O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Braga, deteve ontem um homem, de 32 anos, por incumprimento das medidas de coação impostas no âmbito de um processo por violência doméstica, no concelho de Braga.
No decorrer de diligências de patrulhamento e fiscalização nas imediações da residência da vítima, os militares da Guarda intercetaram o suspeito em violação das obrigações judiciais a que se encontrava sujeito, designadamente da proibição de se aproximar da habitação da vítima, sua progenitora, de 62 anos.
O detido foi presente no Tribunal Judicial de Braga, tendo-lhe sido reiteradas e mantidas a proibição de contacto com a vítima, por qualquer meio, direta ou indiretamente; a proibição de aproximação da vítima, da sua residência, local de trabalho ou outros locais de permanência, num raio de 500 metros; e o afastamento e proibição de permanência na residência comum.
O SC Braga recebe, no sábado, às 20:30, o Vitória SC, em jogo a contar para a 23.ª jornada da I Liga.
O Comando Distrital da PSP de Braga vai implementar um policiamento adaptado às circunstâncias, com o objetivo de garantir a ordem pública e as condições de segurança necessárias para a realização do jogo; proceder à regularização rodoviária nos eixos e artérias de acesso às imediações do estádio; garantir a segurança das equipas intervenientes no evento desportivo; e realizar a monitorização e acompanhamento dos adeptos das equipas envolvidas.
A PSP recomenda ainda a deslocação dos adeptos para o Estádio com a devida antecedência, de forma a evitar aglomerações de última hora; evitar levar objetos de valor assim como a guarda de objetos dentro dos veículos; não adotar comportamentos geradores de violência; e colaborar e acatar as indicações as ordens das forças policiais e dos ARD’s, para melhor conforto e segurança de todos.
O Município de Vila Nova de Famalicão promove, entre 1 de março e 2 de maio, a 19.ª edição do Festival de Teatro Amador Terras de Camilo, uma iniciativa que reafirma o compromisso com a valorização do teatro amador em torno do legado camiliano. Neste mês de março, o festival decorre maioritariamente no Auditório do Centro de Estudos Camilianos – Casa de Camilo, em São Miguel de Seide, mas também no Auditório António Gomes, em Avidos, reunindo companhias e grupos de diferentes pontos do país.
A abertura oficial está marcada para o dia 1 de março, às 16:00, em São Miguel de Seide, com a apresentação de “Fanny Owen”, pelo Bai’o Teatro, numa encenação de Ana Paula Pinto e Rafael Pereira. O espetáculo revisita o universo literário de Camilo Castelo Branco, evocando o seu bicentenário e cruzando literatura, emoção e história numa narrativa marcada por amores impossíveis e destinos trágicos.
Ao longo deste mês, o festival apresenta uma programação diversificada, que inclui comédias, teatro de marionetas, narrativas populares e espetáculos para diferentes públicos. Entre os destaques estão “Vilma, uma comédia musicada em tempos de guerra”, pelo Grupo Casca de Nós, no Dia Internacional da Mulher, “Barro dos Diabos”, pelo Teatro de Balugas, e “Leandro, Rei da Helíria”, pelo Orfeão da Madalena, no Dia do Teatro Amador.
O Dia Mundial do Teatro, assinalado a 27 de março, contará com dois espetáculos: “Bzzzoira Moira”, pelo Teatro e Marionetas de Mandrágora, e “Alistados à Força”, pelos Plebeus Avintenses. O programa integra ainda produções como “A Adega do Mateus”, pelo Greculeme, e “A Viúva… quase casou”, pela URATE, entre outras propostas que evidenciam a vitalidade e criatividade do movimento teatral amador.
Paralelamente, realizam-se oficinas de teatro “Arte e Liberdade”, orientadas pela professora Ana Azevedo, promovendo a formação, a participação e o envolvimento da comunidade.
Organizado pelo Município de Vila Nova de Famalicão, em coorganização com o GRUTACA – Grupo de Teatro Amador Camiliano, o Festival de Teatro Amador Terras de Camilo afirma-se como um dos mais relevantes encontros dedicados ao teatro amador, contribuindo para a preservação da memória camiliana e para o fortalecimento da identidade cultural famalicense.
A PSP deteve um homem, de 39 anos, em Braga, referenciados por vários crimes. Segundo a Polícia, o suspeito manteve uma “atitude agressiva” quando foi abordado e acabou mesmo por agredir um polícia.
“No decorrer de uma ação de policiamento de prevenção e combate à criminalidade, os Polícias avistaram um indivíduo a circular numa viatura que apresentava comportamento suspeito. Neste seguimento, a PSP procedeu à abordagem do suspeito, um cidadão de 39 anos de idade, o qual manteve uma atitude agressiva, vindo a agredir um dos Polícias”, afirmou o Comando Distrital de Braga.
Durante a intervenção policial, a PSP ainda verificou que o referido indivíduo “não possuía qualquer documento que o habilitasse ao exercício da condução”.
“No decurso das diligências efetuadas, foi possível igualmente apurar que a viatura em que circulava havia sido furtada, contendo no seu interior diverso material suspeito de proveniência ilícita. Refira-se, ainda, que o suspeito encontra-se referenciado pela prática de diversos crimes”, acrescentou.
O indivíduo foi detido, sendo presente junto à Autoridade Judiciária competente.
Rui Rocha chegou à política local bracarense com um nível de visibilidade pouco comum. Poucos meses antes das últimas eleições autárquicas, tinha sido candidato a primeiro-ministro, presença frequente em debates televisivos e entrevistas em horário nobre, o que lhe conferia uma notoriedade rara numa eleição em Braga. Era, por isso, um candidato que partia com uma vantagem evidente em termos de reconhecimento público.
