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Braga precisa de soluções, não de promessas vazias

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© José Macedo
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Estamos em mais um ciclo eleitoral autárquico, e com ele regressa a ladainha habitual: promessas, slogans bonitos e palavras como “sustentabilidade”, “mobilidade” e “inovação” a serem repetidas até à exaustão. Mas, quando escutamos com atenção, percebemos que há uma parte essencial da cidade de Braga que continua esquecida, falo da realidade das suas freguesias urbanas e dos problemas concretos que os bracarenses enfrentam todos os dias. Fala-se muito de mobilidade, mas não se fala do estado lastimável da rede viária de várias freguesias dentro do próprio centro urbano.

Passeios esburacados, desnivelados ou simplesmente inexistentes. Estradas remendadas até à exaustão, que mais parecem tapetes de retalhos do que vias modernas. E a pergunta impõe- se: que medidas concretas e imediatas propõem os atuais candidatos à Camara Municipal de Braga para requalificar estas infraestruturas básicas? A luminosidade deficiente em muitas zonas é outro problema estrutural. Há ruas onde caminhar à noite é um risco! Não por causa do potencial crime, mas pelo sentimento de insegurança que a escuridão provoca. Onde estão os planos para uma revisão e modernização da iluminação pública, sustentável e segura?

Quanto ao excesso de trânsito, todos reconhecem o problema, mas ainda ninguém disse com clareza o que vai ser feito amanhã? O que será feito logo que assumam o comando da nossa Camara Municipal? Que medidas concretas, e não estudos ou intenções para 2029, serão tomadas no imediato para aliviar o caos diário em pontos críticos como o centro histórico, as rotundas congestionadas, os acessos às escolas e às zonas comerciais? É altura de escutar verdadeiramente os Bracarenses!

E a Polícia Municipal, onde entra nisto tudo? O seu papel tem sido demasiado discreto, quando poderia e deveria ser muito mais ativo. Braga precisa de uma Polícia Municipal próxima, com autoridade visível, que fiscalize o estacionamento abusivo, que garanta o cumprimento do código da estrada, que proteja o espaço público e contribua para a ordem urbana. Que propostas existem para tornar a Polícia Municipal mais eficiente, com melhores meios, formação adequada e maior presença no terreno? Estamos fartos de ler nas manchetes: “Candidato promete…”. Promete o quê, exatamente?

Braga está cheia de promessas. Mas continua também cheia de buracos, de passeios partidos, de ruas mal iluminadas, de trânsito parado e de um sentimento de abandono em muitas zonas que estão a minutos da Avenida Central. Este artigo é, acima de tudo, um apelo à honestidade e ao compromisso sério com os problemas reais da cidade.

Os bracarenses não querem mais “visões para 2030” escritas em PowerPoint, com apresentações bonitas e adornadas, querem sim ações em 2025. Querem saber o que vai mudar nas primeiras semanas, nos primeiros 100 dias, nos primeiros seis meses. Braga é uma cidade magnífica. Mas está a precisar de menos propaganda e mais alcatrão, menos promessas e mais soluções. Que os candidatos ouçam, mas que realmente ouçam quem cá vive, e esses são os Bracarenses!

José MAcedo

Braga: Carmo Cruz candidata-se à União de Lomar e Arcos pela CDU

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© CDU
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Carmo Cruz é a cabeça de lista da CDU para a Assembleia da União de Freguesias de Lomar e Arcos, em Braga.

A candidata tem 58 anos, é funcionária administrativa e eleita na Assembleia da União de Freguesias de Lomar e Arcos.

É membro da Comissão de Concelhia da Organização Regional de Braga do PCP.

Atletas de Barcelos marcam presença no Campeonato Nacional de Regatas em Linha

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

A equipa de Canoagem dos Amigos da Montanha de Barcelos marcou presença no Campeonato Nacional de Regatas em Linha, que decorreu em Montemor-o-Velho, com uma comitiva de cerca  40 pessoas, entre atletas, treinador, pais e familiares.

Ao todo, 18 atletas representaram o clube nas diferentes categorias. A competir com os melhores do país, os jovens atletas de Barcelos mostraram “evolução, garra e orgulho” em representar os Amigos da Montanha.

“Para além dos resultados desportivos, a presença dos familiares e o ambiente de união vividos durante o fim de semana são as marcas fundamentais para a formação desportiva e para reforçar o espírito dos Amigos da Montanha”, refere a associação.

