos e da despesa que será feita no ano. Assim, a execução orçamental de 2025 revela uma fraca execução nomeadamente na despesa de investimento, adiando mais uma vez e sempre o concelho. Com efeito, verifica-se uma taxa de execução orçamental da despesa de capital que foi orçamentada em 14M€ e executada 8,7M€, 62%”.

“Note-se que as aquisições de bens de capital (uma rúbrica importante dos investimentos) foram orçamentadas em 12,7M€, e só se executaram 7,5 M€, um desvio de -5,2M€, -41%, para uma taxa de execução de 59%. O que a CM mais concretizou foi a despesa corrente em 93,6%, e que se deve à despesa com o pessoal, pois os salários têm de ser pagos aos trabalhadores. Despesa esta que representa 42% do total da despesa corrente e na restante muito desperdício. No somatório das duas despesas concretiza 82%, mas o que interessa é a despesa com os investimentos. E tendo em conta a qualidade da despesa executada damos como exemplo as GOPs que é a despesa de investimento e corrente que a CM dá como importante. Assim, O PPI (Plano plurianual de investimentos) que foi orçamentado em 14,5M€ foi executado em 8,9M€, 61,6%. Note-se para as seguintes despesas que consideramos relevantes no PPI: Ação social, orçamento 357.000€ executaram-se 107.000€, 39%; Habitação, orçamentado 3,3 milhões de euros, executaram-se 1,67milhões de euros, 49%; Cultura, orçamentado 60.000€ executaram-se 12.000€, 20%. A cultura representa mesmo e apenas 0,13% do total do PPI, e mesmo quando se acrescenta a despesa corrente tem um peso de 2% do total da despesa efetiva (capital + corrente). Um valor que fica muito aquém de uma componente que é fundamental para a atração de empresas e mão de obra qualificada; Educação, orçamentada em 92.000€ e executada 79.000€, 86%, e tem um peso de 0,88% no PPI. Desporto, recreio e lazer, orçamentado em 207.000€ e concretizado 105.000€, 50,7%”, reforçou.

Fátima Alves sublinha que “a execução orçamental, de rúbricas estruturais traduz-se numa evidência incontornável: uma parte substancial dos investimentos prometidos não foi executada, comprometendo o desenvolvimento económico e social do território e desvalorizando o planeamento estratégico municipal”.

“Veja-se ainda, a fraca orçamentação de receitas para comparticipação da União Europeia 1,732 milhões de euros e mesmo com um valor muito baixo orçamentado, não foi cumprido, executando-se 1,557 milhões de euros. Dizem, que “andaram” quatro anos a estudar, realmente pagaram de Estudos, Projetos, Pareceres e Consultadoria, externa: em 2024, 850.000 euros e em 2025, 1,423 milhões de euros, só que os resultados praticamente não existem. Esta baixa captação de fundos comunitários e que põe mesmo em causa os projetos orçamentados para 2026 nomeadamente no PRR que têm de estar concluídos até agosto/2026 e daí a forte subida de empréstimos já aprovada neste exercício. Prometer é “palavra” desta CM, cumprir é que não”, acrescenta.

A vereadora do PSD refere ainda que “apesar da fraca execução orçamental o Município apresenta um saldo primário negativo, ou seja, a receita gerada não cobre a despesa, o que obriga a mais endividamento, sinal claro de fragilidade na gestão do Município. Portanto verifica-se um agravamento expressivo do endividamento municipal, que aumentou mais de 70% no mandato anterior, passando de aproximadamente 7 para 12 milhões de euros, sem que tal evolução tenha sido acompanhada por um impacto visível e proporcional em investimento estruturante para o concelho. E, 2025 representou já uma aumento dos impostos aos povoenses de onde se destaca o IMI + 12,7%. E, em 2026, continuará o aumento brutal da carga fiscal com o aumento do IMI de 24% para as famílias e 28% para as empresas e a derrama de 1,2% que abrangerá cerca de 96% das empresas do concelho”.

“No plano fiscal, os munícipes da Póvoa de Lanhoso continuam a suportar uma das cargas fiscais mais elevadas do distrito de Braga. O município mantém um dos níveis de IMI mais altos, e agora em 2026 as empresas povoenses passarão a suportar uma derrama sem mecanismos significativos de diferenciação ou incentivo à atividade económica. Acresce que esta leitura não constitui uma interpretação isolada ou extemporânea, tendo sido previamente apresentada pelos vereadores eleitos pelo Partido Social Democrata. Ainda assim, tais elementos não foram refletidos na peça jornalística, quando se exigia um tratamento equilibrado e o devido confronto de perspetivas”, declara.

