A Juventude Social Democrata de Vila Verde organizou o Torneio de Santo António, em futebol de sete, que reuniu cerca de 90 jovens de diferentes freguesias do concelho.
A competição decorreu no campo de jogos de Turiz e contou com a participação de oito equipas, tendo sido disputada ao longo de cerca de 10 horas.
A equipa Emporauto Automóveis venceu a prova, seguida por Talhos Mota e Santo António FC. Foram ainda atribuídos prémios individuais a Gabriel Candeias, como melhor jogador, e a Rafael Brandão, como melhor guarda-redes.
Na cerimónia de entrega de prémios estiveram presentes várias entidades locais e dirigentes partidários, bem como representantes da JSD nacional e distrital.
A organização destacou o objetivo de promover o convívio entre jovens de diferentes freguesias e incentivar a participação cívica e desportiva no concelho.
O Parque de Lazer de S. Paio vai ser inaugurado no próximo domingo, 14 de junho, pelas 11:30, após a conclusão das obras de requalificação do espaço.
A cerimónia contará com a presença da Câmara Municipal de Vizela e da Junta de Freguesia de S. Paio, que destacam o trabalho conjunto na valorização e modernização do espaço público.
A intervenção teve como objetivo melhorar as condições de segurança, bem-estar e lazer, devolvendo à população um espaço renovado para a prática desportiva e convívio ao ar livre.
A inauguração marcará ainda o arranque da Festa da Família, que ao longo do dia incluirá várias atividades gratuitas, como animação musical, jogos e zonas de lazer para todas as idades.
Vânia Cruz anunciou a sua recandidatura à presidência da Estrutura Federativa de Braga das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos, assumindo a continuidade de um projeto centrado na defesa dos direitos das mulheres e na promoção da igualdade de género.
Sob o lema “Por Todas Nós. Sempre.”, a candidatura pretende reforçar a participação feminina na vida política e cívica, apostando na proximidade entre mulheres de diferentes gerações e na valorização das suas experiências.
A candidatura estrutura-se em três eixos principais: participação, capacitação e liderança, com o objetivo de aumentar a presença feminina em espaços de decisão, promover formação e competências, e incentivar o exercício de cargos de responsabilidade.
Vânia Cruz sublinha que a igualdade deve ser um compromisso permanente, defendendo uma intervenção política contínua na resposta às desigualdades e aos desafios enfrentados pelas mulheres.
A recandidatura conta ainda com o apoio de Liliana Matos Pereira, atual presidente da Federação de Braga das Mulheres Socialistas, que se recandidata à presidência da Mesa da Comissão Política Distrital.
O ofertório da Missa de encerramento da Visita Pastoral ao Arciprestado de Fafe será destinado ao projeto missionário “Kaminhu di Sperança – Caminho de Esperança”, promovido pela Arquidiocese de Braga. A iniciativa visa apoiar a formação e o voluntariado missionário de jovens adultos na Diocese de Bafatá, na Guiné-Bissau.
A celebração realiza-se no próximo dia 21 de junho, pelas 15:00, no Pavilhão Multiusos de Fafe, e contará com a presença de D. José Cordeiro, D. Delfim Gomes e D. Nélio Pita.
Durante a cerimónia, cerca de 400 jovens e adultos receberão o Sacramento do Crisma, num momento que assinala o encerramento de uma Visita Pastoral que envolveu as 37 paróquias do arciprestado e diversas instituições locais. A celebração incluirá ainda a designação dos Conselhos Pastorais Paroquiais e Interparoquiais das comunidades participantes.
A Biblioteca Pública de Braga continua a dinamizar o ciclo “Entender o Mundo, Construir Sentido”, uma iniciativa que reúne especialistas de diferentes áreas para promover a reflexão e o debate sobre temas centrais da sociedade contemporânea.
A próxima sessão realiza-se a 22 de junho e será dedicada ao tema “Humanidade e humanismo: procurar a paz em tempo de guerra”, propondo uma reflexão sobre a construção da paz, a dignidade humana e a responsabilidade coletiva perante os conflitos e a violência.
O ciclo encerra a 3 de julho com o encontro “A verdade como compromisso: ética e integridade no conhecimento”, centrado na importância da honestidade intelectual, da ética e da confiança na produção e partilha de informação.
As sessões são abertas ao público e pretendem criar espaços de diálogo, pensamento crítico e participação cidadã.