O valor do “O Poverello”: Um Farol de Dignidade e Humanidade em Braga

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© Chega
© Chega

Visitar o centro de acolhimento “O Poverello”, em Braga, é confrontar-se com o essencial: a vida, nos seus momentos mais frágeis, permanece merecedora de respeito, compaixão e dignidade. É impossível cruzar aqueles corredores sem sentir a viva presença dos valores que norteiam esta instituição — princípios cristãos, compromisso social, equidade, humanização, ética e uma transparência que se vê, sente e respira.

Em pleno coração do distrito de Braga, “O Poverello” ergue-se como exemplo raro de excelência na prestação de cuidados continuados e paliativos, reconhecido pelo Serviço Nacional de Saúde pela qualidade rigorosa com que acompanha quem mais precisa. Contudo, mais do que paredes, equipamentos ou números, há ali uma filosofia inquestionável: cuidar até ao último sopro, sem nunca desistir da vida.

Quem defende a dignidade do fim da vida, resiste à tentativa fácil de esquecimento ou à pressão de atalhos fúnebres. “O Poverello” insiste na alternativa natural e cristã aos extremos do abandono e da eutanásia, mostrando como o final pode ser acompanhado de doçura, clemência, e, sobretudo, sentido de responsabilidade. Não podemos evitar o fim, mas podemos—devemos!— evitar a dor e o desamparo.

No entanto, é impossível não sentir indignação perante a contraposição gritante entre a procura que existe por estes cuidados e os obstáculos colocados pelo Estado. Braga está cronicamente deficitária em camas para cuidados continuados, com instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Braga a manter camas fechadas por questões contratuais, enquanto “O Poverello” comprova que, se duplicasse ou triplicasse o espaço, não faltariam usuários para ocupar cada quarto. E, mesmo assim, vê os seus esforços trabalhados por regras na alocação de camas e na celebração de contratos com a Segurança Social e o Ministério da Saúde.

É ainda de assinalar o insólito: o Hospital de Braga não referencia doentes para o “O Poverello”, e metade dos seus utilizadores são provenientes de outros distritos vizinhos. A realidade é clara — as necessidades superam em muito as respostas oferecidas, mas quem quer servir de verdade é impedido. Entre burocracias e opções políticas, a defesa da vida e das pessoas mais frágeis é secundária, como ficou patente com o encerramento de centros de cuidados continuados durante mandatos recentes e o subfinanciamento crônico da Rede Nacional.

Mesmo com estes constrangimentos, “O Poverello” mantém-se fiel ao seu propósito. Quem passa por lá testemunha instalações íntegras, limpas, modernas, um ambiente de alegria discreta e serenidade. Profissionais dedicados — cuidadores, fisioterapeutas, voluntários — trabalham com paixão, conscientes da sua missão. Sair dali sem uma renovação é impossível; sair sem admiração, um erro.

Mais tocante ainda é a humildade dos seus desejos: enquanto tantos sonham com verbos e melhorias opulentas, “O Poverello” pede apenas algo tão simples e comunitário quanto um autocarro (TUB) que suba a Montariol duas vezes por dia, e manifesta, acima de tudo, desejo de proximidade com jovens e crianças para lhes ensinar o valor supremo da vida — desde o primeiro ao último instante.

No tempo em que a política e a burocracia tantas vezes se esquecem do que mais precisa, “O Poverello” grita pelo direito à dignidade. A experiência de servir ali é emotiva, educativa, e, acima de tudo, transformadora. É urgente que toda a sociedade, e em particular quem tem responsabilidades públicas, renove o compromisso com a vida e com os valores humanos mais essenciais. Porque só assim poderemos, como comunidade, garantir a cada pessoa o final que todos merecem: com dignidade, carinho e humanidade.

Esta é a lição maior de “O Poverello” — um farol de bem, num tempo que tanto precisa de exemplos luminosos. Braga, Portugal e o mundo social só têm a ganhar se ouvirem e protegerem quem cuida com este espírito. Nós, do CHEGA, defendemos a vida. Sempre.

Artigo de Filipe Aguiar.

Conheça a chave do Eurodreams

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© Digikhmer
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Os números do sorteio do Eurodreams de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números 2 – 8 – 13 – 14 – 15 – 17 e número de sonho 5.

Esta chave vale 20 mil euros por mês durante 30 anos.

Para mais informações, consulte o site dos Jogos Santa Casa.

PAN Famalicão vai debater condições dos animais da indústria pecuária

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DR
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No próximo dia 9 de agosto o PAN Famalicão promove mais uma conversa “Às 11 na Praça”.

O tema desta conversa irá centrar-se nas condições dos animais da indústria pecuária, em especial dos aviários, e o trabalho desenvolvido pelas organizações no incentivo à redução do sofrimento animal, mas também no âmbito de denúncias e investigações.

