O Executivo da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves, em Braga, ofereceu três televisões para os utentes do Centro Social da Paróquia de Ferreiros.
A Autarquia local teve conhecimento desta carência no Centro Social, tendo deixado os membros do Executivo sensibilizados. “O Centro Social da Paróquia de Ferreiros estava a solicitar, através do Facebook, três televisões para os quartos dos utentes desta instituição. Como é uma área que nos sensibiliza devido à Covid-19, não hesitamos em ajudar. Entregámos os televisores para dar mais conforto e companhia aos idosos, numa fase que afeta mais esta franja mais frágil da nossa sociedade devido à pandemia,” disse João Costa, presidente da União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves.
O diretor da Instituição, o Padre Miguel Paulo Santos, agradeceu a generosidade das doações à Autarquia. “Agradecemos a oferta feita pela União de Ferreiros e Gondizalves. A sua generosidade vai fazer mais felizes os nossos idosos, nestes tempos em que eles muito precisam de mimos”, afirmou.
João Costa falou que o seu desejo para este Natal seria a vacina contra a Covid-19 para todas a população. “O meu maior desejo era que todos os portugueses tivessem a vacina contra a Covid-19. Espero que todos façam este pedido ao Pai Natal ou ao Meninos Jesus para nos presentear e salvar desta pandemia que está a afetar todo o mundo”, finalizou o autarca.
Filomena Soares, professora da Universidade do Minho, é a nova presidente da Sociedade Portuguesa para a Educação em Engenharia (SPEE). Esta entidade é uma referência académica e social a perspetivar caminhos na área, juntando a maioria das escolas de engenharia do Ensino Superior, a Ordem dos Engenheiros e mais de 200 profissionais do setor.
Filomena Soares foi eleita na recente assembleia-geral do organismo e encara o cargo “com orgulho, por fazer parte desta comunidade, e com responsabilidade, por ser um motor da sua promoção”. “A SPEE pode e deve ser a alavanca nacional de promoção da Educação em Engenharia e contribuir para a construção de um mundo mais sustentável e equitativo, com espaços de discussão, formações, seminários e acesso a sociedades congéneres, sempre com a participação dos sócios”, refere.
A responsável está atenta às mudanças no processo de ensino/aprendizagem. “O aluno passou de espectador a interveniente ativo, enquanto o professor ensinava e hoje transmite conhecimento. Isto obriga a desenharmos novas metodologias e ferramentas, pois formamos quer alunos como docentes, e obriga também a repensarmos e a valorizarmos a investigação em Educação em Engenharia”, realça.
O mandato até 2022 tem seis objetivos principais: acentuar a divulgação, dinamizar grupos de trabalho, promover a gestão interna, apoiar conferências, promover o II Encontro de Dirigentes de Instituições de Ensino de Engenharia e o II Fórum de Desenvolvimento da Educação em Engenharia e, ainda, afirmar a internacionalização. Neste âmbito, a SPEE é membro da Federação Internacional de Sociedades de Educação em Engenharia e quer intensificar laços com a Sociedade Europeia para a Educação em Engenharia, a Associação Brasileira de Educação em Engenharia e a rede no Reino Unido/Irlanda, entre outras.
Filomena Soares é a primeira pessoa da UMinho a presidir a SPEE, que foi criada em 2010. Já a nova presidente da assembleia-geral é Rosa Vasconcelos, também professora da Escola de Engenharia da UMinho (EEUM).
Nota biográfica
Filomena Soares nasceu no Porto e vive na Maia. É licenciada em Engenharia Química, mestre em Engenharia Eletrotécnica e Computadores e doutorada em Engenharia Química pela Universidade do Porto. Na UMinho, leciona no Departamento de Eletrónica Industrial da EEUM desde 1992 e investiga no Centro Algoritmi, desenvolvendo tecnologia para cidadãos com limitações cognitivas ou motoras, desde robôs sociais a jogos sérios, mas também formatos de ensino híbrido, como laboratórios virtuais, ou ainda sistemas de controlo de processos biotecnológicos e industriais. Presidiu a Associação Portuguesa de Controlo Automático e cofundou o núcleo português da IEEE Women in Engineering e a HerTech – Rede de Network Feminino. Pertence também a comités técnicos da Federação Internacional de Controlo Automático e da Associação Internacional de Projetos de Aprendizagem e Ensino em Engenharia (PAEE).
