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Exposição de aventais no Centro de Informação Turística de Esposende

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© CM Esposende
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Integrado na programação da edição comemorativa dos 25 anos do “Março com Sabores do Mar”, o Centro de Informação Turística de Esposende (CIT) acolhe, até ao final do mês de março, a exposição “O meu avental conta uma história do mar”.

A mostra conta com mais de uma centena de aventais que foram decorados simbolicamente pelo Coro Sénior de Esposende, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), associações e escolas do concelho, assim como por particulares que se quiseram associar ao desafio do Município de Esposende para reinterpretarem o seu avental em “contexto de mar”.

O objetivo passa por evocar o avental como algo muito mais profundo do que um simples acessório de cozinha. Com efeito, o avental remete para memórias longínquas, dado que era um elemento outrora obrigatório nas cozinhas dos nossos lares. Hoje é essencial nas cozinhas dos restaurantes, como indumentária de proteção, asseio, requinte e profissionalismo.

Sendo certo que ao nível das cozinhas particulares terá caído em algum desuso, ainda é um acessório obrigatório em muitos lares, talvez porque é associado às memórias familiares mais bonitas, quando, por exemplo, as nossas mães e avós os envergavam com orgulho para cozinhar os melhores pratos de peixe do nosso atlântico que enchiam a mesa e o coração.

Esta exposição pretende aguçar o sabor da memória através de um elemento tão simples, mas, afinal, tão imenso como o mar: o avental. Poderá ser visitada no horário de normal funcionamento do CIT, ou seja, de segunda-feira a sábado, das 09:00 às 17:00.

LIVRE defende trabalho em rede a nível nacional para promoção do bem-estar animal

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© LIVRE
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Teresa Mota, cabeça de lista do LIVRE pelo círculo de Braga às Legislativas, reuniu com Ana Paula Castro, responsável pela associação sem fins lucrativos “Duendes e Guardiões”.

Durante o encontro, Teresa Mota ficou a par dos principais problemas enfrentados por esta associação que possui um abrigo legal que, neste momento, acolhe cães e os encaminha para adoção. “A associação não conta com qualquer tipo de ajuda por parte quer da autarquia de Braga, onde a Duendes e Guardiões tem sede fiscal, quer por parte da autarquia da Póvoa do Lanhoso, onde está situado o abrigo. Por outro lado, a pandemia, a guerra e a crise fizeram diminuir os donativos particulares que têm sustentado a associação e como as despesas com alimentação e cuidados veterinários dos animais são muitas, até porque alguns dos que se encontram no abrigo são velhos e doentes, pelo que o mais certo é ali terminarem a sua vida, Ana Paula Castro considera que todas estas circunstâncias podem ditar o fim da Duendes e Guardiões”, refere a cabeça de lista.

Da visita à Duendes e Guardiões, Teresa Mota constatou que “muito há ainda a fazer por parte do poder local e nacional para que o bem-estar animal seja uma realidade”, considerando ser “absolutamente essencial que as autarquias trabalhem em rede com as associações ligadas à causa animal e entre si. Só assim poderão ser ultrapassadas as dificuldades existentes e colmatados os desafios que tanto os programas de captura e esterilização de animais errantes como a falta dos espaços de acolhimento destes animais ainda apresentam no país”. Frisou ainda “a importância de promover nas escolas ações educativas sobre o bem-estar animal”.

O LIVRE defende que “deve ser assegurado o reconhecimento da personalidade jurídica das espécies animais e a salvaguarda do seu bem-estar em sede de revisão constitucional”. Outras medidas que constam do programa do partido dizem respeito à “redução do escalão do IVA de 23 para 6 por cento na alimentação para animais de companhia e apoios que permitam o acesso a cuidados veterinários aos animais das pessoas ou famílias mais vulneráveis; a promoção da criação de Provedorias dos Animais municipais onde estas ainda não existam; o desenvolvimento uma estratégia nacional com vista à adoção dos animais recolhidos pelos Centros Municipais de Recolha; a promoção de uma norma para as condições mínimas dos mesmos Centros e o reforço do controle do sistema de registo obrigatório de animais de companhia”.

