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Funcionários das creches e jardins de infância de Braga vão ser testados à Covid-19

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O Município de Braga, em parceria com a Segurança Social e o ACES, irá realizar ao longo dos próximos dias uma operação de rastreio e despistagem a todos os funcionários e colaboradores de creches e jardins de infância do concelho de Braga, realizando mais de 1200 testes à Covid-19.

Serão testados, ao longo desta semana, todos os cerca de 650 funcionários e colaboradores das creches do concelho, que segundo orientações do Governo, deverão abrir portas no próximo dia 18 de maio.

Também os funcionários e colaboradores dos jardins de infância serão testados à Covid-19, a partir da próxima semana, num total de cerca de 570 profissionais testados.

Em comunicado, o Município de Braga “expressa a sua gratidão pelo empenho do ACES Braga neste processo de rastreio a todo este universo de mais de 1200 profissionais, nos quais se incluem valências não abrangidas pela Segurança Social, dando, assim, prossecução ao rastreio integral de todos os profissionais da primeira infância de Braga”.

Manual de Apoio às creches e jardins de infância

Em articulação com o Hospital de Braga e o ACES, o Município de Braga distribuirá um Manual de Apoio e Procedimentos para creches e jardins de infância em contexto de Covid-19.

Trata-se de um manual que tem como principal objetivo orientar os profissionais destas instituições de educação infantil nos novos procedimentos em contexto da pandemia, para que estes estabelecimentos de ensino possam abrir portas, nas datas emanadas pelos despachos do Governo, em condições de segurança e com todos os procedimentos aprovados pelas entidades de Saúde Pública.

UMinho em estudo mundial para perceber efeitos da pandemia na saúde da população

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Universidade do Minho

A Universidade do Minho é a entidade portuguesa parceira de um dos maiores estudos de avaliação do impacto da Covid-19 na saúde da população mundial.

O trabalho pretende ajudar a identificar os efeitos e os fatores que influenciam o impacto da Covid-19 no bem-estar físico e mental da população. Esta investigação mundial envolve cerca de 200 investigadores de mais de 30 países e quer compreender que perfis de pessoas têm maior ou menor risco de ter problemas de saúde durante uma pandemia.

O “Collaborative Outcomes study on Health and Functioning during Infection Times” (COH-FIT) contará com a colaboração de dois investigadores portugueses: Pedro Morgado (Escola de Medicina+ da UMinho) e Sofia Brissos (Centro Hospitalar de Lisboa). Através dos resultados das informações recolhidas com este inquérito, que pretende coletar dados de mais de cem mil participantes, os investigadores poderão ainda perceber quais são os fatores de proteção que podem beneficiar as pessoas e criarão programas de intervenção mais adequados para esta pandemia e para futuras pandemias que possam ocorrer.

Este estudo conta com vários parceiros internacionais, como a Associação Mundial de Psiquiatria, a Associação Europeia de Psiquiatria e a organização de Prevenção de Doenças Mentais e Promoção da Saúde Mental do Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia, bem como várias universidades e associações de saúde nacionais. O projeto é liderado por Christoph Correll, professor na Escola de Medicina de Zucker (EUA) e na Charité – Universitätsmedizin (Alemanha), e Marco Solmi, professor na Universidade de Pádua (Itália) e no King’s College (Reino Unido).

“Esta investigação, ao ser realizada em mais de 70 países, permitirá compreender os impactos das diferentes medidas que foram tomadas em cada país, bem como a influência da existência de diferentes respostas públicas nesta pandemia; os dados obtidos permitirão desenhar respostas de saúde mental que ajudem a prevenir os seus impactos, bem como a implementar programas de deteção precoce e tratamento”, refere Pedro Morgado. O COH-FIT será enviado em três fases: durante a pandemia; seis meses depois; e doze meses depois.

Semana vai ser de aguaceiros em Braga

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De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os aguaceiros vão perdurar até quinta-feira no concelho de Braga. Para sexta-feira, o IPMA prevê o regresso do bom tempo.

Para hoje, as temperaturas máximas vão atingir os 23 graus e as mínimas vão baixar até aos 12 graus. De amanhã a quinta-feira, esperam-se máximas de 21 graus e as mínimas vão oscilar entre os 9 e os 11 graus.

