Os resultados do relatório final do Sistema de Avaliação da Qualidade Apercebida e da Satisfação dos Utentes do Hospital de Braga, referente ao ano de 2020, revelam um índice médio da satisfação dos utentes de 81,5 pontos – numa escala de 0 a 100 – o que corresponde a uma classificação de “Muito bom”.
O estudo levado a cabo pela empresa Qmetrics teve uma amostra de 817 utentes que através de entrevistas telefónicas, entre outubro e novembro, avaliaram a sua experiência nas 5 principais linhas de atividade do hospital: Cirurgia de Ambulatório, Consulta Externa, Hospital de Dia, Internamento e Urgência.
Analisando o índice médio de Satisfação observa-se por ordem decrescente: Cirurgia de Ambulatório (88,7 pontos), Hospital de Dia (85,5 pontos), Internamento (85,4 pontos), Consulta Externa (82,4,5 pontos) e Urgência (76,8 pontos).
No TOP 5 dos indicadores avaliados encontra-se a competência e profissionalismo dos médicos e enfermeiros, limpeza e higiene do gabinete de consulta/ instalações /local de cirurgia, qualidade global do desempenho do pessoal de enfermagem e a probabilidade de voltar a escolher o Hospital em caso de necessidade .
Para João Porfírio de Oliveira, presidente do Conselho de Administração do Hospital de Braga, “estes bons resultados num ano particularmente atípico é o reflexo da dedicação e empenho de todos os profissionais, apenas com eles esta realidade é possível. O objetivo é manter-se os níveis de qualidade dos serviços prestados que fazem desta Instituição uma referência nacional na prestação de cuidados”.
O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, testou negativo ao segundo teste realizado à Covid-19 e vai aguardar a realização de um teste confirmativo.
Recorde-se que esta segunda-feira o presidente da República testou positivo. No entanto, o resultado do teste realizado na noite desta segunda-feira pelo Instituto Ricardo Jorge foi negativo.
O presidente da República vai manter-se em isolamento.
O número de concelhos em risco extremo de contágio da Covid-19 no distrito de Braga subiu para 4. A Esposende e a Barcelos juntam-se os concelhos de Póvoa de Lanhoso e Vila Verde, que apresentam uma taxa de incidência acima dos 960.
Os dados divulgados hoje no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde são referentes ao período entre 23 de dezembro e 5 de janeiro.
Recorde-se que a Direção-Geral da Saúde divide os concelhos em sete níveis de incidência, consoante o número de casos de Covid-19 e o risco de contágio que representam, nomeadamente abaixo de 20,0; entre 20,0 e 59,9; entre 60,0 e 119,9; entre 120,0 e 239,9; entre 240,0 e 479,9; entre 480 e 959,9 e acima de 960.
Vila Verde foi o concelho que registou a maior subida de infetados, registando 335 novos casos de Covid-19 em duas semanas.
Também Fafe, Celorico de Basto, Vizela e Cabeceiras de Basto aumentaram de nível de incidência, passando para risco muito elevado de contágio.
Casos de Covid-19 por 100 mil habitantes no distrito de Braga
No nível mais elevado está o concelho de Esposende com 1.270 casos, seguido de Barcelos com 1.082 casos, Póvoa de Lanhoso (1.000) e Vila Verde (998).
No nível abaixo, com a incidência entre 480 e 959,9, estão Guimarães (863), Terras de Bouro (849), Vieira do Minho (828), Vila Nova de Famalicão (809), Braga (750), Amares (673), Fafe (605), Celorico de Basto (593), Cabeceiras de Basto (518) e Vizela (506).
Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, está infetado com Covid-19. O anúncio foi avançado no site da Presidência da República, que informou que Marcelo Rebelo de Sousa encontra-se assintomático.
“Tendo o presidente da República testado negativo este domingo, e apesar do teste antigénio de hoje ser negativo, soube-se agora, às 21:40, que o teste PCR deu positivo. O presidente da República, que está assintomático, comunicou ao presidente da Assembleia da República, ao primeiro-ministro e à ministra da Saúde e, encontrando-se a trabalhar em Belém, aí ficou e ficará em isolamento profilático na zona residencial, aguardando o inquérito epidemiológico”, pode ler-se no comunicado.
