Estão abertas as candidaturas ao programa “Casa Feliz – Apoio à Renda”, promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.
Até ao dia 15 de janeiro de 2021, os famalicenses que se encontrem numa situação de carência económica, e que precisam de apoio para suportar as rendas devem efetuar a sua candidatura. As inscrições estão disponíveis no portal do Município.
As condições de candidatura, bem como o formulário e os documentos necessários para o processo, são os regulados pelo Código Regulamentar sobre Concessão de Apoios e poderão ser consultados no sítio oficial do Município. O prazo do subsídio é pelo período de 12 meses, sendo suportado pela correspondente dotação orçamental do Município e até ao limite fixado anualmente pela mesma.
Ao longo deste ano, foram beneficiadas com este apoio 274 famílias do concelho, num investimento municipal de cerca de 280 mil euros. Os apoios são divididos em três escalões A, B e C, correspondendo a 100 euros, 75 euros e 50 euros mensais
Refira-se que para além deste apoio a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão tem em vigor um programa excecional de apoio à renda Covid-19, com as candidaturas a decorrerem online em https://rendas.famalicao.pt/.
A medida extraordinária lançada em abril pela autarquia pretende para apoiar os famalicenses que perderam rendimentos por força da Covid-19 no pagamento de rendas com a habitação.
Este apoio é mensal, tem que ser requerido mensalmente, tramitando nos serviços sociais da Câmara Municipal, e pretende evitar que a despesa financeira do agregado familiar com o pagamento da renda para habitação própria e permanente, após o início da pandemia, seja superior a metade da remuneração do mesmo agregado. Isto é, o montante será atribuído para ajudar a diminuir a taxa de esforço das famílias estando excluídos os agregados cuja taxa de esforço, após a perda de rendimentos, seja inferior a 50% do rendimento bruto mensal. A medida aplica-se a todo o tipo de rendimentos – trabalhadores por conta de outrem e profissionais liberais.
A CP – Comboios de Portugal concluiu na semana passada a operação de remoção do amianto das 36 carruagens (do total de 51 unidades) compradas a Espanha.
Na oficina da CP de Guifões, prosseguem os trabalhos de reparação, remodelação de interiores e pintura, sendo que as primeiras 3 carruagens estarão prontas a circular no final de janeiro, prevendo-se a disponibilidade total do parque de carruagens, da série ARCO, até ao final do ano de 2022.
Estas carruagens vão circular na linha do Minho, após a conclusão das obras em curso, pela Infraestruturas de Portugal, no troço Viana do Castelo – Valença. Para assegurar a realização destes comboios, a CP está também a recuperar locomotivas da serie 2600, nas suas oficinas de Contumil.
São 7 as locomotivas necessárias para a futura operação da linha do Minho, estando 4 já totalmente recuperadas e 3 na fase final de recuperação.
O restante calendário de reparação do parque de 21 locomotivas 2600, necessárias para tracionar as carruagens, prevê a disponibilidade de 5 locomotivas por ano em 2021 e 2022. A reparação das restantes 4 locomotivas será realizada em 2023.
Recorde-se que em setembro a Renfe divulgou que no contrato de venda das carruagens à CP estaria estipulado que a remoção de amianto cabia à companhia portuguesa.
A GNR de Braga, através do Núcleo de Investigação Criminal de Póvoa de Lanhoso, recuperou em Braga uma bicicleta elétrica roubada em Cascais.
No âmbito de uma investigação que decorria no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Cascais por furto, os militares realizaram uma busca domiciliária que culminou na apreensão da bicicleta elétrica, no valor de dois mil euros.
Dois homens de 39 e 66 anos foram constituídos arguidos por recetação e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Cascais.
Braga, através do seu hub de inovação Startup Braga, é uma das 11 anfitriãs da primeira cimeira dedicada às cidades que têm apostado no incentivo ao desenvolvimento de soluções empreendedoras. A cimeira, inicialmente agendada para Málaga, decorrerá num ambiente online a 25 de novembro.
Promovido pelo consórcio europeu Global StartupCities, que conta com o apoio da Comissão Europeia, o evento irá propor uma reflexão sobre os novos desafios para a criação e consolidação de startups e demais empresas, a partir de temáticas como o talento e as necessidades de requalificação, as novas tendências de mercado, o empreendedorismo feminino e juvenil, ou os desafios emergentes de inovação nas áreas da saúde e do clima. A cimeira pretende ainda afirmar-se como uma montra para que as empresas posicionem os seus produtos em novos mercados.
Para Ricardo Rio, presidente do Município de Braga e da InvestBraga, esta iniciativa irá servir para “promover uma reflexão conjunta sobre o rumo da indústria das startups a nível global, permitindo ainda a aproximação do ecossistema empreendedor de Braga a outros de referência, mas também para debater os grandes desafios de inovação, transversais a todas as empresas, que os próximos anos reservam”.
É neste plano, aliás, que Carlos Silva, administrador executivo da InvestBraga, apela à participação no evento, que considera ser “uma oportunidade privilegiada para qualquer empresa com ambições globais contactar com investidores e potenciais clientes ou parceiros”.
Também Luís Rodrigues, diretor da Startup Braga, realça a importância desta cimeira internacional sublinhando que “cria uma janela de oportunidades para o ecossistema da Startup Braga, uma vez que dará a possibilidade de mostrar que Braga está disponível para acolher empreendedores altamente qualificados e que tenham projetos nas áreas da nanotecnologia, tecnologias para a saúde e economia digital”.
Ricardo Rio, que será também um dos oradores da cimeira, destaca ainda o papel ativo da cidade na rede criada em 2019. “Braga irá liderar a estratégia e plano de ação deste consórcio na área do Talento e é, a par de cidades como Valência, Málaga, Manchester ou Cluj-Napoca, uma das fundadoras do consórcio, o que reforça a importância da nossa cidade como hub de referência no quadro europeu do empreendedorismo altamente tecnológico e especializado”, diz.
O evento, que se dividirá entre salas virtuais dedicadas a cada uma das cidades coanfitriãs e uma sala principal, irá permitir o debate em torno da estratégia do consórcio e do desenvolvimento de um mercado cada vez mais global.
Recorde-se que, além de Braga, a rede Global StartupCities conta ainda com cidades como Manchester (Reino Unido), Sevilha (Espanha), Varna (Bulgária), Vantaa (Finlândia), Valência (Espanha), Ostrava (República Checa), Málaga (Espanha), Leuven (Bélgica), Heraklion (Grécia), Colónia (Alemanha), Cluj-Napoca (Roménia), Bilbao (Espanha), Galway (Irlanda), Lyon (França), Turim (Itália), Breslávia (Polónia) e Chernigov (Ucrânia).
Para assistir ao evento é necessário efetuar inscrição aqui.
76,4% dos portugueses acreditam que as medidas restritivas deveriam ser aplicadas de igual forma em todo o continente, enquanto 23,6% acredita que as medidas deveriam ser tomadas apenas nos concelhos com mais de 240/100 mil habitantes. Estas são algumas das conclusões de um novo estudo da multidados.com – the research agency realizado para a Guess What.
Segundo este estudo, 85,7% dos portugueses concordam com a decisão do presidente da República sobre a declaração do Estado de Emergência e 49,4% dos inquiridos afirmam estar bastante preocupados com a situação pandémica em Portugal.
De acordo com o estudo, as medidas mais valorizadas pelos portugueses são a imposição, sempre que possível, do teletrabalho (94,5%); mobilização de militares das forças armadas para reforço da capacidade de rastreamento (94,5%); possibilidade de realizar medições de temperatura corporal em estabelecimentos de ensino (93,5%); possibilidade de requisitar recursos, meios e estabelecimentos de saúde dos setores privado e social (93,3%); e possibilidade de realizar medições de temperatura corporal em espaços comerciais, culturais e desportivos (92,0%).
Contudo, há medidas que não reúnem consenso, sendo menos valorizadas, tais como: proibição de circulação na via pública a partir das 13:00 aos sábados e domingos (46,5%); mobilização dos trabalhadores de grupos de risco para reforço da capacidade de rastreamento (40,0%); limitação à circulação de pessoas entre concelhos (30,8%); mobilização de trabalhadores em isolamento profilático para reforço da capacidade de rastreamento (27,4%); encerramento de estabelecimentos de restauração às 22:30 (21,9%).
Os principais receios dos portugueses em relação à Covid-19 passam pela falência económica nacional (74,0%), falência do Sistema Nacional de Saúde (72,2%) e Desemprego (64,6%). Em março de 2020, os principais receios apontados eram a falência económica nacional (62,2%) e a taxa de mortalidade (58,2%). 29,8% dos inquiridos afirmam estar sempre atentos às informações sobre a pandemia, numa redução relativamente a março de 2020, quando este valor chegava aos 36,7%. Apenas 1,4% dos portugueses revelam que prefere não ver notícias sobre o tema.
