Um jovem de 24 anos foi detido pela PSP, este domingo à tarde, na RuaAbadeLoureira, em São Vicente, Braga, por tráfico de droga.
Os elementos policiais encontraram na viatura do suspeito MDMA suficiente para 40 doses, um pote de fumo, um petardo e o montante de 255 euros, que lhe foram apreendidos.
O detido foi notificado para comparecer no TribunalJudicialdeVilaNovadeFamalicão.
O cemitério de Palmeira, em Braga, vai estar fechado entre o dia 30 de outubro e 2 de novembro. De momento, é o único cemitério que irá permanecer encerrado no concelho no Dia de Todos os Santos.
A decisão foi anunciada esta segunda-feira pela Autarquia local, que refere que nesta data há uma grande afluência de pessoas, pelo que o encerramento pretende travar a pandemia da Covid-19. “Esta decisão fundamenta-se na elevada afluência que normalmente nestas datas se verifica no cemitério da freguesia e, na evolução da situação pandémica no país e muito em particular no concelho de Braga, temos por objetivo minorar a propagação da Covid-19”, afirmou o Executivo.
A Junta de Freguesia relembra que esta situação já se repetiu no passado e pede a compreensão da população. “Esta decisão não é tomada de ânimo leve até porque existem vários outros exemplos similares que estarão abertos. No período pascal, com menos casos e numa altura em que a circulação estava circunscrita aos concelhos de residência, o cemitério, por imposição, esteve encerrado pelas mesmas razões, pelo que neste momento não poderíamos agir de outra forma. Foram ouvidas diversas entidades da freguesia para auxiliar na tomada de decisão, e que, como responsáveis da Unidade Local de Proteção Civil de Palmeira, temos que zelar pela vida, integridade e saúde de todos os palmeirenses.” referiu César Gomes, presidente da Junta de Palmeira.
O autarca relembra que o cemitério de Palmeira encontra-se aberto todos os dias das 8h00 até às 19h00 para, assim, evitar os ajuntamentos nas referidas datas de encerramento.
A Casa do Benfica, situada na freguesia de São Vicente, em Braga, voltou a ser vandalizada, na noite deste domingo, com pinturas e tintas nos vidros.
Já são inúmeras as vezes que esta casa é alvo de atos de vandalismo.
“Soma assim mais de uma dezena de vezes que esta casa volta a ser alvo de atos que nada tem haver com futebol e os seus princípios básicos. “Mais um ato lamentável de quem não percebe o que é Futebol e o que ele representa para milhões de pessoas”, escreveu o Departamento de Casas, Filiais, Delegações e Cultura do Benfica.
Um homem de 27 anos foi identificado pela GNR por furtar em interior de veículos, em Esposende e Viana do Castelo.
No âmbito de uma investigação, os militares apuraram que o suspeito realizou três furtos em interior de veículos quando se encontravam em parques de estacionamento de restaurantes e cafés nas zonas de Esposende e Viana do Castelo.
No decorrer das diligências de investigação, foram apreendidos dois computadores portáteis no valor de 3.500 euros e o indivíduo foi constituído arguido.
Os factos foram remetidos aos Tribunais Judiciais de Esposende e Viana do Castelo.
Sete dos 13 trilhos da Rede de Percursos Pedestres do Município de Esposende estão agora homologados e figuram na base de dados do Registo Nacional de Percursos Pedestres (RNPP). O processo de classificação dos restantes percursos está em curso, sendo objetivo do Município a disponibilização de uma rede de opções alargada, dentro da oferta de mobilidade suave que carateriza o concelho de Esposende.
O registo dos trilhos de Pequena Rota, na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), permitirá a sua divulgação em diversas agências de promoção e turismo, com o alavancar deste produto para o desenvolvimento da economia local. As cartas de homologação emitidas pela FCMP são “Certificados de Qualidade”, cuja atribuição obedece a exigências relativas ao traçado, marcação e manutenção dos percursos pedestres, nomeadamente no que diz respeito à segurança dos praticantes e à preservação do ambiente.
