A freguesia de Santo Tirso de Prazins, em Guimarães, vai festejar Nossa Senhora do Rosário de 23 a 26 de maio. As festividades contarão com celebrações religiosas, animação musical e os irmãos Toka & Dança como cabeças de cartaz.
Programa
23 de maio (quinta-feira)
Tríduo em honra de Nossa Senhora do Rosário
20:30 – Oração do terço, seguida de eucaristia e pregação
24 de maio (sexta-feira)
20:30 – Oração do terço, seguida de eucaristia e pregação
22:00 – Atuação da banda Vaticano
00:00 – Sessão de fogo de artifício
25 de maio (sábado)
08:00 – Alvorada com o Grupo Zés Pereiras São Paio de Vizela
20:30 – Pregação, seguida da procissão de velas
22:00 – Atuação dos Toka & Dança
00:00 – Sessão de fogo de artifício
26 de maio (domingo)
10:00 – Oração do terço
10:30 – Eucaristia
15:00 – Desfile “Café da Fonte até à Igreja”
16:00 – Pregação
16:30 – Saída da procissão acompanhada pelos Escuteiros da freguesia e da Banda Musical Caldas das Taipas
O conhecido escritor espanhol Jorge Carrión é o convidado principal das XIII Jornadas de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos da UMinho, que decorrem a 10 e 11 de abril, em Braga.
O autor profere a conferência inicial na quarta-feira, após as 14:30, no auditório da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH), no campus de Gualtar. Carrión vai abordar a cultura em espanhol no século XXI, cruzando fenómenos tão diversos como a cantora Rosalía, o produtor Bizarrap, a série televisiva “La Mesías” e a inteligência artificial.
Às 18:30, na Livraria 100.ª Página, vai também falar dos seus livros “Contra a Amazon” e “Livrarias”, com o apresentador António Ferreira. Nessas obras, após ter visitado inúmeras livrarias pelo mundo, Carrión vê a leitura como atitude e sinal da civilização, a livraria como pilar e o “código-centrismo” digital como ameaça.
Jorge Carrión é professor e diretor do mestrado em Criação Literária da Universidade Pompeu Fabra (Barcelona), crítico cultural e colaborador no The New York Times e El País, entre outros. Nos seus trabalhos emergem igualmente o ensaio “Teleshakespeare”, o romance “Membrana”, a série documental “Booklovers” ou os podcasts “Ecos” e “Solaris” (Prémio Ondas).
Estas XIII Jornadas destacam ainda no primeiro dia, às 16:30, uma mesa redonda com professores de Espanhol em Portugal para analisar o estudo e impacto daquele idioma em vários contextos. No segundo dia, às 09:30, há o seminário “Pioneiros da inteligência artificial nas línguas”, pela diretora do Centro e-Learning da TecMinho, Ana Dias, seguindo-se a apresentação de trabalhos de inovação dos alunos de Estudos Espanhóis e Hispano-Americanos da UMinho.
O evento tem o apoio do Instituto Cervantes, do Centro de Estudos Humanísticos e da Associação Portuguesa de Professores de Espanhol Língua Estrangeira, sendo certificado como ação de curta duração para os docentes interessados.
Durante o fim de semana, no decurso de operações de fiscalização na área de responsabilidade da PSP, a Polícia deteve cinco condutores em Braga e Famalicão.
Os detidos, dois do sexo feminino e três masculino, com idades entre os 38 e 55 anos, conduziam com uma taxa de alcoolemia superior à permitida por lei.
Submetidos ao teste, apresentaram uma TAS entre 1,32 e 2,27 g/l no sangue.
A PSP afirmou que um dos detidos foi interveniente num acidente de viação.
Celorico de Basto cozeu pão à moda antiga para celebrar do Dia Nacional dos Moinhos. Esta iniciativa atraiu muitos curiosos que assistiram à atividade.
A manhã do dia 7 de abril iniciou com uma visita ao moinho de Perre, em S. Romão do Corgo, e de tarde os moinhos do Bernardo estiveram abertos e a funcionar com a moagem do milho. O forno da casa do Moleiro foi acesso para “cozer o pão à moda antiga”.
O Rancho Folclórico os Amigos do Castelo foi a entidade dinamizadora com elementos do grupo a amassar a massa tal como fazia antigamente.
Segundo Dores Vieira, técnica de Turismo do Município de Celorico de Basto, “tudo foi feito como se fazia antigamente, usamos o saber fazer das gentes que usualmente coziam o pão e mostramos aos visitantes estas técnicas tradicionais e ancestrais que acrescentam valor a esta comunidade”.