Setor dos Casamentos desespera por medidas para voltar à atividade

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iStock

As empresas que atuam no mercado dos casamentos reclamam medidas urgentes que regulem a sua atividade para poder voltar a trabalhar e desesperam por uma palavra do Governo.

Em comunicado, Jorge Ferreira, da BestEvents, empresa responsável pela organização de feiras nacionais e internacionais dedicadas ao casamento, explica que “é fundamental que nos revelem o protocolo sanitário e nos transmitam em que condições o setor pode voltar a trabalhar, da mesma forma que comunicaram as orientações para as outras celebrações e para a área da hotelaria e restauração. Não há, por parte do Governo, nenhuma referência ao setor dos casamentos”.

De acordo com o responsável, “têm surgido vários artigos sobre o valor da indústria de casamentos em Portugal, valores que não correspondem à realidade atual da indústria”.

Para avaliar o verdadeiro impacto da pandemia neste sector, a BestEvents e a revista “I Love Brides” elaboraram um inquérito junto das empresas que trabalham no setor de casamentos para demonstrar o valor “real” que esta indústria representa para a economia nacional.

O estudo, que decorreu entre 30 de abril e 6 de maio, baseia-se numa amostra de 257 empresas dos diversos setores que atuam neste mercado, em que participaram ourivesarias; espaços; catering; cake designers; wedding planners; fotografia e videografia; decoração; convites e lembranças; vestuário para noiva e acessórios; vestuário para o noivo e acessórios; cabelo e make-up; ramo da noiva; animação; aluguer de viaturas; e lua-de-mel.

“O primeiro dado aponta para um número médio de 147 convidados por casamento cujo valor médio do banquete é de 96 euros por pessoa. Juntando todos os serviços contratados pela maioria dos noivos e incluindo ainda os custos associados ao processo burocrático e religioso, o valor médio gasto na organização de um casamento é de 35.289 euros”, afirma Jorge Ferreira.

Mas a indústria do casamento não fica por aqui. “Nestes valores é essencial incluir também os gastos com vestuário, cuidados de beleza e acessórios dos convidados, assim como as prendas que são oferecidas aos noivos. Assim, juntando o número médio de convidados (147) e os valores médios gastos em todos os serviços contratados, atinge-se facilmente ao valor de 89.834 euros por boda. Ou seja, um só casamento chega a movimentar 125.123 euros”, acrescenta o responsável.

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2019 realizaram-se 32.595 matrimónios em Portugal. Destes, 10.037 são religiosos, 22.404 são uniões apenas com cerimónia civil, e 154 de outro tipo. “Estes dados comprovam que a indústria wedding movimenta mais de 4 mil milhões de euros por ano. Quase 2% do PIB”, sustenta Sura Mota, diretora da revista “I Love Brides”, uma das principais publicações portuguesas dedicadas ao universo bridal.

De realçar que este estudo não inclui a totalidade de serviços e produtos associados a muitos destes eventos de forma indireta, como as deslocações e alojamento de convidados, nem os “Destination Weddings” – casamentos de estrangeiros realizados em Portugal.

“Estes dados levam-nos a concluir que não podemos olhar para os casamentos como o parente pobre do setor dos eventos. Muito pelo contrário. É uma área onde operam mais de 7 mil empresas em Portugal. Geram muito emprego e tem um grande impacto na economia portuguesa. A título comparativo, os festivais de música em 2017 tiveram um impacto na economia de 100 milhões de euros, segundo uma informação divulgada pelo Ministério do Ambiente”, sustentam os autores do estudo que, em nome do setor, reclamam orientações claras para que as empresas retomem a sua atividade.

A indústria dos casamentos em Braga

A zona norte do país foi desde sempre uma referência no mundo casamento. Continua a ser a região onde se celebra o maior número de casamentos religiosos. E um fiel representante da força deste setor é a Braga Noivos. Esta feira, cuja 17.ª edição está prevista para o mês de outubro, no Altice Forum Braga, conta com mais de 150 expositores dos vários setores relacionados com o casamento.

A área de influência do evento abrange as NUTS do Cávado, Ave, Alto Minho e parte da área Metropolitana do Porto. Nestas regiões celebraram-se em 2019, segundo o INE, um total 9105 cerimónias (religiosas e civis). Tendo por base o estudo apresentado, o volume de negócios gerado ultrapassa os mil e cem milhões de euros.

Braga está enquadrada na NUTS do Cávado. E nesta região, em 2019, registaram-se 1453 casamentos, representado mais de 181 milhões de euros em volume de negócios.

Procissão de Velas e do Adeus vão ser transmitidas online

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Pela primeira na história de Fátima, a realização da Procissão de Velas da noite do dia 12 de maio vai decorrer num recinto fechado e vazio, bem como as celebrações do dia 13 de maio, devido às restrições impostas devido à pandemia da Covid-19.

As celebrações vão ser acompanhadas e transmitidas em direto na página de Facebook da Braga TV com a Recitação do Terço no dia 12, às 21h30, seguindo-se a Procissão de Velas. No dia 13 de maio, a transmissão ocorre às 10h00 com a celebração da Missa e Procissão do Adeus.

Em comunicado, o reitor do Santuário de Fátima, o Padre Carlos Cabecinhas, referiu que as celebrações deste ano terão de ser diferentes do habitual para prevenir a comunidade contra a pandemia. “Pela primeira vez, o Santuário de Fátima vai celebrar os dias 12 e 13 de maio sem peregrinos nos seus espaços, na sequência das decisões sanitárias impostas pelas autoridades por causa da pandemia provocada pela Covid-19. Este é um momento doloroso. O Santuário existe para acolher os peregrinos e não o podemos fazer. É um momento de grande tristeza, mas esta decisão é igualmente um ato de responsabilidade para com os peregrinos, defendendo a sua saúde e o seu bem-estar”, disse.

Recorde-se que a GNR iniciou este sábado a operação “Fátima em Casa” para impedir o acesso de peregrinos ao Santuário.

Braga sem novos casos. Número de infetados mantém-se nos 1149.

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O concelho se Braga não registou novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, mantendo-se o total de 1.149 pessoas infetadas, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado este domingo pela Direção-Geral da Saúde.

Braga mantém-se como o quinto concelho com mais infetados. Lisboa regista mais casos (1735), Vila Nova de Gaia (1.453), Porto (1.300) e Matosinhos (1.204).

Em Portugal, o número de infetados subiu para 27.581 (+175) e o número de mortes para os 1.135 (+9). Há 2.549 pessoas recuperadas, mais 50 do que ontem.

Há 797 pessoas internadas e 112 em unidade de cuidados intensivos.

Ricardo Rio analisa contexto europeu pós-pandemia

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CM Braga

Para fazer face à crise atual da pandemia, Ricardo Rio pretende uma Europa “aberta, dinâmica e arrojada, capaz de construir novos objetivos e novos projetos dentro do seu próprio espaço da União, mas também da sua afirmação no mundo”. No dia em que se assinala o Dia da Europa, o presidente da Câmara Municipal de Braga deu o seu testemunho que foi solicitado e partilhado pela Representação da Comissão Europeia em Portugal.

Na sua declaração, Ricardo Rio analisa o contexto europeu no pós-Covid e acredita que com o eclodir desta pandemia, nenhum dos objetivos da Europa ficará esquecido e, antes pelo contrário, o projeto europeu sairá ainda mais valorizado. “Será importante voltar a catalisar a ligação entre aqueles que compõem este espaço comum. Estes milhões e milhões de cidadãos que têm ideais partilhados, que têm objetivos definidos em conjunto e que têm consciência que é na articulação entre todos que o nosso futuro pode ser mais auspicioso”, sustenta Ricardo Rio.

Para o autarca, o futuro europeu após a pandemia “terá forçosamente que ser assente na inovação, na aposta na prosperidade económica, no estreitar de laços entre os vários Estados-Membros, numa responsabilidade solidária entre eles próprios e para com terceiros”, defende Ricardo Rio, acrescentando que é importante a Europa volte a assumir essa mesma dimensão global.

E é nessa dimensão globalizada e agregadora em torno de objetivos comuns que, segundo o presidente de Braga, reside a maior robustez do projeto europeu. “Uma dimensão que parte da força da diferença entre cada um dos seus espaços, dos seus agentes, mas que, obviamente, construa pilares de um projeto comum. Aí, será ainda mais importante valorizar aqueles que são os agentes de proximidade, aqueles que têm capacidade de concretizar esses objetivos junto de cada uma das comunidades e dos seus territórios”, refere Ricardo Rio, sublinhando que neste contexto as regiões, as cidades e as autoridades locais “devem particularmente ter um peso acrescido naquilo que é a Europa do futuro”.

