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Assinados protocolos para Centros Tecnológicos Especializados no Ensino Profissional em Guimarães

© CM Guimarães

A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional e o Instituto de Gestão Financeira da Educação organizaram, na manhã desta quarta feira, na Escola Secundária das Caldas das Taipas, Guimarães, a sessão “Uma agenda PRR transformadora para o ensino profissional em Portugal – Centros Tecnológicos Especializados”, que culminou com a assinatura de protocolos, no âmbito do PRR.

Na sessão, estiveram presentes o ministro da Educação, João Costa, a vice-presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Pinto, o secretário de Estado do Planeamento, Eduardo Pinheiro, o diretor da ESCT, Celso Lima, entre outros.

Na sua intervenção, Adelina Pinto destacou a evolução da região, que “tinha índices de sucesso e abandono e hoje observamos que os índices de sucesso melhoraram significativamente e o abandono é quase residual”. A vice-presidente da Câmara Municipal, que é também vereadora da Educação, acredita que o caminho passa pela evolução do Ensino Profissional que responda às necessidades laborais do território”, não obstante o Ensino Profissional ser ainda considerado “uma barreira”. Sobre os Centros Tecnológicos Especializados (CTE), Adelina Pinto acredita que “acrescentarão valor à educação como um todo”.

João Costa anunciou que estão lançados os primeiros centros tecnológicos, no âmbito do PRR, justificando a sua inclusão na evolução “muito positiva que o sistema educativo tem tido, nomeadamente no que à taxa de abandono escolar diz respeito (5,9%)”.

Para o ministro, “esta redução deve-se às escolas e aos professores, ao alargamento da escolaridade obrigatória e à diversificação das vias de ensino no Ensino Secundário, que vão de encontro às aspirações e vocações dos alunos”. “Já não é aceitável o discurso do Ensino Profissional ser segunda escolha”, afirmou o ministro, concluindo que este “é apenas uma via em paralelo com outras vias do Ensino Secundário”. Atualmente, findado o 9º ano, existem mais de 150 ofertas de curso para escolher.

No âmbito do PRR, foram a concurso mais de 300 candidaturas para CTE, tendo sido aprovadas 104, num investimento que ronda os 120 milhões de euros.

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