O SC Braga venceu, esta quinta-feira, a Supertaça de Futebol de Praia, ao derrotar o AFD Torre por 4-1, no Estádio da Praia de Buarcos, Figueira da Foz.
Os Gverreiros do Minho venceram a competição com golos de Thanger, Miguel Pintado, Léo Martins e Tim. Ricardinho marcou pela equipa adversária.
O SC Braga entrou com o pé direito este ano na modalidade, sendo a única equipa que detém este troféu.
O Largo de São Roque, em Merelim de São Paio, Braga, foi renovado para servir a comunidade. A inauguração das obras de requalificação decorreu esta quinta-feira com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que destacou “o momento de celebração e de reconhecimento do empenho conjunto na construção de um futuro melhor para população de Merelim de São Paio”.
Com um investimento superior a 320 mil euros, esta obra representa “um marco significativo na melhoria da qualidade de vida e no fortalecimento dos laços da comunidade local”, como frisou Ricardo Rio, que elogiou o trabalho dos diversos executivos locais na “aquisição dos terrenos adjacentes para que fosse possível uma intervenção que conferisse ao Largo de São Roque a importância e o protagonismo que merece, uma vez que este espaço central da freguesia é não apenas o palco de inúmeras festividades e outros eventos, mas também um ponto de encontro diário para os residentes”.
“Este é um projeto muito marcante para esta Freguesia e o dia da sua inauguração foi uma escolha muito feliz. É um dia em que celebramos algumas dimensões da nossa vida em sociedade, nomeadamente a intervenção do poder local que, através de investimentos em serviços e espaços públicos, é possível valorizar cada um dos territórios, garantindo mais qualidade de vida para as populações”, referiu ao autarca, na cerimónia que contou com a presença do presidente da União de Freguesias de Merelim São Paio, Panóias e Parada de Tibães, Carmindo Soares, e da vereadora Olga Pereira.
Com o intuito de “atender às necessidades identificadas”, foi projetado um espaço amplo e funcional “capaz de promover a interação entre diferentes gerações e de servir como local privilegiado para eventos e atividades comunitárias”. A requalificação inclui a criação de áreas verdes, a instalação de mobiliário urbano, nova pavimentação e a melhoria da iluminação e acessibilidade para pedestres.
Ricardo Rio destacou a relação de “enorme proximidade e confiança com todas as Juntas de Freguesia do Concelho”, que “desenvolvem um trabalho de excelência junto das suas populações”, reiterando “o apoio do Município para concretizar os diversos projetos em benefício de toda a comunidade”.
Com esta intervenção, procedeu-se ainda à relocalização da estátua de São Roque, que agora assume um papel de destaque sobre um espelho de água iluminado. Foram também tomadas medidas para controlar o estacionamento abusivo.
As obras estenderam-se também ao adro da igreja e à área adjacente à sede da Associação de Festas.
Já são conhecidos os horários de mais duas jornadas da I Liga, ficando assim apenas por definir o calendário da última ronda da competição.
A 32.ª jornada decorrerá entre 3 e 5 de maio, abrindo na sexta-feira com o Moreirense FC – FC Vizela, prosseguindo no sábado com mais quatro encontros, entre eles o Sporting CP – Portimonense e o GD Chaves – FC Porto. Para domingo estão agendadas cinco partidas, com destaque para a receção do SC Braga ao Casa Pia AC e a deslocação do SL Benfica ao recinto do FC Famalicão.
Também a 33.ª jornada será dividida em três dias, com o líder Sporting CP a jogar no Estádio Coimbra da Mota, frente ao Estoril Praia, no sábado, a partir das 18:00, seguindo-se o dérbi minhoto entre Vitória SC – SC Braga. Já para domingo fica o dérbi da cidade Invicta entre FC Porto e Boavista FC, no Estádio do Dragão, cm início marcado para as 20:30.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou o distrito de Braga sob aviso amarelo, entre sexta-feira e sábado, devido à queda de neve.
De acordo com o IPMA, está prevista queda de neve acima de 1100 metros, entre as 21:00 de sexta e as 12:00 de sábado, com acumulação acima de 1200 metros, que poderá ser de 5 centímetros.