Quando questionados sobre que outras iniciativas deviam ser tomadas pelo Governo português no âmbito do Estado de Emergência, os portugueses apontam as seguintes medidas: apoios sociais e financeiros às pessoas individuais e às famílias (16,9%); apoio financeiro às empresas (12,5%); apoio especial para a restauração (10,9%); testar a população toda (9,9%); maior fiscalização na aplicação das medidas impostas (9,7%); aplicação real de multas por incumprimento (9,5%); imposição da máscara em qualquer situação, exceto em casa (9,3%); confinamento total de duas semanas (9,3%); ensino à distância, sempre que possível (9,3%); aumento da oferta de transportes e fiscalização nos transportes públicos (8,7%).
O estudo foi realizado por via dos métodos CATI (Telefónico) E CAWI (online) a uma base de dados de utilizadores registados na plataforma da multidados.com. Foram recolhidas e validadas 1 500 respostas entre os dias 9 e 19 de novembro de 2020.
O país recolheu novamente este fim de semana para cumprir a medida imposta para o Estado de Emergência face à Covid-19. As ruas vazias na cidade Braga não deixam dúvidas de que os bracarenses cumpriram com o recolher obrigatório.
Apesar do dia soalheiro e temperaturas agradáveis, Braga voltou a transformar-se numa cidade fantasma. Locais que habitualmente estariam cheios, este fim de semana encontraram-se completamente desertos.
Um ativista de Braga denunciou este domingo várias lixeiras encontradas em várias ruas da União de Freguesias de Real, Dume e Semelhe, em Braga.
Os resíduos foram encontrados por Carlos Dobreira em diversas ruas desta união, desde materiais de construção e demolição na Rua da Ordem e na Rua dos Quatro Caminhos. Nos locais, foram abandonados tijolos, areia, sacos com materiais de construção, uma banheira, pedras, madeira, resíduos recicláveis e lixo indiferenciado.
Próximo ao centro comercial Nova Arcada, próximo da Rua do Gontijo, o bracarense encontrou um contentor da AGERE que se encontra rodeado de mobiliário (um sofá e madeira), resíduos de construção e demolição (pedaços de madeira, uma banheira,tubagens e pavimento) e vidros partidos.
A poucos metros, numa rua sem saída e junto à N101, o ativista registou mais resíduos desde partes de frigoríficos e arcas, pedaços de televisões e muitos resíduos de construção e demolição.
Por fim, Carlos Dobreira encontrou próximo da Urbanização de Espessande, em Dume, dezenas de resíduos recicláveis e pedaços de esferovite.
Braga volta a merecer a confiança das cidades parceiras da EUROCITIES para continuar a liderar o grupo de trabalho sobre Empreendedorismo e PME’S do Fórum de Desenvolvimento Económico.
Depois de em 2018 ter sido eleita, em Grenoble, os parceiros europeus voltaram agora a eleger a cidade de Braga para continuar a liderar a rede das maiores e mais importantes cidades europeias.
Após a apresentação da candidatura e respetivo plano de trabalho, foi através de uma votação online que a cidade de Braga foi eleita para coordenar, nos próximos 2 anos, o grupo de trabalho sobre “Empreendedorismo e PME’s” com a sub-coordenação da cidade de Barcelona. Nos próximos dois anos o Fórum de Desenvolvimento Económico que integra mais de 120 participantes, entre técnicos municipais e políticos de 45 cidades de 20 países europeus, será liderado por Helsínquia e Valladolid.
“Este é mais um reconhecimento do valor e empenho de Braga na EUROCITIES. É bom que os nossos pares, de outras importantes cidades europeias, reconheçam Braga como um território de referência e onde o Município tem demonstrado a sua iniciativa e capacidade. Em 2017 merecemos a confiança para organizar o Fórum da Primavera, que ainda hoje recebe diversos elogios e referências pelo conteúdo e excelente organização, e agora voltar a confiar-nos esta coordenação do grupo de trabalho é notoriamente o reconhecimento do nosso trabalho”, afirma António Barroso, adjunto do presidente da Câmara Municipal de Braga.
O Fórum de Desenvolvimento Económico tem quatro grupos de trabalho para temas mais específicos: “Inovação” – coordenado por Londres e Espoo; “City branding e relações económicas internacionais” – coordenado por Génova, Ghent, Grenoble e Terrassa; “Investimentos de longo prazo” – coordenado por Gotemburgo e Colónia e “Empreendedorismo e PME’s” que continua coordenado por Braga e Barcelona.
“Estar na liderança deste grupo de trabalho também nos possibilita, por inerência, pertencer à direcção do Fórum o que nos garante acesso a influenciar as acções e políticas a desenvolver e implementar no seio da EUROCITIES e também no trabalho de influência junto das instâncias europeias”, refere António Barroso.
