Morreram 214 pessoas por Covid-19 nas últimas 24 horas em Portugal, elevando para 13 óbitos desde o início da pandemia. Foram registados 6.132 novos casos, aumentando para 761.906 casos positivos, e há mais 14.317 recuperados, são 599.593 casos de recuperação no total.
O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde indica que morreram 99 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 48 no Centro, 44 no Norte, 15 no Alentejo, 6 no Algarve e 2 na Madeira.
Foram detetados 3.356 infetados em Lisboa e Vale do Tejo, 1.227 no Norte, 960 no Centro, 315 no Alentejo, 147 no Algarve, 121 na Madeira e 6 nos Açores.
Atualmente há 148.359 casos ativos no país, menos 8.399 face a ontem, e 192.673 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 5.590.
O número de doentes internados é agora de 6.158, menos 254 em 24 horas, dos quais 891 em unidades de cuidados intensivos, menos 13.
Um homem de 43 anos foi identificado pela GNR por furto de colmeias em Guimarães.
Na sequência de uma investigação por furto de colmeias, os militares da GNR encetaram diligências policiais que permitiram identificar o autor do furto.
A força de segurança realizou uma busca domiciliária que permitiu recuperar seis colmeias e dois núcleos sem abelhas de fabrico artesanal.
O suspeito foi constituído arguido e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Guimarães.
Victor Hugo Salgado, presidente da Câmara Municipal de Vizela, reuniu com o IHRU – Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, com vista à elaboração da Estratégia Local da Habitação no concelho.
Na reunião, que decorreu online, foi concluído o processo da Estratégia Local de Habitação no âmbito da candidatura da Câmara Municipal ao Programa 1º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, e será agora remetida para aprovação dos órgãos autárquicos.
De destacar que a Estratégia Local de Habitação visa apoiar a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem em condições habitacionais indignas e que não dispõem de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada, tendo a Câmara Municipal efetuado um levantamento das necessidades habitacionais no concelho, em conjunto com todos os presidentes de Junta de Freguesia, “pois são estes que estão mais próximos das suas populações e melhor conhecem a realidade das suas freguesias, tendo identificado a necessidade de intervenção em mais de uma dezena de habitações”.
“De relembrar que, quando este Executivo tomou posse, não existia qualquer levantamento habitacional do concelho e as únicas habitações sociais existentes tinham sido construídas em 2004, num total de 18 habitações, uma quantidade manifestamente insuficiente para as necessidades existentes”, explicou a Autarquia vizelense.
O Município de Braga vai transferir cerca de 379 mil euros para a realização de obras em várias freguesias do concelho. As propostas, em forma de Contratos Interadministrativos de Delegação de Competências e de atribuição de apoios, serão apreciadas na próxima segunda-feira em Reunião de Executivo Municipal.
A maior fatia, no valor de 111.339 euros, cabe à União de Freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra para a execução da requalificação da Rua das Boucinhas, em Santa Lucrécia. A União de Freguesias de Ferreiros e Gondizalves irá receber 70.177 euros para o alargamento e pavimentação da Rua Francisco Lopes Gomes (Ferreiros).
À freguesia de Figueiredo, o Executivo Municipal irá atribuir 61.176 euros para a reparação do pavimento da Rua do Bairro, enquanto à Freguesia de Adaúfe será concedido o valor de 55.683 euros, para a pavimentação da Rua 5 de Outubro.
A União Freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro irá receber 36.021 euros para a requalificação parcial da Avenida da Igreja (Celeirós). Já para a União de Freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e S. Vicente) será atribuído um apoio no valor de 4 451 euros para aditamento ao contrato da requalificação da Rua de Soutelo (Penso Santo Estevão).
No capítulo da atribuição de apoios, o Executivo liderado por Ricardo Rio vai apoiar as obras de melhoramento da Praia Fluvial de Adaúfe com 15.071 euros. À freguesia de Esporões será atribuído um apoio no valor de 12.400 euros, verba que se destina à aquisição e instalação de abrigos em paragens de autocarro para utentes dos transportes públicos. Também à União de Freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) será atribuída a verba de 4 000 euros para apoiar a requalificação da Rua dos Pardeiros.
À União de Freguesias de Cabreiros e Passos São Julião, o Executivo Municipal vai conceder 3.075 euros, verba destinada a apoiar a elaboração do projeto de requalificação da Rua da Veiga, enquanto a União de Freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra irá receber um apoio de 5.990 euros para a elaboração do projecto de requalificação da Rua das Boucinhas, em Santa Lucrécia.
De acordo com a informação avançada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se um agravamento das condições meteorológicas no distrito de Braga para as próximas 72 horas.
