A secção de natação do SC Braga venceu 117 medalhas no Torneio de Inverno de Natação, que decorreu este fim de semana, em Arcos de Valdevez.
As equipas do SC Braga, nos escalões de Infantis e Absolutos, terminaram a competição em 1.º lugar no medalheiro geral, onde arrecadaram 73 medalhas de ouro, 32 de prata e 12 de bronze.
Na competição masculina, venceram 47 medalhas de ouro, 24 de prata e nove de bronze, enquanto na competição feminina o SC Braga arrecadou 26 medalhas de ouro, oito de prata e três de bronze.
O Bar Académico de Braga vai reabrir em fevereiro. A notícia foi avançada por Luís Guedes, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUMinho), na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais para o mandato de 2026.
Luís Azevedo, sócio do SC Braga, morreu este sábado após ter sofrido um enfarte na final da Taça da Liga, frente ao Vitória SC, em Leiria. Tinha 65 anos.
A sua morte gerou uma onda de consternação na cidade de Braga. “O SC Braga manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Luís Azevedo, Sócio do Clube que faleceu, este sábado em Leiria, na sequência de um ataque cardíaco. O Clube endereça a toda a família e amigos as mais sentidas condolências”, pode ler-se numa nota publicada no site do clube bracarense.
Também o Vitória SC emitiu uma nota de pesar pela morte de Luís Azevedo. “O Vitória Sport Clube manifesta o seu profundo pesar pelo falecimento de Luís Azevedo, sócio do SC Braga, que faleceu em Leiria na noite do passado sábado na sequência de uma paragem cardiorrespiratória sofria durante o jogo da final da Taça da Liga. Neste momento de profunda tristeza, o Vitória Sport Clube presta solidariedade e endereça os mais sentidos pêsames à família e aos amigos, assim como a todo o universo do SC Braga”, refere o comunicado.
São várias as mensagens de pesar pela partida inesperada de Luíz Azevedo, incluindo da Liga Portugal, da AF Braga e do Hóquei Clube de Braga.
Luís Azevedo sentiu-se mal na final da Taça da Liga, troféu vencido pelo Vitória SC.
Celebra-se hoje, dia 11 de janeiro, o Batismo de Jesus Cristo. O Senhor foi batizado no rio Jordão pelo seu primo São João Batista e nesse momento, o Espírito Santo desceu como pomba e a voz de Deus declarou Jesus como Seu Filho amado.
A Igreja festeja o batismo do Senhor Jesus e com Ele os católicos festejam o batismo de cada um.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou o distrito de Braga sob aviso amarelo por causa da previsão de chuva e vento forte.
O aviso entra em vigor a partir das 18:00 de segunda-feira até às 09:00 de terça, esperando-se precipitação, por vezes forte, e vento com rajada até 70 km/h.
As temperaturas máximas vão variar entre os 13º e os 15º e as mínimas entre os 5º e os 11º.
Um adepto do SC Braga sofreu um enfarte após a final da Taça da Liga, frente ao Vitória SC, no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria. Tinha 65 anos.
De acordo com a CNN Portugal, o homem sentiu-se mal, ficou inconsciente e entrou em paragem cardiorrespiratória. Foi assistido no local e transportado para o hospital, mas o óbito acabou por ser declarado na unidade hospitalar.
O Vitória SC venceu a Taça da Liga após bater o SC Braga por 2-1, na final, que decorreu no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.
Mario Dorgeles (17′) inaugurou o marcador com uma obra de arte ao bater um livre com o pé esquerdo para o fundo das redes sem hipótese alguma para Charles.
O SC Braga teve maior posse de bola nos primeiros 30 minutos com Dorgeles a conseguir quase o bis perto do intervalo.
Aos 59’, Vítor Carvalho tocou a bola com a mão no interior da grande área. Samu marcou e igualou a partida. Ndoye fez o segundo aos 83 minutos.
Os Gverreiros do Minho perderam a oportunidade de empatar a partida com um penálti aos 90+11, desperdiçada por Zalazar.
Uma doente oncológica em fase terminal teve de ficar no chão das urgências do Hospital de Coimbra por falta de macas, na quinta-feira. O relato foi feito pelo filho da utente.
