Sexta-feira, Julho 10, 2026
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Jovem de 24 detido por tráfico de droga em Braga

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Um jovem de 24 anos foi detido pela PSP, este domingo à tarde, na Rua Abade Loureira, em São Vicente, Braga, por tráfico de droga.

Os elementos policiais encontraram na viatura do suspeito MDMA suficiente para 40 doses, um pote de fumo, um petardo e o montante de 255 euros, que lhe foram apreendidos.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Braga: Palmeira encerra cemitério no Dia de Todos os Santos

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Junta de Freguesia de Palmeira
Junta de Freguesia de Palmeira

O cemitério de Palmeira, em Braga, vai estar fechado entre o dia 30 de outubro e 2 de novembro. De momento, é o único cemitério que irá permanecer encerrado no concelho no Dia de Todos os Santos.

A decisão foi anunciada esta segunda-feira pela Autarquia local, que refere que nesta data há uma grande afluência de pessoas, pelo que o encerramento pretende travar a pandemia da Covid-19. “Esta decisão fundamenta-se na elevada afluência que normalmente nestas datas se verifica no cemitério da freguesia e, na evolução da situação pandémica no país e muito em particular no concelho de Braga, temos por objetivo minorar a propagação da Covid-19”, afirmou o Executivo.

A Junta de Freguesia relembra que esta situação já se repetiu no passado e pede a compreensão da população. “Esta decisão não é tomada de ânimo leve até porque existem vários outros exemplos similares que estarão abertos. No período pascal, com menos casos e numa altura em que a circulação estava circunscrita aos concelhos de residência, o cemitério, por imposição, esteve encerrado pelas mesmas razões, pelo que neste momento não poderíamos agir de outra forma. Foram ouvidas diversas entidades da freguesia para auxiliar na tomada de decisão, e que, como responsáveis da Unidade Local de Proteção Civil de Palmeira, temos que zelar pela vida, integridade e saúde de todos os palmeirenses.” referiu César Gomes, presidente da Junta de Palmeira.

O autarca relembra que o cemitério de Palmeira encontra-se aberto todos os dias das 8h00 até às 19h00 para, assim, evitar os ajuntamentos nas referidas datas de encerramento.

Casa do Benfica em Braga foi vandalizada

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Redes Sociais
Redes Sociais

A Casa do Benfica, situada na freguesia de São Vicente, em Braga, voltou a ser vandalizada, na noite deste domingo, com pinturas e tintas nos vidros.

Já são inúmeras as vezes que esta casa é alvo de atos de vandalismo.

“Soma assim mais de uma dezena de vezes que esta casa volta a ser alvo de atos que nada tem haver com futebol e os seus princípios básicos. “Mais um ato lamentável de quem não percebe o que é Futebol e o que ele representa para milhões de pessoas”, escreveu o Departamento de Casas, Filiais, Delegações e Cultura do Benfica.

GNR recupera computadores roubados em Esposende e Viana do Castelo

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GNR
GNR

Um homem de 27 anos foi identificado pela GNR por furtar em interior de veículos, em Esposende e Viana do Castelo.

No âmbito de uma investigação, os militares apuraram que o suspeito realizou três furtos em interior de veículos quando se encontravam em parques de estacionamento de restaurantes e cafés nas zonas de Esposende e Viana do Castelo.

No decorrer das diligências de investigação, foram apreendidos dois computadores portáteis no valor de 3.500 euros e o indivíduo foi constituído arguido.

Os factos foram remetidos aos Tribunais Judiciais de Esposende e Viana do Castelo.

Esposende com sete percursos pedestres homologados

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CM Esposende
CM Esposende

Sete dos 13 trilhos da Rede de Percursos Pedestres do Município de Esposende estão agora homologados e figuram na base de dados do Registo Nacional de Percursos Pedestres (RNPP). O processo de classificação dos restantes percursos está em curso, sendo objetivo do Município a disponibilização de uma rede de opções alargada, dentro da oferta de mobilidade suave que carateriza o concelho de Esposende.

O registo dos trilhos de Pequena Rota, na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), permitirá a sua divulgação em diversas agências de promoção e turismo, com o alavancar deste produto para o desenvolvimento da economia local. As cartas de homologação emitidas pela FCMP são “Certificados de Qualidade”, cuja atribuição obedece a exigências relativas ao traçado, marcação e manutenção dos percursos pedestres, nomeadamente no que diz respeito à segurança dos praticantes e à preservação do ambiente.

