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Universidade do Minho entrega Bolsas de Excelência a 229 estudantes

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Largo do Paço

A cerimónia de entrega das Bolsas de Excelência da Universidade do Minho (UMinho) realiza-se na próxima segunda-feira, 20 de julho, pelas 14h30, no salão medieval do Largo do Paço, em Braga. Vão ser distinguidos 229 estudantes com uma bolsa de valor pecuniário igual ao da propina e o respetivo diploma.

A sessão conta com o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, o presidente do Conselho Geral da UMinho, Luís Valente de Oliveira, o reitor Rui Vieira de Castro, a vice-reitora para a Educação, Laurinda Leite, e o presidente da Associação Académica (AAUM), Rui Oliveira.

A UMinho tem vindo a distinguir com a Bolsa de Excelência os estudantes de todas as licenciaturas e mestrados integrados que obtiveram a melhor nota de candidatura e de cada ano do respetivo curso, desde que igual ou superior a 16 valores. Esta iniciativa iniciou em 2012 e representa um investimento acumulado superior a um milhão de euros, incluindo os 200 mil euros desta edição, que traduz um modo particular de a UMinho reconhecer o trabalho e o percurso académico dos seus estudantes.

De forma a garantir as normas de segurança recomendadas pela DGS, nomeadamente o distanciamento físico entre os participantes, a cerimónia decorrerá somente com os estudantes premiados e algumas individualidades. É possível assistir a todo o evento em direto através do YouTube da UMinho.

Cruz Vermelha de Braga realiza 5.ª edição da Corrida Solidária

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Cruz Vermelha

A Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa vai realizar a 5.ª edição da Corrida Solidária, este ano num formato diferente devido à pandemia.

Nesta edição, cada participante escolhe se participa individualmente ou em pequeno grupo, define o seu desafio e realiza o percurso onde se sentir melhor. Para participar, basta fazer a inscrição e cumprir o desafio em 10 dias, entre 24 de julho e 2 de agosto. Os participantes poderão fazer um donativo de participação no valor de 5 euros ou optar pelo donativo com direito a t-shirt e medalha, no valor de 8 euros.

O desafio pode ser atingido num só dia ou durante o período oficial da corrida. É neste período de tempo que os participantes se encontram de forma virtual, partilhando fotografias da sua participação com o #cruzvermelhabraga #MovimentoSolidário, no evento do facebook ou com identificação no  instagram da Cruz Vermelha de Braga

“A pandemia não nos pode parar, nem a nós nem à ação humanitária da Cruz Vermelha. Apesar deste novo conceito da corrida, a génese mantém-se, que é aliar a atividade desportiva às causas sociais. Desde 2016 que este Movimento Solidário não para de crescer e contabiliza cerca de 2000 participantes. Esperamos que este ano os participantes saibam que, num tempo excecional como o que vivemos,  faz
ainda mais sentido sermos solidários e estarmos unidos no combate à Covid-19. Gostaríamos muito de ter uma boa surpresa no que se refere à participação da comunidade”, salienta a organização da Corrida da Cruz Vermelha.

O valor angariado reverte na totalidade para o trabalho humanitário desenvolvido no âmbito do combate à Covid-19 pela Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa.

Mais informações e inscrições aqui.

Empresa de Braga vai oferecer 2500 tablets aos Hospitais Públicos

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DR

O dstgroup, através da empresa dstelecom, com sede em Braga, é mecenas do projeto “estou“, uma iniciativa da  Associação Semeiabraços que visa combater o isolamento social de doentes internados no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O “estou” pretende oferecer 2500 tablets aos hospitais do SNS, com um software específico que permite realizar chamadas em videoconferência, mesmo por aqueles que estão menos familiarizados com as novas tecnologias, uma vez que este número representa os cerca de 10% dos doentes internados que estimam terem capacidade para efetuar vídeo-chamadas, mas que não dispõem de meios para o fazerem.

O projeto nasceu em plena pandemia da Covid-19, por iniciativa de um grupo de médicos que, preocupados e comovidos com os seus doentes internados em isolamento, decidiram replicar em Portugal o projeto espanhol “Acortando la distancia” (encurtando a distância).