Assim, foram recentemente homologados os percursos “PR3-EPS Trilho das Cangostas”, “PR4-EPS Trilho das Azenhas de Antas”, “PR5 EPS Pela Arriba Fóssil- da Senhora da Guia ao Monte Faro” e “PR6-Castro de S. Lourenço”, num total de mais de 46 quilómetros que podem ser percorridos sem qualquer auxiliar, recorrendo-se apenas às tradicionais marcas para orientação: “vira à esquerda”, “virar à direita”, “seguir em frente” e “Caminho errado”, com as cores amarela e vermelha, facilmente identificáveis. Contam estes percursos com painéis no início e no fim, onde consta um mapa do trajeto e outras informações pertinentes, tais como sugestão dos locais a visitar, regras de conduta e contactos importantes para serem usados em caso de emergência.
Os trilhos são executados apenas em caminhos públicos, em terra batida, estradas e caminhos florestais, mas também obrigam a percorrer e explorar grandes afloramentos, revisitando os mais importantes miradouros, localizados nas cumeeiras dos montes, convidando a conhecer as belas paisagens. Picotinho, miradouros da Senhora da Guia, em Belinho, Senhora da Paz, nas Marinhas, e o Monte Faro, em Palmeira, assim como o de São Lourenço, em Vila Chã, são locais de visita obrigatória e que, em breve, serão alvo de melhoramentos, com a colocação de placas de interpretação da paisagem.
Com um inegável aumento na busca e frequência deste tipo de recurso, o Município de Esposende tem vindo a dedicar mais meios para a manutenção e exequibilidade dos percursos. Da mesma forma garante que os trilhos estejam preparados com as marcas e demais sinalética para que possam ser percorridos autonomamente, sem qualquer apoio eletrónico, guia ou mapas e, devidamente limpos, monitorados três vezes ao ano e com o apoio das Juntas de Freguesia e da Esposende Ambiente, para a remoção de quaisquer resíduos que possam ser clandestinamente deixados.
Esta oferta permite o desfrute das paisagens pelos pedestrianistas e o contato com a natureza, possibilitando um melhor conhecimento sobre o património natural e histórico que são identidades do município. Por isso, abrangem áreas incontestáveis de encanto, tais como as margens do rio Neiva, a granítica Arriba Fóssil e a grande mancha florestal e de bosques, integrada em diversas freguesias por onde seguem os trilhos. Para além destas valências, há os dólmens, menires, castros, moinhos, azenhas e cangostas, que são testemunhos silenciosos de um passado, antigo ou recente, marcas da presença do homem ao longo da História.
Paralelamente, encontra-se a ser desenhado um trilho de Grande Rota (GR), que irá atravessar todo o concelho de Esposende, de sul a norte, e que permitirá a passagem e pernoita de pedestrianistas, contribuindo para um aumento do turismo e economia local, assim como conhecimento do património local.
No concelho de Esposende já se encontra outros grandes percursos, como o “Caminho Português da Costa” para Santiago de Compostela e o “Caminho para S. Bento da Porta Aberta” que se inicia em Fão, junto ao Bom Jesus e segue por Barcelos, Braga, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro, num total de 70 quilómetros.
As informações sobre os percursos pedestres poderão ser obtidas no Portal de Turismo do Município ou em diversos suportes, tais como o Guia dos Percursos Pedestres e as brochuras individuais.
O mês de outubro tem sido nos últimos anos dedicado aos cuidados paliativos. Neste ano excêntrico, pelo contexto de pandemia, o foco sobre os cuidados paliativos é mais do que nunca necessário. E também o é a exigência da sua inclusão no sistema de saúde.
É por muitos tido que a presença dos cuidados paliativos reflete o grau de civilização de uma sociedade. Essa civilidade é hoje testada globalmente. É-o particularmente neste lado ocidental do mundo, do qual fazemos parte, e que acreditamos como mais evoluído.
O que são cuidados paliativos? Segundo a definição da Organização Mundial de Saúde são cuidados que “visam melhorar a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, que enfrentam problemas decorrentes de uma doença incurável e/ou grave e com prognóstico limitado, através da prevenção e alívio do sofrimento, com a identificação precoce e tratamento rigoroso dos problemas não só físicos, nomeadamente a dor, mas também psicológicos, sociais e espirituais”.
