Para celebrar o Natal em Braga e dar a provar o delicioso Bolo-Rei confecionado pelas pastelarias da cidade, a Associação Empresarial de Braga, com o apoio do Município de Braga, volta a organizar o Bolo-Rei Gigante, no próximo dia 13 de dezembro, pelas 17:00, na Praça Municipal.
Serão cerca de 150 metros de Bolo-Rei preparados pelas pastelarias de Braga e distribuídos gratuitamente à população. A degustação será acompanhada de favaítos, oferecidos pela Adega de Favaios.
Quase três dezenas de pastelarias da cidade juntam-se para apresentar as suas especialidades, promovendo a interação entre comerciantes e bracarenses e reforçando a importância da escolha pelo comércio tradicional.
Tal como na última edição, o evento contará com a presença do plantel do SC Braga, que irá distribuir camisolas, t-shirts, cachecóis e headphones.
Está lançada a primeira pedra para a construção do novo Centro de Acolhimento de Emergência (para vítimas de violência doméstica.O projeto da Cáritas de Braga foi apresentado na Sé de Braga.
A obra terá um investimento de cerca de 1,5 milhões de euros e deverá estarconcluídaaté final de agosto de 2026.
O CAE de Bragaseráconstituídopor 12 quartos, sala de atividadesmultiusos, sala de refeições, gabinete técnico, gabinete de acolhimentoeatendimento, sala de pessoal auxiliar, receção, cozinha, lavandaria e espaço exteriorcomjardimeparque infantil.“Não será apenas um lugar, mas um abraço silencioso”, afirmou a presidente da Cáritas de Braga, Ana Santos.“Necessitamos de garantir condições de conforto e bem-estar, que permitam minimizar a perda material, emocional e social, que assola a vida de muitas vítimas de violência doméstica, e potenciar a sua recuperação”, acrescentou a responsável.
O projeto representa um investimento global de cerca de 1.530.000 euros, com uma comparticipação, a fundo perdido, por parte do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) no valor de 891.501,79 euros, para reabilitação do edifício, assumindo a Cáritas de Braga cerca de 520.000 euros. Para a concretização total do projeto acresce, ainda, um investimento de 130.000 euros, por parte da instituição, destinado à aquisição de equipamentos e mobiliário, assim como uma verba de 15.000 euros, já despendida na concretização da candidatura e em projetos de especialidades e arquitetura, totalizando, assim, umanecessidade de angariação global no valor de 665.000 euros.
“Sem dinheiro não há caridade possível. É preciso receber para dar”, alertou o Arcebispo de Braga, D. JoséCordeiro.
“Que ninguém tenha dúvidas do papel da Igreja na comunidade, educação, património e respostas sociais”, acrescentouo presidente doMunicípio de Braga, João Rodrigues.
O presidente do IHRU, Benjamim Pereira, garantiu “todo o apoio ao projeto” epediu à empresa responsável pela obra “celeridademáxima” e o“cumprimento de prazos”. “Vamos fazer tudo para que, no prazo previsto, as pessoas tenham uma casa”, respondeu oengenheiro BernardoPinto da empresa Bernardo Pinto & Marques,Lda, na sua intervenção.
D. José Cordeiro, lembrou “as tantas pessoas” que a Cáritas de Braga já acolheu no atual centro de acolhimento.Desde agosto de 2022, a instituição contabilizou 908 pessoas acolhidas, das quais 349 crianças e jovens, menores de idade.O futuro CAE terá a capacidade de receber 25 pessoas em simultâneo.
A cerimónia contou também com a presença de Fátima Miguel, representante distrital da Segurança Social,que valorizou a equipatécnicada Cáritas Braga na área da violência doméstica.“São pessoas muito capazes”, elogiou.
Para assinalar o lançamento da primeira pedra, os convidados foram desafiados a assinar dezenas de azulejos que formarão um mural no novo CAE. Esteve, também, exposta uma oliveira que será plantada no local.
Vila Nova de Famalicão passou a contar com três novos sensores de estacionamento em lugares reservados a pessoas com mobilidade condicionada, instalados na Esquadra da GNR – Posto Territorial de Vila Nova de Famalicão, na Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e na Esquadra da GNR – Posto Territorial de Joane.