O LIVRE pretende também abolir as atividades tauromáquicas em Portugal e, no contexto da atividade pecuária, defende o bem-estar dos animais durante todo o seu ciclo de vida.

GNR deteve 113 caçadores e identificou 140 crimes relacionados com a caça

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© GNR
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A GNR, entre 20 de agosto de 2023 e 28 de fevereiro de 2024, desenvolveu uma operação com o objetivo de prevenir e detetar irregularidades inerentes à atividade cinegética, em todo o território nacional.

Durante a operação, a GNR fiscalizou 19.012 caçadores, tendo detetado 140 crimes e efetuadas 113 detenções, das quais se destacam 59 por exercício de caça em terrenos não cinegéticos, nos terrenos de caça condicionados sem consentimento de quem direito, nas áreas de não caça e nas zonas de caça às quais não se tenha legalmente acesso; e 59 por exercício da caça de espécies não cinegéticas, caça de espécies cinegéticas que não constem na lista de espécies que podem ser objeto de caça ou fora dos respetivos períodos de caça, das jornadas de caça e em dias em que a caça não seja proibida ou por processos ou meios não autorizados ou indevidamente utilizados e ultrapassar as limitações e quantitativos de captura estabelecido.

Decorrente das ações de fiscalização foram ainda registadas 432 contraordenações, destacando-se 131 por, durante o exercício da caça, o caçador não ser portador de documentação obrigatória; 77 por transporte de armamento fora das condições legalmente previstas; e 45 por infrações praticadas pelas entidades gestoras das zonas de caça.

A operação realizada pela GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), na sua qualidade de polícia ambiental, teve como objetivo “observar o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a sua gestão sustentável”.

Apenas 37% da habitação em Portugal poderia instalar carregador para carros elétricos

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DR
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O desafio da mobilidade elétrica depara-se com um obstáculo na impossibilidade de muitos lares portugueses instalarem um carregador para os seus automóveis elétricos. Mais da metade da habitação disponível no mercado português (63%) não possui um lugar de estacionamento ou garagem, na qual há a possibilidade de instalar estes sistemas de recarga, dificultando assim o acesso a veículos elétricos para uso diário, segundo um estudo publicado pelo idealista, o Marketplace imobiliário do sul da Europa.

No entanto, a disponibilidade de carregadores nas casas dos portugueses poderia variar consoante os distritos e ilhas. A ilha da Madeira é onde existe o maior número de casas com garagem onde instalar pontos de recarga, visto que, 61% da habitação conta com garagem ou lugar de estacionamento. Seguem-se os distritos do Porto (50%), Aveiro (49%), Braga (49%), Vila Real (40%), Faro (38%), Leira (34%), Viseu (33%), Viana do Castelo (32%) e Lisboa (31%).

Évora, por sua vez, marca o extremo oposto, já que apenas 15% das casas possui garagem ou lugar de estacionamento. Seguem-se os distritos de Castelo Branco (16%), Beja (16%), Portalegre (18%), Bragança (25%), Santarém (26%), Coimbra (26%), Setúbal (27%), Guarda (29%) e ilha de São Miguel (29%).

Moradores de Braga lamentam mau estado do pavimento que tem provocado danos nas viaturas

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© Mário Relvas
© Mário Relvas

Um morador da Avenida Antero de Quental, na freguesia de São Victor, em Braga, lamentou o estado do pavimento daquela via, afirmando que tem danificado as viaturas de quem por lá passa.

De acordo com Mário Relvas, a avenida encontra-se “toda esburacada, apesar que de vez em quando vão cobrirem os buracos com algo que logo sai, a situação agora é demasiado má”.

© Mário Relvas

“Há moradores que todos os dias fotografam o piso da avenida para as redes sociais, em forma de protesto para chamar a atenção para este velho flagelo e falam num possível corte do trânsito no cruzamento com a Rua Fernandes Oliveira Guimarães”, disse o morador.

© Mário Relvas

Mário Relvas apela para que o Município resolva a situação dos buracos até ao início da colocação do novo pavimento. “Creio que a Câmara Municipal de Braga aprovou no final de fevereiro a obra e a sua adjudicação, para a requalificação da nossa avenida, pelo que se espera o seu início. E até lá deveria o responsável camarário mandar colocar mais uma rodada do material habitual, mesmo que dure pouco tempo. A Avenida Antero de Quental está praticamente intransitável, motivo pelo qual têm resultado mais danos nas viaturas particulares de quem aqui vive e passa, em especial à noite e de quem não conhece a situação do asfalto, que está completamente esburacado”, finalizou.