Luísa Machado, profissional de saúde ligada às novas tecnologias,  Cândida Santos, professora na Porto Business School e  André Jacques, especialista em Marketing e Comunicação, lideram o projeto daquela associação sem fins lucrativos que procura mitigar a falta “dos vínculos afetivos, a voz que não se ouve, o sorriso que não se vê, a palavra que não se diz”, uma das realidades mais duras de enfrentar pelos doentes,  idosos e respetivos familiares durante os períodos de internamento e isolamento.

“Com recurso a tablets dotados de um software muito simples, os doentes, com apenas dois clicks, podem fazer uma vídeo-chamada e, para além da voz, também o olhar se associará à comunicação, possibilitando que a linguagem não verbal chegue ao que as palavras não dizem”, adianta a associação. O dispositivo possui um software específico, cedido ao “estou”, que possibilita reduzir as barreiras para os doentes menos familiarizados com as novas tecnologias e aceder ao essencial, combater o isolamento dos doentes internados, ouvir e ver os seus entes queridos.

Sobre os parceiros, a associação destaca o papel da dstgroup que prontamente se disponibilizou para apoiar o projeto. “Uma das primeiras pessoas com quem falámos sobre o projeto foi com o José Teixeira, presidente do dstgroup que, nesse mesmo momento, mobilizou os profissionais da dstelecom a ajudar a pensar o projeto e a contactar com as operadoras de comunicações. O seu apoio foi e é imensurável”, sublinham.

Alexandra Lucas Coelho vence Prémio Literário Maria Ondina Braga

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Alexandra Lucas Coelho

O livro “Cinco Voltas na Bahia e Um Beijo para Caetano Veloso”, de Alexandra Lucas Coelho, editado pela Editorial Caminho, é o vencedor da terceira edição do Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores com o alto patrocínio do Município de Braga.

O júri, constituído por Guilherme d’Oliveira Martins, Fernando Batista e Isabel Cristina Mateus e coordenado por José Manuel Mendes, distinguiu esta obra, por unanimidade, visto revelar “originalidade literária pela conjugação de viagens diversas, geográficas históricas e interculturais”. Este livro “evidencia ainda uma aproximação cultural e linguística entre o Portugal e o Brasil contemporâneos, ressalvando a complementaridade e as diferenças”, refere-se na sua ata de atribuição.

Nesta 3.ª edição da Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga concorreram as obras publicadas no ano de 2019. O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de 12.500,00 euros.

Recorde-se que o Prémio Literário Maria Ondina Braga, que o Município de Braga instituiu em 2005 com caráter bienal, deu lugar a um “Grande Prémio” no âmbito exclusivo da literatura de viagens e destinado a obras em português e de autores portugueses. Partindo de uma parceria com a Associação Portuguesa de Escritores, esta iniciativa passou a ter carácter anual, ascendendo o valor pecuniário a atribuir para os 12.500 euros. A sua organização passou, entretanto, a ser assumida pela Associação Portuguesa de Escritores com financiamento do Município de Braga, sendo ambas as entidades promotoras do Prémio.

Em 2018, o vencedor deste prémio foi Afonso Cruz com a obra “Jalan, Jalan: Uma Leitura do Mundo” e, em 2017, Paulo Moura com “Extremo Ocidental – Uma Viagem de Moto Pela Costa Ocidental Portuguesa, de Caminha a Monte Gordo”.

Nascida em 1967 em Lisboa, Alexandra Lucas Coelho estudou teatro no IFICT e comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Publicou cinco livros de reportagem-crónica viagem: Oriente Próximo (2007), Caderno Afegão (2009), Viva México (2010), Tahrir (2011), Vai, Brasil (2013) e o romance E a Noite Roda, que foi galardoado com o Grande Prémio de Romance e Novela da APE, 2012. Tem carteira de jornalista desde janeiro de 1987, tendo vivido em Jerusalém e no Rio de Janeiro.

Hospital de Braga auxilia doentes com Covid-19 através de Fisioterapia

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Hospital de Braga

O Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Hospital de Braga acompanhou, nesta fase de pandemia, vários doentes com Covid-19 que necessitaram de intervenção nesta área.

