Uma mulher, de 42 anos, foi detida, este domingo, por furto no Centro Comercial Braga Parque.
Em comunicado, a PSP refere que a mulher foi detida às 17:00, na posse de diversos artigos, sem que tivessem efetuado o pagamento, no valor de 263,50 euros.
A detida foi notificada para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.
Depois de quatro dias da maior exposição ibérica de construções com peças, a Braga Brick encerrou, este domingo, pelas 20:00, tendo registado a marca de 25 mil visitantes.
Segundo a administração da InvestBraga, “a Braga Brick veio confirmar o seu posicionamento para as famílias, nas feiras organizadas pela Investbraga, com cerca de 25 mil visitantes”.
Nesta nova aposta de quatro dias de exposição, participaram cerca de 17 AFOL’s (Adult Fan of Lego), de todo o país e ainda alguns internacionais, dos quais quatro de Madrid e Ourense e um da Alemanha. No total, o pavilhão do Altice Forum Braga recebeu, nos seus 5.000 metros, mais de 8 milhões de peças. “Foram ultrapassadas todas as expectativas em termos de visitantes, fizemos uma aposta, alargando o evento para quatro dias, com a inclusão do feriado e a resposta do público foi surpreendente”, afirma Carlos Silva, administrador executivo da empresa.
As temáticas deste ano variaram entre as fachadas arquitetónicas da cidade de Braga, os monumentos portugueses e do mundo, veículos, figuras e cenários de filmes como Guerra das Estrelas e Sozinho em Casa, uma galeria de arte com peças representativas das onze expressões artísticas e várias construções originais, como as casas de outra galáxia do construtor alemão, Jacob.
José Olímpio, diretor operacional da InvestBraga, sublinha “a peculiaridade das construções exibidas, mas, acima de tudo a paixão e criatividade que todos os AFOL’s dedicam em anos de trabalho a cada projeto”. Por exemplo, a maior exposição presente nesta edição de 2023, a réplica do Terreiro do Paço, conta com um total de quatro milhões de peças e cerca de sete anos de trabalho até ao momento, estando ainda longe da conclusão.
A Braga Brick Fan Event despede-se da sua 5.ª edição, com a promessa de voltar em 2025, aumentando o nível de interação com os visitantes, quer através das dinâmicas de avaliação dos gostos das peças apresentadas, quer pela avaliação que fazem da feira em todas as vertentes. “Continuaremos a trabalhar para que em 2025, porque esta feira se organiza de dois em dois anos, esta feira tenha mais novidades para as famílias e que seja um espaço de experiência com diversidade e qualidade dos serviços prestados na feira, alimentação, lazer e compras”, finaliza o administrador executivo da InvestBraga.
Mário Bruno, jovem de Braga, subiu ao palco do The Voice Portugal, onde cantou “Amor de Mel, Amor de Fel”, de Amália Rodrigues, acabando por virar a cadeira de Sara Correia.
O bracarense é conhecido na cidade por participar em várias Noites de Fado.
Na sua apresentação no The Voice Portugal, a cidade de Braga esteve em destaque no programa ao mostrar o Arco da Porta Nova, a Sé Primaz e o Largo do Paço.
Depois de na última edição da Braga Brick, em 2021, ter exibido a Capela de São Frutuoso de Montélios, Tozé foi encorajado a surpreender nesta edição.
Tozé contou que se tratou de um pedido especial. “O presidente da Câmara Municipal de Braga, depois de ver a peça de São Frutuoso em 2021, pediu-me que o surpreendesse nesta edição de 2023, com a figura classificada como Monumento Nacional e declarado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, o Bom Jesus de Braga”, disse.
Para Custódio Freitas, as suas construções de eleição são as igrejas, “pela sua beleza, pelos seus detalhes pormenorizados e este santuário, com os pormenores diferentes que possui nos telhados, por isso para o construtor, esta foi uma proposta recebida com entusiasmo”. Em esboços desde fevereiro, a construção com mais de 17 mil peças, demorou na totalidade cerca de três meses a ficar completa, um hobbie ao qual Tozé dedicava-se somente depois do jantar, conjugando ainda mais duas ou três peças ao mesmo tempo. O trabalho não passava apenas pela construção da peça, mas por tudo o que antecedia esta etapa. Desde o seu esboço, o registo fotográfico de todos os pormenores, neste caso, sem nunca ter visto o santuário ao vivo, a escolha e quantidade das peças lego necessárias e a pesquisa online, ver onde podem ser compradas a preços mais acessíveis, requer sempre um trabalho complementar. Para Tozé, este é um dos principais problemas. “Por exemplo, para um total de 30 peças, havia três que eram vendidas na França, outras duas na Alemanha e para uma construção, às vezes necessito de fazer imensos seis pedidos de países diferentes”, referiu.
