
Luís Montenegro subscreveu uma declaração conjunta de vários países da União Europeia e Canadá, que pede o “fim rápido” da guerra no Irão.
O primeiro-ministro defendeu que “esta nova etapa deve permitir paz e estabilidade regionais sustentáveis com os consequentes efeitos positivos na nossa economia e na nossa sociedade”.
Numa publicação na rede social X, Luís Montenegro diz subscrever esta declaração, salientando a “relevância do início de uma nova fase diplomática, bem como a perspetiva de reabertura do Estreito de Ormuz”.
“O objetivo deve ser agora o de negociar um fim rápido e duradouro para a guerra nos próximos dias. Tal só poderá ser alcançado por meios diplomáticos. Incentivamos enfaticamente progressos rápidos rumo a um acordo negociado substancial. Tal será crucial para proteger a população civil do Irão e garantir a segurança na região e pode evitar uma grave crise energética global. Apoiamos estes esforços diplomáticos. Para tal, estamos em estreito contacto com os Estados Unidos e outros parceiros. Apelamos a todas as partes para que implementem o cessar-fogo, incluindo no Líbano. Os nossos governos contribuirão para garantir a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz. Esta declaração está aberta a outros parceiros”, pode ler-se.
A guerra do Irão começou no dia 28 de fevereiro de 2026.