Assim, foram recentemente homologados os percursos “PR3-EPS Trilho das Cangostas”, “PR4-EPS Trilho das Azenhas de Antas”, “PR5 EPS Pela Arriba Fóssil- da Senhora da Guia ao Monte Faro” e “PR6-Castro de S. Lourenço”, num total de mais de 46 quilómetros que podem ser percorridos sem qualquer auxiliar, recorrendo-se  apenas às tradicionais marcas para orientação: “vira à esquerda”, “virar à direita”, “seguir em frente” e “Caminho errado”, com as cores amarela e vermelha, facilmente identificáveis. Contam estes percursos com painéis no início e no fim, onde consta um mapa do trajeto e outras informações pertinentes, tais como sugestão dos locais a visitar, regras de conduta e contactos importantes para serem usados em caso de emergência.

Os trilhos são executados apenas em caminhos públicos, em terra batida, estradas e caminhos florestais, mas também obrigam a percorrer e explorar grandes afloramentos, revisitando os mais importantes miradouros, localizados nas cumeeiras dos montes, convidando a conhecer as belas paisagens. Picotinho, miradouros da Senhora da Guia, em Belinho, Senhora da Paz, nas Marinhas, e o Monte Faro, em Palmeira, assim como o de São Lourenço, em Vila Chã, são locais de visita obrigatória e que, em breve, serão alvo de melhoramentos, com a colocação de placas de interpretação da paisagem.

Com um inegável aumento na busca e frequência deste tipo de recurso, o Município de Esposende tem vindo a dedicar mais meios para a manutenção e exequibilidade dos percursos. Da mesma forma garante que os trilhos estejam preparados com as marcas e demais sinalética para que possam ser percorridos autonomamente, sem qualquer apoio eletrónico, guia ou mapas e, devidamente limpos, monitorados três vezes ao ano e com o apoio das Juntas de Freguesia e da Esposende Ambiente, para a remoção de quaisquer resíduos que possam ser clandestinamente deixados.

Esta oferta permite o desfrute das paisagens pelos pedestrianistas e o contato com a natureza, possibilitando um melhor conhecimento sobre o património natural e histórico que são identidades do município. Por isso, abrangem áreas incontestáveis de encanto, tais como as margens do rio Neiva, a granítica Arriba Fóssil e a grande mancha florestal e de bosques, integrada em diversas freguesias por onde seguem os trilhos. Para além destas valências, há os dólmens, menires, castros, moinhos, azenhas e cangostas, que são testemunhos silenciosos de um passado, antigo ou recente, marcas da presença do homem ao longo da História.

Paralelamente, encontra-se a ser desenhado um trilho de Grande Rota (GR), que irá atravessar todo o concelho de Esposende, de sul a norte, e que permitirá a passagem e pernoita de pedestrianistas, contribuindo para um aumento do turismo e economia local, assim como conhecimento do património local.

No concelho de Esposende já se encontra outros grandes percursos, como o “Caminho Português da Costa” para Santiago de Compostela e o “Caminho para S. Bento da Porta Aberta” que se inicia em Fão, junto ao Bom Jesus e segue por Barcelos, Braga, Amares, Vila Verde e Terras de Bouro, num total de 70 quilómetros.

As informações sobre os percursos pedestres poderão ser obtidas no Portal de Turismo do Município  ou em diversos suportes, tais como o Guia dos Percursos Pedestres e as brochuras individuais.

A presença dos cuidados paliativos reflete o grau de civilização de uma sociedade

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Céu Rocha
Céu Rocha

O mês de outubro tem sido nos últimos anos dedicado aos cuidados paliativos. Neste ano excêntrico, pelo contexto de pandemia, o foco sobre os cuidados paliativos é mais do que nunca necessário. E também o é a exigência da sua inclusão no sistema de saúde.

É por muitos tido que a presença dos cuidados paliativos reflete o grau de civilização de uma sociedade. Essa civilidade é hoje testada globalmente. É-o particularmente neste lado ocidental do mundo, do qual fazemos parte, e que acreditamos como mais evoluído.

O que são cuidados paliativos? Segundo a definição da Organização Mundial de Saúde são cuidados que “visam melhorar a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, que enfrentam problemas decorrentes de uma doença incurável e/ou grave e com prognóstico limitado, através da prevenção e alívio do sofrimento, com a identificação precoce e tratamento rigoroso dos problemas não só físicos, nomeadamente a dor, mas também psicológicos, sociais e espirituais”.

