O Município de Braga volta a desafiar os jovens bracarenses a demonstrar o seu talento com a realização de mais uma edição do Concurso de Dança “Sonhos nos Pés”.
Destina-se a todos os jovens estudantes residentes ou naturais do concelho de Braga, com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos, com talento na área da dança, que atuem individualmente ou em grupo. As inscrições decorrem até 25 de março aqui.
A seleção dos candidatos será comunicada até 15 de abril, estando a apresentação final do concurso “Sonhos nos Pés” agendada para 28 de abril, no Theatro Circo.
As apresentações serão divididas em três escalões: 1.º escalão – 6 aos 9 anos; 2.º escalão – 10 aos 13 anos; 3.º escalão – 14 aos 18.
Os prémios do 1.º Escalão são de 400€ para o primeiro prémio, 250€ para o segundo prémio e 200€ para o terceiro prémio. O 2.º escalão terá 500€ para o primeiro prémio, 300€ para o segundo e 250€ para o terceiro prémio. Já o terceiro escalão, terá um prémio de 600€ para o primeiro classificado, 500€ para o segundo e 300€ para o terceiro lugar.
O Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA) tem disponível um Centro de Línguas, o CLIPCA, com cursos regulares em vários idiomas, em diferentes níveis. As inscrições para Cursos de Inglês já estão a decorrer até 24 de março.
Para este semestre, o CLIPCA tem já disponíveis cursos regulares nos níveis A2, B1 e B2 do idioma Inglês, com aulas realizadas em regime de B-Learning, duas vezes por semana.
Os interessados devem consultar o Edital, que fixa os prazos de candidatura, inscrição, vagas, condições de funcionamento e emolumentos.
A Doença de Parkinson (DP) tem uma face visível e mais facilmente identificável por todos (o tremor, a lentificação dos movimentos, os passos que se tornam pequenos), no entanto, tal como outras patologias neurológicas, o seu impacto sente-se em diferentes capacidades e funções. Hoje destaco duas: comunicar e alimentar-se de forma segura e sem que haja compromisso do estado nutricional e hídrico. Embora não sejam aquelas que a maior parte das pessoas evoca ao pensar na DP, as alterações nestas funções são diversas e muito frequentes e as suas consequências são determinantes na qualidade de vida das pessoas com esta patologia e dos seus familiares ou cuidadores.
Entre as alterações mais comuns na DP contam-se aquelas que ocorrem ao nível da fala (disartria): a voz torna-se baixa, rouca ou soprada, a articulação dos sons fica mais cerrada e a fala perde a sua entoação característica. É, também, comum que exista um defeito de perceção, isto é, a pessoa com DP não percebe que tem estas alterações ou que são tão marcadas e, como tal, não tenta corrigir-se e tem dificuldade em compreender o porquê de os outros não entenderem o que diz.
A DP afeta também a deglutição, isto é, a capacidade de transportar saliva, líquidos e alimentos desde a boca até ao estômago, de forma segura (sem que haja entrada nas vias aéreas – laringe, traqueia e pulmões). Quando tal não acontece estamos perante uma alteração no processo da deglutição denominada de disfagia. Os primeiros indícios de disfagia são, muitas vezes, o aumento da quantidade de saliva na boca, comprimidos presos na boca ou na garganta e episódios de tosse/engasgamento com saliva, líquidos e sólidos secos e granulosos. Em fases iniciais, acontecem com reduzida frequência e por esse motivo tendem a ser desvalorizados, mas com o avançar da doença passam a ocorrer mais frequentemente e com uma maior variedade de alimentos. O agravamento da disfagia aumenta a probabilidade de engasgamento e de se desenvolver uma pneumonia de aspiração devido à entrada de líquidos ou alimentos nos pulmões, o que acarreta riscos para a saúde e contribui para a diminuição do prazer alimentar.
Em ambos os casos, a intervenção do terapeuta da fala (TF) pode ajudar a minimizar o impacto destas alterações.Quando o foco é melhorar a função, quer seja a fala ou a deglutição, a evidência sugere a aplicação de programas de reabilitação intensivos em que, durante algumas semanas, são realizadas sessões quase diariamente. O acesso a estes programas não está, contudo, ao alcance de todos e em determinadas fases da doença pode fazer sentido um programa menos intensivo, mas de duração mais prolongada. As funções da fala e deglutição, tal como a marcha, implicam o correto funcionamento de um vasto conjunto de músculos e sabemos que a prática de exercício regular e mantida no tempo, parece trazer benefícios para as pessoas com DP. Sabemos também que, para uma boa parte das pessoas, com ou sem doença, a prática regular de um programa de exercício, sem acompanhamento, pode ser difícil e desmotivante. Acredito, por isso, que tal como a marcha, também as funções da fala e deglutição devem ser trabalhadas de forma regular e que um acompanhamento próximo por parte de um TF, não só ajuda a manter a regularidade da prática, mas permite, de forma muito mais precoce, detetar novas alterações e ajustar os programas de exercício.