Depois de juntar a farinha, de trigo, de milho e de centeio, juntou-se o fermento já devidamente embebido em água e sal. A técnica de amassar é um ritual muito próprio que termina com uma cruz no meio da massa e fica a repousar até levedar.
Os presentes desfrutaram de todo este processo e degustaram do bolo de carne. Puderam ainda usufruir dos cantares do rancho, que animou a ação.
Para a vereadora Maria José Marinho, “esta é, para este território, muito importante. O nosso património de moinhos é vasto, e teve um papel muito importante na economia local ao longo de séculos. Hoje são espaços que abrem pontualmente, em situações de visitas guiadas, para demonstrações e atividades educativas, e que se encontram devidamente preservados para manter viva a memória e a identidade das nossas gentes”.
A Universidade do Minho (UMinho) está envolvida este mês em três dezenas de atividades para celebrar os 50 anos da Revolução de Abril. O programa junta vários parceiros e inclui exposições, concertos, conferências, oficinas, livros e filmes em Braga e Guimarães, mas também em Esposende, Monção, Montalegre e Santiago de Compostela.
A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, detida pela UMinho e pelo Município de Braga, é a que acolhe mais eventos. Apresenta as exposições “Rumo ao Cinquentenário” e “Livros proibidos durante o Estado Novo”, a par de oficinas alusivas de pintura, criatividade, ilustração, tricô e bordado, horas do conto e um ciclo com filmes históricos. Destaca-se ainda no dia 13, às 9:30, a conferência internacional “Extrema direita e o assalto à democracia”, com 15 oradores como Anaïs Fley, Cecília Honório, Fernando Rosas e José Soeiro, dinamizada pela Comissão dos Democratas do Distrito de Braga. Soma-se a homenagem a José Delgado, que fotografou o 25 de Abril em Braga (dia 19, às 18:00) e a apresentação do livro “Abril: 25 poemas”, de Nuno Higino (dia 30, às 10:00).
Livros proibidos e fotos únicas
Na Galeria do Paço – Reitoria da UMinho está patente a exposição “25 de Abril de 1974, quinta-feira”, com 64 fotos de Alfredo Cunha em Lisboa que eternizaram aquele dia, como a do capitão Salgueiro Maia, além de fotos do colonialismo e do pós-25 de Abril. A Biblioteca Pública de Braga acolhe a mostra “Entre sombras e silêncios: a censura no Estado Novo”, com dezenas de livros então proibidos e recriando o trabalho do censor, numa experiência imersiva e educativa. Propõe depois no dia 22, às 17:30, a oficina “Memórias resgatadas”, para avós e netos criarem e imprimirem em monotipia um cravo vermelho, com a parceria do projeto Science Through Our Lives (STOL).
Já a Biblioteca Geral da UMinho sugere uma exposição com livros silenciados no salazarismo, para ver no B-lounge do campus de Azurém (Guimarães), e uma mostra com a produção gráfica e artística nas ruas do pós-25 de Abril, no B-lounge do campus de Gualtar (Braga), com apoio do Centro de Documentação 25 de Abril.
Conversa com capitães de Abril
Ainda em Braga, a professora Isabel Cristina Mateus, da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas (ELACH), profere “Leituras de Abril” no dia 11, às 18:30, na Livraria 100ª Página. O Instituto de Ciências Sociais (ICS) da UMinho é palco no dia 17, às 16:30, do debate “Olhares sobre a Revolução”, com os capitães de Abril e coronéis Mário Tomé e Rodrigo Sousa e Castro. Mais tarde, às 21:30, há o momento poético-musical “Cantar Abril” com Fernando Pena e o grupo Canto d’Aqui, no Edifício dos Congregados da UMinho, no âmbito do Congresso AIEG. No dia 20, José Manuel Lopes Cordeiro, professor do ICS, faz às 10:00 a visita guiada “Símbolos da resistência” pelo centro da cidade. António Gonçalves, diretor dos museus da UMinho, junta-se às 16:00 à conversa “Da necessidade de cantarmos em coro: do político e do poético na sociedade contemporânea”, na zet gallery.
Há ainda dois festivais de tunas alusivos à liberdade. A Tuna de Medicina da UMinho traz na noite de 20 de abril o 9º “Momentmum” ao Altice Forum Braga, com coletivos de Coimbra, Lisboa, Gaia, Portalegre e um coro com grupos culturais da UMinho. Já a Tuna Universitária do Minho promove nos dias 25 a 27 o “XXXIII FITU”, no centro histórico e no Theatro Circo, com grupos de Aveiro, Castelo Branco, Porto, Braga e até do Peru. Por sua vez, o Coro Académico da UMinho atua no dia 24 no espetáculo “Canções de Abril”, às 21:30, na Avenida Central, que alia coro, orquestra, solistas e grupo tradicional e é promovido pela União de Sindicatos e pelo Município.