A iniciativa integra a “Plataforma + Acesso”, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e resulta de um protocolo entre o Município e o Instituto Nacion\al para a Reabilitação. O objetivo é monitorizar, em tempo real, a ocupação das vagas e melhorar o acesso aos serviços públicos através de tecnologia inteligente. A ferramenta inclui também sistemas de orientação por GPS no interior de grandes equipamentos, adaptados às diferentes necessidades associadas às várias áreas da deficiência.
Os lugares podem ser consultados através da aplicação “Acessibilidade 360”, disponível para dispositivos Android e iOS, permitindo aos utilizadores localizar as vagas reservadas e verificar a sua disponibilidade.
D. Andrés Carrascosa Cosono foi nomeado Núncio Apostólico em Portugal pelo Papa Leão XIV.
Em comunicado, a Conferência Episcopal Portuguesa refere que “acolhemos esta nomeação do Papa Leão XIV com alegria, em espírito de comunhão eclesial, e asseguramos a D. Andrés Carrascosa Cosono a nossa proximidade e oração, pedindo ao Senhor que o fortaleça nesta nova missão de servir a Igreja que peregrina em Portugal”.
“Manifestamos a nossa total disponibilidade para colaborar, em espírito sinodal, com o recém-nomeado embaixador da Santa Sé em Portugal e confiamos à materna intercessão de Nossa Senhora de Fátima os frutos da sua missão, pedindo que o Espírito Santo o acompanhe em cada passo deste serviço”, acrescenta.
Em carta dirigida ao presidente da Conferência Episcopal Portuguesa e, através dele a toda a Igreja em Portugal, D. Andrés Carrascosa Cosono afirma que “asseguro-lhes que chega como Núncio Apostólico alguém com vontade de vos escutar e de aprender, decidido a conhecer e a amar esta Igreja particular a que o Senhor, através do Papa Leão XIV, hoje me envia”.
Na mesma carta, o novo representante diplomático da Santa Sé diz que Portugal é um país que admira e que não traz “nenhum programa pessoal” garantindo que tentará “ser expressão da atenção e do amor do Santo Padre”, comprometendo-se a visitar “as dioceses, os institutos religiosos, as paróquias e os seminários… com a atitude de encontrar, ouvir, dialogar, partilhar e trabalhar em conjunto”.
No próximo domingo, 14 de dezembro, o “Natal na Praça” da Póvoa de Lanhoso recebe uma programação especial de cariz solidário, que convida a comunidade a participar na iniciativa “Cores e sabores do mundo”, prevista no âmbito do CLDS-5G Lanhoso.
O Natal Solidário, que decorre durante a tarde, na tenda instalada na Praça Eng.º Armando Rodrigues, pretende evidenciar o caráter hospitaleiro e inclusivo da Póvoa de Lanhoso e a forma como o concelho tem acolhido cidadãos e cidadãs de várias nacionalidades que ali decidiram recomeçar as suas vidas. Para além de promover a solidariedade e a partilha, a iniciativa procura “criar momentos de convívio que facilitem a integração e valorizem as tradições dos novos residentes”.
Com foco central na inclusão, o “Natal Solidário” dirige-se especialmente à população migrante que tem aumentado significativamente nos últimos tempos. “De acordo com os registos do CLAIM, a maioria das pessoas atendidas é de nacionalidade brasileira, angolana, seguindo-se cidadãos de origem venezuelana, moçambicana, colombiana, chinesa, entre outros. Esta tarde é-lhes inteiramente dedicada sendo uma excelente oportunidade para a troca de experiências, partilha de histórias e descoberta dos costumes locais”, refere a Autarquia.
O programa tem início às 15:00, com a atividade “Cores e sabores do mundo”, que apresentará oito iguarias típicas de oito países diferentes. Cada país será representado por uma sobremesa, doce ou salgado tradicional, proporcionando aos visitantes um contacto direto com novas culturas, aromas e sabores, bem como a possibilidade de conhecer a origem de cada receita.