Serão esperados impactos prováveis como a perturbação causada por queda de neve e formação de gelo, podendo haver vias condicionadas ou interditas, danos em estruturas ou árvores devido à acumulação de neve.
Os ex-combatentes do Ultramar residentes em Ferreiros, Braga, foram homenageados na manhã deste 25 de Abril.A cerimónia solene decorreu junto ao monumento do ex-combatente e no Auditório da Junta de Freguesia onde também foram laureados todos os presidentes da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves durante os 50 anos de democracia.
A celebração contou com o hastear das bandeiras ao som de “A Portuguesa”, fogo de artifício e a deposição de uma coroa de cravos na estátua do ex-combatente.
José Azevedo, presidente da Associação dos Combatentes do Ultramar de Ferreiros (ACUF), realçou que a liberdade conquistada no dia 25 de Abril deve-se a todos os ex-combatentes de Portugal.
“Estamos aqui para honrar ‘este soldado’, o que ele foi, em nossa representação, quem foi lá para fora como eu e os demais camaradas, sabe dar o valor a uma festa destas. Além da liberdade, é a festa do combatente que para nós é a melhor festa”, disse o ex-combatente de guerra.
Por seu turno, João Rodrigues, presidente da Associação Amigos “Os Satélites 79”, explicou que esta iniciativa foi promovida para homenagear também todos os presidentes da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves nos 50 anos de democracia. Realçou, também, a importância do papel da mulher na sociedade e nos cargos políticos. “A liberdade, para mim, é muito importante e é importante para toda a gente. Nestes 50 anos de democracia foram até as mulheres que tiveram mais liberdade porque as mulheres que exercessem determinados cargos ou funções não podiam casar”, referiu João Rodrigues.
Carolina Teixeira, presidente da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, discursou perante todos os presentes sobre a história do dia 25 de Abril de 1974 e relembrou que esta data deve-se aos Capitães de Abril que lutaram pela Democracia há 50 anos.
“Venho neste momento fazer esta simbólica homenagem ao 25 de Abril de 1974. Passaram 50 anos e é normal que para as pessoas mais novas o 25 de Abril seja mais um dia de feriado. O 25 de Abril provavelmente na história contemporânea portuguesa foi uma das datas mais importantes e permitiu uma coisa muito simples para aqueles que têm memória curta: permitiu a democracia, permitiu que de quatro em quatro anos possamos eleger o Governo de Portugal, permitiu que de quatro em quatro anos possamos eleger o Poder Local, o Governo das nossa autarquias e de cinco em cinco anos eleger o Presidente da República. Neste grande cargo da Democracia Portuguesa deve-se àquilo que se passou em 1974 quando os Capitães de Abril fizeram esse golpe de Estado. Essa Revolução de Abril permitiu a liberdade, a democracia e o respeito pelas pessoas. É uma homenagem grande que faço a este povo, a essas pessoas que fizeram o 25 de Abril e que serão sempre recordadas pela nossa história e na nossa memória. Eu entendo que o povo sem história e sem memória é um povo que não existe mas Portugal existe quase há 900 anos. É um orgulho grande poder transmitir às pessoas de Ferreiros e Gondizalves que estes valores de Abril, falamos de fraternidade, solidariedade e a justiça estejam sempre presentes na vida dos portugueses. O 25 de Abril deve ser sempre comemorado com os valores de Abril e vou repetir: solidariedade, fraternidade e justiça. Eu penso que nunca uma frase foi tão importante como aquela que foi dita na altura do 25 de Abril de 1974 onde nessa altura eu tinha 8 anos, situação essa vivida por muitas pessoas e devo dizer que essa frase que saiu nessa altura “unidos venceremos por Portugal”, por todos os portugueses, viva o 25 de Abril, viva Ferreiros e Gondizalves, viva Portugal!”, discursou Carolina Teixeira, primeira mulher presidente desta União de Freguesias.
João Costa, ex-presidente da União de Ferreiros e Gondizalves, também foi homenageado, tendo sido o primeiro presidente a governar ambas as freguesias.
