A edição de 2026 da Feira do Livro de Vieira do Minho registou uma forte adesão do público e consolidou-se como um dos principais momentos culturais do concelho, reunindo ao longo de vários dias centenas de leitores, famílias, autores e visitantes.
Com um novo formato e instalada no Solar da Casa de Lamas, a iniciativa ganhou uma dimensão mais próxima e envolvente, proporcionando um contacto direto entre escritores e público num enquadramento valorizado pelo património e pela atmosfera do espaço.
O programa contou com a presença de nomes de destaque do panorama literário e cultural nacional, entre os quais Sérgio Godinho, Raul Minh’Alma, José Milhazes e Francisco Duarte Mangas, cujas participações deram origem a momentos de conversa, reflexão e partilha com os leitores.
Ao longo do evento, realizaram-se apresentações de livros, sessões de autógrafos e diversos momentos de animação cultural, criando uma programação diversificada e dirigida a diferentes públicos.
A organização destaca o papel da Feira do Livro na promoção dos hábitos de leitura e no incentivo ao contacto com o livro, sublinhando a importância destas iniciativas para o desenvolvimento cultural da comunidade.
O Município de Vieira do Minho considera que esta edição reforça a estratégia de valorização cultural do território, destacando o sucesso do evento e a participação ativa de autores, livreiros, parceiros e visitantes.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP divulgaram o balanço da sexta campanha do Plano Nacional de Fiscalização 2026, subordinada ao tema “Viaje sem Pressa”, dedicada ao combate à velocidade excessiva e à promoção de comportamentos de condução mais seguros.
A operação decorreu entre 2 e 8 de junho, nos distritos de Aveiro, Faro e Lisboa, tendo como principal objetivo sensibilizar os condutores para os riscos associados ao excesso de velocidade e à adaptação da condução às condições da via, do trânsito e do ambiente.
Durante a campanha, foram fiscalizados 47,1 mil veículos e condutores, através de ações presenciais e por radar, resultando na deteção de 19 328 infrações rodoviárias. Entre as infrações mais frequentes destacam-se a utilização indevida do telemóvel durante a condução, a condução sob efeito de álcool, a não utilização de dispositivos de segurança e irregularidades relacionadas com documentos e condições dos veículos.
No total do território nacional, no período da campanha, registaram-se 2 664 acidentes, dos quais resultaram 10 vítimas mortais, 71 feridos graves e 845 feridos leves.
As autoridades lembram que o excesso de velocidade continua a ser uma das principais causas associadas à sinistralidade rodoviária em Portugal, sublinhando a necessidade de uma condução mais atenta e defensiva.
Ao longo da ação, foram ainda sensibilizados 500 condutores e passageiros, com mensagens centradas na importância de respeitar os limites de velocidade, manter distâncias de segurança e evitar comportamentos de risco.
A campanha “Viaje sem Pressa” integra o conjunto de ações do Plano Nacional de Fiscalização 2026, que continuará ao longo do ano com novas iniciativas dedicadas à prevenção da sinistralidade rodoviária em Portugal.
O Município de Esposende volta a associar-se às Jornadas Europeias da Arqueologia, iniciativa internacional que pretende aproximar a população do património arqueológico e sensibilizar para a sua preservação.
A programação local decorre no dia 14 de junho e integra duas atividades abertas à comunidade, reforçando a ligação entre ciência, património e participação pública.
Durante a manhã, entre as 10:00 e as 12:00, o Centro Interpretativo de S. Lourenço recebe a oficina “Desenhar o Vento e outros desafios”, integrada no programa “Domingos em Família”. A iniciativa convida famílias com crianças a partir dos 6 anos a criar pequenos mecanismos e dispositivos de desenho com materiais naturais recolhidos na envolvente do Castro de S. Lourenço, como paus, pedras, folhas, água e terra.
A participação é gratuita, mas limitada à lotação do espaço, sendo necessária inscrição prévia até 11 de junho.
Da parte da tarde, entre as 15:00 e as 16:30, o Forte de S. João Baptista acolhe a sessão “O que o Mar Revela — Arqueologia na Costa de Esposende”, dedicada ao património arqueológico costeiro do concelho. A conversa pretende sensibilizar para a importância dos vestígios arqueológicos que surgem na linha de costa, reforçando o papel dos cidadãos na sua identificação e proteção.
A iniciativa integra também a programação do Águas Vivas Fórum-Fest, promovido pela Rio Neiva – Associação de Defesa do Ambiente.
Desde 2013, o Partido Socialista em Braga procura, sem sucesso, reencontrar-se com a cidade. Tentámos fórmulas, nomes, equilíbrios internos, soluções repetidas e rostos rotativos. Mudou quase tudo na aparência, mas pouco mudou na essência. E quando se insiste, durante anos no mesmo caminho, esperando resultados diferentes, o problema já não está apenas nos outros. Está também em nós.
O PS Braga perdeu força, perdeu presença, perdeu rua e, acima de tudo, perdeu capacidade de mobilizar esperança.
Depois de um ciclo histórico, liderado por uma figura incontornável como o Eng.º Mesquita Machado, o partido entrou numa espécie de travessia sem rumo, escolhas erráticas, guerras internas, pequenos poderes, egos maiores do que a disponibilidade para servir e uma preocupante falta de mundividência.
Não escrevo isto por gosto de crítica. Escrevo porque é difícil ver um partido com a história do PS reduzido em Braga, a uma sombra daquilo que já foi. E quando, nas conversas de café, nas freguesias, nas ruas e nos encontros com amigos e conhecidos se ouve, vezes sem conta, que “o PS desapareceu em Braga”, então é porque alguma coisa falhou profundamente.
Este não é o tempo dos caciques. Não é o tempo dos quintais. Não é o tempo das guerrilhas internas, das máquinas fechadas ou das lideranças impostas pela força dos corredores. Este é o tempo de devolver o partido aos militantes, à cidade, às pessoas e à política com sentido.
Por isso, entendo que Artur Feio reúne condições para iniciar essa reconstrução. Não porque os outros não tenham qualidades, têm. Mas porque, neste momento concreto o PS Braga precisa de alguém com conhecimento dos dossiês, leitura do território, experiência política, capacidade de agregação e sobretudo, disponibilidade e vontade para devolver vida a uma estrutura que parece adormecida.
Artur Feio, enquanto vereador, suportou e dignificou o Partido Socialista num tempo difícil. Conhece a Câmara, conhece Braga, conhece as freguesias e conhece o partido. Mas, mais importante do que isso, parece compreender que uma concelhia não pode ser apenas uma estrutura orgânica, tem de ser uma casa viva, aberta, participada, capaz de pensar a cidade e de formar uma alternativa credível.
Nada de pessoal me move contra quem quer que seja nesta minha opinião. Ela é livre, frontal e assumida, por quem vive o partido e a cidade com sentido de responsabilidade. É também uma opinião preocupada, porque o PS Braga não pode continuar a viver de memórias, nem pode confundir passado com futuro.
A história honra-se, mas não substitui liderança. A tradição respeita-se, mas não chega para ganhar a cidade.
A cidade de Braga mudou. A política mudou. As pessoas mudaram. E o PS tem de mudar também.
Precisamos de uma liderança forte, sim. Mas forte não significa autoritária. Forte não significa fechada. Forte não significa capturada pela máquina. Uma liderança forte tem de ser agregadora, humilde, disponível, próxima e legitimada pelos militantes.
Tem de unir antes de dividir. Tem de abrir portas antes de controlar salas. Tem de construir projeto antes de distribuir lugares.
O PS Braga precisa de voltar a ser ouvido. Precisa de voltar a estar nas ruas. Precisa de voltar a incomodar pela qualidade das ideias, pela força das propostas e pela presença junto das pessoas. Precisa de sair do estado moribundo em que muitos o sentem e voltar a ser alternativa.
Porque sem um PS forte, Braga fica mais pobre. Fica com menos debate, menos escolha, menos pluralidade e menos exigência democrática.
Este é o momento de escolher entre continuar igual ou começar de novo. Entre proteger equilíbrios internos ou reconstruir uma esperança coletiva. Entre gerir o vazio ou devolver vida ao partido.
E, nesta escolha, digo-o com clareza, antes Feio e ativo do que um PS indisponível para Braga.
A Junta de Freguesia de Crespos e Pousada, em Braga, manifestou preocupação com a deposição de resíduos no chão junto a ecopontos, apelando ao civismo e à colaboração da população na preservação da limpeza dos espaços públicos.
Em comunicado, a autarquia recorda que, quando um ecoponto se encontra cheio, a melhor atitude passa por não deixar os resíduos no local. “Sempre que possível, os cidadãos devem procurar outro equipamento próximo ou aguardar pela recolha dos contentores”.
A Junta sublinha que pequenas atitudes individuais podem ter um impacto significativo na qualidade do ambiente e na imagem da comunidade, contribuindo para espaços públicos mais limpos e agradáveis para todos.
A autarquia agradece ainda a colaboração dos moradores e reforça a importância do compromisso coletivo com a proteção do ambiente e a manutenção da limpeza da freguesia.
O Festival da Comida Continente regressa ao Parque da Cidade, no Porto, nos dias 11 e 12 de julho, prometendo dois dias de celebração que juntam gastronomia, música e animação num ambiente pensado para todos os públicos. A entrada é livre.
Com um cartaz diversificado, o evento aposta numa combinação de nomes populares da música portuguesa e lusófona, garantindo momentos de grande energia ao longo de todo o fim de semana.
No sábado, 11 de julho, sobem ao palco artistas como MC Livinho, Mizzy Miles e Karetus, num alinhamento marcado por sonoridades urbanas e eletrónicas que prometem animar o público até ao final da noite.
Já no domingo, 12 de julho, o destaque vai para grandes nomes da música portuguesa, com atuações de Tony Carreira, Sara Correia e Anselmo Ralph, num dia que deverá atrair diferentes gerações ao recinto.
O festival reafirma-se assim como um dos momentos mais aguardados do verão no Porto, combinando música ao vivo, experiências gastronómicas e um ambiente festivo ao ar livre.
A Biblioteca Municipal Padre Alves Vieira, em Vieira do Minho, assinala o Dia Mundial das Redes Sociais, celebrado a 30 de junho, com uma iniciativa dedicada à promoção da literacia digital e à reflexão sobre o uso consciente e responsável destas plataformas.
Através do destaque mensal “Net Segura e Redes”, o espaço cultural propõe uma abordagem educativa ao universo digital, incentivando a comunidade a refletir sobre os desafios associados às redes sociais, nomeadamente a privacidade, a segurança online e o impacto da informação no quotidiano.
A iniciativa integra o programa regular da Biblioteca Municipal, que todos os meses associa uma data simbólica a ações de sensibilização dirigidas ao público, procurando estimular o pensamento crítico e a aprendizagem contínua.
Durante este mês, o foco recai sobre o papel das redes sociais na comunicação contemporânea e na forma como influenciam relações pessoais e sociais. Os visitantes são convidados a consultar materiais informativos disponibilizados no espaço, dedicados a temas como cidadania digital, segurança na internet e boas práticas online.
A iniciativa inclui ainda a reflexão baseada na citação de Brian Solis: “As redes sociais são ferramentas poderosas que podem ser usadas para o bem ou para o mal. Cabe a cada um de nós decidir como vamos usá-las.
A Casa da Juventude de Barcelos recebeu a apresentação oficial da 5.ª edição da Barcelos Cup, torneio de futebol de formação que se realiza nos dias 20 e 21 de junho e que volta a registar um crescimento significativo em número de participantes e equipas envolvidas.
A edição de 2026 contará com 48 equipas, mais de 1500 atletas e cerca de três mil participantes no total, incluindo treinadores, dirigentes e familiares, consolidando o evento como uma das maiores competições de formação da região. No programa estão previstos 192 jogos distribuídos por três recintos desportivos do concelho.
Entre as novidades desta edição destaca-se a inclusão do escalão de sub-13 e a utilização de três infraestruturas desportivas: o Complexo Desportivo de Galegos Santa Maria, o Campo de Futebol de São Veríssimo e o Campo de Futebol “Os Ceramistas”.
O torneio terá como padrinho o guarda-redes do FC Porto, João Costa, que marcou presença na apresentação e destacou o orgulho em associar-se à iniciativa, sublinhando a importância de motivar os mais jovens através do desporto.
O vereador da Juventude de Barcelos, Carlos Eduardo Reis, destacou o crescimento contínuo da Barcelos Cup e o papel da competição na dinamização do concelho, valorizando o investimento feito na qualificação dos equipamentos desportivos e o envolvimento das comunidades locais.
Também presente na apresentação, Margarida Direito, representante da Associação de Futebol de Braga, sublinhou a importância do torneio na formação desportiva e pessoal dos jovens atletas, apelando a um ambiente positivo nas bancadas e à valorização dos valores do desporto.
A edição deste ano contará com a participação de clubes do concelho de Barcelos, de várias regiões do país e ainda de Espanha e Cabo Verde, reforçando a dimensão nacional e internacional da prova e o seu papel no intercâmbio desportivo entre jovens atletas.