Para além da reabilitação da função, o papel do TF passa também pelas abordagens compensatórias. Por um lado, aquelas que contribuem para o aumento da funcionalidade comunicativa, como introdução e adaptação de estratégias, dirigidas aos interlocutores ou ao ambiente comunicativo e identificação, adaptação e treino de instrumentos facilitadores da comunicação como os amplificadores vocais. Por outro, as que contribuem para aumentar a segurança da alimentação por via oral, e que podem ser aplicadas à forma como a pessoa se alimenta ou à própria alimentação, como é o caso da modificação das consistências alimentares. A evidência científica, mostra-nos que mudar a consistência dos alimentos é, em muitos casos, suficiente para tornar a deglutição segura. Esta adaptação pode, no entanto, alterar o valor nutricional dos alimentos e resultar em perda de prazer alimentar pelo que é essencial, nesta fase, contar, não só com um TF, mas também com um nutricionista. É por isso que no Campus Neurológico (CNS) disponibilizamos a consulta de alimentação, uma avaliação conjunta por ambas as áreas e da qual resulta uma recomendação que inclui estratégias para uma alimentação segura e um plano alimentar personalizado e ajustado em termos nutricionais.
Acredito, assim, que é importante procurar um TF, assim que seja feito o diagnóstico, mesmo que ainda não se sintam alterações na fala ou deglutição. Desta forma, desde cedo, podem ser realizados ensinos e recomendados programas de exercício que contribuam para manter a comunicação e deglutição na melhor condição possível. Importa salientar que, para que seja bem-sucedida, a intervenção deste profissional deve ser vista como uma parte de um todo, que inclui a participação de outras especialidades e em que a pessoa com DP e a sua família estão no centro dos cuidados de saúde.
Artigo assinado por Helena Santos, coordenadora da equipa de Terapia da Fala do CNS – Campus Neurológico Lisboa.
Hugo Soares, cabeça de lista da Aliança Democrática pelo distrito de Braga, esteve hoje na Feira Semanal de Braga para contactar a população.
“No próximo domingo, cada um de nós, sem exceção, tem a oportunidade de fazer valer o seu voto. E o único voto que realmente conta para mudar o atual estado do país e da vida das pessoas, é mesmo na Aliança Democrática”, defendeu Luís Montenegro.
Em defesa do programa de governo da coligação liderada por Luís Montenegro, Hugo Soares vincou o compromisso para a redução efetiva de impostos, e “de forma concreta sobre os trabalhadores, através de um plano sério, de confiança, equilibrado e sustentável”.
“A nossa ideologia é resolver os problemas às pessoas. É uma emergência garantir melhores rendimentos. E a forma mais rápida de o fazermos é baixar impostos, para que os salários sejam menos penalizados e haja maior crescimento e criação de riqueza, libertando também recursos para ajudar quem realmente precisa”, argumentou.
Em contrapondo, Hugo Soares lembrou “as grandes diferenças em relação aos socialistas”. “Eles continuam a prometer o mesmo que continuam sem fazer em 8 anos de poder. Puseram a carga fiscal no máximo de sempre e dizem que não se deve baixar impostos. Acham que é esmagando as famílias e as empresas que a economia deve crescer. Preferem as pessoas na pobreza e dependentes do Estado, cada vez mais fraco, seja na saúde, na educação ou nas acessibilidades”, sublinhou.
“A grande diferença é que nós queremos e vamos fazer. Queremos o país a crescer 3,5%, e não apenas 2%. Confiamos nas instituições e acreditamos nas pessoas e nas empresas. Não queremos Portugal na cauda da Europa e de baixos salários. Não somos os que ‘fazemos’ apenas em promessas e nos cartazes”, comparou.
Acompanhado pelos candidatos a deputados Ana Santos e Joaquim Barbosa, assim como autarcas locais e membros das estruturas do PSD e CDS/PP, Hugo Soares sublinhou que a Aliança Democrática apresenta “o melhor candidato a primeiro-ministro e as melhores propostas para mudar a vida das pessoas, sem complexos ideológicos, com seriedade e credibilidade”.
O Hospital de Braga realizou, esta manhã, rastreios auditivos gratuitos, assinalando o Dia Mundial da Audição. A iniciativa, dinamizada pelo Serviço de Otorrinolaringologia da Unidade Local de Saúde de Braga, em linha com a Organização Mundial de Saúde, visa avaliar a saúde auditiva da população, sensibilizar para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de doenças auditivas.