Marcelo Rebelo de Sousa cancelou toda a agenda para os próximos dias, a começar com sessão com os peritos no Infarmed e a audição dos partidos políticos previstas para amanhã.
“Não há, ou houve, qualquer surto de contágio do vírus Covid-19 na BragaHabit. Existiu apenas, na passada semana, um colaborador que testou positivo à Covid-19, fruto de um contacto com uma pessoa fora do contexto profissional, e que imediatamente entrou em isolamento. Todos os colaboradores da BragaHabit com quem esteve em contacto entraram em isolamento profiláctico, por medida de precaução. Até à data, nenhum desses colaboradores apresentou sintomatologia”, explicou a Autarquia bracarense.
O Municipio referiu que todos os colaboradores da BragaHabit estão obrigados a cumprir o Plano de Contingência existente, que implica o uso de máscaras dentro das instalações da empresa e o respeito pelo distanciamento social recomendado e que todos os postos de trabalho cumprem as regas de distanciamento recomendadas.
“A BragaHabit tem utilizado, sempre que possível, as faculdades do teletrabalho, tendo inclusivamente uma colaboradora em regime de teletrabalho permanente desde março de 2020. Aos restantes colaboradores foi dada a possibilidade de fazerem trabalho a partir de casa, tendo a Bragahbit providenciado à maioria a possibilidade técnica de o poderem fazer, ligando-se ao Sistema Integrado de Gestão, ao qual tem que ser garantida a segurança de acesso. Tem existido rotatividade de trabalho entre os colaboradores de forma a que em cada departamento fique, pelo menos, um colaborar em trabalho na empresa. Alguns dos colaboradores manifestam preferência por trabalhar nas instalações empresa, à qual reconhecem todas as capacidades de segurança sanitária”, realçou a Câmara Municipal.
Segundo a Autarquia, a BragaHabit tem também em curso a reabilitação dos bairros sociais, o que “obriga as equipas de gestão e fiscalização de obra a fazerem grande parte do seu trabalho presencialmente. Nenhum dos serviços de apoio dados à educação são passiveis de teletrabalho. Tem atendimento ao público, recomendando a todos os requerentes que usem, preferencialmente, os meios à distância para efetuar os contactos (telefone e email). Aos que solicitam ser recebidos presencialmente, é feito o agendamento antecipado e são garantidos a todos (técnicos e utentes) as medidas de protecção sanitárias adequadas”.
O plano de vacinação contra a Covid-19 inicia esta terça-feira em instituições de Guimarães, entre Lares de Idosos, Estruturas Residenciais e Unidades de Cuidados Continuados.
Nos próximos dois dias está previsto a vacinação a utentes e funcionários de 23 instituições, num processo articulado entre a ARS Norte e o ACEs do Alto Ave. Na reunião extraordinária da Comissão Municipal da Proteção Civil, realizada esta segunda-feira, Domingos Bragança, presidente da Câmara, deixou um alerta para a sinalização de pessoas idosas a viverem sós, em situação precária ou sem retaguarda familiar no sentido de puderem ser integradas na fase inicial do plano de vacinação.
“A colaboração dos presidentes das Juntas de Freguesia é essencial no sentido de sinalizar as pessoas que necessitam de apoio, especialmente alimentação e têxteis de agasalho, contando com a nossa Rede Social em articulação com as diferentes Comissões Sociais Inter-Freguesias, para darmos uma resposta célere e em complemento com as Equipas Multidisciplinares”, apontou o autarca.
A reunião serviu para fazer uma análise à situação municipal da Covid-19, perante a nova situação de confinamento que se perspetiva dado o aumento de casos de infeção.
Guimarães está a desenvolver um trabalho de “ampla cooperação” no combate à pandemia, assinalado pelas entidades de saúde e forças de segurança presentes nesta reunião da Proteção Civil.
As Equipas Multidisciplinares (Suporte Comunitário e Escolar) estão a dar o apoio direto no terreno à população, assim como se encontra ativo o Centro de Acolhimento para pessoas sem-abrigo e a Estrutura Municipal de Retaguarda instalada no Seminário do Verbo Divino, que acolheu até à data um total de 140 utentes no apoio ao Hospital de Guimarães e a munícipes sem retaguarda familiar. A Câmara Municipal de Guimarães integra ainda o projeto “Vamos Salvar Portugal”, no sentido de ajudar a autoridade de saúde pública a identificar e interromper de forma mais célere as cadeias de contágio.
“Temos de continuar em alerta máximo para tentar inverter esta situação de aumento de contágios, mantendo as regras básicas de proteção como o uso da máscara, distanciamento social e lavagem frequente das mãos, e evitar qualquer tipo de relaxamento com a chegada da vacina”, salientou Domingos Bragança, admitindo ainda alguma apreensão com o número de casos de infeção na comunidade educativa, aguardando pelas medidas que serão anunciadas esta semana pelo Governo.
A final da Taça de Portugal feminina 2019/2020 entre o SC Braga e o SL Benfica joga-se esta terça-feira, às 19:45, no Estádio Municipal de Aveiro.
Em antevisão à partida, Miguel Santos, treinador da equipa feminina do SC Braga, acredita que o plantel está pronto para dar uma boa resposta e lutar pela conquista do troféu.
Miguel Santos está à espera de um jogo equilibrado, à semelhança da partida da final da Taça da Liga Feminina, mas ambiciona um desfecho diferente, uma vitória para a equipa bracarense.
“Estamos à espera de um jogo muito semelhante daquele que vimos na final da Taça da Liga. Em relação a nós, iremos corrigir alguns aspetos para que a história seja diferente. Foi para isso que dedicamos este tempo de trabalho. Em termos de atitude, vontade, empenho e determinação da equipa, isso vai ser igual. Não vamos mudar nada. Vamos ser uma equipa à imagem do clube: aguerrida, séria e em busca do título, para que os adeptos possam ficar contentes com o nosso empenho e esforço dentro de campo”, referiu o técnico.
Miguel Santos referiu que a equipa está confiante e com desejos de escrever um resultado diferente ao da Taça da Liga. “A moral da equipa está boa. Estivemos a analisar aquilo que fizemos bem e o que fizemos menos bem para corrigir. Sinto a equipa confiante, tranquila e com desejo de escrever uma história e um resultado final diferente. É com esse espírito e plano que vamos abordar mais uma final. Estamos aqui por mérito, com um percurso em que jogamos sempre fora de casa. Conquistar este título significaria muito para nós. Há muito tempo que os adeptos querem este título”, finalizou o treinador.
“Felicidade” é o tema da segunda edição do Orçamento Participativo de Barcelos, que tem como objetivo mobilizar os cidadãos para uma intervenção ativa e qualificada na vida política barcelense.
“O sucesso do Orçamento Participativo tem sido garantido por um aumento constante do envolvimento de quem vive, estuda e trabalha em Barcelos, das associações, das instituições, dos estabelecimentos de ensino básico e secundário e de outros agentes, que têm detetado anseios, identificado falhas e apresentado propostas que têm contribuído para qualificar e desenvolver o concelho”, realça a Autarquia.
“O Orçamento Participativo tem sido uma ferramenta de singular importância e tem deixado uma marca transformadora no território, através da concretização de projetos de enorme valia para a comunidade que confere aos cidadãos o poder de decidirem como deve ser investida uma parte das verbas do orçamento municipal”, referiu o Município.
Podem concorrer os cidadãos com 16 anos de idade ou mais, que sejam naturais, residam, trabalhem ou estudem no concelho de Barcelos e que pretendam apresentar projetos que visem melhorar a qualidade de vida dos munícipes.
Os cidadãos podem apresentar as suas propostas ao Orçamento Participativo até 7 de abril de 2021, por via eletrónica através do portal https://participe.cm-barcelos.pt/inscricao-no-op-barcelos/ ou nas assembleias participativas que o Município de Barcelos irá organizar e que, devido à situação pandémica do Covid-19, podem vir a ser realizadas través de plataforma digital ou presencialmente, em datas a designar.
As assembleias participativas visam permitir a participação de todos os cidadãos, especialmente àqueles que têm mais dificuldade de acesso a meios eletrónicos, sendo organizadas pela Câmara Municipal no decurso do período de apresentação de propostas, com o intuito de informar acerca do Regulamento do Orçamento Participativo e respetivas normas e receber propostas dos participantes.
Podem participar nestas assembleias todos os cidadãos inscritos para o efeito nas freguesias ou registados no portal do Orçamento Participativo ou ainda nos locais das assembleias participativas até ao início dos trabalhos.
No caso de o participante não ser eleitor em Barcelos, só terá a sua inscrição validada após ter comprovado, consoante o caso, que reside no concelho de Barcelos, anexando uma declaração de honra para o efeito; se trabalha no concelho deverá anexar uma declaração de contrato, um recibo de vencimento ou outro documento válido da entidade empregadora; se estuda no concelho, anexar um comprovativo de matrícula no presente ano letivo ou outro documento válido do estabelecimento de ensino.
Cada proposta deverá ter um limite máximo de 50 mil euros e estas deverão estar enquadradas nas seguintes áreas temáticas: democracia e cidadania; solidariedade e coesão social, ecologia, ambiente e energia, cultura e arte urbana, educação e juventude, património material e imaterial, desporto, saúde e bem-estar, mobilidade, qualidade de vida, inovação e empreendedorismo.
O Orçamento Participativo do Município de Barcelos pretende ser o resultado de uma gestão participada e informada, nos termos dos princípios e compromissos organizacionais relacionados com a aproximação da Administração Pública ao cidadão, e, naturalmente, com os valores da democracia participativa.
As normas de participação na 2ª edição do Orçamento Participativo foram aprovadas na reunião do Executivo Municipal na sexta-feira Como tal, o cronograma deste projeto, bem como outras informações relevantes as candidaturas devem ser realizadas na plataforma online participe.cm-barcelos.pt.
A Associação de Profissionais Licenciados de Optometria (APLO), que representa mais de 1.276 optometristas no país, questionou o Ministério da Saúde sobre o prazo previsto para o processo de vacinação contra a Covid-19 dos optometristas.
“Os optometristas são profissionais de saúde e igualam os restantes profissionais de saúde no risco de exposição ao contágio por SARS-CoV-2. Os cuidados que prestam são de elevadíssima proximidade do rosto dos utentes e das suas vias respiratórias. Acresce que o contágio através de aerossol não se limita à inalação ou contacto com as vias aéreas do recetor, mas há também referências científicas para o contágio através da superfície ocular”, afirma Raúl de Sousa, presidente da APLO.
“No que respeita aos cuidados para a saúde da visão, a pandemia evidenciou todos os defeitos, más práticas e gestão inadequada da prestação destes cuidados no SNS. É a tempestade perfeita. Barreiras de acesso aos cuidados para a saúde da visão intransponíveis para a maioria dos portugueses, típicas das décadas anteriores, exponenciadas pelo encerramento da atividade assistencial, num ano absolutamente invulgar. A solução encontrada até à data, é fazer o mesmo que sempre falhou e esperar que os resultados sejam diferentes”, acrescenta.
Para Raúl de Sousa, “é imperioso o entendimento sobre a necessidade de Portugal seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde. Nestas incluem-se as que versam as intervenções para o erro refrativo, descritas na versão preliminar do Compêndio da Organização Mundial da Saúde, com referência central ao papel do Optometrista”.
“Os optometristas realizam dois milhões de consultas todos os anos, e estão na linha da frente para a principal causa de deficiência visual e cegueira evitável. Esta é uma classe que aguarda o reconhecimento do Estado Português, a partir de uma iniciativa legislativa que materialize o que já se pratica há 30 anos em Portugal e há 250 anos no mundo: a definição do acesso e regulação da profissão de Optometrista, que protege tanto os profissionais como os utentes”, finalizou.
Até à data, a APLO aguarda pela informação sobre o momento para a vacinação dos optometristas ao SARS-CoV-2 e lamenta a falta de informação proveniente da Direção-Geral da Saúde.
Um jovem de 21 anos foi detido este domingo pela GNR em Lordelo, Guimarães, por tráfico de droga. No decorrer de uma ação de fiscalização para o cumprimento do recolher obrigatório, os militares da abordaram o suspeito que se encontrava na via pública sem justificação.
De acordo com a GNR, durante a abordagem o suspeito demonstrou algum nervosismo, pelo que o revistaram e apreendera 59 doses de cocaína e 24,90 euros em numerário.
O detido foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.