Debates em várias localidades
Em Guimarães, a Casa de Sarmento (ligada à UMinho) co-organiza a exposição “Portugal – 50 anos depois”, que abre dia 19 na Sociedade Martins Sarmento. O Teatro Jordão/Garagem Avenida, no campus de Couros, vai acolher o concerto “Sons de Abril”, de Pedro Emanuel Pereira (dia 20, 21:30), curtas-metragens temáticas (dia 23, 21:15), uma sessão da Assembleia Municipal (dia 25, 11:00) e o debate “Cineclubismo antes e após a Revolução” (dia 26, 21:30), com apoio do Cineclube de Guimarães.
A professora Rosa Cabecinhas, do ICS, participa no debate “As mulheres na literatura, antes e depois de Abril!” no dia 13, às 17:00, na tenda da marginal de Esposende. A Casa do Conhecimento de Montalegre acolhe no dia 17, às 17:30, a apresentação do livro “Botequim da liberdade”, de Fernando DaCosta. E a Casa Museu de Monção abre as portas no dia 25, às 21:30, para o concerto “Uma conversa entre estilos”, com a parceria da Orquestra Sinfonietta de Braga. No mesmo dia, mas em Santiago de Compostela, vai ser lançado o livro “50 anos de Abril na Galiza” (Através Editora), co-coordenado por Carlos Pazos-Justo, professor da ELACH, e que olha a Revolução dos Cravos do outro lado da raia.
Paulo Lopes Silva apresentou oficialmente a sua candidatura à liderança do Partido Socialista em Guimarães, destacando a “necessidade urgente de união e renovação” dentro do partido, comprometendo-se a manter “os pés e a cabeça em Guimarães”.
Com um discurso focado na “coesão interna e na orientação para os interesses dos cidadãos vimaranenses”, Paulo Lopes Silva delineou a sua visão para o futuro do PS de Guimarães e de todo o concelho, que passa “por ter uma representação adequada no contexto regional e nacional”, expressando a sua determinação em garantir que Guimarães seja “reconhecido e respeitado em todos os níveis de governação”.
Perante os “tempos desafiantes na política local e nacional”, Paulo Lopes Silva enfatizou a importância de “unir o partido e renovar o compromisso com os vimaranenses”, recordando o dia da primeira reunião de Câmara Municipal do atual mandato, em que o executivo foi “confrontado com o anúncio de uma candidatura à estrutura concelhia que se propunha a preparar no imediato 2025”.
“Como podíamos começar a preparar 2025, no primeiro dia de quatro anos para concretizar o programa eleitoral que tinha acabado de ser sufragado por reforçada maioria?”, questionou o candidato.
Para a construção do projeto, Paulo Lopes Silva pretende “retomar as Jornadas Parlamentares da Assembleia Municipal, abandonadas pela atual concelhia, com todos os eleitos”. Propõe-se a “concretizar um Plenário de Militantes por ano, como boa prática de auscultação e construção” e trabalhar, em “grande proximidade” com a Juventude Socialista e o Departamento das Mulheres Socialistas – ID, “respeitando a sua autonomia” e oferecendo “maior centralidade à sua ação” para chegar aos mais jovens e aprofundar as políticas de igualdade.
Conjuntamente com José João Torrinha, coordenador da moção, Paulo Lopes Silva pretende organizar o Fórum sobre o Futuro, em setembro deste ano, com militantes, simpatizantes e independentes, para “refletir, de forma aberta, sobre o futuro do partido e aproximar o partido à sociedade e chegar àqueles a quem não temos chegado”.
Após as eleições, Paulo Lopes Silva pretende “iniciar o trabalho político nas freguesias com princípios transparentes e inclusivos”, propondo que “onde o PS governa, os atuais presidentes de Junta sejam convidados à recandidatura para o próximo mandato”. Já naquelas onde haverá transições impostas pela limitação de mandatos, “os atuais executivos serão ouvidos para tomar a melhor decisão”. Por fim, nas freguesias onde se procura “construir projetos alternativos vencedores”, Paulo Lopes Silva quer reunir os militantes e simpatizantes do PS desses territórios, e “escolher a melhor opção que desse processo possa emanar”. “O objetivo é fazer isto sem olhar a outra lógica que não seja a de apresentar projetos vencedores em todas as 48 freguesias e uniões de freguesias do concelho de Guimarães”, disse.
