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Centro de Vila Verde com trânsito cortado para poda de árvores

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© CM Vila Verde
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Oo eixo central da estrada nacional que atravessa o centro de Vila Verde vai ficar condicionado ao trânsito rodoviário a partir das 07:00 de amanhã, devido à poda das árvores.

Segundo informação dos serviços municipais, “serão sinalizadas alternativas à circulação rodoviária para veículos ligeiros e pesados, sendo que a EN101 ficará totalmente cortada ao trânsito em determinados troços onde estiverem a decorrer as ações de poda”.

Os veículos pesados serão encaminhados para as vias circulares à sede do concelho. Aos veículos ligeiros será dada a possibilidade de recurso aos arruamentos laterais à EN101.

O condicionamento da estrada central ao tráfego rodoviário vai manter-se até que seja terminada a operação de poda das árvores que ladeiam a via, desde a Praça de Santo António até ao cruzamento da Casa do Conhecimento.

Ao longo deste período, o desvio de pesados será assegurado pelas alternativas da Avenida Mesquita Gavião, Rua Eng. Adelino Amaro da Costa, Rua Luís Vaz de Camões e Av. Abade Priscos no sentido Sul-Norte. E pela Avenida Doutor António Ribeiro Guimarães no sentido Norte-Sul.

Continente vende bilhetes para os jogos da Seleção Feminina para o Mundial 2027

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© Seleções de Portugal
© Seleções de Portugal

Os bilhetes para os próximos jogos da Seleção Nacional Feminina de Futebol, a contar para a Qualificação para o Mundial 2027, já se encontram à venda na App Continente e nas lojas aderentes, com condições especiais para toda a gente.

O primeiro encontro 1xbet terá lugar no próximo dia 3 de março, frente à Finlândia, no Estádio do Futebol Clube de Vizela, com pontapé de saída marcado para as 18:45, e o segundo jogo realiza-se a 7 de março, frente à Eslováquia, no Estádio Cidade de Barcelos, com início às 16:00.

Para ambos os jogos, os bilhetes estão disponíveis no valor de 5 euros, com 50% de desconto em Cartão Continente. Como já é tradição, os utilizadores do Cartão Continente mantêm as suas vantagens e podem adquirir até 4 bilhetes por cartão, com um limite de 2 cartões por pessoa.

Famalicão inaugura renovada sede dos Escuteiros de Oliveira Santa Maria

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© CM Famalicão
© CM Famalicão

Foi inaugurada, este domingo, a renovada e ampliada sede do Agrupamento 442 de Oliveira Santa Maria, em Famalicão.

A intervenção, que contou com um apoio municipal na ordem dos 105 mil euros, visa “proporcionar melhores condições às atividades desenvolvidas pelos cerca de 80 famalicenses que integram este agrupamento de escuteiros”.

O momento contou com a presença do presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, bem como do presidente da Junta de Freguesia, António Pereira, e do vereador das Freguesias, Augusto Lima.

Na inauguração, Mário Passos destacou “a importância social do projeto e o papel das instituições que formam as novas gerações”. “Este espaço traduz o nosso compromisso com as pessoas e com as instituições que contribuem diariamente para a formação dos nossos jovens. Com esta intervenção, estamos a valorizar e a dar ainda mais vida ao excelente trabalho que o agrupamento tem vindo a desenvolver na comunidade ao longo de mais de meio século”, sublinhou o edil.

A sede do Agrupamento 442 de Oliveira Santa Maria, que se prepara para assinalar 55 anos de existência no próximo ano, funciona desde 2017 na antiga Escola Primária do Mosteiro.

Doenças Hepáticas Raras: desafios invisíveis que exigem atenção especializada

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© Verónica Gamelas
© Verónica Gamelas

O fígado é um órgão com múltiplas e diferentes funções, entre elas: a síntese de proteínas, lípidos e hidratos de carbono; o armazenamento e libertação de hidratos de carbono na circulação, permitindo manter estáveis os níveis de açúcar no sangue; a síntese de ácidos biliares, para a produção de bílis; destoxificação, convertendo produtos tóxicos noutros passiveis de ser excretados; e ainda uma importante função imunológica, contribuindo no combate a infeções.

O reconhecimento precoce das doenças hepáticas é fundamental para podermos tratá-las atempadamente e proteger as funções (vitais!) deste órgão nobre.

Algumas dessas doenças, as mais frequentes, são amplamente conhecidas, mais ativamente procuradas, e por isso mais prontamente diagnosticadas e tratadas. São exemplos a infeçao pelos vírus da hepatite B e C, a doença hepática alcoólica e metabólica (fígado gordo).

