
Nestas autárquicas, a Iniciativa Liberal apresentou pela primeira vez uma candidatura em Gualtar e garantiu, desde logo, a eleição de dois liberais para a Assembleia de Freguesia e assumiu-se como a terceira força política da freguesia.
Não é suficiente. Temos uma visão ambiciosa para a nossa terra que queremos implementar para melhorar a qualidade de vida dos gualtarenses e tornar a gestão do nosso território numa de referência. Ainda assim, é um bom começo e, a partir de agora, o Ricardo Gil Pinto e eu teremos quatro anos para trabalhar e mostrar a Gualtar que merecemos a vossa confiança.
A nossa entrada na Assembleia de Freguesia contribuiu também para mudar o figurino do órgão. Desde logo, porque, pela primeira vez neste milénio, um partido que não o PS ou a Coligação ‘Juntos Por Braga’ consegue eleger mais que um eleito e também porque, mais de 20 anos depois, o Partido Socialista volta a não ter uma maioria absoluta.
Esta conjugação representa, por si só, uma oportunidade de dar Uma Nova Energia à Assembleia de Freguesia, o órgão de democracia representativa mais próximo dos cidadãos, uma vez que há possibilidade de, finalmente, ultrapassar aquela que tem sido a oposição do Partido Socialista a um funcionamento mais aberto desta instituição.
Um bom exemplo disso é que, desta vez, a maioria dos eleitos na Assembleia de Freguesia integrou listas cujas plataformas eleitorais defendiam a transmissão online das Assembleias. Mas, não basta prometê-lo, é preciso agora tratar de o colocar em prática. Seria incompreensível para os nossos fregueses que não tornássemos esse compromisso numa realidade. Afinal de contas, já é mais que tempo de nos modernizarmos e permitirmos aos gualtarenses acompanhar aqueles que os representam a qualquer hora e em qualquer lugar.
Nesta e noutras medidas, Gualtar pode contar com os eleitos da Iniciativa Liberal para lutar constantemente pela valorização deste órgão, através de mais transparência e proximidade com os eleitores e maior responsabilização dos eleitos.
Uma Assembleia de Freguesia com bom funcionamento, em que todos os eleitos são respeitados e tratados por igual é ponto de partida para fazermos boa política. E é também o ponto de partida para que cada partido possa ser melhor escrutinado pelos gualtarenses.