Para este sábado prevêem-se aguaceiros, diminuindo gradualmente de intensidade e de frequência a partir da manhã e vento de norte/noroeste, soprando forte até 45 km/h nas terras altas e no litoral, diminuindo de intensidade a partir do final da tarde.
Este domingo esperam-se períodos de chuva a partir da manhã no litoral Norte, aumentando gradualmente de intensidade e frequência. A precipitação acumulada, entre as 12:00 e as 24:00 horas, pode chegar a 40 mm na região Norte. Também se prevê vento do quadrante oeste, tornando-se por vezes forte até 40 km/h no litoral a partir da tarde, sendo até 45 km/h nas terras altas, com rajadas até 90 km/h a partir da tarde.
Em função deste quadro meteorológico, em que se prevê uma elevada precipitação num curto período de tempo, é expectável:
Piso rodoviário escorregadio;
Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de praia mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
Danos em estruturas montadas ou suspensas;
Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento moderado/forte, bem como de afectação de infra-estruturas associadas às redes de comunicações e energia;
Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
A Divisão de Protecção Civil recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:
Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e a existência de zonas de fraca visibilidade;
Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
Ter especial cuidado na circulação junto de zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas.
A Câmara de Braga vai classificar a Fonte do Pelicano como Bem Cultural de Interesse Municipal. A proposta de abertura do procedimento de classificação será votada na próxima Reunião de Executivo Municipal, que se realiza esta segunda-feira.
Situada na Praça Municipal, a Fonte do Pelicano é uma estrutura compósita de traça barroca mandada edificar entre 1741 e 1756, pelo Arcebispo D. José de Bragança e com desenho do notável arquiteto bracarense André Soares.
Para Miguel Bandeira, vereador do Património do Município de Braga, a Fonte do Pelicano é um “monumento de elevado valor cultural, artístico e patrimonial que, apesar de ter sofrido algumas alterações com a sua deslocação para a Praça Municipal já no Século XX, é testemunho de uma época áurea da história da cidade”.
Segundo o vereador, a Fonte do Pelicano é a primeira de um conjunto de cinco fontes históricas que a Câmara Municipal pretende classificar durante este ano, e que inclui ainda a Fonte do Castelo (Largo do Paço), a Fonte do Campo das Hortas, a Fonte de Santiago e a Fonte do Largo Carlos Amarante.
A Fonte do Pelicano apresenta um estado de degradação acentuado, sendo visíveis em todos os elementos a presença de líquenes, fungos e musgos. A par da falta de alguns elementos pétreos, a estrutura possui também algumas fissuras. “Nesse sentido, configura-se necessária uma intervenção urgente de limpeza, manutenção e reparação de fissuras e uma adequada e ponderada ação de conservação e restauro dos elementos pétreos”, acrescenta.
Desconhece-se o lugar primitivo onde a fonte terá sido erguida, provavelmente no jardim do antigo Paço Arquiepiscopal, sendo mais tarde desmontada e levada para o Parque da Ponte. Em 1935, a fonte regressa ao lugar primitivo até ser implantada na Praça Municipal, sendo inaugurada a 30 de Novembro de 1967 na nova localização. “Hoje, pode-se dizer sem reserva, que a relação da fonte com a Praça proporciona um dos espaços públicos mais harmoniosos do Centro Histórico de Braga”, ressalva.
A Fonte do Pelicano é composta por cinco taças dispostas ao centro por uma taça mais elevada relativamente às restantes e ladeada por outras quatro taças mais pequenas. Estas são rematadas por um grupo escultórico e inseridas num tanque quadrilobado, que assenta numa base circular formando dois degraus, sendo estes dois últimos elementos construídos já no século XX e são da autoria do arquitecto municipal Cortez Marques.
Decorreu na tarde desta sexta-feira, no Museu das Terras de Basto, na vila do Arco de Baúlhe, a sessão de apresentação online do livro “O Linho em Cabeceiras de Basto (séculos XIX-XXI)” da autoria de Teresa Soeiro. O evento teve transmissão em direto através da rede social facebook da Câmara Municipal.
Nesta iniciativa participaram o presidente da Câmara Municipal, Francisco Alves, a vereadora da Cultura, Carla Lousada, a autora do livro, bem como a diretora do Museu de Alberto Sampaio, do Paço dos Duques de Bragança e do Castelo de Guimarães, historiadora que tem sido colaboradora do Museu das Terras de Basto, Isabel Fernandes.