Joana Machado, representante da Associação Frente Animal, será a convidada, numa conversa que “pretende trazer à praça pública aquilo que fica oculto em quatro paredes”, refere Sandra Pimenta, candidata à Câmara Municipal, e que irá moderar a mesma.

Barcelos recebe Festival da Juventude a 13 e 14 de agosto

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© Festival da Juventude Barcelos
© Festival da Juventude Barcelos

Está de volta a 4.ª edição do Festival da Juventude de Barcelos, evento que irá decorrer no centro da cidade e Frente Ribeirinha nos dia 13 e 14 de agosto.

O evento contará com quatro palcos, três artistas cabeça de cartaz, 11 DJs e muita animação.

O programa do Festival da Juventude 2025 arranca às 22:00 de quarta, dia 13, e só termina às 02:00. Conta com dois palcos no Centro Histórico e com atuações de Lilas e Shell, na Rua da Palha e de Sergy e Viktor Soul, na Praça Pontevedra.

Na quinta, dia 14, o programa do Festival da Juventude 2025 arranca às 14:00 com a “Pool Party” nas Piscinas Municipais, com a animação do Dj Sergy e do Dj Antofreak. A entrada é gratuita para jovens até aos 35 anos.

A partir das 18:00 e até às 03:00, todos os caminhos vão dar à Frente Ribeirinha, onde no palco principal pode assistir às atuações de T-Rex, ProfJam, Danni Gato e Rhea Sun (vencedora do projeto Arte em Movimento); e dos dj’s Pette, Fábio Vasquez, Dreey, Lilas e Bruno R.

Além da música, haverá uma kid zone com atividades para os mais novos, mas também para os mais crescidos, entre elas, mega slide, parede de escalada, tiro ao alvo, insufláveis, trampolins, mini caça ao tesouro, jogos tradicionais e uma zona de restauração para todos os gostos. O evento conta também com uma Praça da Alimentação, que servirá street food.

A entrada em todas as atividades do festival é gratuita.

Braga: Filipe Gomes é o candidato da CDU a São Lázaro e São João do Souto

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© CDU
© CDU

Filipe Gomes encabeça a lista da CDU para a Assembleia da União de Freguesias de São José de São Lázaro e São João do Souto, em Braga.

O candidato é operário fabril, tem 44 anos, e é formado em Maquinação e Programação em CNC, no Centro de Formação Profissional de Mazagão.

Natural da freguesia de São São Lázaro, é eleito pela CDU na Assembleia da União de Freguesias de São José de São Lázaro e São João do Souto. É dirigente do Partido Ecologista “Os Verdes” e membro do seu Conselho Nacional desde 2015, integrando o coletivo regional de Braga do PEV.

Braga recebe Torneio Internacional de Basquetebol

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© Federação Portuguesa de Basquetebol
© Federação Portuguesa de Basquetebol

Pavilhão do Forum Braga vai receber, de 14 a 16 de agosto, o Braga recebe Torneio Internacional de Basquetebol.

A Seleção Nacional Sénior Masculina irá receber a Suécia e a Islândia num torneio de preparação rumo ao FIBA EuroBasket 2025.

A competição é aberta a todos os aficionados da modalidade.

Os bilhetes têm o custo de 5 euros e podem ser adquiridos aqui.

Candidato do PS à Câmara de Famalicão defende criação de Casa de Repouso do Cuidador

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© PS
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Eduardo Oliveira, candidato do Partido Socialista (PS) à presidência da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, visitou a Casa Memória Viva, onde reuniu com a direção da associação.

“A Casa Memória Viva é um exemplo inspirador do que de melhor se faz em Famalicão: preserva e valoriza a memória coletiva com dedicação e mérito”, afirmou Eduardo Oliveira.

Um dos projetos em perspetiva do socialista é “a criação da Casa de Repouso do Cuidador, local onde se pretende acolher igualmente a nova sede da Casa Memória Viva”.

Para Eduardo Oliveira, “esta visita reforça a convicção de que uma governação participativa, que envolva ativamente as associações, instituições e cidadãos, é o caminho certo para melhorar a qualidade de vida de todos os famalicenses”.

O candidato socialista sublinha que “o dinamismo do concelho se deve, em grande parte, ao excelente trabalho do movimento associativo, sendo prioridade da candidatura apoiar estas estruturas no sentido de garantir o sucesso de todas, porque esse é, na sua finalidade, o grande sucesso de Famalicão”.

“Porque o nosso partido é Vila Nova de Famalicão, estaremos sempre ao lado de quem trabalha todos os dias por um concelho mais justo, coeso e solidário”, conclui Eduardo Oliveira.