BragaPCP quer requalificação "urgente" da Estrada Nacional 101

PCP quer requalificação “urgente” da Estrada Nacional 101

O partido pretende variantes à EN101 incluídas no Orçamento do Estado.

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Os deputados do PCP apresentaram uma proposta de realização dos estudos necessários para a construção de variantes à EN101 nas zonas urbanas que o traçado atravessa. Para o Orçamento do Estado, o partido propõe ainda a realização dos trabalhos de manutenção e instalação dos sistemas de proteção e segurança rodoviária em falta.

“A Estrada Nacional 101 liga o território de Norte para Sul entre os concelhos de Ponte da Barca (Viana do Castelo) e Vila Verde (Braga) a norte, cruzando este concelho do distrito de Braga, o concelho de Braga, e depois de cruzar o concelho de Guimarães onde liga ao vizinho concelho de Felgueiras (Porto). Os indicadores espelham que os limites da sua capacidade funcional foram ultrapassados, registando índices de sinistralidade muito elevados a que correspondem graves custos económicos e sociais. Havendo vários troços desta que já foram melhorados ou onde foram construídas variantes, o segmento entre Guimarães e Braga constitui uma área de atenção especial, de alternativas coletivas de outra natureza, é utilizada diariamente por milhares de condutores. Os cerca de 18 km que unem os limites das zonas urbanas são caracterizados por percurso sinuoso de montanha com curvas e contracurvas constantes que no inverno se tornam particularmente perigoso. Para além da natureza do traçado há um continuum urbano que se estende entre as duas cidades, com especial atenção à passagem pelo interior da localidade de Caldas das Taipas”, refere o PCP.

Para o partido, “a elaboração das variantes / alternativas ou ajuste pontuais do traçado devem ter em consideração o uso preferencial de transportes coletivos em detrimento do transporte individual”. “A única solução que se antevê para esta situação é o melhoramento das condições das vias existentes de modo que o acesso das populações a serviços essenciais não seja vedado e que o não constitua um fator limitador do desenvolvimento das atividades económicas com maior preponderância na região”, finalizou.

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