Na oportunidade, o presidente da Câmara Municipal lamentou o facto de a pandemia ter impedido a realização da apresentação do livro como era desejado, com a presença de público, agradecendo todo o trabalho desenvolvido pela autora, assim como o empenho e a dedicação de tantas outras pessoas que contribuíram, de várias formas, para a valorização do estudo realizado. “Um trabalho que a Câmara Municipal se orgulha de ter preparado”, disse Francisco Alves, afirmando que “são memórias e testemunhos que ficam para o futuro e que esta colaboração profícua se mantenha”.
A autora da obra falou da importância histórica do linho na região, bem como dos engenhos de maçar, expressando a sua gratidão à comunidade cabeceirense e aos técnicos do Museu das Terras de Basto pela colaboração. Teresa Soeiro falou, ainda, do trabalho de investigação que tem em curso sobre a Festa das Papas, trabalho de pesquisa e recolha de informação que dará origem a uma exposição e futura publicação sobre esta festa em honra de São Sebastião que acontece na antiga freguesia de Gondiães, em anos pares na aldeia de Gondiães e em anos ímpares na aldeia do Samão. Na oportunidade, Teresa Soeiro apelou a quem tivesse registos fotográficos ou outras informações para as partilhar, de modo a valorizar o trabalho científico em curso.
Na sua intervenção, a historiadora Isabel Fernandes fez uma retrospetiva das obras que o Município já tem publicadas em resultado das investigações e registo de ofícios e tradições cabeceirenses, mas também da história e património concelhios, de que são exemplo as obras “Mulheres de Bucos – trabalho da Lã” (2012), “Monografia de Cabeceiras de Basto – História e Património” (2013), “A Latoaria em Cabeceiras de Basto” (2015), “Soqueiros e Tamanqueiros – Fabrico e uso do calçado de pau em Cabeceiras de Basto” (2017) e muito recentemente “O Linho em Cabeceiras de Basto (Séculos XIX-XXI)” (2020). Os estudos realizados, para além da edição das obras, deram igualmente origem a exposições temporárias que estiveram patentes no Museu das Terras de Basto.
Coube à vereadora da Cultura abrir a sessão, fazendo um pequeno enquadramento sobre a publicação da obra que retrata o concelho cabeceirense, terra que foi, outrora, “de muito cultivo de linho”.
A autora do livro colabora desde 2014 com o Museu das Terras de Basto para a realização de investigação, exposições temporárias e publicação de estudos sobre ofícios, atividades económicas tradicionais e património imaterial.
A investigação sobre “O trabalho do linho em Cabeceiras de Basto: engenho de maçar” foi publicada na revista científica do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto “Portvgalia”, o que representa para Cabeceiras de Basto “enorme satisfação”.
Em 2019, Teresa Soeiro venceu o Prémio Nacional do Artesanato – categoria Prémio Investigação com o trabalho “Soqueiros e Tamanqueiros – fabrico e uso do calçado de pau em Cabeceiras de Basto”, prémio nacional que é instituído pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), distinção que a Câmara Municipal “registou com orgulho”.
Um carro caiu esta manhã no adro da Igreja Paroquial de São Martinho de Dume, em Braga, após ter perdido o condutor ter perdido o controlo da viatura.
Por razões desconhecidas, o condutor perdeu o controlo, tendo o carro caído ao adro, numa altura de cerca de um metro e meio.
Segundo um testemunho que presenciou o acidente, o condutor saiu da viatura ileso, tendo apenas a viatura sofrido danos. “Não aconteceu nada de mal a ninguém, graças a Deus, apenas ligeiros danos materiais, disse.
Numa articulação entre as Administrações Regionais de Saúde do Norte e de Lisboa e Vale do Tejo, o Hospital de Braga recebeu no início da noite desta sexta-feira o primeiro doente Covid-19 transferido do Hospital Amadora – Sintra para vaga em enfermaria, sendo expectável poder receber mais doentes nos próximos dias.
A disponibilidade imediata para acolher doentes Covid-19 provenientes de outros hospitais do país surge “pelo dever de trabalho em rede e de inter-ajuda entre as instituições”.
“Assim, e sempre que a capacidade instalada o permitir, quer em enfermaria, quer em cuidados intensivos, o Hospital de Braga encontrar-se-á totalmente disponível para continuar a receber estes doentes”, sublinha o Hospital de Braga.
Até à data, para além da população da sua área de influência direta e indireta, o Hospital de Braga já acolheu, também, durante a segunda vaga, quatro dezenas de doentes provenientes do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa.
“O Hospital de Braga continuará a ajudar as Instituições e utentes que precisem de cuidados de saúde, independentemente da sua região. Sempre que possível, comprometer-se-á a fazê-lo”, finalizou a instituição.