A iniciativa pretende ainda divulgar a Eco Loja Comunitária, um projeto de apoio a famílias do concelho, baseado no conceito “troca por troca”. “Este espaço tem ganho expressão crescente, acolhendo quem pretende entregar bens que já não utiliza e encontrar novas soluções, como roupa, calçado, agasalhos, brinquedos ou material escolar. Os bens e produtos que lá estiverem expostos estão disponíveis para quem os quiser levar, num gesto simples de partilha natalícia”, acrescenta o Município.
Vai também decorrer, em simultâneo, um Ateliê de Costura Criativa, cujo objetivo é “sensibilizar para o desperdício têxtil”. As famílias serão convidadas a experimentar técnicas simples de costura, transformando tecidos e pequenos materiais em adereços natalícios. A atividade pretende mostrar, de forma prática, como a criatividade e a reciclagem podem dar origem a novas peças.
A animação musical ficará a cargo da Banda Musical Black Horse e do artista Tody Moreira, que participam no evento no âmbito da responsabilidade social.
João Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Braga, quer aumentar a área de construção no concelho superior a 1200 hectares. A garantia foi dada esta quarta-feira em Reunião de Câmara, onde o autarca afirmou que a revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) não será votada até ao final deste ano, tendo a oposição atacado o incumprimento da promessa eleitoral do líder da coligação Juntos por Braga.
O presidente da Autarquia diz “não se tratar de um atraso”, mas antes “um foco de um ganho histórico para Braga”, uma vez que o aumento da área construtiva “irá ser uma resposta à crise de habitação”.
“O PDM não atrasou. O PDM está dentro do processo. Não vai acontecer em 2025, mas sim dentro de duas ou três semanas depois”, disse João Rodrigues, frisando que Braga será “dos poucos concelhos do país a conseguir esse aumento da área de construção”.
Ricardo Silva criticou o presidente da Câmara Municipal pelo “atraso” do PDM, afirmando que “em períodos de campanha muitas vezes faz-se uma política que não é séria”. “Gerir um Município como Braga desta forma é impossível, o que só prova que o presidente não tem calibre para a função”, referiu o líder do movimento Amar e Servir Braga.
Já o socialista Pedro Sousa apontou “um desencontro de números”, sublinhando “a discrepância entre o discurso de João Rodrigues e a realidade técnica do documento que está a ser ultimado”. O vereador do PS afirmou que “os números finais da proposta não batem com aqueles que foram múltiplas vezes apresentados”, pelo que pediu uma reunião de trabalho “urgente”, uma vez que a oposição não conhece a versão final do mapa do PDM.
Rui Rocha falou que há projetos “parados” com munícipes e investidores “a terem a vida suspensa à espera das novas regras”. “Esta foi uma matéria que foi objeto de sucessivas promessas e sucessivos adiamentos. Há promessas não valem nada. Há pessoas neste momento que estão à espera do aumento da capacidade construtiva para poderem construir e têm os seus projetos parados”, lamentou o liberal.
Filipe Aguiar, vereador do CHEGA, acredita que o PDM terá resolução “a curto prazo” e diz estar à espera dos esclarecimentos finais para definir o seu voto.
A XIX edição do Presépio de Priscos, em Braga, abre portas no próximo domingo, 14 de dezembro.
O tema desta edição tem intenção de “sensibilizar figurantes e visitantes para viver o Natal como tempo de fé, família e (re)nascimento um tempo de olhar o outro com compaixão, compreender as suas dificuldades e reconhecer a força que nasce da esperança”.
A inauguração irá decorrer às 11:00 e o presépio poderá ser visitado até às 18:00.
A terceira reunião do Executivo Municipal de Braga, realizada esta quarta-feira, ficou marcada pela aprovação da redução do IMI para 2026.
A proposta da descida da taxa para os prédios urbanos de 0,33% para 0,32% teve votos favoráveis da coligação Juntos por Braga, da vereadora independente Catarina Miranda, Partido Socialista, Amar e Servir Braga e Iniciativa Liberal. O CHEGA votou contra.
Apesar de terem votado favoravelmente, a oposição criticou o valor proposto, querendo uma descida mais acentuada.