Pedro Sousa anunciou a sua recandidatura à presidência da concelhia de Braga do Partido Socialista, apresentando o manifesto “Um Só PS” para as eleições internas marcadas para 20 de junho.
O atual líder da estrutura local e vereador na Câmara Municipal de Braga defende uma maior coesão interna do partido, sublinhando a necessidade de uma orientação política comum entre militantes, dirigentes e eleitos.
Entre as prioridades para o próximo mandato, Pedro Sousa destaca a construção de uma oposição “construtiva e exigente”, centrada na apresentação de propostas para áreas como habitação, educação, cultura, mobilidade e ambiente.
A candidatura propõe ainda a criação de um fórum de reflexão com personalidades independentes ligadas a diversos setores da sociedade, com o objetivo de contribuir para a definição de estratégias para o futuro do concelho.
Pedro Sousa lidera o PS Braga desde 2022 e terá como adversário nas eleições internas o ex-vereador e antigo presidente da concelhia, Artur Feio.
A Junta de Freguesia de Covas do Barroso manifestou preocupação com os trabalhos de desmatação realizados pela Savannah Lithium na área abrangida pela servidão administrativa associada ao projeto da Mina do Barroso, alegando que as intervenções decorrem em período interdito pela Declaração de Impacte Ambiental (DIA) emitida em 2023.
Segundo a autarquia, a DIA favorável condicionada proíbe operações de desmatação entre 15 de março e 1 de setembro, por se tratar de um período sensível para a fauna local. Ainda assim, a Junta refere que os trabalhos tiveram início a 25 de maio, motivando a apresentação de queixas junto da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
A Savannah Lithium sustenta que as intervenções estão enquadradas numa declaração ambiental anterior, datada de 2005. No entanto, a Junta de Freguesia considera essa interpretação “infundada”, defendendo que o atual projeto apresenta características substancialmente diferentes e que, por isso, está sujeito às condições estabelecidas na DIA de 2023.
A autarquia critica ainda “a ausência de uma resposta célere por parte da APA”, considerando que “a falta de atuação da entidade fiscalizadora permitiu a continuidade dos trabalhos no terreno”.
No comunicado divulgado, a Junta reafirma a sua oposição ao projeto mineiro, acusando as entidades responsáveis de “falhas na fiscalização e acompanhamento ambiental”. Perante o que considera ser “a impossibilidade de garantir o cumprimento das condicionantes impostas”, defende a anulação “urgente” da Declaração de Impacte Ambiental da Mina do Barroso.
A atriz e encenadora Isabél Zuaa cancelou a apresentação do espetáculo Afro Sal.Oyá, que estava marcada para a noite de 11 de junho, no Centro Cultural Vila Flor, no âmbito dos Festivais Gil Vicente.
A decisão surge na sequência de alegações de violência e racismo feitas pela artista, relacionadas com uma situação ocorrida durante o processo de montagem do espetáculo.
Em comunicado, A Oficina lamentou o cancelamento da apresentação e garantiu que não tolera qualquer forma de racismo, sexismo ou assédio. A entidade revelou ter instaurado de imediato um processo interno de averiguação após a denúncia apresentada por Isabél Zuaa.
Segundo a cooperativa cultural, a investigação preliminar não identificou qualquer atitude, ato ou insinuação de natureza racial. Ainda assim, foi decidida a participação do caso ao Ministério Público, para que os factos possam ser apurados pelas autoridades competentes.
A Oficina manifestou ainda solidariedade para com todas as pessoas que se sentiram afetadas pela situação, reafirmando o compromisso com os princípios da igualdade, inclusão, respeito mútuo e dignidade humana.
O cancelamento do espetáculo gerou forte repercussão no meio cultural, ficando agora o esclarecimento dos acontecimentos dependente das averiguações em curso.
As barraquinhas para o São João de Braga já estão a ser instaladas na Avenida da Liberdade. A cidade já começa a ganhar forma para celebrar o santo popular.
A tradição das barracas, eliminada nos anos anteriores, voltará nesta edição das sanjoaninas, que decorrerão de 17 a 24 de junho.
O craps parece simples à distância: dois dados, uma aposta, um rolar rápido. Só que, no balcão verde da mesa, a coisa muda depressa. Quem observa o jogo por alguns minutos percebe que a tensão não está só no resultado do próximo lançamento, mas em cada fase do passe, das apostas no come-out até os pontos que ficam vivos depois. Para quem compara opções entre casinos online internacionais WhizzCasinos poker casino online, o detalhe das probabilidades pesa mais do que o brilho da mesa. E também aparece a dúvida sobre casinos online com licença Leadership.ng RTP, porque nem toda oferta trata o risco do mesmo jeito.