Uma das peças-chave que o AFOL possui é a Capelinha das Aparições e a Azinheira, presentes no Santuário de Fátima, construída para o Centenário das Aparições, em 2017. Tozé sublinha a intensidade da sua construção “quando esteve exposta pelas primeiras vezes, havia uma enorme adesão, com imensa fila para ver um dos símbolos mais religiosos a nível mundial, havia até quem chorasse ou se benzesse”.
A Braga Brick termina este domingo, podendo ser visitada até às 20:00.
Jerónimo de Sousa esteve este sábado em Guimarães para uma sessão pública sobre o tema “Valorizar os trabalhadores e defender Abril, resposta necessária”, promovida pelo PCP. O evento decorreu no salão nobre da Sociedade Martins Sarmento e contou com casa cheia.
Para além de Jerónimo de Sousa, a iniciativa contou com a intervenção de José Manuel Mendes, escritor, Helena Peixoto, trabalhadora em funções públicas, e José Miguel Braga, encenador e professor. Os trabalhados foram moderados por Alexandre Leite, membro da DOR Braga do PCP.
Na sua intervenção, Jerónimo de Sousa classificou a situação atual do país como “o resultado de uma continuada ofensiva contra os direitos dos trabalhadores com um gritante agravamento das injustiças sociais”. “Verifica-se um trajeto de retrocesso, onde campearam sucessivos pacotes laborais, os PEC, o Pacto de Agressão, as privatizações e os Orçamentos do Estado restritivos, em nome das chamadas contas certas. Esta ofensiva que desvalorizou as carreiras profissionais e as profissões, impôs uma injusta fiscalidade a quem trabalha, procurando enfraquecer as organizações dos trabalhadores e a sua unidade”, referiu.
Ilustrando com vários exemplos, Jerónimo de Sousa explicou que “as opções que trouxeram Portugal a uma crescente concentração da riqueza nas mãos dos grupos económicos e financeiros e ao empobrecimento de amplas camadas, mantém-se hoje pela mão do governo do PS que age deliberadamente a favor do grande capital e em convergência concreta em muitas questões com PSD, Chega e IL”.
Qualificando a luta pela valorização dos trabalhadores e pelo aumento dos salários como “a batalha prioritária”, destacou a Constituição da República Portuguesa como “garantia de um acervo de direitos fundamentais que urge defender e fazer cumprir”.
Helena Peixoto, por seu lado, desenvolveu “a abordagem dos problemas laborais e do agravamento da situação dos trabalhadores, a par com a importância dos serviços públicos”. Partindo da sua experiência enquanto trabalhadora em funções públicas, ilustrou “a situação de baixos salários que atinge a maioria dos trabalhadores”, sem deixar de referir “os riscos que acarreta o processo de municipalização de várias funções sociais do Estado”.
Na sua intervenção, José Manuel Braga usou a letra da música “Liberdade” de Sérgio Godinho como ponto de partida para a reflexão que pretendeu suscitar. A paz, o pão, habitação, saúde, educação são exigências do nosso tempo que estão consagradas na Constituição da República e que importa defender”, referiu. Falando criticamente do “pensamento único que as classes dominantes procuram impor”, desafiou os presentes a “inquietarem-se e a desafiarem a situação atual com a sua intervenção ativa”.
José Manuel Mendes alertou para “o processo de degradação da vida que tem vindo a decorrer e afirmou que a luta de classes está hoje mais viva do que nunca”. Invocando a sua experiência passada como deputado na Assembleia da República, alertou para “a importância da Constituição da República e para a opção de sucessivos governos de incumprirem deliberadamente os direitos nela inscritos”. “Num momento em que PS e PSD procuram um entendimento para mais uma revisão gravosa do texto constitucional, urge lutar todos os dias pela concretização dos direitos consagrados”, sustentou.
Em nome da DOR Braga do PCP, Alexandre Leite afirmou que “a vida dos trabalhadores e de amplos setores da população conhece mais dificuldades enquanto um punhado de pessoas concentra lucros como nunca, concretizado que a situação dos trabalhadores e do povo e o futuro do país exigem uma resposta. Uma resposta e uma política que assegure a soberania, o desenvolvimento a melhoria das condições de vida, a defesa e reforço dos serviços públicos, o cumprimento da Constituição, dos direitos que ela consagra e que se impõe levar à prática”.
O dirigente do PCP sublinhou que “estamos perante a opção de manter o comando da vida nacional nas mãos dos grupos económicos e dos seus interesses ou a de assumir o desafio de romper com a política de direita, defender os valores de Abril e construir a alternativa patriótica e de esquerda”.