O rastreio destina-se a maiores de 6 anos que apresentem sintomas de alteração da qualidade auditiva e que não estejam a ser seguidos em Otorrinolaringologia na Unidade Local de Saúde de Braga. Consiste na realização de um audiograma, um exame não invasivo que avalia de forma precisa a capacidade e a sensibilização auditiva.
“A perda auditiva pode ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas, afetando a sua comunicação, as suas relações sociais e o seu bem-estar geral”, afirma Luís Dias, diretor do Serviço de Otorrinolaringologia da Unidade Local de Saúde de Braga.
“Quanto mais precocemente o problema for identificado, mais probabilidade haverá de reabilitar, pois há casos em que a perda auditiva já se encontra num estado muito avançado, o que dificulta o processo do tratamento”, sublinha Vanessa Machado, técnica de audiologia da Unidade Local de Saúde de Braga.
O Dia Mundial da Audição assinala-se a 3 de março e promove a consciencialização para a importância da saúde auditiva e para a necessidade de prevenir a perda auditiva. A OMS estima que, em 2050, 900 milhões de pessoas em todo o mundo terão perda auditiva incapacitante. Segundo relatório da OMS, atualmente, existem cerca de 466 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva, ou seja, cerca de 6% da população mundial.
A Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH) da Universidade do Minho (UMinho) realiza, esta quarta-feira, uma sessão de homenagem aos filósofos e professores catedráticos aposentados Fernando Machado e Manuel Gama, que inclui palestras, apresentações de livros, música e convívio. Os evocados presidiram a ELACH (antes, Instituto de Letras e Ciências Humanas), o seu Departamento de Filosofia e, entre outros cargos, cofundaram a Sociedade de Filosofia da Eurorregião Galiza-Norte de Portugal.
A sessão de abertura é pelas 09:30, no auditório da ELACH, no campus de Gualtar, em Braga. Segue-se um elogio de Carlos Morais (Universidade Católica) a Manuel Gama, o qual profere depois uma palestra. Às 11:00 é a vez do elogio de Ana Cristina Araújo (Universidade de Coimbra) a Fernando Machado, o qual vai intervir no final e ter o seu novo livro “Estudos sobre Almeida Garrett: ideário e percursos” apresentado por Pedro Martins (UMinho). Nas quase 300 páginas desta obra mostra-se Garrett além do escritor ímpar, sobretudo a sua importância nas ideias e na cultura em Portugal.
Às 12:10 vai ser lançado o livro “Lúcio Craveiro da Silva: pensamento, obra, personalidade, ação”, também da UMinho Editora e integrado no Cinquentenário desta academia. É coordenado por Aida Alves, diretora da Biblioteca Pública de Braga (BLCS), e pelos professores Fernando Machado, Manuel Gama e José Marques Fernandes, o qual fica encarregue de apresentar a obra à plateia. Esta publicação evoca o antigo cofundador e reitor da UMinho, com base num ciclo de conferências que lhe foi dedicado na BLCS, com dez intervenientes, como o antigo político Adriano Moreira, o jesuíta João Vila-Chã (Universidade Gregoriana, Roma) e o reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro.
A sessão desta quarta-feira termina pelas 12:30, com uma atuação do duo de guitarra Antinomia, seguindo-se um almoço-convívio no restaurante do campus. O evento tem o apoio do Centro de Estudos Humanísticos da UMinho, do Centro de Ética Política e Sociedade e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
Fernando Machado nasceu em Mogadouro (Bragança) e começou a lecionar na UMinho em 1992. Tem livros como “A introdução do pensamento educacional de Rousseau em Portugal” e “Do perfil dos tempos ao perfil da escola: Portugal na miragem do milénio”. Manuel Gama nasceu em 1957 em Ourém (Santarém) e lecionou desde 1982 na UMinho, tendo aí dirigido ainda o Centro de Estudos Lusíadas e vários cursos. “Percursos do Pensamento Religioso em Portugal (séculos XIX-XX)” e “O Movimento 57 na Cultura Portuguesa” são alguns livros seus.
Terras de Bouro marcou presença na BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorreu no Parque das Nações, entre 28 de fevereiro e 3 de março.
Esta foi uma oportunidade para promover o concelho desde os seus produtos típicos locais, como o fumeiro, o queijo, a broa de milho, o mel, o chá e a doçaria conventual, até às suas paisagens e atividades.
Teresa Mota, cabeça de lista pelo LIVRE pelo círculo de Braga, juntamente com Carlos Fragoso e Marcos Lima, também candidatos do partido às próximas eleições legislativas, reuniram com os representantes da ASPA, Teresa Barbosa, Manuel Sarmento e Rita Barros.
De acordo com o partido, esta reunião teve como intuito tomarem conhecimento “das principais ameaças ao património edificado atualmente existentes no distrito de Braga, mas também os bons resultados conseguidos por esta associação ao longo dos quarenta anos da sua atividade”.
