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Frederico Alvarenga liderou prestação portuguesa na Taça do Mundo de Canoagem Slalom

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© Federação Portuguesa de Canoagem
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A Seleção Nacional Sénior de Canoagem Slalom participou na segunda etapa da Taça do Mundo de Canoagem Slalom 2026, disputada em Praga, na Chéquia, com Frederico Alvarenga a alcançar o melhor resultado entre os atletas portugueses.

Na prova de K1 Masculino, que reuniu 73 competidores e apenas 12 vagas para a final, Frederico Alvarenga terminou na 35.ª posição, com o tempo de 111.63. João Cunha classificou-se no 46.º lugar, com 118.90, enquanto Lucas Jacob concluiu a competição na 69.ª posição, registando 185.84.

Apesar de nenhum dos atletas ter conseguido o apuramento para a final, a participação portuguesa ficou marcada por uma evolução face à etapa anterior da Taça do Mundo, realizada na semana passada em Tacen-Ljubljana, na Eslovénia.

O desempenho de Frederico Alvarenga aproxima-se dos objetivos traçados para esta fase da temporada e reforça os sinais positivos do trabalho desenvolvido pela equipa nacional.

Após duas semanas consecutivas de competição internacional, a seleção portuguesa mantém o foco na progressão dos seus atletas e prepara já a próxima etapa da Taça do Mundo, que terá lugar em Augsburg, na Alemanha.

O principal objetivo internacional da época será o Campeonato do Mundo de Canoagem Slalom, agendado para o final de julho, em Oklahoma.

Braga recebe conferência sobre descarbonização e futuro energético da indústria

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A cidade de Braga recebe, no próximo dia 9 de junho, a conferência “Energia e Coesão – Indústria”, uma iniciativa promovida pela Portgás, empresa detida pela REN – Redes Energéticas Nacionais. O encontro decorre no campus de Gualtar da Universidade do Minho e integra um ciclo de conferências dedicado aos principais desafios energéticos da região Norte.

Sob o lema “Energia e Coesão”, o ciclo pretende fomentar a reflexão sobre o impacto da transição energética no território, na indústria e na competitividade económica. Depois da sessão dedicada ao território, realizada em Viana do Castelo, e antes da conferência sobre competitividade agendada para o Porto, Braga acolhe agora o debate centrado na indústria e nos desafios da descarbonização.

A sessão tem início às 9h30 com a intervenção de Gabriela Leite, vice-presidente da CCDR-N, seguindo-se a apresentação do estudo “True Value: o valor económico-social da rede de gás”, por João Torres.

Um dos momentos centrais da conferência será a mesa-redonda dedicada à descarbonização da indústria, que contará com a participação de João Rodrigues, além de representantes das áreas da consultoria, energia e tecido empresarial.

Durante a manhã será ainda apresentado o Plano de Investimento Portgás 2027-2031, focado na modernização das infraestruturas energéticas e no apoio à transição para uma indústria mais sustentável. A intervenção estará a cargo de Nuno Fitas Mendes.

O encerramento contará com uma conferência de João Peças Lopes, dedicada ao futuro da energia e do tecido empresarial no Norte do país, seguindo-se a intervenção final de José Luís Alvim.

A iniciativa pretende contribuir para o debate sobre os desafios da sustentabilidade energética, da competitividade industrial e da coesão territorial, num momento em que a transição energética assume um papel central no desenvolvimento económico da região.

UMinho integra consórcio pioneiro que leva cultura às prescrições médicas

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© UMinho
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A Universidade do Minho (UMinho) aderiu ao Consórcio de Prescrição Cultural na Região Norte, uma iniciativa inovadora que pretende integrar atividades artísticas e culturais nas estratégias de promoção da saúde e do bem-estar. O protocolo foi assinado no passado dia 2 de junho, na Reitoria da Universidade do Porto, durante o 3.º Encontro Nacional de Prescrição Cultural.

Liderado pela Universidade do Porto e financiado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), o consórcio visa criar mecanismos que permitam a médicos e psicólogos prescrever atividades culturais específicas como complemento terapêutico para pessoas com ansiedade, depressão ligeira, stress ou situações de pré-burnout.