Fátima Alves aponta que “o quadro global não pode ser apresentado como exemplo de boa gestão”. “Pelo contrário, os dados revelam uma realidade marcada por sub execução do investimento, aumento expressivo da dívida e manutenção de uma elevada pressão fiscal sobre cidadãos e empresas, contrariando a narrativa de eficácia e equilíbrio financeiro que tem sido veiculada. Os compromissos assumidos com os povoenses para o ano, não foram minimamente cumpridos e verifica-se uma gestão financeira orçamental muito pouca rigorosa e o que está em causa é dinheiro público que é dos povoenses. Isto contraria o que diz o senhor Presidente da CM, quanto à estabilidade e crescimento do concelho. O concelho é que sai prejudicado de tanta demagogia, de tanta falta de trabalho e de tamanha incompetência”, finalizou.

Conhecidos os horários da 33.ª jornada da I Liga

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© SC Braga
© SC Braga

Em concordância com o Regulamento das Competições Organizadas pela Liga Portugal e tendo em conta a participação do SC Braga na meia final da Liga Europa, está definido o calendário da 33.ª e penúltima jornada da I Liga Portugal.

O arranque da ronda acontecerá domingo, 10 de maio, com a deslocação do campeão FC Porto ao terreno do AFS, às 18:00, seguida pela receção do FC Alverca ao Estoril Praia, com início marcado para as 20:30.

Já na segunda-feira, o cartaz será preenchido, com sete jogos em simultâneo a partir das 20:15, encontros que poderão ser determinantes na definição da classificação final da I Liga.

Fique a par de todos os horários:

Domingo, 10 de maio

  • AFS – FC Porto, 18 horas – Sport TV
  • FC Alverca – Estoril Praia, 20.30 horas – Sport TV

Segunda-feira, 11 de maio

  • Vitória SC – Casa Pia AC, 20.15 horas – Sport TV
  • Gil Vicente FC – FC Arouca, 20.15 horas – Sport TV
  • CD Tondela – Moreirense FC, 20.15 horas – Sport TV
  • Estrela Amadora – FC Famalicão, 20.15 horas – Sport TV
  • Santa Clara – CD Nacional, 20.15 horas – Sport TV
  • SL Benfica – SC Braga, 20.15 horas – Sport TV
  • Rio Ave FC – Sporting CP, 20.15 horas – Sport TV

A Língua Portuguesa: entre herança e responsabilidade

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© Paula Silva
© Paula Silva

Num mundo cada vez mais interligado, celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa não é apenas um gesto simbólico — é um convite à reflexão sobre o papel profundo que a língua desempenha na construção das identidades, na transmissão do conhecimento e na participação cívica. Mais do que um instrumento de comunicação, a língua afirma-se como um organismo vivo, herdeiro de uma longa tradição, mas também exposto às fragilidades do presente.

A língua portuguesa, falada por mais de 260 milhões de pessoas — a 5.ª língua mais falada no mundo, a 3.ª mais falada no hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul — é um património comum que atravessa continentes e culturas. É veículo de criação literária, instrumento de pensamento e ponte entre povos. No entanto, essa riqueza convive com desafios significativos.

Um dos mais prementes é a crescente fragilidade da literacia. Ler e escrever, que deveriam ser práticas de aprofundamento, questionamento e descoberta, tornaram-se, muitas vezes, actos utilitários, apressados e superficiais. A velocidade da comunicação digital, embora democratize o acesso à informação, tem contribuído para uma relação mais pobre com a palavra. A abundância informativa não se traduz, necessariamente, em conhecimento — pelo contrário, pode alimentar uma compreensão fragmentada e acrítica da realidade.

Mais preocupante ainda é a fragilidade da capacidade de interpretação. Não se trata apenas de dificuldades técnicas de leitura, mas da incapacidade de apreender nuances, ironias, referências culturais e contextos históricos. Ora, interpretar é, em si mesmo, um exercício de liberdade. Quem não interpreta, repete; quem não questiona, aceita. E uma sociedade que aceita sem compreender torna-se inevitavelmente mais vulnerável à manipulação.

Enquanto licenciada em Humanidades, com formação em línguas clássicas, não posso deixar de sublinhar que estas preocupações não são novas. Já na Antiguidade se reflectia sobre a retórica, o uso persuasivo da linguagem e os riscos da sua distorção. As raízes clássicas da língua portuguesa, ainda hoje presentes no léxico e nas estruturas, lembram-nos que a palavra sempre foi uma ferramenta de poder — e, por isso, de responsabilidade. Conhecer a origem das palavras é também compreender o seu peso e usá-las com maior consciência.

Apesar dos desafios, há também oportunidades. A língua portuguesa tem hoje uma projecção global sem precedentes, impulsionada por comunidades dinâmicas e por uma produção cultural diversificada. As tecnologias digitais, quando bem utilizadas, podem ser aliadas na promoção da leitura, da escrita e do diálogo intercultural. Mas isso exige uma educação linguística exigente, que vá além da norma e valorize a interpretação, a argumentação e a sensibilidade estética.