“São quatro as áreas-chave consideradas fundamentais para o desenvolvimento sustentável do concelho: a inovação, habitação, mobilidade e internacionalização”, disse Paulo Lopes Silva, centrando a sua atuação “para fortalecer o PS Guimarães, unir os seus membros em torno de um objetivo comum e renovar o compromisso do partido com a comunidade”.
Na sessão estiveram presentes o antigo presidente da Câmara Municipal, Manuel Ferreira, os antigos presidentes da Assembleia Municipal, Händel de Oliveira, José Lopes e António Mota-Prego, os antigos vereadores António Castro e César Machado, as vereadoras Sofia Ferreira e Paula Oliveira, Armindo Costa e Silva, Miguel Oliveira, o vice-presidente da Juventude Socialista, Rui Almeida, e os presidentes de junta da União de freguesias de Tabuadelo e São Faustino, de Souto São Salvador e Souto Santa Maria, de Serzedo e Calvos, de Prazins e Corvite, de Candoso São Tiago e Mascotelos, Urgezes, Serzedelo, Ronfe, Polvoreira, Pinheiro, Moreira de Cónegos, Mesão Frio, Infantas, Lordelo, Gondar e Brito.
Decorreu este domingo o ponto alto das comemorações do 40.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viatodos, em Barcelos.
A convite da Direção, o presidente da Câmara, Mário Constantino Lopes, esteve presente na cerimónia e enalteceu o trabalho da corporação, realçando “a importância dos soldados da paz na defesa dos bens e da vida dos cidadãos”.
A sessão solene contou também com a bênção de duas novas viaturas e do novo Museu Transparente, onde se pode ver o primeiro carro de bombeiros desta corporação.
A Festa da Flor está de volta ao centro de Famalicão, de 8 a 12 de maio, e promete voltar a colorir e a inundar com aromas florais as principais praças da vila.
O centro urbano de Famalicão vai voltar a encher-se de “amores” no domingo, dia 12 de maio, na mítica “Batalha das Flores” numa autêntica chuva floral que todos os anos atrai milhares de visitantes à cidade.
A festa, que todos os anos decorre associada também à Feira Grande de Maio, contará com dois mercados instalados na Praça D. Maria II: um dedicado às flores e plantas e outro dedicado aos produtos locais, artesanato, doçaria tradicional e petiscos.
Para além do concerto de Carolina de Deus no dia 11 de maio, a animação cultural também não vai faltar de 10 a 12 de maio na Praceta Cupertino de Miranda, onde haverá concertos protagonizados por:FOLK5, Academia da Fundação Real Colégio de Landim com tenor Carlos Ferreira, e Magina Pedro, na sexta-feira; Ivo Arantes & Ensemble Egas Moniz, no sábado; e a Banda Marcial de Arnoso, no domingo.
Haverá ainda workshops e oficinas na Praça 9 de Abril, onde estará instalado o “Arte En Plein Air”, um espaço dedicado às artes plásticas. Nota ainda para o teatro musical infantil “A Fada Oriana no Jardim Encantado da Menina do Mar”, no dia 12 de maio, na Praceta Cupertino de Miranda, com entrada livre.
De Lisboa para Famalicão, a cantautora Carolina de Deus é o grande destaque do programa deste ano da Festa da Flor, que acontece de 8 a 12 de maio.
A jovem artista, conhecida por temas como “Talvez…”, “Dores de Crescimento” e “Seria Estúpido Ligar-te”, atua na Praça D. Maria II, no dia 11 de maio, pelas 22:00, num concerto com entrada livre que é a principal novidade da edição deste ano do evento.
Morreu, aos 88 anos, José Maria Azevedo, símbolo maior do SC Braga. O antigo jogador representou o clube bracarense entre as épocas 1955 a 1971 e foi vencedor da Taça de Portugal em 1966.
O SC Braga emitiu hoje uma nota de pesar pelo jogador com o maior número de jogos ao serviço do clube, totalizando 409, e único acima da marca dos 400 jogos.
“José Maria Azevedo é um verdadeiro símbolo do nosso clube, tendo apenas representado o SC Braga ao longo de uma carreira futebolística de 15 anos. Estreou-se na equipa principal do SC Braga a 4 de dezembro de 1955, num jogo frente ao Vitória de Setúbal, com apenas 19 anos, e terminou a carreira diante do Salgueiros, a 2 de maio de 1971, com 35 anos”, lembra o clube.
As cerimónias fúnebres realizam-se na quarta-feira, 10 de abril, a partir das 11:00, na Igreja de São Lázaro, em Braga.