Exposição “Os Rostos da Democracia” em Celorico de Basto

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© CM Celorico de Basto
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Celorico de Basto inaugurou a exposição “Os Rostos da Democracia” para assinalar a comemoração dos 50 anos do 25 de Abril.

A exposição é da autoria de Mafalda Rocha com uma série de pinturas, num total de 44 obras em catálogo, honra as mulheres e homens, portugueses resilientes, que desde o derrube da monarquia, da ditadura até à democracia lutaram na defesa de ideais, de causa cívicas e no desenvolvimento e fortalecimento do associativismo e da democracia. Podem ver-se rostos de Sophia de Mello Breyner Andresen, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Maria Velho da Costa, Maria Barroso, Miguel Torga, Virgínia Moura ou Carolina Beatriz Ângelo.

“Nesta exposição ficam registos da História, rostos que nenhum lápis azul ou censura foi capaz de eliminar ou rasurar, na expectativa de que seja para além de uma homenagem, um estímulo à reflexão sobre o papel e lugar de cada um de nós na defesa dos direitos individuais e sobretudo civilizacionais”, diz Mafalda Rocha.

A exposição está instalada nos dois pisos da Casa da Terra está até 30 de abril, podendo ser visitada gratuitamente todos os dias.

Vitela Assada à Moda de Fafe em 11 restaurantes do concelho

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© CM Fafe
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A Câmara Municipal de Fafe vai associar-se à iniciativa “Fins de Semana Gastronómicos”, promovida pelo Turismo Porto e Norte de Portugal, que decorrerá entre os dias 15 a 17 de março.

Vários restaurantes do concelho aderiram ao evento determinados a promover a Vitela Assada à Moda de Fafe. A jóia da coroa gastronómica de Fafe poderá ser apreciada nos restaurantes “A Cabana”, “A Desportiva”, “Adega Popular”, “Aldeia do Pontido”, “Casa de Pasto Reis”, “Desigual”, “Dom Egas”, “Feira Velha”, “Porto Seguro”, “Quinta das Vinhas” e “Vice Versa”.

Os convidados deste “Fim de Semana Gastronómico poderão” apreciar este prato, o vinho verde e os doces regionais em cada um dos restaurantes aderentes, estando contemplados pacotes de oferta turista com alojamentos e experiências incluídas. Como complemento à estadia do visitante, a oferta de desconto de 10%,  em alojamento de duas noites (sexta e sábado), nos empreendimentos turísticos “Aldeia do Pontido”, “Carvalho Village”, “Casa de Docim”, “Casa de Fora”, “Casa do Gandião”, “Casas do Ermo”, “Casa do Vale”, “Devagar e Devagarinho”, “Sossego da Lata”, “Flag Hotel Guimarães-Fafe”, “Hotel Fafense”, “Parque de Campismo da Barragem de Queimadela”, “Quinta do Minhoto” e “Quinta Lama de Cima”.

No sábado, dia 16, o Município de Fafe organiza também uma Mostra de Sabores, no centro da cidade, para promoção, degustação e venda de produtos regionais.

A animação destes Fins de Semana Gastronómico inclui ainda Momentos de Enoturismo. Durante o fim de semana, o Município pretende dar a conhecer, aos visitantes e residentes, os lugares de produção das Castas Vinhão, Alvarinho, Arinto e Trajadura, bem como as características únicas dos seus nectares. Para isso, estão previstas visitas guiadas à Quinta de Estrufães e aos Vinhos Norte, nos dias 16 e 17 de  março, às 11:00 ou 15:00. A Quinta de Estrufães convida os visitantes a descobrir “Os Segredos de Estrufães” Os Vinhos Norte programaram visitas durante todo o fim de semana, convidando para um “Passeio de descoberta da casta vinhão”.