Segundo João Gaspar, as dores da mãe eram “insuportáveis”. “Vi a minha mãe, doente oncológica em fase terminal, deitada no chão de um hospital português. A minha mãe tem um cancro generalizado na zona abdominal. Faz quimioterapia, vive com dores constantes, tem bolsa de urina e saco para as fezes. Não consegue andar sozinha nem permanecer sentada por muito tempo. Ainda assim, ontem foi tratada como se fosse apenas mais um corpo à espera. As dores eram insuportáveis”, disse.
O filho da utente afirma ter ligado para a Saúde 24, mas “ninguém atendeu”. “Liguei para o 112, disseram que iam enviar uma ambulância. Vinte minutos depois voltaram a ligar para dizer que não havia ambulâncias disponíveis e que teríamos de aguardar por tempo indeterminado. Tempo indeterminado quando uma pessoa grita de dores. Não tivemos alternativa. Colocámos a minha mãe no carro para a levar às urgências. Avisei que estava a chegar com uma doente grave, antecipando o problema que é chegar à entrada das urgências com um carro particular. Disseram-me apenas para falar com a polícia à entrada. Chegámos com a minha mãe deitada no banco de trás do carro, porque não conseguia sentar-se. Não havia macas disponíveis. Disseram-nos para usar uma cadeira de rodas. Ela não aguentava. Pedi uma maca. Disseram-me que teria de ser eu a ir buscar. Não havia”, refere João Gaspar.
O filho, juntamente com outro familiar, foram obrigados a transportar a doente para dentro do hospital. “Numa sala cheia de profissionais, ninguém tinha uma solução. A minha mãe gritava de dores. Ouvi dizer que ‘todos ali estavam mal’, como se a dor fosse igual, como se o sofrimento fosse indiferenciado. Sem maca e sem alternativa, deitámos a minha mãe no chão, sobre uma manta trazida por nós. No chão de um hospital, em 2026. Houve quem criticasse a decisão, não para ajudar, mas para apontar o dedo”, lamenta.
João Gaspar conta após aperceberem-se que a situação estaria a ser registada em imagem é que “alguém começou a agir”.” Depois disso, tudo aconteceu como devia ter acontecido desde o início. Foi-lhe administrada morfina, duas vezes. Recebeu soro. Foram feitos exames. Os meios existiam”, afirma, apontando que “faltou foi humanidade”.
“Neste mesmo período, pessoas morreram em Portugal à espera de ambulância. Vivemos um momento em que a falta de organização empurra famílias para decisões impossíveis e transforma hospitais em locais de sobrevivência emocional. Esta carta não é contra profissionais de saúde. É contra um sistema que permite que uma doente oncológica terminal fique no chão”, finalizou João Gaspar.
O Município de Valença aprovou o Regime de Incentivos Municipais para 2026, consolidando o concelho como um dos territórios fiscalmente “mais atrativos de Portugal para viver, investir e empreender”.
Famílias e empresas beneficiam de um dos pacotes de incentivos municipais mais competitivos do país.
“Este conjunto de medidas traduz-se num forte alívio fiscal para as famílias e num claro estímulo à competitividade empresarial, reforçando a atratividade de Valença como destino de investimento sustentável e de fixação de novos residentes”, refere a Câmara Municipal.
Valença vai praticar a mais baixa taxa de IMI permitida por lei, 0,3% nos prédios urbanos e 0,8% nos prédios rústicos. A esta medida soma-se o IMI Familiar, com reduções diretas no imposto a pagar: 30 euros para famílias com 1 dependente, 70 euros para famílias com 2 dependentes, 140 euros para famílias com 3 ou mais dependentes.
Além disso, o Município mantém a devolução total da participação municipal no IRS, correspondendo a uma bonificação de 5%, o máximo permitido por lei. Na prática, Valença devolve às famílias 100% do IRS que lhe caberia, reforçando o compromisso com o rendimento disponível e a qualidade de vida.
No plano económico, o Executivo Municipal mantém uma Taxa de Derrama reduzida, criando condições favoráveis para o crescimento das empresas e a atração de novos investimentos. Os valores situam-se nos 0,5% para empresas com volume de negócios até 150 mil euros e 1,5% para empresas com volume de negócios superior a 150 mil euros.
Esta política fiscal assume-se como “um fator decisivo de competitividade, especialmente relevante para pequenas e médias empresas, startups e projetos de expansão empresarial”.
Para o presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, “este regime de incentivos é um sinal claro que damos à sociedade: Valença é uma excelente terra para viver, trabalhar e investir, reunindo condições fiscais, estratégicas e humanas para acolher novos projetos e novas famílias”.