A pandemia que estamos a viver tem atingido de forma mais gravosa os mais vulneráveis. A taxa de mortalidade nos idosos está entre 14,8% a 21,9%, sendo a taxa de mortalidade global de 2% a 5%.São estes os doentes para quem uma escalada de cuidados poderá não ter indicação, por não terem capacidade de sobreviver a um ambiente agressivo de cuidados intensivos. E são estes, maioritariamente, os doentes alvo dos cuidados paliativos.
A necessidade de aplicar os princípios dos cuidados paliativos para atender às necessidades globais do doente e apoiar a família/cuidador, é crucial em contexto de crise humanitária e é transversal a todos os níveis de cuidados, desde a enfermaria geral às unidades mais diferenciadas. É particularmente importante nos contextos epidemiológicos, em que o afastamento físico dos doentes e famílias pelo risco de contágio, leva a uma disrupção do ambiente sócio familiar. O envolvimento de psicólogos e assistentes sociais, assim como o apoio de líderes religiosos e voluntários, é de extrema importância nestas situações.
Contudo, em contexto de crise humanitária, os cuidados paliativos são muitas vezes deixados para um segundo plano. Frequentemente, e porque a prioridade é salvar vidas, as acções paliativas apenas são incluídas quando o tratamento curativo não se revela eficaz.
Mas o objetivo mandatório de salvar vidas não pode criar uma dicotomia entre cuidados curativos e cuidados paliativos. Doentes em tratamento intensivo necessitam paralelamente de uma abordagem holística em que estão inerentes os princípios paliativistas, e para os doentes para os quais é evidente que a cura não é possível, aliviar o sofrimento e/ou acompanhar o processo de morte é a prioridade.
É também muito importante que o contexto epidemiológico não deixe sem cuidados todos os outros doentes que continuam a sofrer de outras doenças que não Covid-19. A priorização do tratamento de agudos deve também ser pensada em função do tratamento das agudizações de doentes crónicos, através das equipas de proximidade já existentes.
A otimização dos cuidados ao doente em fim de vida deve incluir a preparação da morte no domicílio, desejo expresso por muitos doentes e cuidadores, ainda mais neste contexto em que o internamento leva quase sempre a uma separação total. A preparação da morte em domicílio é uma competência de excelência das Equipas de Cuidados Paliativos, que podem prevenir e tratar situações urgentes de fim de vida e diminuir o uso dos recursos hospitalares. O sofrimento numa situação terminal é uma urgência que pode muitas vezes ser tratada no domicílio.
Artigo de opinião de Céu Rocha, coordenadora da Equipa de Cuidados Paliativos da Unidade Local de Saúde de Matosinhos.
O Município de Braga vai realizar a 3.ª Semana Municipal para a Igualdade, de 20 a 27 de outubro. “+Igualdade, +Desenvolvimento, -Discriminação” é o tema central da iniciativa que prevê a realização de debates, webinars, declamações de poesia, curtas-metragens, cafés interculturais, concurso de fotografia, pintura de um mural, apresentação de projetos e campanhas de sensibilização.
A Semana Municipal para a Igualdade tem como objetivo a promoção e partilha de conhecimento sobre a igualdade de oportunidades entre géneros, nomeadamente no aumento da literacia para a igualdade de género violência de género, na educação, no emprego. A iniciativa visa ainda sensibilizar a comunidade para as questões da discriminação e para a necessidade de se continuar a criar iguais oportunidades para mulheres e homens.
A abertura da iniciativa está marcada para amanhã, às 10h00, no edifício do Castelo, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio. Na quarta-feira, dia 21, às 15h00, no edifício do Castelo, terá lugar um café intercultural sobre “Violência contra as mulheres imigrantes” e, às 18h00, inicia-se uma conversa sobre “Violência no namoro: factos, mitos e recursos de apoio“, integrada no plano de acolhimento a novos estudantes da Universidade do Minho.
Na Quinta-feira, dia 22, às 11h30, decorre um webinar sobre discriminação racial e, às 15h00, há mais um café intercultural, desta vez sobre “Combate ao tráfico de seres humanos” .
No dia 23, às 15h00, na Escola Profissional de Braga (EPB), haverá um debate sobre “Empreendedorismo e género“. Segue-se, no dia 26, às 10h30, também na EPB, a exibição com comentário do filme “Mátria“. À tarde, pelas 14h45, tem lugar uma declamação de poemas e debate do poema “Luísa sobe a calçada… calçada de Carriche“, da autoria de António Gedeão.