A pandemia que estamos a viver tem atingido de forma mais gravosa os mais vulneráveis. A taxa de mortalidade nos idosos está entre 14,8% a 21,9%, sendo a taxa de mortalidade global de 2% a 5%.  São estes os doentes para quem uma escalada de cuidados poderá não ter indicação, por não terem capacidade de sobreviver a um ambiente agressivo de cuidados intensivos. E são estes, maioritariamente,  os doentes  alvo dos cuidados paliativos.

A necessidade de aplicar os princípios dos cuidados paliativos para atender às necessidades globais do doente e apoiar a família/cuidador, é crucial em contexto de crise humanitária  e é transversal a todos os níveis de cuidados, desde a enfermaria geral às unidades mais diferenciadas. É particularmente importante nos contextos epidemiológicos, em que o afastamento físico dos doentes e famílias pelo risco de contágio, leva a uma disrupção do ambiente sócio familiar. O envolvimento de psicólogos e assistentes sociais, assim como o apoio de líderes religiosos e voluntários, é de extrema importância nestas situações.

Contudo, em contexto de crise humanitária, os cuidados paliativos são muitas vezes deixados para um segundo plano. Frequentemente, e porque a prioridade é salvar vidas, as acções paliativas apenas são incluídas quando o tratamento curativo não se revela eficaz.

Mas o objetivo mandatório de salvar vidas não pode criar uma dicotomia entre cuidados curativos e cuidados paliativos. Doentes em tratamento intensivo necessitam paralelamente de uma abordagem holística em que estão inerentes os princípios paliativistas, e para os doentes para os quais é evidente que a cura não é possível, aliviar o sofrimento e/ou acompanhar o processo de morte é a prioridade.

É também muito importante que o contexto epidemiológico não deixe sem cuidados todos os outros doentes que continuam a sofrer de outras doenças que não Covid-19. A priorização do tratamento de agudos deve também ser pensada em função do tratamento das agudizações de doentes crónicos, através das equipas de proximidade já existentes.

A otimização dos cuidados ao doente em fim de vida deve incluir a preparação da morte no domicílio, desejo expresso por muitos doentes e cuidadores, ainda mais neste contexto em que o internamento leva quase sempre a uma separação total. A preparação da morte em domicílio é uma competência de excelência das Equipas de Cuidados Paliativos, que podem prevenir e tratar situações urgentes de fim de vida e diminuir o uso dos recursos hospitalares. O sofrimento numa situação terminal é uma urgência que pode muitas vezes ser tratada no domicílio.

Artigo de opinião de Céu Rocha, coordenadora da Equipa de Cuidados Paliativos da Unidade Local de Saúde de Matosinhos.

Câmara de Braga realiza 3ª Semana Municipal para a Igualdade

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Município de Braga
CM Braga

O Município de Braga vai realizar a 3.ª Semana Municipal para a Igualdade, de 20 a 27 de outubro. “+Igualdade, +Desenvolvimento, -Discriminação” é o tema central da iniciativa que prevê a realização de debates, webinars, declamações de poesia, curtas-metragens, cafés interculturais, concurso de fotografia, pintura de um mural, apresentação de projetos e campanhas de sensibilização.

A Semana Municipal para a Igualdade tem como objetivo a promoção e partilha de conhecimento sobre a igualdade de oportunidades entre géneros, nomeadamente no aumento da literacia para a igualdade de género violência de género, na educação, no emprego. A iniciativa visa ainda sensibilizar a comunidade para as questões da discriminação e para a necessidade de se continuar a criar iguais oportunidades para mulheres e homens.

A abertura da iniciativa está marcada para amanhã, às 10h00, no edifício do Castelo, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio. Na quarta-feira, dia 21, às 15h00, no edifício do Castelo, terá lugar um café intercultural sobre “Violência contra as mulheres imigrantes” e, às 18h00, inicia-se uma conversa sobre “Violência no namoro: factos, mitos e recursos de apoio“, integrada no plano de acolhimento a novos estudantes da Universidade do Minho.

Na Quinta-feira, dia 22, às 11h30, decorre um webinar sobre discriminação racial e, às 15h00, há mais um café intercultural, desta vez sobre “Combate ao tráfico de seres humanos” .

No dia 23, às 15h00, na Escola Profissional de Braga (EPB), haverá um debate sobre “Empreendedorismo e género“. Segue-se, no dia 26, às 10h30, também na EPB, a exibição com comentário do filme “Mátria“. À tarde, pelas 14h45, tem lugar uma declamação de poemas e debate do poema “Luísa sobe a calçada… calçada de Carriche“, da autoria de António Gedeão.