Outras, no entanto, são raras, menos conhecidas pelos clínicos, não procuradas ativamente e, por isso, de diagnóstico mais difícil e tardio, atrasando o início de tratamento especializado. É neste último grupo que nos focamos, a propósito do Dia Mundial das Doenças Raras, que se assinala a 28 de fevereiro.

As doenças hepáticas raras correspondem a um grupo heterogéneo de patologias que afetam o fígado e que, de acordo com a definição europeia, apresentam uma prevalência inferior a um caso por cada duas mil pessoas.

Entre estas, destacam-se as doenças metabólicas: são doenças genéticas, hereditárias, que ocorrem por defeitos em diferentes vias do metabolismo e afetam diferentes sistemas de órgãos, além do fígado.

As doenças metabólicas que mais frequentemente causam doença na idade adulta são a hemocromatose hereditária, a doença de Wilson e o défice de alfa-1-antitripsina. A  hemocromatose hereditária ocorre por alteração do metabolismo do ferro, que se acumula nos diferentes órgãos. Caracteriza-se por doença hepática, diabetes (por deposição de ferro no pâncreas), doença cardíaca, doença das articulações, aspecto bronzeado da pele.  A doença de Wilson decorre de um defeito no metabolismo do cobre, que se deposita principalmente no fígado e no sistema nervoso central. Assim, para além da doença hepática, os doentes podem apresentar-se com alterações do comportamento, do movimento e da fala. O défice de alfa-1-antripsina, ocorre por uma mutação que resulta na produção dessa proteína num formato anómalo. A acumulação da proteína alterada no fígado leva a ocorrência da doença hepática e a sua falta no pulmão leva ao aparecimento precoce de doença pulmonar.

Existem muitas outras doenças metabólicas, a maioria das quais se manifesta na infância, frequentemente com um quadro de má progressão estaturo-ponderal, podendo ainda ocorrer, consoante as vias do metabolismo envolvidas, hipoglicémias (por incapacidade de armazenar e libertar açúcar no sangue), alterações neurológicas (pelas hipoglicemias ou por acumulação de compostos metabólicos tóxicos), colestase (por acumulação de ácidos biliares, que não são usados para produzir bílis e se acumulam, conferindo coloração amarela à pele, cor escura da urina e prurido).

Além das doenças metabólicas, existem outras, que envolvem sobretudo mecanismos de autoimunidade e se manifestam mais frequentemente na idade adulta. São exemplos a colangite biliar primária e colangite esclerosante primária: doenças causadas por inflamação das vias biliares e que impedem o normal fluxo de ácidos biliares, levando à ocorrência de colestase.

A maioria destas doenças, por terem natureza genética ou autoimune, não apresentam cura. Contudo, desde que adequadamente diagnosticadas, para muitas delas existem tratamentos que permitem que se mantenham controladas, sem progressão, e permitindo levar uma vida normal (por exemplo, através do controlo dos níveis de ferro na hemocromatose ou dos níveis de cobre na doença de Wilson).

Quando a progressão não pode ser evitada, os doentes podem desenvolver doença hepática aguda ou terminal. Nestes casos, o transplante hepático poderá ser a única opção.

Embora nem sempre seja possível prevenir o aparecimento das doenças hepáticas raras, o diagnóstico precoce assume um papel central na melhoria do prognóstico. Em determinadas situações, o rastreio familiar permite identificar portadores assintomáticos ou doentes em fases iniciais, possibilitando uma vigilância adequada e a intervenção antes do surgimento de complicações irreversíveis. A literacia em saúde e a sensibilização da população para estas patologias contribuem igualmente para uma procura mais precoce de cuidados médicos.

Assinalar o Dia Mundial das Doenças Raras é, acima de tudo, uma oportunidade para reforçar que a raridade não deve significar invisibilidade.

Braga: Tenões vai servir Papas de Sarrabulho a 8 de março

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© Paróquia de Tenões

A Comissão de Festas de Santa Eulália e São José, de Tenões, Braga, está a convidar a população a saborear papas de sarrabulho no dia 8 de março, em regime take-away.

As encomendas poderão ser efetuadas através dos contactos: 964 750 999 e 917 856 026.

Iniciativa Liberal questiona Governo sobre ação da PSP no SC Braga – Vitória SC

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© IL / SC Braga
© IL / SC Braga

Rui Rocha afirmou que o Grupo Parlamentar da Iniciativa Liberal vai dar entrada na Assembleia da República de um requerimento com um conjunto de perguntas dirigidas ao Ministério da Administração Interna sobre as circunstâncias que levaram a PSP a impedir a exibição na bancada de uma tela preparada pelos adeptos do SC Braga, no passado sábado.