Uma Europa que só fará sentido “se cada um desses valores forem respeitados e se cada uma das suas premissas forem incutidas na acção europeia conjunta e em vez de olharmos para aquilo que são os egoísmos e as perspetivas umbiguistas de cada um dos seus Estados-Membros, possamos olhar para uma Europa em que a força de todos é a força do seu conjunto”, aponta Ricardo Rio, defendendo que “é nessa Europa que eu acredito, é para essa Europa que eu quero continuar a trabalhar”.

A cidade de Braga associa-se às comemorações do Dia da Europa, efeméride que hoje se assinala. Uma data que destaca a união e solidariedade que ultrapassam as fronteiras de cada país, especialmente em tempos de crise global como a que estamos a viver, devido à pandemia da Covid-19.

O presidente da Câmara de Braga interveio também nas iniciativas alusivas ao Dia da Europa do Comité das Regiões (https://bit.ly/3fweu6F) e da Eurocities (https://bit.ly/2WlYBbH).

Empresa de Braga oferece solução sanitária para abertura de portas e evitar contágios

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José Peixoto Rodrigues

A José Peixoto Rodrigues & Cª, Lda, empresa metalúrgica com sede em Braga, desenvolveu uma solução sanitária para a abertura de portas sem recurso à utilização das mãos, para, assim, reduzir o risco de contágio do novo coronavírus.

A empresa bracarense está a doar o “pedal-puxador” às instiruições que o requerem, mediante a capacidade de stock, como também disponibiliza  gratuitamente os desenhos técnicos para quem quiser produzir as peças.

“Face à crise sanitária que o país e o mundo atravessam, procurámos desde a primeira hora encontrar soluções que, dentro das possibilidades de produção, pudessem contribuir para a mitigação do risco de contágio. Ao perceber que várias instituições se encontravam à procura de uma solução de abertura de portas que evitassem o contacto com a superfície de abertura (maçanetas ou puxadores), com vista a diminuir o risco de contaminação, fomos criativos e colocámos mãos à obra. Em pouco mais de uma semana, surgiu a solução: o pedal-puxador”, explica a empresa de Braga em comunicado.

O pedal-puxador, de instalação prática e sem necessidade de recorrer a um instalador, vem acompanhado de um manual de instruções que indica os passos necessários para uma instalação correta.

As primeiras doações foram entregues ao Lar Conde de Agrolongo e à cadeia Hotéis do Bom Jesus, S.A., que manifestaram interesse em receber o pedal-puxador para instalação nas portas que confinam os espaços de maior passagem.

Basílica do Bom Jesus do Monte já abriu ao público com novas regras

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Santuário do Bom Jesus do Monte

O Santuário e a Basílica do Bom Jesus do Monte já estão abertos ao público com novas regras. A Basílica encontra-se aberta de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 16h45, e aos sábados e domingos, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 16h45.

É obrigatório o uso de máscara para entrar na Basílica, cuja entrada é feita pela porta lateral esquerda (do lado da Capela do Bom Jesus), onde existe um dispensador de gel desinfetante, e a saída pela porta lateral direita (junto à Sacristia).

No interior foi estabelecido um percurso sinalizado para que não haja cruzamento de pessoas, sendo obrigatório manter uma distância mínima de 2 metros. Para rezar, os fiéis deverão ocupar os lugares onde tem a indicação “sentar”.

A Confraria pede também às pessoas que não toque em nenhuma superfície e na Capela do Bom Jesus do Monte só é permitido 3 pessoas no seu interior.

Braga com mais 3 casos positivos com Covid-19

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O concelho de Braga registou mais 3 pessoas infetadas com Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 1.149 casos positivos, segundo o boletim epidemiológico da Direção Geral de Saúde divulgado este sábado.

Braga mantém-se no quinto concelho com mais casos no país. Lisboa é o que regista o maior número de pessoas infetadas (1.724), seguindo-se Vila Nova de Gaia (1.448), Porto (1.300) e Matosinhos (1.197).

No país, o número de casos positivos subiu para os 27.406 (+138) e o número de mortes para os 1.126 (+12). Há 2.499 pessoas recuperadas, mais 77 que ontem.

Há 815 pessoas internadas e 120 em unidade de cuidados intensivos.