A Associação dos Combatentes do Ultramar de Ferreiros e a Associação Amigos “Os Satélites 79” promoveram ainda a tertúlia “50 Anos de Democracia” que contou com casa cheia.
Esta iniciativa contou também com a presença de Ana da Costa, presidente da Mesa da Assembleia da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, Gabriela Silva, secretária, Raúl Gomes, tesoureiro, Susana Gomes, vogal, e Nuno Gonçalves, vogal.
Pedro Almeida, piloto de Famalicão, vai estar no Rali Terras D’Aboboreira, prova que decorre esta sexta-feira e sábado e pontua para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).
Depois do abandono no Algarve e de não ter participado no Rali Serras de Fafe, Pedro Almeida espera “sorte diferente” para a terceira prova do calendário nacional.
“Fizemos um teste, os reconhecimentos e estamos preparados para enfrentar o rali e ter melhor sorte que nas provas anteriores. Muito satisfeito por o ter de regresso à competição e confiantes em juntos fazer um bom resultado”, disse o piloto.
Pedro Almeida não esconde que quer melhorar o que tem feito e “andar rápido e próximos dos primeiros”, aponta, quando questionado sobre os objetivos para esta prova. O piloto acrescenta “querer dar sequência ao que de bom fizemos no (para nós curto) Rali do Algarve. Fizemos um breve teste com o carro e ficaram-nos boas sensações, que queremos confirmar neste Rali Terras D’Aboboreira”.
O Rali Terras D’Aboboreira é disputado em pisos de terra e começa esta sexta-feira, 26 de abril, logo pela manhã, com o Qualifying a realizar num traçado de 3.47km em Vila Boa de Quires, que vai determinar a escolha para a ordem de partida para o rali, que neste primeiro dia tem ainda duas classificativas: Baião Vida Natural com quase 17km e a Super Especial Amarante Natureza Criativa com 2km cronometrados.
No dia de sábado, os pilotos tem pela frente seis especiais de classificação em Amarante (22.5km), Baião (11.3km) e pela Aboboreira (16.1km), todos os troços com dupla passagem.
As comemorações dos 50 anos da Revolução do 25 de Abril mobilizaram hoje, em Vila Verde, movimentos e pessoas de diferentes gerações numa “verdadeira manifestação democrática para valorizar a determinação no processo de construção de um concelho cada vez melhor para todas as pessoas”.
“Continuar Abril é uma missão permanente pela paz e pelo progresso das nossas terras e das nossas gentes”, projetou a presidente da Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes, na sessão solene comemorativa, marcada por diversos momentos de animação cultural inspirados na Revolução dos Cravos.
A fanfarra da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários liderou o cortejo popular desde a Praça do Município à Adega Cultural, onde decorreu a cerimónia que deu espaço à intervenção dos diferentes grupos políticos da Assembleia Municipal.
No balanço dos 50 anos da Revolução, sobressaiu o reconhecimento pela conquista da liberdade e da democracia como determinantes no processo de desenvolvimento do país, “apesar das lacunas e do caminho que ainda é preciso fazer para assegurar o cumprimento pleno dos valores de Abril”.
Neste “processo contínuo de concretização”, a presidente da Câmara apelou “à mobilização e à participação ativa de todos”, dando exemplo do programa comemorativo do Município para os 50 anos da Revolução, que conta com a participação e o envolvimento de autarquias locais, associações e outras instituições, escolas e agrupamentos de escolas, empreendedores e vilaverdenses em geral.
“Todos juntos, trabalhamos de forma articulada e em rede. Vamos continuar esta caminhada iniciada há 50 anos, por Portugal e por Vila Verde”, apontou a autarca, desafiando particularmente para o trabalho no concelho, que pretende “cada vez mais moderno e competitivo, mais justo e inclusivo, mais solidário e cada vez mais atrativo”.
Júlia Rodrigues Fernandes fez questão de sublinhar que “o Município de Vila Verde não tem virado a cara à luta nem regateado esforços na construção de um concelho em que todos possam viver cada vez melhor”.
Elencando um conjunto de investimentos municipais em curso, assumiu que “a saúde e a educação são áreas prioritárias e fundamentais para um desenvolvimento que coloca as pessoas sempre em primeiro lugar”.