A iniciativa enquadra-se na Estratégia Nacional para a Saúde, Cultura e Outros Contextos, da Direção-Geral da Saúde, e inspira-se em modelos já implementados com sucesso em vários países do Norte da Europa, onde a participação em atividades culturais tem demonstrado benefícios significativos para a saúde mental e qualidade de vida.

Além da UMinho, integram o consórcio a Universidade do Porto, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a CCDR-N, seis museus, a Direção-Geral da Saúde e a Ordem dos Médicos.

Com esta adesão, a UMinho avança para a preparação de um projeto-piloto que será coordenado pela Escola de Psicologia. A iniciativa contará com o envolvimento de várias unidades orgânicas da universidade, promovendo uma abordagem interdisciplinar entre as áreas da saúde, psicologia, artes e humanidades.

O modelo prevê a participação dos utentes em atividades de grupo ao longo de dez semanas, através de oficinas criativas nas áreas da música, teatro, literatura e artes visuais, orientadas por artistas e mediadores culturais certificados e em articulação com equipamentos culturais da região, nomeadamente museus.

A UMinho parte para este desafio com experiência acumulada em projetos desenvolvidos pelas Escolas de Psicologia, Medicina, Enfermagem e Letras, Artes e Ciências Humanas, reforçando a ligação entre a intervenção clínica e a participação cultural.

A assinatura do protocolo contou com a presença do reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes, do reitor da Universidade do Porto, António de Sousa Pereira, e de Rui Costa, simbolizando o compromisso conjunto entre academia, saúde e cultura na construção de novas respostas para o bem-estar da população.

Póvoa de Lanhoso recebe exposição que une pintura e escultura

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

A Galeria de Exposições do Theatro Club, na Póvoa de Lanhoso, inaugura este sábado, 6 de junho, às 17h30, a exposição “Dous Ollares”, uma mostra que reúne cerca de 20 pinturas de Olga Bernardo e 12 esculturas de Nuno Veloso.

Patente até 18 de julho, a exposição propõe um diálogo artístico entre duas linguagens distintas, mas complementares, cruzando a pintura abstrata com a escultura industrial. A mostra poderá ser visitada de terça a sexta-feira, entre as 9h30 e as 13h00 e das 14h30 às 18h00.

Natural do Parque Natural do Xurés, na Galiza, Olga Bernardo é uma artista autodidata que se dedica exclusivamente à pintura desde 2018. O seu trabalho caracteriza-se pela utilização de técnicas mistas e pela criação de paisagens abstratas marcadas pela luz, cor e textura. As suas obras integram atualmente diversas coleções públicas e privadas em Portugal e Espanha.

Já Nuno Veloso, natural de Arcos de Valdevez, desenvolveu a sua linguagem artística a partir da experiência profissional na área da metalomecânica. Autodidata, trabalha sobretudo com ferro e outros materiais duráveis, transformando elementos de grande resistência em peças escultóricas de forte expressão estética. As viagens realizadas por mais de 45 países influenciaram igualmente a sua visão criativa e artística.

A exposição convida os visitantes a descobrir o encontro entre as paisagens inspiradas pelo território transfronteiriço do Xurés e as esculturas moldadas pelo ferro e pelo fogo, criando uma experiência marcada pelo contraste e pela complementaridade entre formas, texturas e materiais.

Presenças habituais nas Exposições Abertas de Artes Plásticas da Póvoa de Lanhoso, Olga Bernardo e Nuno Veloso têm agora a oportunidade de apresentar um conjunto mais alargado das suas obras, permitindo ao público conhecer de forma mais aprofundada o percurso e a identidade artística de cada um.

Moledo Festival celebra a recuperação da praia e o espírito da comunidade

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A Praia de Moledo, no concelho de Caminha, prepara-se para receber, no próximo dia 4 de julho, a primeira edição do Moledo Festival 2026, um evento que promete unir desporto, natureza, turismo e animação num dos mais emblemáticos destinos balneares do Norte de Portugal.

Mais do que um festival, a iniciativa assume um significado especial para a comunidade local. Após um inverno particularmente rigoroso, que provocou impactos significativos no areal, nas dunas e em diversas infraestruturas costeiras, o evento surge como um momento de celebração, recuperação e valorização de um território reconhecido pela sua forte ligação ao mar.