Braga leva espetáculos culturais a cerca de 50 lares do concelho

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© CM Braga
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O projeto “Lar Doce Lar”, promovido pelo Município de Braga nos lares de idosos e centros de dia do concelho, vai chegar, até ao final do ano, a cerca de 50 instituições, envolvendo várias centenas de seniores em momentos culturais.

“Com o objetivo de estimular e aproximar os seniores da fruição cultural, procurando fomentar o bem-estar e fortalecer a auto-estima, este projeto proporciona momentos de alegria, convivência e reavivamento da memória junto daqueles que não podem apreciá-la fora das instituições sociais”, refere a Câmara Municipal.

Foi neste âmbito que o projeto “Despertar Memórias”, apresentado pelo Grupo Caminhos da Romaria, visitou o Centro Social da Paróquia de Gualtar, transportando consigo as cantigas populares e música de raiz.

Para além do projeto musical Caminhos da Romaria, o “Lar Doce Lar” conta ainda com a parceria dos projetos “Vivendo a Música” da Sinfonietta de Braga e “Fado, Alma do Povo” pela Fados com Arte. No campo de teatro, serão apresentadas as peças “Agulhas, Dedais, Chapéus e Aventais”, pela Academia de Teatro, Tin.Bra, e “Rebobina e Acção! Viagem aos Anos de Ouro” pela Associação Malad’arte.

O projeto “Lar Doce Lar” está integrado no “ATLAS – Programa de Mediação Cultural”, promovido pelo Município de Braga, alinhado com a Estratégia Cultural de Braga 2020-2030.

Morreu António-Pedro Vasconcelos, incontornável realizador português

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DR
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Morreu, aos 84 anos, o realizador António-Pedro Vasconcelos. A informação foi avançada na manhã desta quarta-feira por João Soares, ex-ministro da Cultura.

“Recebo com grande tristeza a notícia da morte de António Pedro Vasconcelos. Admirava-o muito como cineasta, a obra que nos deixa é notável. Também como cidadão cujas opiniões respeitava, e muitas vezes seguia”, pode ler-se na publicação de João Soares.

Aliança Democrática quer reforçar parceria de confiança com instituições sociais

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© Aliança Democrática
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A candidatura da Aliança Democrática à Assembleia da República promoveu um encontro com representantes das instituições sociais do concelho de Vila Verde, enquanto “parceiras determinantes na valorização das pessoas, de diferentes gerações”.

No auditório da União de Freguesias da Ribeira do Neiva, esteve o deputado vilaverdense Carlos Cação, candidato na lista da Aliança Democrática. “O Estado continua sem rever as compensações e os compromissos contratados com o Estado, apesar do sucessivo aumento dos preços dos produtos e dos encargos salariais. Paga tarde e mal, como denunciaram os dirigentes das IPSS”, referiu.

Na sessão, a presidente da Câmara Municipal e mandatária concelhia da Aliança Democrática, Júlia Rodrigues Fernandes, sublinhou “a importância das instituições sociais e a obrigação do Estado em recuperar uma relação de confiança com as IPSS”.

“As instituições de solidariedade social fazem um trabalho único e insubstituível a favor das pessoas que mais precisam, substituindo-se ao próprio Estado nas obrigações de assistência às pessoas mais necessitadas e vulneráveis”, atestou Júlia Rodrigues Fernandes, agradecendo “o envolvimento na relação de cooperação que mantêm com o Município”.

Carlos Cação defendeu a “urgência em mudar o atual estado de coisas provocado pelo governo PS, com excesso de centralismo e ausência de investimento, dificultando a vida às instituições e às pessoas que mais precisam”.

O deputado destacou “a proximidade das instituições para com as populações mais necessitadas e explicou algumas das propostas da Aliança Democrática para o setor, como assegurar previsibilidade de tesouraria às instituições, com um plano de financiamento plurianual devidamente acompanhado para adequar às alterações do cenário económico e às especificidades dos serviços prestados e do contexto de intervenção, duplicar a consignação de IRS das famílias a favor de instituições sociais de 0,5% para 1%, de forma a aumentar a liberdade de escolha dos portugueses e a reforçar o financiamento do setor social, consagrar o direito a uma carreira profissional aos trabalhadores das IPSS e das misericórdias e dinamizar os Conselhos Locais de Ação Social e criar Planos Estratégicos Locais de Ação Social”.