O último dia de atividades, 27 de outubro, decorrerá no edifício do Castelo com a apresentação, pelas 10h00, do projeto “Uni+”. Segue-se a sessão “+ Igualdade, + Cidadania, – Discriminação, – Violência”. Em simultâneo, é apresentado o Projeto Cávado + Igual. Às 11h45, são abordados os serviços de apoio à vítima em Braga.

A Semana Municipal para a Igualdade conta com a parceria de diversas instituições do concelho, nomeadamente a Cáritas Arquidiocesana de Braga, a APAV – Associação Portuguesa do Apoio à Vítima, a UMAR – União de Mulheres Alternativa e Resposta e a Uni+. A sessão de encerramento está agendada para as 11h45.

Investigador da UMinho ganha bolsa para estudar ansiedade e stress crónico

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Tiago Gil Oliveira
Tiago Gil Oliveira

Tiago Gil Oliveira, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho), acaba de ganhar um financiamento de 70 mil dólares da Brain & Behavior Research Foundation, para estudar a ansiedade e o stress crónico.

O projeto de investigação “Phospholipase D1 Ablation Disrupts Mouse Longitudinal Hippocampal Axis Organization and Functioning” visa desenvolver novas metodologias da avaliação da estrutura e da função do hipocampo e perceber o seu papel no contexto de ansiedade e stress crónico.

Para Tiago Gil Oliveira, este financiamento “é um bom indicador de que o projeto tem interesse e vai ajudar a equipa de investigação a atingir os seus objetivos, aliados à minha experiência com modelos animais, que utilizei em projetos anteriores, e enquanto neurorradiologista, que é a minha prática clínica”.

“É importante perceber que o hipocampo é uma estrutura do lobo temporal, no cérebro, fundamental para a aprendizagem e para a memória. A ideia é que o stress crónico e a ansiedade podem produzir alterações significativas na memória e na forma como percecionamos o espaço. Desta forma, o que nos propomos a fazer neste projeto é tentar encontrar essas alterações no hipocampo por ressonância magnética, utilizando aparelhos de última geração, que permitem avaliar com detalhe alterações em modelos animais, a partir de diferentes metodologias, para que consigamos estudar as várias sub-regiões do hipocampo como mediadores das alterações associadas a estas patologias. Este passo importante será possível graças à parceria com o Instituto Neurospin, em Paris”, afirma Tiago Gil Oliveira.

“No futuro, gostaríamos de aplicar estas metodologias de identificação de diferentes sub-regiões do hipocampo como biomarcadores associados ao diagnóstico de patologias de saúde mental, como a depressão, o stress e a ansiedade, e até como resposta potencial à terapêutica, o que nos pode ajudar a fazer um diagnóstico mais preciso na prática clínica. Estas são algumas das potenciais aplicações que podem abrir novas perspetivas no futuro com estudos humanos”, conclui o investigador.

Começa esta segunda-feira a segunda fase de vacinação contra a gripe

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DR
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A segunda fase da vacinação contra a gripe começa esta segunda-feira, 19 de outubro, destinando-se a pessoas com mais de 65 anos e doentes crónicos.

Na passada sexta-feira, Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, assegurou a existência de doses suficientes, sendo que o total de vacinas adquiridas para 2020 ronda os dois milhões de doses.

Todos os anos, a vacinação contra a gripe arranca a 15 de outubro, mas devido à pandemia da Covid-19, a campanha começou este ano mais cedo.

Alerta laranja: Depressão Bárbara atinge Braga esta segunda-feira

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O distrito de Braga vai estar sob o efeito da depressão Bárbara a partir do meio-dia desta segunda-feira. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou Braga sob alerta laranja devido à previsão de chuva forte.

A partir do meio-dia, Braga está sob alerta amarelo, face à chuva por vezes forte e persistente, e passa para aviso laranja das 18h00 até às 3h00 desta terça-feira, ficando novamente em aviso amarelo até às 18h00 de amanhã.

O IPMA também colocou Braga em alerta amarelo devido ao vento, por vezes forte de sul com rajadas até 80 km/h, sendo até 100 km/h nas terras altas, aviso que vigora entre as 12h00 e as 21h00 desta segunda-feira.

Devido ao mau tempo, a Divisão Municipal de Protecção Civil lançou um alerta à população que tome as necessárias medidas de prevenção e que adeque os seus comportamentos, nomeadamente:

  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias;
  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte.