Um homem de 47 anos foi foi entregue sob detenção à PSP por agressão a um agente da Polícia Municipal e a um motorista de uma empresa de transportes públicos.
Segundo a PSP, a agressão ocorreu no passado sábado.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial da comarca de Braga.
O trânsito na Praça do Município em Braga vai estar condicionado no dia 2 de dezembro, entre as 08:00 e as 17:00.
Nesse período, será proibida a circulação automóvel junto ao n.º 72 (perto da Farmácia Coelho). Em alternativa, a saída da Praça do Município deverá ser efetuada pela Rua de Santo António.
A proposta de abertura do concurso de 2,6 milhões de euros para requalificar o Largo do Pópulo foi aprovada esta segunda-feira na Reunião do Executivo Municipal de Braga.
A proposta teve votos favoráveis da coligação Juntos por Braga e da vereadora Catarina Miranda, que passou a exercer o seu mandato como independente após a aceitação de pelouros no Município.
A proposta teve votos contra do movimento independente Amar e Servir Braga e da Iniciativa Liberal. A coligação PS/PAN e o CHEGA abstiveram-se.
Um dia depois do ouro nos 800 metros, Margarida Silva voltou conquista o ouro. Estabeleceu também nova marca pessoal em17:26.23 minutos e em três provas conquistou três medalhas.
A atleta portguesa conquistou, na última madrugada, a medalha de ouro na prova de 5.000 metros, naquela que é já uma participação histórica nos Jogos Surdolímpicos Tóquio 2025, nos quais se estreou.
A medalha soma-se à prata alcançada nos 1.500 metros e ao ouro ganho, na véspera, nos 800m, consolidando Margarida como uma das grandes figuras do atletismo nacional.
Numa prova que não foi excessivamente rápida, Margarida Silva deu nova demonstração de inteligência e de extraordinária de resiliência. A atleta de 25 anos geriu sempre bem os ritmos, atacando à entrada para os últimos 100 metros para ultrapassar a queniana Viola Jelimo, que andara sempre na frente e que terminou no 3.o lugar com 17:26.83 minutos, e a neutral Iuliia Abubiakirova, prata, com 17:26.78 minutos. Margarida Silva transpôs a meta com um sorriso confiante em 17.26.23, um novo recorde pessoal.
No final e já com a medalha ao peito, a atleta, que na véspera, conquistado o ouro nos 800m, tinha dito que queria divertir-se e desfrutar nos 5.000m, deixou a sua visão da prova. “Diverti-me imenso. A prova em si foi feita para mim e para a Iuliia [Abubiakirova], nós sabíamos que a prova era nossa a partir do momento me que era muito lenta. Mas a verdade é que tivemos uma atleta que partiu relativamente à frente [Viola Jelimo] e quando eu e ela estamos naquela disputa pelo 2.o lugar percebemos, ok, isto não é o 2.o lugar pode ser eventualmente um 1.o E, portanto, quando me apercebi disso, acho que ainda ganhei mais energia e acabei por ir para a frente e, pronto, foi o que foi. Desta vez não chorei, porque, confesso, que não era uma medalha que estivesse à espera. Sabia que era possível ficar no top 3, mas nunca uma medalha ouro. E, portanto, achei o momento um bocado caricato porque sabia e sei que há atletas que vinham para aqui com marcas extraordinárias e que poderiam sobressair”, declarou Margarida Silva, ainda a assimilar o que de facto se passou em Tóquio.
Com este ouro, Portugal aumenta para seis o número de medalhas conquistadas nos Jogos Surdolímpicos Tóquio 2025, ultrapassando as quatro medalhas conquistadas em Taipé 2009 e Caxias do Sul 2022. Os atletas nacionais já garantiram também nove diplomas.
Os vereadores independentes do Amar e Servir Braga pediram a João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal, para “não deixar as empresas municipais à deriva”.
Segundo o movimento, “ausência de nomeação dos Conselhos de Administração das Empresas Municipais para o presente mandato constitui “um problema sério de governação, com impactos jurídicos, operacionais e financeiros que esta Câmara não pode ignorar”.
“De acordo com o Regime Jurídico da Atividade Empresarial Local, consagrado na Lei n.o 50/2012, de 31 de agosto, cabe ao Conselho de Administração a condução estratégica da empresa municipal, bem como a prática dos atos que excedem a mera gestão corrente. A manutenção de órgãos incompletos, caducados ou em mera gestão transitória limita profundamente a capacidade de decisão destas entidades. Sem Conselho de Administração plenamente nomeado, as empresas municipais ficam legalmente restritas à prática de atos de gestão corrente, impossibilitadas de assumir compromissos estruturais, aprovar investimentos, alterações organizacionais, contratos de maior impacto ou decisões que vinculem o município a médio e longo prazo. Esta limitação compromete a execução dos seus planos de atividades, o cumprimento de metas contratualizadas e a capacidade de resposta à população”, refere o movimento Amar e Servir Braga.