“Estamos também a investir fortemente no reforço dos serviços básicos, como são as redes de saneamento e de abastecimento de água. Estamos a trabalhar para reforçar e melhorar a recolha e a gestão dos resíduos, com uma intervenção que queremos cada vez mais sustentável e valorizadora dos recursos naturais”, acrescentou a autarca.
A requalificação da rede viária municipal, que “foi fortemente penalizada por adversidades climatéricas”, mereceu uma referência especial nos investimentos da Autarquia. O Município está também a trabalhar para “garantir novas alternativas ao nível das acessibilidades, como são o acesso ao Parque Industrial de Oleiros e o futuro Eixo Norte-Sul”. Sobre a pretendida construção da variante à EN 101 em Vila Verde, a presidente da Câmara adiantou que está “a intensificar os esforços e a luta”.
Apelo aos jovens
No encerramento das intervenções políticas, o presidente das Assembleia Municipal de Vila Verde, Carlos Arantes, deu especial atenção à juventude. De olhos postos no futuro, sublinhou o apelo à participação dos jovens na política e, de modo especial, nos atos eleitorais.
“Viver em democracia é, sobretudo, ter a oportunidade de escolher”, alertou Carlos Arantes, alertando que “o desinteresse pelo voto é um perigoso precursor da ditadura”. Por isso, desafiou a que todos se empenhem “sempre mais na democratização da liberdade”.
O presidente da Assembleia Municipal fez ainda questão de deixar uma palavra de apreço às pessoas que desempenham cargos públicos, fazendo referência à nomeação do vilaverdense José Manuel Fernandes como ministro da Agricultura e Pescas do atual governo.
Elencando alguns desafios que enfrentam a sociedade atual e aos quais “os decisores são chamados a dar resposta com responsabilidade”, Carlos Arantes frisou a importância de consolidar o processo de desenvolvimento, porque “só se é livre quando se tem direito à escolha, à saúde, à educação, à habitação, a direitos fundamentais para uma vida condigna”.
A sessão comemorativa abriu com um espetáculo de música e encenação interpretado pelo coro de Iniciação da Academia de Música de Vila Verde, a que se seguiram as intervenções políticas de Samuel Estrada (presidente da Junta de Atiães), Ricardo Cerqueira (do Bloco de Esquerda), Paulo Gomes (CDS/PP), Pedro Araújo (PS) e Manuel Barros (PSD).
O cantor Rogério Braga encerrou a cerimónia, depois da atuação da Escola de Música da Vila de Prado e da declamação de poemas vencedores do concurso ‘Poemas de Abril’ – por Tomé Dias, em representação do 3.º ano da EB n.º 2 de Vila Verde, com o poema “No tempo pequenino dos meus avós”, e por Catarina Sousa e Mateus Sousa, com o poema “Flores de Liberdade” do 4.º ano da Escola Básica Monsenhor Elísio Araújo.
O Município de Esposende assinalou os 50 anos do 25 de Abril com a inauguração de um mural evocativo dos presidentes da Assembleia Municipal de Esposende desde 25 de Abril de 1974.
Durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal que se seguiu, o presidente da Autarquia, Benjamim Pereira alegou ser “hora de honrarmos todos os que, de variadíssimas formas, lutaram pela Liberdade”, alertando para o facto de “a banalização rotineira de um evento político de profundo significado, abrir a possibilidade de esta data gerar o desinteresse e incompreensão das novas gerações”.
O Dia da Liberdade amanheceu com o hastear das bandeiras, contando com a presença da soprano Teresa Nunes e do Ensemble de Sopros de Antas que fizeram ecoar o hino nacional e outras músicas da Revolução.
Já no Fórum Municipal Rodrigues Sampaio, transformado em Casa da Democracia uma vez que acolhe a Assembleia Municipal, foi prestada homenagem a todos os que presidiram a este órgão autárquico, desde 25 de Abril de 1974, nomeadamente António Baptista Marques Henriques, Manuel Meira Gonçalves Pereira, Jorge Dias Félix de Araújo, Luís Gonzaga Eiras de Azevedo, Rosa Cardoso Salgado Torres da Fonseca, António Fernandes Ribeiro, Alberto Queiroga Figueiredo, António Fernando do Couto dos Santos, José Agostinho Veloso da Silva, Carlos Manuel Pires Martins da Silva.