Para Rui Rocha, esta redução que entra em vigor no próximo ano não deverá valer mais do que um café por mês. “A redução é um sinal. Estamos a favor, mas parece-nos um sinal francamente insuficiente. A descida de impostos é para nós muito importante para aliviar as famílias. Este executivo podia ter sido mais ambicioso e podia ter levado este ato bem mais longe para ser mais amigo das famílias”, disse o vereador da Iniciativa Liberal.
Também Ricardo Silva, do movimento independente Amar e Servir Braga, acha esta redução “muito tímida”, sustentando que se o Executivo quer fazer uma política fiscal “amiga das famílias tem que ir também ao IRS”.
Pedro Sousa, do Partido Socialista, falou que a redução do IMI será apenas de 10 euros para quem paga anualmente cerca de 300 euros. “A trajetória descendente é naturalmente positiva, mas achamos que é possível, do ponto de vista da opção política, fazer outro tipo de opções”, sublinhou.
Filipe Aguiar justificou o voto contra, uma vez que o CHEGA é contra a existência do IMI. “O IMI é um imposto que não devia existir, pois penaliza as famílias de uma forma muito severa. Obviamente que vemos com bons olhos esta diminuição, mas achamos que foi pouco e deveríamos ir para a taxa mesmo mínima”, referiu o vereador.
Por seu turno, João Rodrigues regozijou-se pela aprovação da proposta, frisando que esta redução “assenta numa lógica de justiça fiscal e de responsabilidade financeira”. “Nós não escolhemos entre baixar impostos e fazer obra. Escolhemos governar com rigor para poder fazer ambas as coisas. Queremos uma cidade que trabalhe e cresça, sem pedir sempre mais a quem já paga tudo”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal.
Quanto à descida do IRS, o autarca diz tratar-se de “uma jogada da oposição”. “A oposição, à hora da reunião de Câmara, traz uma proposta de redução do IRS, quando sabia que não podia fazer, isto não passa de um número de quem tinha tempo para apresentar a proposta no seu devido tempo e que não apresentou”, finalizou.
O Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) da Universidade do Minho (UMinho) celebra na próxima sexta-feira, dia 12 de dezembro, o seu 8.º aniversário. A sessão de abertura decorrerá a partir das 14:00, no auditório B2 (edifício 2) do campus de Gualtar, em Braga, com o pró-reitor para a Inovação, Empreendedorismo e Transferência de Conhecimento, Raúl Fangueiro, seguida da apresentação das atividades do Instituto, momento assumido por Cláudia Pascoal, coordenadora do IB-S.
A tarde de celebração contempla ainda uma mesa-redonda e uma mostra de talentos. A sessão de debate “Inovação Social e Ambiental na Era Digital” acontece a partir das 14h45 e conta como oradores com Miguel Veloso (Accenture), Candela Sol Pelizza (NOVA Cidade Urban Analytics Lab – NOVA IMS), Carlos de Sousa Santos (Human Power Hub) e Cláudia Carvalho-Santos (CBMA / IB-S, UMinho). A moderação desta mesa-redonda fica a cargo de Tiago Miranda, pró-reitor para a Sustentabilidade e Infraestruturas Físicas da UMinho.
Segue-se, a partir das 16:15, a sessão de pitch intitulada “IB-S Holds Talent” que junta os investigadores Sofia Duarte (CBMA / IB-S), Behzad Zahabi Zadeh (ISISE / IB-S), Giorgio Pace (CBMA / IB-S) e Shaghayegh Karimzadeh (ISISE / IB-S). A tarde de celebração termina com a sessão de encerramento que contará com José Teixeira, presidente do dstgroup e do Conselho Empresarial do IB-S.
À margem da celebração que acontece na parte da tarde, no período da manhã irá decorrer uma reunião de trabalho restrita aos membros do Conselho Estratégico Empresarial no sentido de delinear a estratégia de colaboração para o ano de 2026. Esta reunião já contará com a integração dos seus novos membros, nomeadamente a AGERE, Braval e Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.
O IB-S foi fundado em 2017 numa parceria entre o Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) e o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (ISISE), o IB-S tem edifícios em Braga e Guimarães, cerca de 250 investigadores e 20 empresas parceiras em projetos na área do mar e da economia azul, da biodiversidade e do capital natural, da economia circular e da resiliência do ambiente natural e construído, que no global superam os 10 milhões de euros.