Num vídeo publicado nas redes sociais, Rui Rocha, deputado à Assembleia da República e vereador na Câmara Municipal de Braga, realça que “as forças da ordem devem ser defendidas sempre que atuam dentro dos limites da lei”, mas sublinhou também “a intransigência da Iniciativa Liberal na defesa da Liberdade de Expressão”.

Rui Rocha salienta ainda que “esta questão se coloca independentemente do Estádio ou dos adeptos em causa”. “É um problema de eventual violação da Liberdade de Expressão que seria levantado independentemente do local onde tivessem ocorrido os factos”, salienta.

No requerimento, salienta-se que “não estavam em questão mensagens ou comportamentos violentos por parte dos adeptos e são formuladas questões relativas ao fundamento para que a PSP tivesse impedido a exibição da coreografia em causa, aos riscos identificados e ao histórico de decisões semelhantes”.

O deputado e vereador esclareceu ainda que, em função das respostas, tem intenção de “desencadear as ações que se revelarem adequadas aos factos apurados”.

Iolanda Guimarães apresenta projeto inovador com podcast ilustrado

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© Iolanda Guimarães
© Iolanda Guimarães

A ilustradora Iolanda Guimarães vai apresentar o (POD)ilustrar, um novo projeto autoral que propõe uma abordagem inovadora ao formato podcast: um podcast ilustrado, totalmente visual e escrito, onde não há som — há leitura, imagem e interpretação gráfica da conversa.

De acordo com a autora, “o projeto nasce de entrevistas e diálogos reais que são posteriormente transformados em narrativas visuais compostas por texto, ilustração e pequenos momentos animados. Cada episódio constrói-se a partir da voz e da experiência do convidado, mas ganha forma através do desenho, aproximando-se da linguagem da banda desenhada e do diário visual”.

Iolanda Guimarães reforça que “os convidados vêm de diferentes áreas — artistas, escritores, neurocientistas, caras conhecidas da sociedade e pessoas que fazem parte da minha vida — criando um conjunto plural de perspetivas, memórias e visões do mundo. O objetivo é preservar a essência da conversa e transformá-la numa experiência de leitura visual, pensada para ser fruída com tempo e atenção. Com o ‘(POD)ilustrar)’, procuro explorar novas formas de narrativa digital, cruzando entrevista, ilustração e movimento, e contribuindo para a reflexão sobre como as histórias podem ser contadas, registadas e perpetuadas visualmente”.

O primeiro episódio vai estrear no domingo, 1 de março, no Instagram oficial do projeto. A partir da estreia, os episódios terão periodicidade bimestral.

Autoridades vão fiscalizar uso de telemóvel durante a condução em Braga

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© GNR
© GNR

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública lançam, amanhã, dia 24 de fevereiro, no distrito de Braga, a Campanha de Segurança Rodoviária “Ligue-se à vida – Não ao telemóvel”, integrada no PNF – 2026. Até 2 de março, as ações estendem-se também aos distritos de Santarém e Aveiro.

A campanha visa sensibilizar os condutores, para os riscos associados à utilização do telemóvel, durante a condução, a qual aumenta em quatro vezes o risco de acidente, provocando um atraso no tempo de reação a situações imprevistas, superior ao efeito de uma Taxa de Álcool no Sangue (TAS) de 0,8 g/l.

“A evidência mostra ainda que, a uma velocidade de 50 km/h, desviar o olhar para o telemóvel, durante apenas três (3) segundos, corresponde a percorrer cerca de 42 metros sem ver a estrada — o equivalente ao comprimento de uma fila de 10 carros. Entre 1 de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2025, a distração ao volante — na qual se inclui o uso do telemóvel — esteve na origem de 12.215 acidentes em que se apurou que, pelo menos, um dos condutores circulava distraído. Para além de colocar em risco a própria vida e a de terceiros, a utilização do telemóvel ao volante implica penalizações, designadamente: coima de 250 € a 1.250 €; perda de três pontos na carta de condução; e inibição de conduzir por um período de um a 12 meses”, refere a GNR

Com o propósito de contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros, por parte dos condutores, no que respeita à utilização do telemóvel durante a condução, a campanha integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, nas regiões autónomas; e operações de fiscalização pela GNR e pela PSP, com enfoque especial em vias de maior intensidade de tráfego.

As ações de sensibilização da ANSR decorrem em simultâneo com as operações de fiscalização das Forças de Segurança, nas seguintes datas, horários e localidades:

A ANSR, a GNR e a PSP recordam que “a utilização do telemóvel, durante a condução, aumenta em quatro vezes o risco de acidente; a 50 km/h, olhar para o telemóvel, durante 3 segundos, corresponde a conduzir uma distância de 42 metros, com os olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros; utilizar o telemóvel, durante a condução, provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas, superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/l; delsigue o telemóvel, ligue-se à vida”.