Desde o início da pandemia morreram 3.762 pessoas por Covid-19 em Portugal, registaram-se 249.498 casos de infeção e há ao todo 163.000 casos de recuperação, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Nas últimas 24 horas morreram 61 pessoas, contabilizaram-se 6.489 infetados e 5.076 recuperados.
O boletim da DGS indica que morreram 33 pessoas na região Norte, 15 em Lisboa e Vale do Tejo, 12 no Centro e 1 no Algarve.
O Norte registou 56% do total de novas infeções diárias com 3.630 infetados. Há 1.805 novos casos em Lisboa e Vale do Tejo, 799 no Centro, 135 no Alentejo, 90 no Algarve, 29 nos Açores e 1 na Madeira.
O número de casos ativos em Portugal aumentou para 82.736, mais 1.352 em 24 horas, e 80.409 pessoas estão em vigilância pelas autoridades de saúde.
Em todo o território nacional há 1.079 pessoas internadas, mais 62 face a ontem, das quais 481 em unidades de cuidados intensivos, mais 23.
O Parlamento aprovou esta sexta-feira a renovação do Estado de Emergência até 8 de dezembro, enviado por Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República.
O documento foi aprovado com os votos do PS, PSD e da deputada não-inscrita Cristina Rodrigues. O CDS-PP, Bloco de Esquerda e PAN abstiveram-se, enquanto que o PCP, PEV, Iniciativa Liberal, Chega e a deputada não-inscrita Joacine Katar votaram contra.
O Estado de Emergência começou às 00:00 do dia 9 de novembro e termina às 23:59 da próxima segunda-feira, 23 de novembro, sendo agora renovado até 8 de dezembro.
O primeiro livro infantojuvenil sobre o cantor António Variações vai ser lançado este sábado, 21 de novembro, às 11:00, na Biblioteca Municipal de Amares, no distrito de Braga. “Toninho, o Fantástico Variações” tem autoria de Fabíola Lopes, ex-aluna da Universidade do Minho (UMinho).
A obra assinala 75 anos do nascimento do artista de Amares e vai ser apresentada pelo vereador da Cultura, Isidro Araújo. Prevê-se ainda momentos musicais de Rogério Braga.
“O livro vai despertar a curiosidade dos mais jovens para este ícone da música nacional e para as suas canções e facetas, ajudando também a perpetuar a sua memória”, frisa Fabíola Lopes. Editada pela Novembro, a biografia procura explicar quem foi o António antes de ser Variações. “Toninho cresceu numa família humilde do Portugal salazarista, plena de interioridade e verticalidade, de um Minho verdejante e de folclore”, contextualiza a autora.
Toninho, o Fantástico Variações
O retrato desse contexto “foi essencial” para perceber a mudança de Toninho para Lisboa aos 12 anos, para depois definir a sua música “entre Braga e Nova Iorque”, aliando fado, folclore e pop/rock, e para viver em cidades como Amesterdão e Londres. “Apesar do perfil cosmopolita, Variações nunca esqueceu as origens, tendo até elementos alusivos na sua casa em Lisboa”, realça Fabíola Lopes.
Para preparar o livro, leu biografias sobre o cantor e falou com membros da família e amigos da época. “Toninho já era visto com estranheza na infância, não o percebiam”, define. Considera ainda que a nova publicação serve os mais novos, mas também pais e avós fãs do autor de “O corpo é que paga” ou os próprios professores e agentes culturais, nomeadamente de territórios ligados àquele artista. As ilustrações são de Patrícia Ferreira, que foi aluna de Relações Internacionais na UMinho.
Nota biográfica
Fabíola Lopes nasceu e vive em Braga há 43 anos. Fez a licenciatura em Ensino de Português e Inglês e a pós-graduação em Supervisão Pedagógica pela UMinho. É professora de Inglês e bibliotecária no Colégio D. Pedro V, em Braga. Tem a paixão da leitura e escrita desde cedo, tendo sido premiada no I Concurso de Ensaios da Embaixada da Coreia em Portugal.
Publicou também os livros “As vozes em mim” (2013, poesia), “Sombras sonâmbulas” (2015, contos), “O que há na barriga do meu pai?” (2017, infantil), “O que há nos cabelos da minha mãe?” (2017, infantil), “O que há nas mãos da minha avó/do meu avô? (2017, infantil), “Ser bombeiro” (2017, contos de autores d’A Velha Escrita) e “Quando somos nuvens” (2018, infantojuvenil). As vendas daqueles dois últimos livros reverteram para os Bombeiros Voluntários e o Centro de Desporto Adaptado de Braga, respetivamente. Está agora a preparar o primeiro romance, “A semente”, que deve sair dentro de três anos. Além disso, participa em antologias de contos, colabora no coletivo A Velha Escrita e no jornal Correio do Minho e integra a Comissão Promotora de Homenagem a António Variações, cujo apoio foi fundamental para a edição do novo livro.
Barbeiro de profissão e artista de vocação, António Variações (1944-1984) deixou dois álbuns e várias canções inscritas na história da música pop nacional, como “Canção do engate” e “Estou além”. A obra do cantor e compositor e a sua vida arrojada e irreverente deram origem a uma peça de teatro, um filme de ficção, um disco de versões pelos Humanos, exposições, espetáculos e biografias. Variações foi condecorado esta semana a título póstumo pelo Presidente da República.
O agravamento do stress durante a pandemia afetou particularmente os jovens adultos, mais de um terço dos inquiridos no projeto de investigação Collaborative Outcomes study on Health and Functioning during Infection Times (COH-FIT), coordenado em Portugal por Pedro Morgado, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Escola de Medicina da Universidade do Minho, e Sofia Brissos, do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.
Os dados preliminares revelam que, em Portugal, o agravamento do stress afetou um terço dos inquiridos e foi particularmente significativo entre os jovens adultos (36%). Estes são também o segmento mais afetado pela solidão. Esta faixa etária registou um nível desproporcionalmente elevado de agravamento deste estado comparativamente com os participantes de outras faixas etárias.
No que respeita à irritabilidade, também cerca de um terço dos inquiridos reportou um agravamento, e apenas um número reduzido (<8%) referiu melhorias nas duas semanas anteriores à participação neste estudo internacional. A grande maioria dos inquiridos relatou pequenas ou nenhumas alterações na irritabilidade (60%).
As estratégias de homens e mulheres para passar o tempo durante a pandemia
Mais de 75% dos participantes admitiu um aumento do tempo consumido nos meios de comunicação social, o que foi mais notório nos homens (81%). Em relação à ocupação dos tempos livres, metade dos inquiridos afirmou ter despendido mais tempo em contactos sociais, a realizar exercício físico e a obter informação sobre a pandemia de Covid-19.
Quando questionados sobre as estratégias utilizadas para lidar com as emoções geradas pela pandemia, a maioria dos inquiridos referiu o contato ou interação pessoal direta, o exercício físico ou os passeios, a utilização da internet, a procura de informação sobre a pandemia, a prática de hobbies significativos, e o trabalho, quer presencial, quer à distância.
Para os homens, as estratégias mais eficazes foram o contacto pessoal/interação direta, exercício ou passeios, utilização da internet e um hobby significativo; no caso das mulheres as foram o contacto pessoal/interação direta, exercício ou passeios, e utilização da internet.
A intimidade física/atividade sexual foi uma estratégia mais importante para os homens do que para as mulheres, enquanto que para estas o contacto pessoal/interação direta, a utilização da internet, as redes sociais e o trabalho foram as estratégias mais utilizadas para combater o stress e a irritabilidade durante a pandemia.
O Hospital de Braga adquiriu uma nova câmara de fluxo laminar, num investimento que rondou cerca de 7.000 euros.
Esta nova câmara, instalada nos Serviços Farmacêuticos e que se junta a uma outra já existente, é um equipamento destinado à preparação de medicamentos estéreis, que garante as condições de segurança e qualidade para as preparações e os operadores.
Com esta segunda câmara de fluxo laminar foi possível aumentar o número de preparações de medicação por dia, acrescentando-se a possibilidade de preparar-se, também, alguns tratamentos de oncologia e oftalmologia, reforçando-se a capacidade de resposta para o Hospital de Dia Oncológico e Médico.