As consequências da doença provocada pelo SARS-CoV-2 levaram a que o Serviço de Medicina Física e Reabilitação se reorganizasse para dar resposta aos doentes internados com Covid-19 que necessitassem do conhecimento técnico de diferentes profissionais que constituem a Equipa de Reabilitação, como sendo os fisiatras, enfermeiros de reabilitação, fisioterapeutas, terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais.

A imobilidade prolongada, o descondicionamento físico, as complicações cardiorrespiratórias e a disfagia foram algumas das situações clínicas com maior necessidade de intervenção nesta área, implicando um redobrado trabalho interdisciplinar para que fossem minimizadas as sequelas músculo-esqueléticas, neurológicas e respiratórias destes doentes.

A intervenção centrou-se na reabilitação cardiorrespiratória, cinesioterapia respiratória, recondicionamento ao esforço, reeducação neuromotora (treino de marcha, equilíbrio, força muscular, coordenação, entre outros), visando a promoção da autonomia prévia.

Das mais de quatro dezenas de doentes com Covid-19 acompanhados pela equipa, em que cada um teve necessidade de várias sessões, as idades compreendidas foram bastante díspares, entre 43 anos e 99 anos.

Os doentes que necessitaram de um acompanhamento mais prolongado continuaram, mesmo após alta, as suas sessões de reabilitação neste Serviço, quer em regime ambulatório, quer internados no Serviço de Medicina Física e Reabilitação.

“A resposta célere através de uma intervenção interdisciplinar e multidisciplinar foi fundamental para a recuperação e melhoria dos doentes com Covid-19, representando uma mais-valia decisiva na prestação de cuidados aos utentes do Hospital de Braga. Desde o início da pandemia, o Serviço de Medicina Física e Reabilitação manteve sempre o tratamento de doentes internados neste Serviço e noutros Serviços do Hospital com outras patologias”, refere a administração do Hospital de Braga.

Desde março até meados de julho, registaram-se cerca de 1.200 doentes com tratamento de MFR e mais de 20.000 meios complementares de diagnóstico e terapêutica do grupo de MFR.

Incêndios deflagraram hoje em várias freguesias de Braga

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Bombeiros Voluntários de Braga / Cidália Silva

Três incêndios deflagraram esta quinta-feira nas freguesias de Arentim, Ruílhe e Este S. Mamede, que registou o fogo de maior dimensão em Braga, tendo atingido a freguesia de Pedralva e consumido a encosta junto ao Bom Jesus do Monte.

O vento e o declive acentuado dificultou o combate às chamas em Este S. Mamede e está neste momento em fase de rescaldo. O fogo foi detetado às 16h50 e o primeiro alerta foi dado às 16h58, tendo mobilizado 104 homens, 32 viaturas e 8 meios aéreos.

De menor dimensão, o incêndio em Arentim foi detetado às 13h42 e o alerta foi dado às 13h50. Para o local foram chamados 30 homens e 7 viaturas. O fogo foi dominado às 14h44.

Em Ruílhe, o alerta das chamas foi dado às 17h10 e mobilizados 7 homens e 2 viaturas. Os Bombeiros controlaram o fogo em cerca de 5 minutos.

Recorde-se que até sábado vai manter-se o risco de incêndio máximo no concelho de Braga devido às temperaturas elevadas persistentes previstas.

Praia Fluvial de Adaúfe renova Bandeira Azul pelo quinto ano consecutivo

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CM Braga

A Praia Fluvial de Adaúfe, em Braga, foi distinguida com a Bandeira Azul pelo quinto ano consecutivo. Esta conquista sinaliza o cumprimento de um elevado número de requisitos que vão desde a qualidade da água à segurança do local, passando pela existência de informação e educação ambiental, pela gestão ambiental e pela existência de equipamentos de apoio. A praia conquistou ainda o “Galardão de Qualidade Ouro 2020” pela Quercus – ANCN.

Hoje foi também hasteada a bandeira “Praia Acessível Para Todos” nas Praias Fluviais de Adaúfe e Merelim S. Paio, que vem reconhecer que os locais possuem condições que permitem o seu usufruto por todos os cidadãos, inclusivamente os de mobilidade reduzida.