Cuidar da língua não implica fixá-la, mas acompanhá-la na sua evolução sem abdicar da sua densidade e riqueza. Defender a língua não é conservá-la num estado imutável, mas garantir que evolui com profundidade e rigor. Isso passa por investir na educação, formar leitores críticos e valorizar o pensamento complexo.

Num tempo em que tanto se comunica e tão pouco se compreende, cuidar da língua é, em última instância, cuidar da própria democracia.

Braga Romana está de regresso com mais de 400 atividades

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© CM Braga
© CM Braga

Foi hoje apresentada a 22.ª edição da Braga Romana, que decorre de 20 a 24 de maio, no centro histórico da cidade, e que este ano propõe um olhar sobre o período anterior à fundação de Bracara Augusta, centrando-se no território e nas comunidades dos Bracari.

Na sessão de apresentação, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou a importância de compreender “as raízes do que somos hoje”, sublinhando que “a iniciativa não se limita à recriação histórica, mas procura qualificar a Braga Romana enquanto projeto cultural e pedagógico”. “É uma festa, mas com uma forte vertente educativa, que valoriza a história e incentiva o conhecimento junto de todas as idades, quer de bracarenses, quer de quem visita a cidade”, referiu.

O autarca destacou ainda “o envolvimento da comunidade como um dos pilares do evento, apontando o cortejo como um dos momentos mais relevantes de contacto com a população, reunindo escolas e associações”. “Quanto mais gente estiver envolvida, mais significativa se torna esta celebração coletiva”, afirmou.

Também a vereadora com o pelouro da Cultura, Catarina Miranda evidenciou o novo enquadramento temático da edição de 2026, que inaugura um ciclo de quatro anos dedicado a diferentes momentos da história da cidade. “Este ano propomos um olhar diferente sobre o território, focado no período que antecede a fundação romana e nas comunidades que aqui habitavam, nomeadamente os Bracari”, explicou, acrescentando que a programação foi adaptada para garantir maior rigor histórico e fidelidade a esta época.

Com mais de 400 iniciativas ao longo de cinco dias, a Braga Romana volta a mobilizar a cidade, combinando recriação histórica, programação cultural, atividades pedagógicas e momentos participativos, envolvendo centenas de agentes e milhares de participantes.

A relevância do evento foi também destacada por Cancela Moura, vice-presidente da Comissão Executiva da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, que classificou a Braga Romana como “uma das maiores recriações históricas do país, sublinhando o orgulho dos bracarenses nesta iniciativa e o seu contributo para a consolidação de Braga como destino turístico”.

Por sua vez, Rui Marques, diretor-geral da Associação Empresarial de Braga, desafiou o tecido comercial local a integrar-se ativamente no evento, incentivando a criação de novos produtos e a participação dos comerciantes nesta celebração da identidade e da história da cidade.

Câmara instala ecrã gigante para transmitir o SC Freiburg – SC Braga

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© CM Braga
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A Câmara vai disponibilizar um ecrã gigante na Praça do Município para a transmissão do jogo entre o SC Freiburg e o SC Braga, ba quinta-feira, às 20:00, referente à segunda mão das meias finais da Liga Europa

Depois da vitória por 2-1 na primeira mão, disputada em Braga, a equipa bracarense entra em campo em vantagem, procurando garantir o acesso à final de uma competição europeia 15 anos depois.

Guimarães investe 360 mil euros na segurança rodoviária nas Taipas, Lordelo e Mesão Frio

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© CM Guimarães
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A Câmara Municipal de Guimarães deu início a um novo conjunto de pavimentações nas Caldas das Taipas para melhorar as condições de circulação, segurança e conforto dos utilizadores da rede viária municipal.

As intervenções abrangem a Rua do Surrego, Rua Quintã de Cima, Rua da Quintã, Rua do Azemel, Rua do Carregal, Travessa dos Banhos Velhos e Rua de Santo António, representando um investimento municipal de 215 mil euros. Os trabalhos estão integrados no Acordo-Quadro para obras de pavimentação e têm como objetivo repor as condições adequadas de circulação e segurança nestes arruamentos.

Esta frente de obra soma-se a outras intervenções em curso e recentemente concluídas no concelho, num esforço de manutenção e requalificação da rede viária municipal. Em Lordelo, decorrem obras de repavimentação na Rua do Fundão, Rua da Seara, Rua da Ataíde e em parte da Rua de São Pedro, num valor de cerca de 145 mil euros.

Paralelamente, foi já concluída a requalificação do muro de suporte de terras na Rua Rei do Pegu, estrutura afetada pelas intempéries registadas no início do ano. Em Mesão Frio, encontra-se ainda a decorrer a pavimentação da Rua de Souto, executada pelos serviços do Município de Guimarães, com o objetivo de repor as condições de circulação no local.