Ao longo do dia, atletas, visitantes, famílias e amantes dos desportos náuticos poderão participar ou assistir a várias atividades, entre as quais provas de Windsurf Rally Race, SUP Race Técnico, Wingfoil e Parawing Race, torneios de Beach Tennis e uma festa na praia que promete prolongar o ambiente de convívio e animação.

Reconhecida nacional e internacionalmente pelas excelentes condições para a prática de modalidades ligadas ao vento e ao mar, a Praia de Moledo é uma referência para praticantes de windsurf, wingfoil, surf e stand up paddle. O festival pretende reforçar essa identidade, promovendo simultaneamente estilos de vida saudáveis, o contacto com a natureza e a dinamização da economia local.

A organização destaca que esta primeira edição pretende também ser uma demonstração da capacidade de recuperação da comunidade após meses difíceis.

“Queremos que o Moledo Festival seja uma celebração da capacidade de recuperação da nossa comunidade. É um convite para voltar a viver a praia, apoiar a economia local e mostrar que Moledo continua a ser uma referência nacional para os desportos náuticos e para o turismo de natureza”, refere a organização.

O evento conta com o envolvimento de entidades locais, associações e parceiros ligados ao mar, reforçando a importância da cooperação na promoção sustentável do território e na valorização dos seus recursos naturais.

Com o Oceano Atlântico como cenário e a emblemática Fortaleza da Ínsua no horizonte, o Moledo Festival 2026 pretende inaugurar uma nova tradição de verão, celebrando o mar, o desporto e a resiliência de uma comunidade que transforma desafios em oportunidades.

Dormir bem não cabe numa aplicação

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© Álvaro Rocha
© Álvaro Rocha

Há uma ironia moderna que diz muito sobre o nosso tempo: até o sono, esse território íntimo, silencioso e aparentemente imune à produtividade, passou a ser medido, classificado e transformado em pontuação. Dormimos com relógios no pulso, anéis no dedo, telemóveis na mesa de cabeceira e aplicações prontas a dizer-nos, logo pela manhã, se a noite foi boa, medíocre ou um pequeno desastre fisiológico.

A promessa é sedutora. Num tempo em que quase tudo é quantificado, os rastreadores de sono oferecem a possibilidade de conhecermos melhor o nosso corpo. Dizem-nos quantas horas dormimos, quantas vezes acordámos, quanto tempo passámos em sono profundo ou em fase REM, e até atribuem uma nota global à nossa noite. Para quem vive cansado, dorme mal ou suspeita que não descansa o suficiente, estes dados parecem uma forma de recuperar controlo.

E, em parte, são-no. Os dispositivos atuais conseguem distinguir razoavelmente bem se estamos acordados ou a dormir. Podem ajudar a identificar padrões, maus hábitos e rotinas prejudiciais. Alguém que descobre, por exemplo, que dorme sistematicamente menos do que imaginava pode passar a deitar-se mais cedo. Alguém que percebe que o álcool, os ecrãs ou horários irregulares perturbam o descanso pode mudar comportamentos. Neste sentido, a tecnologia pode funcionar como espelho: não resolve o problema, mas obriga-nos a olhar para ele.

O problema começa quando o espelho se transforma em juiz.

Dormir não é uma competição, nem deveria ser mais uma área da vida sujeita à tirania da performance. Já contamos passos, calorias, batimentos cardíacos, minutos de exercício, produtividade diária, notificações respondidas e objetivos cumpridos. Faltava transformar também o sono num indicador de sucesso pessoal. Acordar bem deixou de bastar; é preciso que a aplicação confirme que dormimos bem.

Esta dependência da validação tecnológica é particularmente perigosa no sono porque, ao contrário de outras dimensões da saúde, pensar demasiado nele pode estragá-lo. Quem se deita preocupado com a pontuação da noite anterior, com a percentagem de sono profundo ou com a linha irregular do gráfico, dificilmente relaxa. A ansiedade de dormir bem torna-se, paradoxalmente, uma das causas de dormir pior.