Em nome do PCP, agradeceu “a disponibilidade dos convidados, nomeadamente aqueles que não são do PCP mas que, com ângulos diferenciados e até com perspetivas diferentes em várias matérias, partilham da defesa dos valores de Abril e a vontade de construir um país mais justo e desenvolvido”.
Houve ainda tempo para intervenções da plateia, nas quais foram colocadas várias questões relacionadas com “os problemas da juventude, da luta pelo direito à habitação e os problemas dos trabalhadores das cutelarias de Guimarães”.
Jorge Gabriel esteve este sábado na Braga Brick Fan Event. “Se ainda não começaram a vossa coleção de Lego, ela vai iniciar-se aqui!”, disse o apresentador de televisão.
Também embaixador do evento, Jorge Gabriel foi presenteado com uma caricatura, pelo caricaturista Adão Silva.
A maior exposição ibérica de construções pode ser visitada até às 20:00. O evento conta com cerca de oito milhões de peças, distribuídas pelos 5 mil m² do pavilhão do Altice Forum Braga.
Na tarde deste sábado, Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, recebeu os participantes da 10.ª edição do “Aprender na Rua”, sob o tema “Nas estradas de ligação ao Porto”. Este é um evento coordenado por José A. Rio Fernandes e Jorge Ricardo Pinto, sob a égide da APG – Associação Portuguesa de Geógrafos e da FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade.
Domingos Bragança deu as boas-vindas a todos, tendo em seguida falado dos desígnios de Guimarães para “a construção de um território onde é bom viver, com especial incidência para o processo de ampliação da área classificada como Património Mundial, com a inclusão da Zona de Couros, e para o processo, em curso, de sustentabilidade e proteção ambientais, que conheceu já duas candidaturas da cidade a Capital Verde Europeia”.
Para o edil, “estes são processos longos e de grande responsabilidade, que têm que ser partilhados, envolvendo a comunidade”. “A gestão do nosso património tem em linha de conta os cidadãos, pois de outra forma não faria sentido. O património só tem significado quando vivido e para ser vivido com responsabilidade, estes processos são necessariamente partilhados”, disse.
Em relação à sustentabilidade ambiental, Domingos Bragança relevou o papel do Laboratório da Paisagem na investigação aplicada e nos programas de sensibilização ambiental que, mais uma vez, são dirigidos a toda a comunidade. “Em Guimarães, trabalhamos com fortes valores de eco-cidadania, motivo pelo qual apresentaremos uma nova candidatura, já este ano, para sermos Capital Verde Europeia em 2026”, frisou.
O presidente da Câmara Municipal terminou a sua intervenção dizendo que está empenhado em “acrescentar camadas de qualidade ao coletivo” e que “fazer bem é mais importante do que fazer muito”.
José Rio Fernandes agradeceu a Domingos Bragança a amabilidade da “calorosa receção”, tendo enaltecido o caminho da sustentabilidade e a forma de olhar para a biodiversidade de Guimarães. “Guimarães tem percebido a importância do caráter e da diferença, fazendo das suas ações um processo. Guimarães não corre atrás do instantâneo, porque isso é pouco interessante. O importante é fazer coisas com as pessoas, pois são essas que têm durabilidade no tempo”, referiu. Para Rio Fernandes, prosseguir a sustentabilidade ambiental num território fortemente industrializado é um desafio que “só travam os mais corajosos”.
O calor vai manter-se até à próxima quinta-feira com temperaturas acima dos 30º. Em Braga, os termómetros vão chegar esta segunda-feira aos 36º, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O IPMA voltou a emitir um aviso amarelo para o distrito, por causa do tempo quente, a partir de amanhã.
Este domingo a previsão é de céu limpo com máximas de 32º, subindo amanhã para os 36º. Na terça e na quarta as temperaturas vão rondar os 34º, descendo para os 32º na quinta-feira. Na sexta-feira espera-se que os termómetros baixem para os 26º com possibilidade de chuva.
O Hamas, movimento islâmico, atacou Israel na madrugada deste sábado, provocando 198 mortos e mais de 700 feridos. Vários homens do grupo islâmico atravessaram a fronteira e lançaram vários rockets a partir da Faixa de Gaza.
Este ataque é considerado o mais grave desde a guerra de dez dias que os dois países travaram no ano de 2021.
Yoav Galant, ministro da Defesa de Israel, estabeleceu a lei marcial num raio de 80 quilómetros da Faixa de Gaza, incluindo Tel Aviv e Beersheba.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, falou que “o inimigo vai pagar o preço” e que “o país vai conseguir vencer a guerra”.