Quinta-feira, Maio 30, 2024
32.3 C
Braga
RegiãoAlto MinhoAlunos do Politécnico de Viana do Castelo criam aplicação para pessoas com...

Alunos do Politécnico de Viana do Castelo criam aplicação para pessoas com mobilidade reduzida

"Viana + Acessível" tem como objetivo indicar os melhores trajetos a pessoas com mobilidade reduzida.

© Politécnico de Viana do Castelo

Estudantes do Politécnico de Viana do Castelo criaram a app “Viana+ Acessível” que está já a ser implementada na cidade. No entanto, é intenção dos dois promotores adaptá-la e levá-la a outras localidades, nomeadamente No norte de Espanha. O projeto foi apresentado em Vila Real, no âmbito do IV Seminário de Intercâmbios de Experiências.

Desenvolvida por estudantes do Politécnico de Viana do Castelo, em colaboração com o Município de Viana do Castelo, a App, disponível para PlayStore e AppStore, destina-se a pessoas com mobilidade reduzida e potencia, de forma simples e intuitiva, o acesso a rotas adequadas à condição de cada utilizador, promovendo a sua segurança, independência e autonomia.

“Viana + Acessível” foi desenvolvida por David Verde e Tânia Silva, licenciados em Engenharia Informática e com mestrado em Cibersegurança, pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo.

A app é alimentada por “um sistema de informação geográfica” do Município de Viana do Castelo, que possui mais de 1.100 ruas classificadas em termos de adequabilidade a diferentes públicos e necessidades. Futuramente, deverá também fazer referência a transportes públicos, privilegiando autocarros elétricos ou veículos partilhados. Deverão também ser incorporados dashboard de dados que, entre outras funcionalidades, permitirão o cruzamento de dados para análise de padrões de mobilidade.

Depois de implementada em Viana do Castelo, é propósito dos dois alumni do IPVC alargar o projeto. Para isso, criaram já a start-up Mob2iS, que tem o objetivo de levar a solução até outras localidades.

“A Mob2iS tem o objetivo de recomendar rotas acessíveis e personalizadas aos utilizadores, tendo em conta o tipo de mobilidade condicionada que estes apresentam, assim como os critérios importantes, como declive, tempo ou adequabilidade da rota”, explicam David Verde e Tânia Silva.

PARTILHE A NOTÍCIA

LEIA TAMBÉM

PUBLICIDADE

NEWSLETTER

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

REPORTAGEM

POPULARES