Os vereadores independentes reforçam que “cria-se uma situação real de insegurança jurídica: atos praticados fora do estrito âmbito da gestão corrente podem ser considerados inválidos, colocando em risco contratos, parcerias e procedimentos internos. A própria responsabilidade dos gestores em funções transitórias fica exposta, uma vez que o Estatuto do Gestor de empresas locais, previsto na mesma lei, impõe deveres rigorosos de diligência e de conformidade legal”.
“Do ponto de vista institucional, esta ausência prolongada de nomeação fragiliza a transparência, o controlo e o escrutínio da atividade das empresas municipais. Envia-se um sinal de desorganização que afeta trabalhadores, fornecedores, parceiros e, em última instância, os cidadãos que dependem da qualidade dos serviços públicos prestados. Por tudo isto, é nossa convicção que a Câmara Municipal deve proceder, com urgência, à nomeação dos Conselhos de Administração das empresas municipais, devolvendo a normalidade institucional, segurança jurídica e capacidade plena de ação a estas entidades essenciais à gestão pública local”, acrescenta.
O Amar e Servir Braga frisa que “as empresas municipais não podem ficar paralisadas por ausência de decisão política. O município, os trabalhadores e os munícipes merecem estabilidade, responsabilidade e transparência. Em termos de boas práticas de governação e de acordo com o funcionamento típico dos órgãos autárquicos, este assunto deveria já ter constado da ordem de trabalhos da primeira reunião ordinária ou, uma vez que tal não ocorreu, esta segunda reunião seria, realisticamente, o último momento aceitável”.
Os vereadores afirmam que ao chegar à segunda reunião de Câmara, realizada na manhã desta segunda-feira, “sem este assunto ainda tratado sinaliza-se a falta de prioridade política, fragiliza-se a governação das empresas municipais e expõe-se a autarquia a crítica pública e a riscos de controlo externo (incluindo Tribunal de Contas)”.
“Passaram 42 dias desde as eleições e 20 dias desde a tomada de posse. Há 20 dias que as empresas municipais estão em gestão corrente. A próxima reunião ordinária acontece já na segunda semana de dezembro. Esta decisão do Presidente da Câmara em não trazer as nomeações a votação e deixar as empresas municipais num impasse de governação não é responsável e é imprudente. Há decisões que dependem dos Conselhos de Administração. Urge trazer à votação as nomeações que propõem para as empresas trabalharem”, lamentam.
O Amar e Servir Braga apela a João Rodrigues para que “não boicote as empresas municipais através da inação. O Município, os trabalhadores e os munícipes merecem estabilidade, responsabilidade e respeito institucional”.
No dia 21 de dezembro haverá condicionamentos na circulação e estacionamento automóvel em diversas artérias da cidade devido à realização da 47.ª Corrida de S. Silvestre de Braga.
Será proibida a circulação automóvel no dia 21, entre as 17:00 e as 22:00, na Avenida Central, Rua dos Chãos, Praça Alexandre Herculano, Rua Gabriel Pereira de Castro, Travessa do Carmo, Avenida do Visconde de Nespereira, Praça Conde de Agrolongo, Praça Conselheiro Torres Almeida, Rua Dom Frei Caetano Brandão, Largo Paulo Orósio, Rua do Alcaide, Largo de Santiago, Rua Dom Gonçalo Pereira, Rua Dom Afonso Henriques, Largo Carlos Amarante, Rua de São Lázaro, Rua do Raio, Avenida da Liberdade, túnel de acesso da Av. António Macedo à Avenida da Liberdade, Avenida da Imaculada Conceição, Largo São João da Ponte, Avenida João XXI, Avenida João Paulo II (entre a Av. João XXI e a rotunda das Piscinas), Avenida 31 de Janeiro, Largo Senhora-a-Branca, Rua de Santa Margarida, Rua Conselheiro São Januário, Rua de S. Vicente e Rua das Oliveiras (entre a Rua de Espanha e a Rua de S. Vicente).
Pelo mesmo motivo e no período mencionado, o trânsito será especialmente condicionado em todas as artérias que se situem no interior do perímetro da prova ou que com ele conflituem, designadamente na Travessa do Carmo, Avenida do Visconde de Nespereira, Rua do Carvalhal, Rua de Santo André, Praça Mouzinho de Albuquerque, Rua de S. Gonçalo, Rua das Oliveiras até à Rua de Espanha, Rua de S. Gonçalo, Rua de Camões, Rua da Regueira, Rua do Sardoal, Largo de Santiago, Rua do Raio, Rua 25 de Abril, Rua Sá de Miranda, Rua S. Geraldo, Rotunda Comendador Santos da Cunha, Rua da Restauração, Rua Beato Miguel de Carvalho e Rua de S. Victor.
Também no mesmo período a circulação automóvel no túnel de ligação da avenida António Macedo à Avenida da Liberdade praticar-se-á em sentido inverso ao habitual, unicamente para saída de viaturas dos parques de estacionamento.