Contudo, a democracia não se decide em estúdios nem em tempo de antena. Decide-se nas urnas. E os votos acabaram por mostrar algo simples: a projeção nacional não garantiu uma força local equivalente. A imagem de “líder nacional” não se traduziu automaticamente em implantação política na cidade, e o resultado ficou aquém das expectativas que naturalmente se criaram em torno de uma candidatura com tamanha visibilidade.
Após esse desfecho, muitos esperariam uma oposição firme, exigente e focada na análise dos problemas concretos da cidade, através do escrutínio rigoroso, do estudo dos dossiers e da apresentação de alternativas. Esse é, aliás, o papel mais difícil e também o mais relevante numa democracia local. No entanto, Rui Rocha optou recentemente por um caminho diferente ao lançar um “concurso do melhor buraco de Braga”. É uma queda de patamar difícil de ignorar: um protagonista de palco nacional reduzir a intervenção política a “trends” nas redes sociais, pouco compatíveis com a responsabilidade de servir a cidade.
A iniciativa, mais próxima de uma manobra de marketing político do que de fiscalização substantiva, levanta uma questão legítima sobre o tipo de contributo político que melhor serve a cidade. É evidente que existem buracos nas estradas, uma realidade que qualquer pessoa que circule diariamente em Braga conhece bem. Mas também não é uma surpresa. As semanas de chuva intensa e intempéries agravaram o desgaste das infraestruturas rodoviárias em muitos municípios portugueses, Braga incluída.
Importa ainda enquadrar um dado essencial que nem sempre surge com clareza no debate público: o atual Presidente da Câmara está em funções há pouco mais de 100 dias. Num contexto meteorológico adverso e persistente, muitas intervenções assumem caráter necessariamente provisório, destinadas a mitigar riscos e danos enquanto as condições não permitem obras estruturais duradouras. Qualquer pessoa compreende que, não sendo as intervenções desejáveis, são as intervenções possíveis. Não se trata de retórica política, trata-se de uma condicionante técnica evidente.
A política séria faz-se precisamente neste plano menos visível e menos mediático. Exige levantamento técnico das zonas críticas, definição de prioridades, planeamento de intervenções, critérios claros de investimento e soluções que previnam a repetição dos problemas, desde sistemas de drenagem adequados ao reforço das bases do pavimento. Se o objetivo é fiscalizar, então esse deveria ser o centro do debate: que alternativas são propostas, que prioridades são defendidas e como seriam executadas.
Porque chamar a atenção para um problema é fácil; resolver é substancialmente mais exigente.
Entretanto, foi já assumida a preparação de um plano abrangente de requalificação da rede viária, destinado a intervir de forma sistemática assim que as condições meteorológicas permitirem intervenções estruturais consistentes. Esse é o caminho menos ruidoso, mas o verdadeiramente transformador.
Há ainda uma nota politicamente curiosa que merece registo. Em mais do que uma ocasião, a Iniciativa Liberal em Braga tem surgido alinhada com posições do Partido Socialista em votações e entendimentos pontuais. Nada de ilegítimo na dinâmica democrática, mas a coerência política continua a ser um fator relevante para a confiança dos eleitores, sobretudo quando o discurso público assenta na ideia de renovação.
Quem governa decide, executa, corrige e enfrenta a complexidade inevitável de gerir uma cidade. Já a oposição, que não tem de concordar, tem pelo menos a responsabilidade de contribuir para um debate público útil e à altura dos desafios.
Porque na política local, mais importante do que apontar buracos é mostrar como se constroem caminhos.
A ADICA – Associação de Defesa do Idoso e Crianças de Arentim, em Braga, volta a servir pizza e pão com chouriço no próximo sábado, 21 de fevereiro, para apoiar a construção do lar na freguesia.
Estas iguarias serão confeccionadas na Estação de Arentim a partir das 15:30.
“Este sábado as nossas pizzas e o melhor pão com chouriço estão de volta! Aproveite o sol e venha buscar a sua pizza e um belo pão com chouriço para animar o seu dia e ainda nos ajuda na construção do novo lar! Faça já a sua encomenda! Juntos por um futuro melhor!”, convidou a ADICA.
As encomendas podem ser feitas para o número 919 221 501.
Celebra-se esta sexta-feira, 20 de fevereiro, o Dia dos Pastorinhos de Fátima.
Os videntes tiveram a visita de Nossa Senhora pela primeira vez a 13 de maio de 1917 na Cova da Iria, em Fátima, e hoje, o Santuário de Fátima é considerado um dos santuários marianos mais visitados de todo o mundo.
Os túmulos de Lúcia, Francisco e Jacinta encontram-se na Basílica de Nossa Senhora do Rosário.
A Junta de Freguesia de São Vicente, em Braga, vai promover uma caminhada solidária a 8 de março, Dia da Mulher.
A iniciativa terá uma duração de uma hora e tem como objetivo apoiar a Associação Correr Por Quem Não Pode Gritar com a totalidade do valor angariado.
“Esta é uma iniciativa solidária que alia atividade física, convívio e uma causa de enorme importância social. No Dia Internacional da Mulher, caminhamospor quem mais precisa de voz, apoio e proteção.Contamos com a participação de toda a comunidade vicentina, vamos dar passos que fazem a diferença”, convidou o Executivo da Junta.
Para mais informações, consulte a página da Junta de Freguesia de São Vicente aqui.