“Em nome da população de Esposende, Obrigado!”. Este sublinhado do presidente da Câmara Municipal de Esposende antecedeu a defesa da tese que “o Poder Local é a maior vitória do 25 de Abril”, sustentando que “a proximidade do exercício da gestão autárquica permite que, juntamente com a população, seja construída uma sociedade mais justa e participativa”.
Benjamim Pereira apresentou como “modelos superlativos de participação popular”, dois exemplos experienciados neste Município. “Aquando das obras no Largo Rodrigues Sampaio e Praça D. Frei Bartolomeu dos Mártires e da proposta de intervenção na praia de Cedovém, em Apúlia, abrimos os temas à discussão pública e convidamos a população a apresentar propostas para cada uma das situações”, disse.
A falar da História com o olhar no futuro, Benjamim Pereira lembrou que o 25 de Abril de 1974 é uma data de grande relevo para Portugal “porque devolveu ao povo uma saudável confiança em si próprio, prometeu aos Portugueses o respeito pelos direitos, liberdades e garantias inerentes à dignidade humana e garantiu a justiça social. Em suma, o 25 de Abril tornou possível a institucionalização da democracia em Portugal”.
Volvidos 50 anos e perante os desafios que se colocam à Democracia, Benjamim Pereira questionou “Que é feito da fraternidade que encheu este país? Que é feito do entusiasmo com que se enfrentou o desafio de construir um país melhor? Que é feito da tolerância e do respeito? Que é feito da habitação que decidimos construir para todos? Que é feito da saúde que decidimos melhorar? Que é feito da educação que nos propusemos elevar? Que é feito da velhice que nos obrigamos a proteger?”. “De facto, são demasiadas questões que continuam por responder e a adensar a preocupação relativamente aos valores de Abril. Conquistámos a democracia sem violência nem sangue. Nas dificuldades que hoje nos atingem devemos encontrar, nos valores de Abril, a razão para nos unirmos em prol de objetivos maiores”, acrescentou.
O presidente da Assembleia Municipal de Esposende, Carlos Martins da Silva, alertou que “mais do que uma data, o 25 de Abril de 1974 representa um processo e é o evento maior de uma sequência de eventos que permitiram o estabelecimento de uma democracia liberal, representativa e plural, com liberdade de expressão, em que todos contam. Nessa sequência de eventos não posso deixar de citar duas outras datas, datas de eventos consolidadores da nossa democracia, o 25 de abril de 1975, data das primeiras eleições livres no nosso país para a Assembleia Constituinte e o 25 de novembro de 1975, um marco na consolidação da democracia”.
Carlos Silva lembrou que “estas comemorações são acima de tudo um alerta para todos nós que a democracia nunca está garantida e que nos devemos envolver e contribuir no dia a dia para o seu enraizamento e vitalidade, uma tarefa sempre inacabada” e sinalizou que “os cidadãos que integram os órgãos do poder local têm essa responsabilidade acrescida”.
A deputada municipal Anabela Solinho destacou as conquistas que Abril proporcionou à mulher, “apesar de nunca definitivas” e Marcelino Cunha lembrou que a celebração do 25 de Abril ocorre por respeito ao passado “como o 11 de março e o 25 de novembro de 1975”.
A deputada Marta Viana, do CDS, assinalou “a consolidação de uma democracia vibrante” e o deputado Tito Evangelista, do PS, entendeu apontar que “a democracia está em risco, pelo aparecimento de radicalismos e extremismos, mas essencialmente pelos populismos que existem no dia a dia”. António Morgado (PSD) entende ser importante “reconhecer o esforço da geração que, tendo vivido em ditadura, tudo fez para proporcionar as condições para que os filhos crescessem em liberdade e com direitos”.
Vítor Quintão, em representação dos presidentes de Junta, alegou que o 25 de Abril de 1974 passou a ser um país “em que as escolhas das pessoas passaram a ser a base das decisões da comunidade”.