Esta é a segunda de um total de 11 campanhas, previstas no âmbito do PNF de 2026, a desenvolver até novembro, combinando ações de sensibilização e de fiscalização em todo o território nacional.

Póvoa de Lanhoso esterilizou 825 animais desde maio de 2022

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

Desde o início da campanha, em maio de 2022, já foram esterilizados 825 animais de companhia, no concelho da Póvoa de Lanhoso.

“A esterilização dos animais constitui o método de eleição no combate à sobrepopulação canina e felina. A este facto, juntam-se inúmeros benefícios para a saúde dos animais”, refere a Câmara da Póvoa de Lanhoso.

Partindo desta realidade, o Município da Póvoa de Lanhoso, em colaboração com associações (CAPA – Clube de Adoção e Proteção de Animais, Movimentos Gatos de Rua e Bigodes de Ouro), iniciou este processo de controlo da natalidade de cães e gatos que permitiu que, numa primeira fase, fossem abrangidos os animais de rua. Um segundo momento destinou-se a cães e gatos com donos, podendo estes beneficiar de esterilizações a preços mais reduzidos.

Esta campanha continua a decorrer e as pessoas interessadas devem dirigir-se à respetiva Junta de Freguesia ou aos serviços veterinários municipais.

Estes números, provenientes dos Serviços Veterinários Municipais da Póvoa de Lanhoso, juntam-se aos referentes à campanha de vacinação antirrábica e identificação eletrónica, realizada, em 2025, em cooperação com a Direção Geral da Alimentação e Veterinária, que permitiu vacinar cerca de 481 animais e identificar, com microchip, 242 animais.

No ano passado, foi ainda possível restituir aos donos 20 animais que se encontravam perdidos, bem como encaminhar para adoção 20 canídeos. Foram ainda realizadas 54 transferências de titularidade.

Atualmente, existem mais de 14.000 animais de companhia da Póvoa de Lanhoso registados no SIAC – Sistema de Informação de Animais de Companhia.

Quercus quer que portugueses saibam para que fins é usada a água armazenada nas barragens

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© Portugal visto do Céu
Barragem da Caniçada © Portugal visto do Céu

A Quercus quer que os portugueses saibam, a cada mês, para que fins é usada a água armazenada nas barragens.

“As intempéries ocorridas em Portugal provocaram graves danos a muitos portugueses, com os quais a Quercus está solidária. No entanto, a sequência anómala de tempestades que assolou o país proporcionou também uma acumulação de riqueza hídrica nas barragens nacionais, que estão atualmente nos seus níveis máximos de armazenamento de água. Este é um facto absolutamente extraordinário num país que tem sido crescentemente vulnerável à escassez de água. Por isso, é fundamental garantir aos portugueses que esta abundância hídrica é utilizada de forma eficiente”, refere a Quercus.

Para tal, a Quercus instou a Agência Portuguesa do Ambiente a ir “mais além da informação disponibilizada no portal oficial sobre a monitorização das albufeiras”, passando a tornar públicos, com uma periodicidade mensal, qual a duração prevista do armazenamento de água: projetar e anunciar qual o período temporal assegurado pelas disponibilidades hídricas, em meses ou anos, para fazer face a situações de seca extrema (mesmo não chovendo); e a percentagem de água utilizada por setor e por barragem, complementando os boletins semanais e a informação no portal Info Água com a água utilizada para consumo humano em cada barragem; Água utilizada para a indústria em cada barragem; a água utilizada para a agricultura em cada barragem, de modo a responder às necessidades de rega mesmo em épocas de seca extrema; e a água utilizada para a produção de energia hidroelétrica em cada barragem: enquanto principais beneficiárias das cheias recentes (produção de energia hídrica aumentou 17,8% desde o início do ano), as empresas produtoras de energia podem e devem contribuir para o fundo público de apoio a futuras catástrofes já anunciado pelo Governo, através de uma sobretaxa correspondente a uma percentagem dos lucros extraordinários desta atividade.

A disponibilização pública e periódica desta informação é, para a Quercus, uma “oportunidade única” para verificar e fiscalizar os consumos e usos de todos os setores, bem como as suas ineficiências setoriais; a ferir as potenciais perdas ambientais e económicas por não medição; contabilizar as potenciais perdas indevidas de receitas; identificar oportunidades de melhoria e todos os elementos necessários para se efetuar uma gestão eficiente da água em Portugal; e garantir transparência na gestão de um bem essencial ao país, assegurando que a monitorização pormenorizada dos seus usos por barragem é pública.

A presidente da Quercus, Alexandra Azevedo, lançou o desafio à APA “para reativar o Conselho Nacional da Água, parado há 3 anos, com a marcação de um plenário com especialistas, com caráter de urgência, para ser discutida a gestão da água em Portugal”.