É aqui que surge a chamada “ortosónia”, a obsessão com o sono perfeito medida por dispositivos digitais. A pessoa pode acordar descansada, mas ficar inquieta porque a aplicação lhe disse que a noite foi fraca. Ou pode acordar cansada, mas aceitar passivamente uma boa pontuação como se o algoritmo conhecesse melhor o seu corpo do que a sua própria experiência. Em ambos os casos, há uma transferência excessiva de autoridade: deixamos de escutar o corpo para obedecer ao painel de controlo.

Importa também lembrar que estes dispositivos não são instrumentos clínicos completos. São úteis para tendências gerais, mas menos fiáveis na identificação rigorosa das fases do sono. A polissonografia, feita em contexto médico, continua a ser o padrão de referência. Um relógio ou um anel inteligente pode sugerir pistas; não deve substituir diagnóstico, acompanhamento clínico ou bom senso.

O sono é uma necessidade biológica, mas também uma experiência humana. Depende de horários, alimentação, stress, trabalho, relações, preocupações, ambiente, idade e saúde. Reduzi-lo a um número é confortável, mas empobrecedor. A tecnologia gosta de nos convencer de que tudo o que é importante pode ser medido. A vida, felizmente, continua a contrariá-la.

Isto não significa rejeitar os rastreadores de sono. Significa usá-los com maturidade. Podem ser úteis para quem precisa de criar disciplina, perceber tendências ou corrigir rotinas. Mas devem ser instrumentos auxiliares, não oráculos domésticos. O dado deve servir a pessoa, não governá-la.

Talvez a melhor regra seja simples: se o rastreador ajuda a dormir melhor, vale a pena usá-lo. Se aumenta a ansiedade, a comparação ou a obsessão, é melhor tirá-lo. O sono precisa de regularidade, silêncio, confiança e abandono. Precisa menos de gráficos e mais de paz.

Num mundo que quer medir tudo, dormir bem pode tornar-se um pequeno ato de resistência. Não contra a tecnologia, mas contra a ideia de que só existe aquilo que um dispositivo consegue quantificar. Acordar repousado, com energia e clareza, continua a ser uma métrica extraordinária. E não precisa de bateria.

Conheça os números do Euromilhões

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© Braga TV
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Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números  6 – 6 – 16 – 17 – 49 e pelas estrelas 2 e 12.

Em jogo está um primeiro prémio de 159 milhões de euros.

A divulgação destes resultados não dispensa a consulta na página oficial dos Jogos da Santa Casa da Misericórdia.

Polícia Municipal de Braga celebra 25 anos com anúncio de reforço de meios e novos agentes

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© CM Braga
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O Município de Braga assinalou esta sexta-feira o 25.º aniversário da Polícia Municipal com uma cerimónia comemorativa realizada na Praça Municipal, que reuniu elementos da corporação e representantes do executivo municipal.

Criada no ano 2000 e em funções desde 4 de junho de 2001, altura em que contava com 25 agentes, a Polícia Municipal de Braga tem vindo a consolidar o seu papel na fiscalização do espaço público, na segurança de proximidade e no apoio à gestão da vida urbana da cidade.

Atualmente com 60 agentes, a corporação é apresentada pelo município como “uma estrutura essencial na resposta às exigências de uma cidade em crescimento e em constante transformação”.

Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, destacou o percurso de evolução da cidade e a capacidade de adaptação da Polícia Municipal às novas exigências.

“O crescimento trouxe mais complexidade, mais exigências e mais responsabilidades. Uma cidade mais intensa precisa de instituições mais preparadas e a Polícia Municipal de Braga soube crescer com a cidade”, afirmou o autarca.

João Rodrigues sublinhou ainda a importância da cooperação com as restantes forças de segurança, reforçando que a Polícia Municipal desempenha um papel complementar no terreno, com conhecimento direto da realidade local.

“A Polícia Municipal não substitui as forças de segurança, mas trabalha com elas, coopera e complementa. Tem algo que lhe é próprio e insubstituível: conhece Braga por dentro”, referiu.

O presidente da Câmara deixou ainda o compromisso de continuar a investir na corporação, com aposta na formação, meios operacionais e melhores condições de trabalho.

Também o vice-presidente da autarquia e responsável pelo pelouro, Altino Bessa, apresentou um conjunto de medidas de reforço da estrutura, destacando a aquisição de novos veículos, incluindo um reboque e uma viatura já entregues, bem como a abertura de concurso para a aquisição de mais quatro viaturas.