Este novo equipamento torna-se uma mais-valia no tratamento dos doentes, assegurando-se assim toda a qualidade e segurança no serviço prestado.
Realizou-se hoje, dia 19 de Novembro, no Altice Forum Braga, a Apresentação do Plano de Recuperação e Resiliência Económica de Portugal, com a presença de António Costa e Silva, autor do plano.
De acordo com Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, “este é um documento fundamental para Portugal no contexto das enormes dificuldades que atualmente se vivem, como consequência da pandemia da Covid-19, e também para permitir corrigir défices estruturais e assimetrias territoriais que se prolongam há várias décadas”.
“Este plano tem a perceção muito pragmática e abrangente de que a recuperação e a resiliência não se atingem através da simples distribuição de dinheiro em cima dos problemas. É essencial criar as condições para uma recuperarão estrutural da economia e, nesse sentido, a implementação das medidas e a afetação dos recursos deve ter um forte envolvimento dos agentes de base regional e local. A promoção desse envolvimento e a promoção da aproximação territorial será um factor decisivo na construção de um país mais próspero e desenvolvido nos anos vindouros”, afirmou.
O autarca sublinhou que é importante o acesso à “bazuca” europeia para potenciar a concretização da retoma que este plano prevê, já que a não materialização deste fundo, uma hipótese que se coloca devido à indefinição de alguns estados-membros, poderá “pôr em causa o próprio projecto da União Europeia para o futuro”.
No decorrer da sessão foi também assinado um protocolo entre a InvestBraga e a APD – Associação para o Progresso da Direção. O acordo visa encontrar plataformas comuns de entendimento para a atividade de promoção do desenvolvimento económico, para a aceleração da transição digital e climática e para a criação de mais oportunidades às empresas da região.
O SC Braga recebeu esta quinta-fera o primeiro Prémio de Responsabilidade Social. António Salvador, presidente do clube, recebeu das mãos da diretora executiva Coordenadora da Liga Portugal, Sónia Carneiro, esta distinção, entregue pela Fundação do Futebol.
A distinção foi atribuída aos Gverreiros do Minho pela iniciativa “A Nossa Sala”, que ajudou à recuperação e reequipamento de 17 salas de internamento do Hospital de Braga, tendo o SC Braga financiado a intervenção total de duas.
À margem da entrega, o presidente do SC Braga admitiu que receber este prémio “é um motivo de grande satisfação e orgulho”, lembrando que “além de competir, os clubes têm uma responsabilidade social para com a comunidade, para com as pessoas”. “SC Braga não é só desporto”, sublinhou.
António Salvador garantiu que o SC Braga vai “continuar a trabalhar no âmbito da ação social”, dizendo que “esta foi mais uma ação e muitas outras vamos desenvolver no futuro”.
Já Sónia Carneiro definiu o Prémio de Responsabilidade Social como “um elogio para quem quer fazer o bem”, sublinhando o objetivo de “usar a notoriedade do futebol para fazer o bem, para que os nossos atletas possam ajudar as outras pessoas”.
Para o futuro, Sónia Carneiro desejou que as sociedades desportivas “continuem o bom trabalho que têm feito” neste âmbito, deixando a previsão de que “havemos de ir pelo país distribuir vários prémios de Responsabilidade Social”.
A Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga, dispõe de um canal online disponível no YouTube para transmissões em direto.
O Santuário do Sameiro é o segundo maior santuário mariano do país e com este canal, os fiéis poderão assistir às transmissões em direto a partir de uma Smart TV ou dispositivo ligado à Internet. “Neste espaço serão publicados todos os conteúdos de vídeo, incluindo transmissões em direto, no âmbito das atividades do Santuário e Confraria do Sameiro ou outros, partilhados pela Arquidiocese de Braga e amigos deste santuário. Com a disponibilização deste canal, passa a ser possível a visualização individual ou em comunidade que disponham de uma Smart TV ligada à Internet ou dispositivos móveis compatíveis”, explicou a Confraria.
Para seguir as transmissões desde o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, basta subscrever ao canal do YouTube.