Guimarães recebe, entre 17 e 19 de junho, o European Urban Resilience Forum (EURESFO) 2026, um encontro internacional dedicado às políticas de adaptação e resiliência climática, que contará com a participação de decisores políticos, especialistas e representantes de cidades europeias.
O evento, que terá lugar no Multiusos de Guimarães, decorre no ano em que a cidade detém o título de Capital Verde Europeia 2026 e é coorganizado pela ICLEI Europe, pela Agência Europeia do Ambiente e pelo Município de Guimarães.
Sob o tema “Ir além da adaptação: abordagens integradas para a resiliência”, o fórum pretende reforçar a ideia de que as estratégias climáticas urbanas devem ir mais longe do que a simples adaptação, promovendo respostas articuladas entre diferentes setores, instituições e comunidades.
Ao longo de três dias, o encontro funcionará como plataforma de partilha de conhecimento e de debate sobre políticas de adaptação às alterações climáticas, gestão de riscos e desastres, e promoção de práticas de resiliência urbana. O programa inclui ainda a análise de novos enquadramentos legislativos europeus, como o futuro Quadro Integrado da União Europeia para a Resiliência Climática e o Regulamento de Restauração da Natureza.
A edição de 2026 dará especial destaque ao papel das cidades de pequena e média dimensão, sublinhando a sua proximidade às populações e a capacidade de desenvolver estratégias de base local. Serão também discutidos modelos de financiamento para adaptação climática e soluções baseadas na natureza, bem como abordagens centradas nas pessoas, com foco na saúde, bem-estar e justiça social.
O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, destaca que a realização do fórum no concelho “acontece num momento particularmente relevante, em que Guimarães assume a ambição de se afirmar como referência em qualidade de vida e sustentabilidade”, sublinhando que o evento “coloca o concelho no centro das soluções globais para os desafios climáticos e sociais”.
O autarca acrescenta ainda que o EURESFO “pode funcionar como uma plataforma de ação, capaz de ligar a transição ecológica à melhoria efetiva da vida das pessoas”, defendendo a importância de “liderar pelo exemplo na construção de um futuro mais sustentável e coeso”.
Também a ICLEI Europe destaca a importância de Guimarães enquanto anfitriã do evento, considerando a cidade um exemplo de integração da sustentabilidade na sua estratégia de desenvolvimento e um território adequado para discutir novas abordagens à resiliência urbana.
No âmbito do fórum, os participantes terão ainda acesso a visitas técnicas a projetos locais, incluindo a regeneração do Monte Latito e do Bairro C, o Corredor Biocultural de Guimarães, iniciativas ligadas à Horta Pedagógica e ao Laboratório da Paisagem, bem como intervenções na paisagem natural da Penha.
O programa completo do EURESFO 2026 está disponível aqui.
O Comando Territorial de Braga da GNR realizou, entre os dias 1 e 7 de junho, um conjunto de operações no distrito que visaram a prevenção e o combate à criminalidade, a fiscalização rodoviária e o controlo de diversas infrações contraordenacionais.
No balanço da atividade operacional, foram registadas 40 detenções, destacando-se 14 por condução sob o efeito do álcool, 11 por condução sem habilitação legal, quatro por violência doméstica, duas por tráfico de estupefacientes e uma por furto.
No âmbito da fiscalização rodoviária, foram detetadas 460 infrações, com maior incidência em situações como falta de inspeção periódica obrigatória (82 casos), excesso de velocidade (70), condução com taxa de álcool superior ao permitido por lei (27), ausência de seguro de responsabilidade civil (21), utilização incorreta do cinto de segurança ou sistemas de retenção para crianças (18), uso do telemóvel durante a condução (14), infrações relacionadas com tacógrafos (14), falta de iluminação ou sinalização (12) e excesso de peso ou má disposição da carga (7).
Durante o mesmo período, foram registados 145 acidentes rodoviários, dos quais resultaram dois feridos graves e 67 feridos ligeiros.
No âmbito da fiscalização geral, a GNR elaborou ainda 36 autos de contraordenação, sendo 20 no âmbito da legislação policial, nove na área da proteção da natureza e do ambiente e sete relacionados com o consumo de produtos estupefacientes.
As autoridades reforçam que estas ações têm como objetivo “aumentar a segurança rodoviária e prevenir comportamentos de risco”, sublinhando a importância do “cumprimento das regras de trânsito e da legislação em vigor”.