Foi ainda anunciada a abertura de procedimento para o recrutamento de 20 novos agentes, a progressão na carreira dos atuais elementos e a renovação do fardamento, medidas que visam reforçar a capacidade operacional da corporação.

A reorganização interna dos serviços municipais inclui ainda o reforço da estrutura administrativa, enquadrada na nova orgânica do município.

A cerimónia ficou também marcada pela homenagem aos agentes que integram a Polícia Municipal desde a sua fundação e aos antigos comandantes da corporação, reconhecendo o contributo prestado ao longo dos últimos 25 anos ao serviço da cidade de Braga.

Guarda-redes do FC Porto na apresentação da Barcelos Cup 2026

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© FC Porto
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A 5.ª edição da Barcelos Cup, torneio de futebol sub-13, será apresentada na próxima segunda-feira, 8 de junho, pelas 18:30, na Casa da Juventude de Barcelos, numa sessão que inclui uma tertúlia dedicada à ética no desporto e ao seu impacto na formação dos jovens atletas.

O momento contará com a participação especial do guarda-redes do FC Porto, João Costa, natural de Barcelos e padrinho da edição deste ano, assumindo um papel central na reflexão sobre os valores associados à prática desportiva e à formação de jovens futebolistas.

A sessão reunirá ainda o presidente da Associação de Futebol de Braga, Pedro Sousa, e o embaixador do Plano Nacional de Ética no Desporto (PNED/IPDJ), Jorge Machado, numa conversa dedicada ao papel do desporto enquanto ferramenta de desenvolvimento pessoal e social.

Mais do que uma apresentação do torneio, a iniciativa pretende promover o debate em torno da ética desportiva, do respeito e da importância da formação de base no percurso dos jovens atletas.

A Barcelos Cup 2026, que se realiza nos dias 20 e 21 de junho, irá reunir dezenas de equipas sub-13, com a participação de atletas, treinadores e dirigentes num ambiente de competição e convívio.

O torneio contará com equipas do concelho de Barcelos, de várias regiões do país e ainda formações internacionais, incluindo representantes de Espanha e Cabo Verde.

Os jogos terão lugar no Campo de Futebol de São Veríssimo, no Campo de Futebol “Os Ceramistas” e no Complexo Desportivo de Galegos Santa Maria, reforçando a dimensão desportiva e formativa do evento.

Esposende celebra os 500 anos de Camões com concerto multimédia no Dia de Portugal

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O Município de Esposende vai assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas com a realização de um concerto multimédia dedicado ao poeta Luís Vaz de Camões, no âmbito das comemorações dos 500 anos do seu nascimento.

O espetáculo, intitulado “Camões 500 Anos: História, Música e Poesia”, está agendado para o dia 10 de junho, às 17h00, no Auditório Municipal de Esposende, e propõe uma abordagem multidisciplinar à vida e obra do autor de Os Lusíadas.

A iniciativa combina música, poesia, narração e projeção de imagens, num formato que procura aproximar o público do universo camoniano, promovendo uma leitura mais acessível e contemporânea da sua obra literária.

O concerto será interpretado pelo ensemble Vox Angelis, resultado de um trabalho de investigação bibliográfica que integra momentos musicais e narrativos sobre o percurso de vida do poeta, acompanhados por suporte visual.

O espetáculo contará com as interpretações de Pedro Miguel Nunes (voz), Nelson Ferreira (violoncelo) e Pedro Vieira de Almeida (piano), proporcionando uma experiência artística que cruza emoção, conhecimento e fruição cultural.

Com esta iniciativa, o Município de Esposende associa-se às comemorações nacionais dos 500 anos de Camões, reforçando a valorização do património literário português e a divulgação de uma das figuras maiores da cultura nacional.

Os bilhetes têm o custo de 5 euros para o público em geral e de 3 euros para crianças até aos 12 anos e maiores de 65 anos. Os ingressos estão disponíveis na bilheteira online da Esposende 2000, nas Piscinas Foz do Cávado e no próprio dia do espetáculo, no Auditório Municipal de Esposende, a partir de uma hora antes do início do concerto.