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Participantes da 10.ª edição do “Aprender na Rua” recebidos pelo autarca de Guimarães

© CM Guimarães

Na tarde deste sábado, Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, recebeu os participantes da 10.ª edição do “Aprender na Rua”, sob o tema “Nas estradas de ligação ao Porto”. Este é um evento coordenado por José A. Rio Fernandes e Jorge Ricardo Pinto, sob a égide da APG – Associação Portuguesa de Geógrafos e da FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade.

Domingos Bragança deu as boas-vindas a todos, tendo em seguida falado dos desígnios de Guimarães para “a construção de um território onde é bom viver, com especial incidência para o processo de ampliação da área classificada como Património Mundial, com a inclusão da Zona de Couros, e para o processo, em curso, de sustentabilidade e proteção ambientais, que conheceu já duas candidaturas da cidade a Capital Verde Europeia”.

Para o edil, “estes são processos longos e de grande responsabilidade, que têm que ser partilhados, envolvendo a comunidade”. “A gestão do nosso património tem em linha de conta os cidadãos, pois de outra forma não faria sentido. O património só tem significado quando vivido e para ser vivido com responsabilidade, estes processos são necessariamente partilhados”, disse.

Em relação à sustentabilidade ambiental, Domingos Bragança relevou o papel do Laboratório da Paisagem na investigação aplicada e nos programas de sensibilização ambiental que, mais uma vez, são dirigidos a toda a comunidade. “Em Guimarães, trabalhamos com fortes valores de eco-cidadania, motivo pelo qual apresentaremos uma nova candidatura, já este ano, para sermos Capital Verde Europeia em 2026”, frisou.

O presidente da Câmara Municipal terminou a sua intervenção dizendo que está empenhado em “acrescentar camadas de qualidade ao coletivo” e que “fazer bem é mais importante do que fazer muito”.

José Rio Fernandes agradeceu a Domingos Bragança a amabilidade da “calorosa receção”, tendo enaltecido o caminho da sustentabilidade e a forma de olhar para a biodiversidade de Guimarães. “Guimarães tem percebido a importância do caráter e da diferença, fazendo das suas ações um processo. Guimarães não corre atrás do instantâneo, porque isso é pouco interessante. O importante é fazer coisas com as pessoas, pois são essas que têm durabilidade no tempo”, referiu. Para Rio Fernandes, prosseguir a sustentabilidade ambiental num território fortemente industrializado é um desafio que “só travam os mais corajosos”.

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