A cerimónia do hastear das bandeiras nestas duas Praias Fluviais do concelho decorreu hoje e contou com a presença de Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, e de Altino Bessa, vereador do Ambiente.

Para Ricardo Rio, estes galardões são “motivo de orgulho para o concelho e o resultado de todo o esforço que tem sido desenvolvido para criar condições cada vez mais capazes nestas praias, potenciando as margens do Cávado e permitindo o seu usufruto pela população bracarense”.

Oito meios aéreos combatem incêndio em Braga

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Paulo Ferreira

Um incêndio está a deflagrar a zona verde da freguesia de Este São Mamede, em Braga. No combate às chamas estão 103 homens, 28 viaturas e 8 meios aéreos.

O fogo foi detetado às 16h50 e o primeiro alerta foi dado às 16h58.

Ângelo de Sousa é o novo presidente do Lions Clube de Braga

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Lions Clube de Braga

Ângelo de Sousa foi eleito como novo presidente do Lions Clube de Braga. Reforçar o espírito lionístico em contexto de pandemia na vertente de ajuda ao próximo mais carenciado, é um dos objetivos dos novos dirigentes do Lions Clube de Braga, agora eleitos.

Com a nova presidência, o Lions Clube de Braga propõe adequar a sua ação ao contexto sanitário vigente, procurando que a sua missão se consume e não diminua na ajuda que dispensa à sociedade bracarense.

A angariação de bolsas de apoio a estudantes carenciados, através das designadas “lions mission”, e a dinamização do peditório concelhio em prol da luta contra o cancro, são duas das atividades com impacto no ano lionístico que os novos dirigentes se propõem continuar, “com as devidas adaptações à realidade pandémica”.

O novo presidente adianta que “o Lions Clube de Braga, dando cumprimento a causas globais que identificam o movimento, dedica uma particular atenção à área da saúde, especialmente ao combate a enfermidades como o cancro infantil, a diabetes e necessidades oftalmológicas, a par da dádiva de sangue. Embora a recolha de donativos ou outros modelos de apoio a estas lutas sejam mais difíceis nas circunstâncias atuais, vamos procurar não esmorecer e conjugar o voluntariado possível para o sucesso das várias ações”.

Uma vez que o empresariado e a economia local sentem os efeitos financeiros da pandemia, Ângelo de Sousa prevê que neste mandato não lhe vai ser possível entregar à Liga Portuguesa Contra o Cancro os cerca de 50 mil euros obtidos no peditório transato. “O que não quer dizer que não façamos o nosso melhor, da forma possível, também neste âmbito”, disse.

E se o voluntariado em áreas de intervenção social fundamental, como a saúde e a educação, vão continuar a marcar a ação do Lions Clube de Braga, o recém-eleito presidente propõe-se acrescentar-lhe mais uma área: as questões ambientais, através de ações de reflorestação de espaços verdes com proximidade urbana. “Se as catástrofes naturais que, aqui e ali, afetam a humanidade são uma das primeiras preocupações do movimento lionístico, nós queremos que essa preocupação se manifeste desde logo com intervenções preventivas”, considera.

Potenciar a comunicação interna, entre todos os companheiros, “para que o espírito lionístico se sinta nas decisões particulares do quotidiano”, bem como a profusa divulgação da ação do clube, através das várias plataformas de comunicação social, é também objetivo da nova liderança.

No que respeita à organização interna do Clube, o presidente enfatiza a inovação, no uso de novas tecnologias de comunicação, para o reforço do companheirismo e para o desenvolvimento de algumas das ações que dão corpo à sua agenda. “Num universo, como Braga, onde as tics têm um hub muito próprio e reconhecidamente ativo, faz sentido que os lions aproveitem a proximidade dessa competência para melhorar e potenciar o seu alcance. É isso que vamos tentar fazer”, acrescenta.

Licenciado em Engenharia de Produção Têxtil pela Universidade do Minho e abraçando hoje um projeto na área da Segurança e Saúde Ocupacional, Ângelo de Sousa tem a sua vida marcada por uma forte dedicação ao associativismo, desde a Associação Académica da Universidade do Minho, onde é co-fundador do Enterro da Gata, à Associação de Antigos Alunos da mesma instituição universitária, e à Federação das Associações de Pais do Distrito de Braga.