“Durante a conversa, a ASPA destacou negativamente a situação do hotel de elevada volumetria que está a ser construído na área contígua ao Recolhimento das Convertidas, que se teme ter abalado a delicada estrutura deste imóvel classificado, e que contribuiu para a degradação da Zona Especial de Proteção em que se encontra inserido. A perda de património arquitetónico e área verde do interior dos quarteirões urbanos é, atualmente, uma das maiores preocupações da ASPA, uma vez que se tem assistido a situações de demolição de edificado com valor arquitetónico, restando somente a fachada (“fachadismo”), revelando que, neste contexto, os interesses dos privados se sobrepõem invariavelmente ao interesse público”, refere o LIVRE.
O facto da versão final do “Regulamento de Salvaguarda do Centro Histórico”, em cuja discussão pública a ASPA participou, não ter sido ainda aprovada, vem reforçar a “preocupação” revelada pela associação.
“Outras situações que são acompanhadas com grande expetativa dizem respeito à concretização do Programa Inter-municipal dos Sacromontes, que depende da concertação entre a Câmara de Braga e de Guimarães, e da qual se desconhecem novos desenvolvimentos; o destino a dar à Quinta dos Peões, uma vez que a ASPA sempre teve uma posição crítica no que respeita à venda destes terrenos públicos a privados, defendendo que o local deve ser destinado a um parque público e os compromissos assumidos internacionalmente no âmbito da classificação do Bom Jesus como Paisagem Cultural e que se corre o risco de não estarem a ser cumpridos”, sustenta o LIVRE, acrescentando que “no que respeita aos sucessos que a ASPA tem alcançado, salientam-se os mais recentes, como a salvaguarda e valorização do monumento nacional Complexo das Sete Fontes e que pressupõe a construção de um Parque Eco-Monumental e a salvaguarda do Estádio 1.º de Maio enquanto monumento de interesse público”.
Teresa Mota destacou, entre as medidas propostas pelo LIVRE na área da cultura, “o aumento e a diversificação do seu financiamento, de modo a atingir um por cento do PIB até final da próxima legislatura”.
A candidata referiu a “urgência de salvaguardar o património cultural através da valorização das profissões de Museologia e Conservação e Restauro, da supressão das recorrentes lacunas de pessoal qualificado e do reforço da verba para contratação de técnicos superiores de várias valências”.
Os candidatos do LIVRE sublinharam ainda a “necessidade de monitorização da reestruturação do setor do património de modo a que este não resulte no agravamento da situação de subfinanciamento e subdimensionamento que lhe são caraterísticas e de garantir a autonomia dos quadros técnicos e instituições do setor face ao interesses económicos”.
Seis pares de bailarinos da Bracara Team, escola de Braga, sagraram-se campeões nacionais de dança, no Campeonato Nacional de 10 Danças, que se realizou em Loures.
A escola de Braga conseguiu ainda conquistar três títulos de vice-campeões nacionais e seis presenças na Final.
De acordo com a Bracara Team, “o primeiro trimestre do ano é muito importante para a dança desportiva. É nesta altura do ano que são apurados os campeões nacionais de dança desportiva em danças latinas, standard e 10 danças. São resultados de excelência, fruto de muito trabalho, empenho e dedicação. Os nossos atletas e toda a equipa estão de parabéns”.
Com estes resultados, a Bracara Team apurou três entradas na Seleção Nacional na modalidade de 10 danças: Dominik & Alexandra; João & Luna; Dominik & Marta.
A equipa Bracara Team é já, pelo sétimo ano consecutivo, a escola com mais títulos a nível nacional.
A freguesia de Bouro Santa Maria, em Amares, prestou homenagem ao Padre Francisco de Almeida com uma conferência, o descerramento de uma placa evocativa e a colocação de uma coroa de flores junto ao busto, que se encontra no Largo do Terreiro. A iniciativa enquadrou-se nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril do Município de Amares.
Em comunicado, a Câmara de Amares reflete que “o Padre Francisco de Almeida distinguiu-se pela sua luta pela democracia contra a ditadura e, através da sua memória, foi evocado o percurso de todos os que lutaram contra a corrente, a favor do regime democrático e assumiram posições discordantes ao regime ditatorial”.
As cerimónias contaram ainda com a atuação da Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro, que tocou o Hino de Portugal, o Hino de Bouro e o Hino Pró-Bouro, este tocado pela primeira vez neste dia, em que a letra foi escrita pelo Padre Almeida.
O Hino Pró-Bouro tem a música a cargo de Álvaro Augusto Sousa, em que a composição foi editada pelo homenageado em 1962, no Livro Pró- Bouro Hino Canção.
A banda brindou ainda os presentes com a interpretação de “Grândola, Vila Morena”, de Zeca Afonso, música que marcou a revolução do 25 de Abril.