O último dia de atividades, 27 de outubro, decorrerá no edifício do Castelo com a apresentação, pelas 10h00, do projeto “Uni+”. Segue-se a sessão “+ Igualdade, + Cidadania, – Discriminação, – Violência”. Em simultâneo, é apresentado o Projeto Cávado + Igual. Às 11h45, são abordados os serviços de apoio à vítima em Braga.
A Semana Municipal para a Igualdade conta com a parceria de diversas instituições do concelho, nomeadamente a Cáritas Arquidiocesana de Braga, a APAV – Associação Portuguesa do Apoio à Vítima, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e a Uni+. A sessão de encerramento está agendada para as 11h45.
Tiago Gil Oliveira, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), acaba de ganhar um financiamento de 70 mil dólares da Brain & Behavior Research Foundation, para estudar a ansiedade e o stress crónico.
O projeto de investigação “Phospholipase D1 Ablation Disrupts Mouse Longitudinal Hippocampal Axis Organization and Functioning” visa desenvolver novas metodologias da avaliação da estrutura e da função do hipocampo e perceber o seu papel no contexto de ansiedade e stress crónico.
Para Tiago Gil Oliveira, este financiamento “é um bom indicador de que o projeto tem interesse e vai ajudar a equipa de investigação a atingir os seus objetivos, aliados à minha experiência com modelos animais, que utilizei em projetos anteriores, e enquanto neurorradiologista, que é a minha prática clínica”.
“É importante perceber que o hipocampo é uma estrutura do lobo temporal, no cérebro, fundamental para a aprendizagem e para a memória. A ideia é que o stress crónico e a ansiedade podem produzir alterações significativas na memória e na forma como percecionamos o espaço. Desta forma, o que nos propomos a fazer neste projeto é tentar encontrar essas alterações no hipocampo por ressonância magnética, utilizando aparelhos de última geração, que permitem avaliar com detalhe alterações em modelos animais, a partir de diferentes metodologias, para que consigamos estudar as várias sub-regiões do hipocampo como mediadores das alterações associadas a estas patologias. Este passo importante será possível graças à parceria com o Instituto Neurospin, em Paris”, afirma Tiago Gil Oliveira.
“No futuro, gostaríamos de aplicar estas metodologias de identificação de diferentes sub-regiões do hipocampo como biomarcadores associados ao diagnóstico de patologias de saúde mental, como a depressão, o stress e a ansiedade, e até como resposta potencial à terapêutica, o que nos pode ajudar a fazer um diagnóstico mais preciso na prática clínica. Estas são algumas das potenciais aplicações que podem abrir novas perspetivas no futuro com estudos humanos”, conclui o investigador.
A segunda fase da vacinação contra a gripe começa esta segunda-feira, 19 de outubro, destinando-se a pessoas com mais de 65 anos e doentes crónicos.
Na passada sexta-feira, Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, assegurou a existência de doses suficientes, sendo que o total de vacinas adquiridas para 2020 ronda os dois milhões de doses.
Todos os anos, a vacinação contra a gripe arranca a 15 de outubro, mas devido à pandemia da Covid-19, a campanha começou este ano mais cedo.
O distrito de Braga vai estar sob o efeito da depressão Bárbara a partir do meio-dia desta segunda-feira. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou Braga sob alerta laranja devido à previsão de chuva forte.
A partir do meio-dia, Braga está sob alerta amarelo, face à chuva por vezes forte e persistente, e passa para aviso laranja das 18h00 até às 3h00 desta terça-feira, ficando novamente em aviso amarelo até às 18h00 de amanhã.
O IPMA também colocou Braga em alerta amarelo devido ao vento, por vezes forte de sul com rajadas até 80 km/h, sendo até 100 km/h nas terras altas, aviso que vigora entre as 12h00 e as 21h00 desta segunda-feira.
Devido ao mau tempo, a Divisão Municipal de Protecção Civil lançou um alerta à população que tome as necessárias medidas de prevenção e que adeque os seus comportamentos, nomeadamente:
Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias;
Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte.