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O que está em causa na nova estrutura da Câmara de Braga

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© CHEGA
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A Câmara Municipal de Braga aprovou, na sua última reunião, uma profunda alteração à estrutura orgânica dos serviços municipais, apresentada pelo Executivo Juntos por Braga como uma reforma de modernização e de poupança. O Senhor Presidente garantiu que “com esta orgânica, reduzimos em mais de 100 mil euros por ano a despesa com cargos dirigentes”, como se tivesse encontrado a fórmula mágica da boa gestão. Mas, quando olhamos para os números e para o desenho concreto da máquina, a “poupança” revela-se um argumento frágil e politicamente inquietante.

O vereador do CHEGA, Filipe Aguiar, teve aqui um papel particularmente relevante: foi o primeiro a confrontar de forma clara esta narrativa, não só na intervenção política, mas sobretudo no voto. A sua declaração de voto assumiu uma crítica frontal à duplicação do custo das Direções Municipais de topo – que passa de cerca de 18 mil para cerca de 37 mil euros mensais – enquanto a poupança global de cerca de 100 mil euros por ano resulta, em larga medida, da eliminação de chefias de base. Também o ASB votou contra, o que merece ser registado como sinal de coerência face às críticas que fez ao desenho desta organigrama. Já PS e IL, apesar de intervenções muito alinhadas com o diagnóstico de Filipe Aguiar – denunciando a criação de lugares para “elegíveis” não eleitos e o risco de instrumentalização da máquina municipal – optaram por se abster, permitindo a aprovação da proposta.

Os dados são, porém, teimosos. Há menos oito chefias, sim, nos níveis intermédios, enquanto se reforça a “cabeça” com Direções Municipais mais numerosas e mais caras. O que se corta nos “sargentos” serve, em grande medida, para reforçar os “generais”. Se pensarmos em termos de uma família que vai ao talho, isto equivale a comprar menos carne para a mesa, trocando peito de frango por menos quantidade de lombo de vitela – o preço por quilo sobe, a quantidade total desce e, no fim, há menos para servir à família. É difícil, neste contexto, sustentar que se está a “emagrecer” o Estado local; está-se, antes, a redistribuir gordura para o topo.

Daqui nasce a dimensão política mais sensível, que marcou o debate: a perceção de que estes novos lugares de direção superior e de direção intermédia de 1.o grau podem servir, em parte, para acomodar quadros ligados à candidatura vencedora que não foram eleitos pelos bracarenses. Filipe Aguiar falou de “vereadores invisíveis”: diretores municipais que, sem terem recebido um único voto, passam a desempenhar funções de comando político sobre a máquina, tal como o próprio regulamento admite quando fala em “garantir a ligação do comando político da autarquia às demais unidades orgânicas”. Outros, designadamente IL e PS, foram mais longe nas insinuações sobre os potenciais beneficiários destes lugares,

apontando para nomes bem colocados na lista da coligação Juntos por Braga que ficaram fora da vereação. Não me compete transformar suspeitas em certezas, mas enquanto cidadã não posso ignorar a sensação de que se abre uma porta larga para premiar lealdades políticas através da estrutura municipal.

É precisamente neste ponto que importa distinguir o papel institucional do vereador Filipe Aguiar – que, com serenidade, levantou dúvidas legítimas sobre a concentração de poder no topo e a criação de “vereadores invisíveis” – da minha leitura mais livre enquanto bracarense. Eu posso dizê-lo de forma mais direta: esta organigrama faz lembrar uma criatura em que a cabeça cresce para o dobro, enquanto o corpo emagrece e perde músculo. Menos chefias de proximidade, menos coordenação operacional, mais direções “estratégicas” com salários reforçados. Não é difícil perceber quem ganha e quem perde neste desenho.

O que mais me surpreende é ver partidos que, no plano nacional, se apresentam como defensores dos trabalhadores – como o PS – centrarem quase toda a sua crítica na suspeita de “colocação” de nomes, deixando nas mãos do CHEGA a defesa mais óbvia de quem está mais abaixo na hierarquia salarial: os técnicos e coordenadores que garantem o funcionamento diário dos serviços. No plano do discurso, PS, IL e ASB partilharam a leitura política de que esta reforma favorece a integração de não eleitos em lugares de topo; no momento da votação, apenas CHEGA e ASB levaram essa crítica até às últimas consequências, votando contra. A coragem política mede-se também aqui: na capacidade de transformar a palavra em ato.

Como bracarense, não considero errado que a Câmara queira poupar; considero, isso sim, que a poupança tem de ser real e equilibrada, e não um exercício de contabilidade criativa. Se o Estado local corta em seis “sargentos” que formam recrutas para contratar mais três generais de três estrelas, não está a servir melhor o município nem os munícipes; está apenas a reforçar o topo, esperando que ninguém repare na fatura.

A reunião de Câmara deixou, por isso, duas mensagens importantes: há um consenso alargado na oposição quanto aos riscos desta reforma, mas nem todos estiveram disponíveis para assumir um voto consequente; e o vereador Filipe Aguiar, em conjunto com o ASB, manteve uma posição coerente e limpa, sem ataques pessoais, mas sem se deixar intimidar pelo argumento fácil da “poupança”.

Eu, Mónica Jerónimo Lopes, escrevo este texto não como deputada municipal, mas como cidadã que vive, trabalha e se preocupa com Braga. E, desse lugar, espero que esta nova orgânica não se transforme na confirmação dos piores receios: uma máquina com menos braços para trabalhar e mais cabeças para mandar. Porque, se assim for, não será apenas um erro político; será uma má notícia para todos os que acreditam que o serviço público começa por quem está mais perto dos cidadãos, e não por quem está mais perto do gabinete do poder.

SC Braga vence CS Marítimo por 0-2

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© SC Braga
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A equipa feminina do SC Braga venceu o CS Marítimo por 0-2, em jogo correspondente à 12.ª jornada da Liga BPI.

Aos 56′, Malu Schmidt, numa jogada de insistência, inaugurou o marcador. À passagem do minuto 72′, foi a vez de Ásdís fazer o gosto ao pé, ao assinalar o 0-2 que se manteve até ao final.

O SC Braga segue na quinta posição da tabela classificava com 16 pontos.

Santuário do Sameiro celebra missa animada pelos Arautos do Evangelho

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© CM Braga
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O Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, em Braga, celebra todos os domingos uma Missa animada pelos Arautos do Evangelho. A celebração irá decorrer às 18:00, na Basílica deste santuário Mariano.

Todos os domingos, às 18:00, há homilia na Basílica com os Arautos do Sameiro — um momento de recolhimento, doutrina e elevação espiritual. Participe connosco”, convidou a Confraria do Sameiro.

Barcelos vai atribuir mais de 2,3 milhões de euros às freguesias

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© CM Barcelos
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A Câmara Municipal de Barcelos aprovou, na sexta-feira, em reunião pública do Executivo, a atribuição de comparticipações financeiras às Freguesias e Uniões de Freguesia, num valor total superior a 2,3 milhões de euros. 

Estes apoios visam, segundo a Autarquia, “ajudar as juntas de freguesia na realização de diversos investimentos, designadamente requalificação de ruas, manutenção de espaços verdes e drenagem de águas pluviais, entre outros”.

A medida será agora submetida à apreciação da Assembleia Municipal, agendada para o próximo dia 27 de fevereiro.

“O pagamento destas comparticipações será feito após a apresentação de comprovativos da realização das despesas”, referiu a Câmara Municipal.

Póvoa de Lanhoso reforça projeção nacional na Bolsa de Turismo de Lisboa

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© CM Póvoa de Lanhoso
© CM Póvoa de Lanhoso

O Município da Póvoa de Lanhoso estará presente na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorre de 25 de fevereiro a 1 de março, naquele que é o mais importante certame do setor do turismo a nível nacional.

A participação da Póvoa de Lanhoso far-se-á através de um stand próprio, concebido especialmente para o efeito, inspirado no Castelo de Lanhoso, um dos principais ex-líbris do concelho e símbolo maior da identidade histórica e patrimonial. 

Será apresentada uma mostra representativa do que de melhor o território tem para oferecer, com destaque para a Filigrana, enquanto arte identitária profundamente enraizada na história local. Dois artesãos do concelho estarão a trabalhar ao vivo durante todos os dias do evento, proporcionando aos visitantes uma experiência autêntica e diferenciadora.

Para além da Filigrana, o stand integrará a exposição de peças de artesanato e de produtos regionais, como os charutos, os doces da romaria e as rochas do pilar, complementados com provas de licores e vinhos de produtores locais, reforçando a valorização da gastronomia e dos sabores tradicionais do concelho.

O Caminho Português de Santiago Leon de Rosmithal, para além de estar no stand povoense, estará também em destaque no espaço dedicado aos Caminhos de Santiago, no dia 27 de fevereiro, entre as 17:00 e as 19:00, e será complementado com a promoção da gastronomia local.

O traçado deste Caminho atravessa o território do concelho, o que reforça o posicionamento da Póvoa enquanto destino integrado nas rotas de turismo cultural e religioso.

Esta presença permitirá aumentar a notoriedade da Póvoa de Lanhoso como destino, reforçar o posicionamento do concelho enquanto território identitário ligado à Filigrana e ao património histórico-cultural, estreitar relações com operadores turísticos e explorar novas oportunidades de promoção integradas com parceiros estratégicos.

A BTL afirma-se, anualmente, como a principal montra da diversidade e qualidade da oferta turística nacional e projeção dos destinos portugueses além-fronteiras. 

Braga faz homenagem aos heróis ucranianos da “Centena Celestial”

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© Abraão Veloso
© Abraão Veloso

Braga prestou homenagem às vítimas da guerra na Ucrânia após completar 4 anos de conflito.

A União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade associou-se à cerimónia em memória dos heróis da “Centena Celestial”, realizada no Parque da Ponte. 

O momento contou também com a presença de Andriy Vdovichenko, cônsul da Ucrânia no Porto, de Hernâni Duarte, presidente da União de Freguesias de Maximinos, Sé e Cividade, de Abraão Veloso, presidente da direção do Centro Social e Cultural Luso Ucraniano e alguns cidadãos ucranianos residentes no concelho de Braga.

Concelho de Braga volta a reviver intensamente Procissões dos Passos

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© Angélica Antunes
© Angélica Antunes

O concelho de Braga volta a reviver intensamente o período da Quaresma com a realização das Procissões dos Passos em várias freguesias do concelho.

Esta manifestação de fé é um marco cultural do concelho de Braga e envolve anualmente milhares de pessoas para reviver os últimos momentos de Jesus Cristo.

As majestosas procissões têm sempre como ponto alto o Sermão, o Canto de Verónica e o Encontro de Maria com Jesus.

Programa:

  • 8 de Março às 15h30: Procissão dos Passos de Cabreiros
  • 15 de Março às 15h00: Procissão dos Passos de Figueiredo
  • 15 de Março às 15h15: Procissão dos Passos de Real
  • 22 de Março às 15h00: Procissão dos Passos de Celeirós
  • 29 de Março às 17h00: Procissão dos Passos de Braga

Câmara pede esclarecimentos à PSP por impedimento de tela no SC Braga – Vitória SC

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© CM Braga
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A PSP não autorizou a exibição de uma tela gigante por parte de adeptos do SC Braga,  no jogo frente ao Vitória SC, que decorreu este sábado, no Estádio Municipal de Braga.

Esta medida da PSP motivou várias posições públicas, entre elas a Câmara Municipal de Braga. “O que aconteceu no âmbito do jogo entre o SC Braga e o Vitória SC é um episódio que merece esclarecimento, reflexão e o apuramento integral de todos os factos. O que está em causa não é apenas um momento de tensão num jogo de futebol. Está também em causa a forma como se trata a expressão de apoio a um clube e a uma cidade”, refere João Rodrigues, presidente do Município de Braga.

O autarca reconhece que “a PSP tem uma função essencial na garantia da ordem pública e da segurança. Esse papel é indispensável e deve ser respeitado. Mas, precisamente por isso, a sua atuação tem de ser sempre proporcional, adequada e devidamente fundamentada” e que “sem conhecer ainda todos os factos em detalhe, e procurando apurá-los com rigor junto das entidades competentes, há um ponto que importa afirmar com clareza: a tarja que os adeptos do SC Braga pretendiam exibir, tal como foi tornada pública, não tinha conteúdo ofensivo, nem promovia o ódio ou a violência”.

João Rodrigues sublinha que “tudo o que aconteceu deve ser devidamente apurado, com objetividade, rigor e sentido de responsabilidade, para que haja total clareza sobre os motivos e os termos da intervenção”.

“Braga é uma cidade com identidade, com orgulho e com um forte sentido de pertença. Esse orgulho não pode ser confundido com desordem, nem tratado como problema. Como Presidente da Câmara Municipal de Braga, cabe-me defender a cidade, os bracarenses e exigir que todas as instituições atuem com respeito, bom senso e proporcionalidade. É isso que farei, com serenidade e com firmeza”, reforçou.

Braga não pode ficar indiferente: proteger as vítimas é proteger a nossa comunidade

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© Marta Cerqueira Gonçalves
© Marta Cerqueira Gonçalves

No Dia Europeu da Vítima de Crime, que se assinala a 22 de fevereiro, somos convidados a olhar de frente para uma realidade que demasiadas vezes permanece escondida. Por detrás das portas fechadas, no silêncio das casas e no isolamento emocional de tantas pessoas, continuam a existir situações de violência, abuso e sofrimento que não podem ser ignoradas.

Os dados mais recentes divulgados pela Associação Portuguesa de Apoio à Vítima revelam um aumento significativo dos pedidos de apoio no último ano. A violência doméstica continua a representar a maioria das situações acompanhadas. Estes números não são meras estatísticas. Representam mulheres, crianças, idosos e também homens que vivem em contextos de medo, dependência e vulnerabilidade.

É verdade que o crescimento dos pedidos de apoio pode significar também maior confiança nas instituições e maior consciencialização social. E isso é um sinal positivo. Significa que mais vítimas encontram coragem para denunciar e procurar ajuda. Mas significa igualmente que as respostas têm de ser mais eficazes, mais articuladas e mais próximas das pessoas.

Enquanto comunidade, Braga não pode ficar indiferente. A coesão social não se constrói apenas com desenvolvimento económico, dinamismo cultural ou reconhecimento externo. Constrói-se garantindo que ninguém fica para trás. Constrói-se quando as redes de proximidade funcionam, quando as freguesias conhecem as realidades mais vulneráveis, quando as escolas identificam sinais precoces de risco, quando os serviços sociais dispõem de meios adequados para intervir e quando existe uma verdadeira articulação entre autarquia, instituições sociais, forças de segurança e serviços de saúde.

A violência prospera no isolamento. Prosperam também as situações de abuso quando a precariedade económica limita escolhas e aprisiona vítimas em relações destrutivas. Por isso, falar de vítimas de crime é também falar de ação social, de acesso à habitação, de apoio psicológico acessível, de combate à solidão dos idosos e de proteção efetiva das crianças. É falar de políticas municipais que reforcem os laços comunitários e promovam relações saudáveis.

Enquanto membro da Assembleia Municipal de Braga pelo movimento Amar e Servir Braga, acredito que devemos continuar a investir na prevenção, especialmente junto das escolas, promovendo educação para relações baseadas no respeito e na igualdade. Devemos reforçar o acesso ao apoio psicológico e jurídico, fortalecer a formação dos profissionais que estão na linha da frente e garantir que a Rede Social funciona de forma integrada e eficaz. É igualmente essencial apostar em estratégias de proximidade nas freguesias e manter campanhas de sensibilização permanentes, porque a prevenção não se faz apenas em datas simbólicas.

Não basta reagir quando o crime acontece. É necessário prevenir os contextos que o tornam possível. Isso exige visão estratégica, compromisso político e mobilização comunitária.

Braga é um concelho com uma forte rede associativa e um capital humano extraordinário. Temos condições para liderar pelo exemplo. Mas a solidariedade não pode ser apenas uma intenção. Tem de traduzir-se em ação concreta, coordenada e sustentada.

No Dia Europeu da Vítima de Crime, importa que reafirmemos um compromisso claro: proteger as vítimas é proteger a nossa comunidade. Um concelho verdadeiramente desenvolvido é aquele onde cada pessoa se sente segura, respeitada e apoiada. E esse é o caminho que devemos continuar a construir, juntos.

Bombeiros Sapadores de Braga em Pombal a ajudar populações afetadas pela tempestade

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© CM Braga
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A Câmara Municipal de Braga mobilizou uma equipa do Batalhão de Bombeiros Sapadores para a freguesia das Meirinhas, em Pombal, para ajudar na resposta aos efeitos provocados pela Tempestade Kristin.

“A deslocação da corporação bracarense resulta de uma articulação institucional entre os Municípios de Braga e Pombal, na sequência de um pedido formal de apoio prontamente correspondido, com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta no terreno”, refere a Autarquia.

A equipa encontra-se a colaborar na desobstrução de vias, remoção de destroços, avaliação de condições de segurança em edifícios e apoio à reposição da normalidade nas zonas mais afetadas.

Entre as principais ocorrências registadas destacam-se quedas de árvores, danos em infraestruturas, inundações pontuais e constrangimentos na circulação rodoviária.

“Esta cooperação entre municípios evidencia a importância da articulação institucional na resposta a situações de emergência, permitindo uma mobilização célere e eficaz de recursos humanos e operacionais. A presença dos Bombeiros Sapadores de Braga deverá manter-se enquanto se verificarem necessidades no terreno, estimando-se uma intervenção até 72 horas”, finalizou a Câmara Municipal.