Do plano de ação apresentado para o grupo de trabalho: “Empreendedorismo e PME’s” para os próximos 2 anos, serão analisados, trabalhados, debatidos e preparados documentos para influenciar as políticas europeias para apoiar as cidades e agentes económicos em assuntos como: apoios para a recuperação económica devido à pandemia da Covid-19; canalização de fundos incentivos e apoios dirigidos às empresas e empreendedores; aplicação do Pacto Ecológico Europeu à economia; atração e retenção de talento; empreendedorismo social; empreendedorismo inclusivo; economia circular; incentivos locais e regionais; empreendedorismo feminino; redes de desenvolvimento locais e regionais; redes 5G; economia noturna; novas formas de financiamento às PME’s e fortalecimento, interligação e divulgação das PME’s de cada cidade.
“Nesta época de pandemia que trouxe uma forte contracção económica, mais que nunca as cidades têm que afirmar o seu papel de facilitadores e de porta voz dos anseios dos agentes económicos e da população em geral. A troca de experiências e a definição de estratégias têm sido o foco da nossa dinâmica e poder influenciar as instituições europeias para incrementar o desenvolvimento económico são premissas essenciais da nossa acção, partindo de Braga para toda a Europa”, refere António Barroso.
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal, da InvestBraga e recém-eleito para o Comité Executivo da EUROCITIES, também expõe o seu agrado por mais este cargo que a cidade continua a assumir. “A responsabilidade aumenta com o incremento da confiança que em nós depositam, mas a tal não é alheio o nosso empenho, valor e dinâmica, patente na acção da Câmara Municipal, mas também em tudo que os nossos parceiros empresariais, académicos e institucionais apresentam e fazem para que Braga demonstre hoje os mais diversos indicadores exemplares a nível europeu. Ajudar a EUROCITIES a obter um maior envolvimento das cidades na definição das políticas comunitárias a nível europeu e fortalecer o papel dos autarcas nos centros de decisão, é o nosso principal desiderato. É assim junto de diversos colegas europeus que também fortalecemos o papel de Portugal na Europa”, afirma o edil.
A EUROCITIES, rede das maiores e mais importantes cidades europeias, foi fundada em 1986 por seis grandes cidades: Barcelona, Birmingham, Frankfurt, Lyon, Milão e Roterdão, e pretende promover o intercâmbio das melhores práticas e representar os interesses das grandes cidades junto das instituições comunitárias, promovendo a inclusão das exigências urbanas nas políticas europeias.
Esta rede integra seis fóruns temáticos, um leque de grupos de trabalho, projectos, actividades e eventos e oferece aos seus membros uma plataforma de partilha de conhecimentos e troca de ideias. Funciona ainda como membro fundamental junto das instituições europeias na defesa dos interesses das grandes cidades e partilha posições de destaque em diversos projetos financiados pela União Europeia para as cidades.
A EUROCITIES é também uma plataforma que serve como rede de partilha de parceiros para diversos projectos com financiamento de fundos europeus. A rede EUROCITIES junta hoje mais de 145 cidades europeias e tem parcerias com outras 45 de todo o mundo, representando à volta de 130 milhões de pessoas de 40 países.
A União de Freguesias de São Lázaro e São João do Souto, em Braga, encontra-se com inscrições abertas para a entrega de cabazes de Natal para apoiar as famílias carenciadas.
De acordo com a Autarquia local, esta medida foi adotada ao longo dos anos para colmatar carências de famílias desfavorecidas na quadra natalícia.
Nesse sentido, as inscrições encontram-se abertas até dia 7 de dezembro e terão de ser efetuadas na sede da Junta, no Largo Carlos Amarantes, nº181 ou via e-mail através do endereço [email protected].
Os interessados terão de apresentar o recibo da renda, recibo de vencimento, declaração da Segurança Social dos rendimentos de todos os elementos do agregado familiar, declaração do Centro de Emprego de todos os elementos do agregado, fotocópia do Cartão de Cidadão e título de residência.
Miguel Oliveira venceu este domingo o Grande Prémio de Portugal, que se realizou em Portimão, somando o segundo triunfo da temporada no Mundial de MotoGP.
O piloto partiu da primeira posição para a última corrida da época, depois de ter vencido no sábado a primeira “pole position” da sua carreira e da história do motociclismo português.
Miguel Oliveira seguiu invicto na frente da corrida e liderou até à última volta. O piloto cumpriu as 25 voltas da corrida em 41.48,163 minutos.
O australiano Jack Miller ficou na segunda posição a 3,193 segundos, seguido do italiano Franco Morbidelli a 3,298 segundos.
Miguel Oliveira repete o feito conquistado no Grande Prémio da Estíria, na Áustria, realizado a 23 de agosto, quando subiu pela primeira vez ao pódio.