Será proibido o estacionamento automóvel na Rua dos Chãos e na extensão da Avenida Central após o túnel de acesso à Av. da Liberdade, entre as 17:00 do dia 19 de dezembro e as 22:00 do dia 21 de dezembro, sendo autorizado o acesso de táxis enquanto se mantiverem condições de segurança que permitam a sua circulação.
A reabertura ao trânsito das artérias acima identificada, e tendo em conta o percurso definido, ocorrerá de uma forma progressiva, de acordo com a passagem da corrida em cada um dos arruamentos.
O Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão lamentou que a coligação PSD/CDS tenha decidido rejeitar as três propostas apresentadas pelos vereadores socialistas na reunião de Câmara da última quinta-feira.
Uma das moções apresentadas pelo PS tinha como objetivo “reforçar o apoio às populações e empresas afetadas pelo mau tempo com a criação de um Fundo de Emergência Municipal de um milhão de euros”. O PS propunha “apoios imediatos até 2.000 euros por agregado familiar e até 3.000 euros para pequenas empresas, garantindo maior agilidade na reposição de bens essenciais e na recuperação de danos”.
Foram igualmente propostos “o alívio da carga fiscal das famílias através da fixação do IMI na taxa mínima permitida por lei (0,3%) e o reforço das deduções aplicadas a agregados familiares com dois ou mais dependentes”. “Pretendia-se, com estas medidas, promover uma maior equidade e coesão social, num contexto de pressão económica crescente”, refere o partido.
Por fim, o PS propôs “a eliminação da Taxa de Ocupação do Subsolo, considerada ilegal desde 2017 pelo Supremo Tribunal Administrativo, que penaliza os consumidores de gás natural do concelho”. “Esta medida já foi, inclusive, eliminada em vários municípios do país. Todas as propostas foram chumbadas pela maioria”, acrescenta.
Para Eduardo Oliveira, presidente da Comissão Política do PS de Vila Nova de Famalicão, “estas decisões revelam uma falta de sensibilidade social e de visão estratégica por parte da maioria que governa o município. É incompreensível que a coligação PSD/CDS tenha optado por ignorar as necessidades reais das pessoas do nosso concelho ao chumbar propostas claras, justas e responsáveis. Exigimos justiça, responsabilidade e respeito pelos famalicenses”.
Ainda assim, Eduardo Oliveira reforça que “o Partido Socialista continuará a apresentar propostas e soluções construtivas que coloquem as pessoas em primeiro lugar. Porque Vila Nova de Famalicão merece uma autarquia que esteja à altura dos desafios e que defenda o interesse público”.
A Aveleda abriu loja Pop-Up de Natal no Braga Parque. O espaço estará em funcionamento entre as 10:00 e as 23:00, e convida os visitantes a descobrir os sabores da Aveleda através de uma seleção de vinhos, aguardentes, espumantes, queijos, azeites, compotas, além de outros produtos artesanais.
“Esta estratégia reforça o compromisso da Aveleda em estar mais próxima dos consumidores num período particularmente especial”, refere Ildefonso Martins, diretor de Enoturismo da Aveleda.
“Mais do que simples espaços de venda, as lojas Pop-Up da Aveleda são lugares de encontro e de partilha. Estando mais perto dos consumidores, continuamos a cultivar uma relação de proximidade, através de experiências personalizadas.”, acrescenta Ildefonso Martins.
Os deputados do PCP apresentaram uma proposta de realização dos estudos necessários para a construção de variantes à EN101 nas zonas urbanas que o traçado atravessa. Para o Orçamento do Estado, o partido propõe ainda a realização dos trabalhos de manutenção e instalação dos sistemas de proteção e segurança rodoviária em falta.
“A Estrada Nacional 101 liga o território de Norte para Sul entre os concelhos de Ponte da Barca (Viana do Castelo) e Vila Verde (Braga) a norte, cruzando este concelho do distrito de Braga, o concelho de Braga, e depois de cruzar o concelho de Guimarães onde liga ao vizinho concelho de Felgueiras (Porto). Os indicadores espelham que os limites da sua capacidade funcional foram ultrapassados, registando índices de sinistralidade muito elevados a que correspondem graves custos económicos e sociais. Havendo vários troços desta que já foram melhorados ou onde foram construídas variantes, o segmento entre Guimarães e Braga constitui uma área de atenção especial, de alternativas coletivas de outra natureza, é utilizada diariamente por milhares de condutores. Os cerca de 18 km que unem os limites das zonas urbanas são caracterizados por percurso sinuoso de montanha com curvas e contracurvas constantes que no inverno se tornam particularmente perigoso. Para além da natureza do traçado há um continuum urbano que se estende entre as duas cidades, com especial atenção à passagem pelo interior da localidade de Caldas das Taipas”, refere o PCP.
Para o partido, “a elaboração das variantes / alternativas ou ajuste pontuais do traçado devem ter em consideração o uso preferencial de transportes coletivos em detrimento do transporte individual”. “A única solução que se antevê para esta situação é o melhoramento das condições das vias existentes de modo que o acesso das populações a serviços essenciais não seja vedado e que o não constitua um fator limitador do desenvolvimento das atividades económicas com maior preponderância na região”, finalizou.