Como o craps muda de fase
No início da rodada, o come-out define o tom. Um 7 ou 11 paga logo para a aposta Pass Line; 2, 3 e 12 encerram a mão de modo seco. Os demais números viram ponto, e aí o jogo fica mais paciente. Um copo de café ao lado, uma ficha azul entre os dedos, e pronto: o jogador já está contando possibilidades sem nem perceber. Isso é o que torna o craps curioso. A mesma mesa, o mesmo par de dados, mas regras diferentes a cada etapa.
As probabilidades brutas dos dados são estáveis. Dois dados de seis faces geram 36 combinações possíveis. O 7 aparece em seis delas. Já o 2 e o 12 surgem só uma vez cada. O resto fica espalhado pelo meio. Parece apenas aritmética, mas essa distribuição manda no ritmo inteiro do jogo. E muda bastante quando a aposta deixa de olhar para o próximo lançamento e passa a esperar um número específico no ponto.
O peso real do ponto
Depois que um ponto é estabelecido, o jogador entra numa espera curta, mas carregada. Se o ponto for 4 ou 10, a casa tem vantagem maior do que em pontos como 6 ou 8. Isso acontece porque a frequência de combinação desses números varia muito. O 6 e o 8 podem sair com cinco combinações cada um. O 4 e o 10, só três. Parece pouca coisa. Mas em craps, pouca coisa é o bastante para mexer no resultado ao longo de muitas rodadas.
O campo visual da mesa ajuda a enganar. Há muitas apostas paralelas, luzes, nomes impressos em blocos estreitos, e o jogador acha que tudo vale quase o mesmo. Não vale. A aposta na Pass Line com odds atrás dela funciona de um jeito diferente das apostas de proposta, que pagam mais porque caem menos. Não é truque; é só a matemática aparecendo sem maquiagem. E ela aparece cedo, logo nos primeiros lançamentos, quando o jogador decide se quer ficar exposto por mais tempo ou procurar retornos rápidos.
A lógica das apostas de odds
As apostas de odds costumam confundir porque parecem um extra, mas na prática são a parte mais limpa da mesa. Depois que o ponto existe, elas pagam de acordo com a chance real do número cair antes de um 7. No 6 e 8, por exemplo, a relação já fica mais favorável ao apostador do que em 4 ou 10. O pagamento acompanha isso. Não há mágica. Só a sequência de combinações possíveis pressionando a conta final.
Aposta por aposta, sem fantasia
As apostas no field chamam atenção porque prometem ação imediata. Um giro, um resultado, um pagamento. Só que a aparente simplicidade esconde oscilações grandes entre versões da mesma aposta. Algumas pagam bem para números raros, outras seguram a margem da casa de forma mais apertada. O jogador que fica só no valor anunciado costuma perder de vista o que importa: a chance de cada face sair na mesa comum, não na tela bonita do layout.
Outro ponto é o efeito da repetição. O craps não cobra só o primeiro erro; ele cobra a paciência. Uma aposta com retorno pequeno, mas frequência alta, pode sobreviver melhor em sessões curtas. Já uma aposta muito paga, porém rara, cria aquele frio no estômago que parece divertido até o saldo começar a encolher. E, claro, os dados não lembram nada. Cada rolar é novo. O histórico fica no papel, não dentro do cubo.
Ler a mesa sem se enganar
Quem quer entender as chances reais precisa olhar menos para a promessa e mais para a sequência. Primeiro vêm as combinações dos dados. Depois, a fase da aposta. Depois, a regra de pagamento. Esse encaixe é o que define o valor esperado, não o barulho da mesa nem a pressa de fechar uma rodada. Em uma noite ruim, a mesa inteira pode parecer contra o jogador; em uma noite boa, até aposta ruim pode dar a impressão de ser inteligente.
O melhor jeito de pensar no craps é simples e meio frio: cada aposta compra uma posição em uma árvore de resultados. Algumas posições têm caminhos curtos. Outras dependem de muitos lançamentos e de um pouco de sorte com a ordem dos números. O fascínio está aí. Um dado cai na feltro, a mesa reage, e o jogo muda de cara sem pedir licença. A ficha continua imóvel por um segundo, antes de o próximo lançamento mexer tudo de novo.