Nos órgãos sociais, de que é presidente da Direção, tem consigo Cândido Pires e Manuel Neves (primeiro e segundo vice-presidentes), Eduardo Pinto (secretário), Luís Lobato (tesoureiro), Machado Rodrigues (vice-tesoureiro), Paulo Rodrigues (vogal), Manuel Portela (vogal), Maria José Carrilho (vogal), Carmo Rodrigues (vogal), Francisco Duarte (vogal), Carlos Almeida (presidente do Conselho Fiscal), Armando Arantes (vogal do Conselho Fiscal) e Miguel Teixeira Pinto (vogal do Conselho Fiscal).

Empresa de Braga constrói novo edifício da EDP em Lisboa

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dstgroup

O dstgroup, empresa com sede em Braga, através das subsidiárias dst, sa, dte – instalações especiais – e bysteel, está a construir o novo edifício EDP, em Lisboa, desenhado pelo vencedor do Pritzker 2016, o arquiteto chileno Alejandro Aravena, em colaboração com o arquiteto Carrilho da Graça.

A obra, com uma linguagem estética assente nas potencialidades do betão e do vidro, aposta no aproveitamento de materiais resultantes da demolição dos edifícios existentes no local da empreitada e distingue-se pela utilização de materiais sustentáveis que lhe confere um caráter de construção intemporal. Com data de conclusão prevista para o primeiro semestre de 2022, o edifício terá uma área bruta de construção de 23.800 m2 e uma área útil para serviços de 11.400 m2, além de quatro pisos de estacionamento com 257 lugares, dos quais 97 serão públicos.

Os trabalhos já arrancaram  com as demolições dos edifícios que existiam no local, já em fase de conclusão,  e a execução da contenção periférica da obra, que permitirá posteriormente iniciar a escavação do terreno. Assim que estiver concluído, o edifício será ocupado por cerca de 800 colaboradores da EDP que se encontram noutros espaços em Lisboa, aproximando-os da sede da empresa, inaugurada em 2015, em frente ao novo edifício.

A construtora dst é a responsável pela execução da empreitada, que inclui, numa primeira fase, a demolição dos edifícios existentes e a escavação com contenção periférica destinada à construção do parque de estacionamento subterrâneo. O novo edifício, que fará parte do complexo da sede da EDP, em Lisboa, prevê a construção de duas torres, nascente e poente, interligadas na cave e erguidas ao longo de seis pisos acima do solo, por onde se distribui o átrio e a receção, no piso 0, escritórios, entre o primeiro e o quarto andar, e, por fim, ginásio, esplanada, sala de conferências e cobertura. A área ronda os 1.000m2 por piso e por torre.

Na zona central do empreendimento, localizada no piso 0, será construído um túnel de acesso às duas torres, estando ainda projetado um “bloco exterior inclinado” que encostará na torre poente assemelhando-se a um “livro tombado”. O interior desta praça central foi projetado para funcionar essencialmente como átrio e cafetaria, já fora da implantação das duas torres, um espaço exclusivamente público, que beneficiará ainda de uma plataforma que servirá como miradouro do rio Tejo. Pensado também para o público e os turistas, o novo edifício da EDP trará uma nova dinâmica arquitetónica, quer em termos de conceito de redesign do interior e do exterior dos edifícios da empresa, quer em termos de lazer à zona ribeirinha da cidade.

Nesta empreitada participam diversas empresas e departamentos do dstgroup, nomeadamente bysteel, dte, tbetão, tgeotecnia em parceria com a empresa BIM+, cuja capacidade produtiva interna permitirá que todo o projeto seja preparado e modelado em BIM, uma metodologia transversal às várias empresas daquele grupo empresarial.

José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, considera que “a conquista desta empreitada, para além de valorizar o portfólio do grupo com uma obra emblemática que será um marco na paisagem urbana da capital, trouxe um apport extra de incentivo junto das equipas que estarão diretamente envolvidas na execução da nova sede da EDP. Teremos várias empresas e equipas mobilizadas em torno desta obra comprometidos em dar o seu melhor ao serviço deste projeto assinado pelo reconhecido arquiteto Alejandro Aravena, em colaboração com o arquiteto Carrilho da Graça”.