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Portuguesa lidera investigação sobre Inteligência Artificial em Doenças Raras

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Sandra Brasil
Sandra Brasil

Sandra Brasil lidera uma investigação mundial sobre Inteligência Artificial em Doenças Raras. O objetivo da investigação é realizar uma revisão de literatura de forma a compilar informação relacionada com a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial no diagnóstico, a caracterização de doentes, a classificação de doenças e a procura de novas terapias em doenças raras.

“Este trabalho reuniu informação que já existia na literatura, mas que se encontrava dispersa por vários artigos. Assim, conseguimos ter acesso num único documento a toda a informação relacionada com as terapias existentes ou em desenvolvimento para as CDG”, afirma Sandra Brasil, investigadora da CDG & Allies PPAIN.

A investigação que está, neste momento, a decorrer é um passo muito importante para toda a comunidade científica, por diversos motivos, pois vai permitir que os doentes tenham acesso a toda a informação num único documento que podem utilizar como referência, junto da comunidade médica.

Os investigadores na área das CDG vão ter acesso a todos os diferentes modelos de doença e à pesquisa que está a ser realizada na área das terapias, permitindo, assim, o desenvolvimento de novas parcerias e diminuindo o tempo de procura da informação.

A investigadora refere ainda que foi publicado um artigo na revista científica “Genes”, com toda a informação reunida, até ao momento, sobre o estudo “Inteligência artificial em doenças raras: será o futuro mais brilhante?” que está a liderar.

Sandra Brasil tem vindo a realizar diversas investigações que contribuem para o futuro das CDG, como é exemplo, o projeto pioneiro “Terapias em CDG: da bancada para o doente” (CDG therapies: from bench to beadside)”, em que o objetivo passou por reunir informação sobre todas as terapias existentes.

O mesmo artigo foi publicado na revista científica “International Journal of Molecular Sciences”.

A investigadora concluiu o seu Pós-Doutoramento, no Laboratório do Professor Belén Pérez, em Madrid, onde participou na procura e validação de chaperones farmacológicos – terapia que consiste na utilização de pequenas moléculas que ajudam as proteínas mutantes a adotar a forma adequada à realização da sua função – para duas doenças raras, sendo uma delas a PMM2-CDG, que corresponde à forma mais comum de CDG.

Em 2017, a investigadora regressou a Portugal, tendo surgido a oportunidade de continuar a trabalhar com a Associação Portuguesa CDG e Outras Doenças Metabólicas Raras, não só como investigadora, mas também como patient advocate, ouvindo e dando voz aos doentes.

“Neste momento o meu objetivo é continuar a trabalhar em prol do desenvolvimento da investigação e de terapias para as CDG, bem como contribuir para a educação e empoderamento da comunidade CDG e da consciencialização da sociedade em geral em relação a estas doenças”, conclui.

As CDG são um grupo de 150 doenças hereditárias que afetam a glicosilação, um processo pelo qual todas as células humanas acumulam açúcares de cadeia longa que estão ligados a proteínas ou lípidos (gorduras), essenciais para muitas funções biológicas. Estas doenças são altamente incapacitantes, com uma elevada taxa de mortalidade pediátrica e com significativo impacto negativo na qualidade de vida dos doentes e das famílias. As CDG são uma família de doenças muito raras, estimando-se que a forma mais comum (PMM2-CDG) tenha uma incidência de 1 em cada 20 mil pessoas.

PS Braga apela aos clubes desportivos para pedir apoios à Câmara Municipal

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DR
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O vereador do Partido Socialista, Artur Feio, apelou aos clubes e associações desportivas do concelho que estão a atravessar por dificuldades financeiras para pedir apoios à Câmara Municipal de Braga.  

Esta discussão, levada esta manhã a público na Reunião de Executivo, deve-se pelo facto do Município apoiar alguns clubes desportivos com a atribuição de verbas.

“Temos várias instituições desportivas que também têm demonstrado muitas dificuldades, uma vez que este ano não há formação e, portanto, os protocolos que o Município tem celebrado com algumas instituições desportivas da cidade acabam por ser uma forma de colmatar as despesas recorrentes. A verdade é que há muitas outras instituições que não têm protocolos firmados com o Município, mas que não deixam de ter as mesmas dificuldades. Chamamos à atenção que temos tido várias abordagens de algumas coletividades para que possam expor os mesmos problemas”, explicou o vereador do PS.

Artur Feio apelou à maioria do Executivo Municipal para apoiar os clubes desportivos que se encontram nas mesmas dificuldades e orientou os clubes para apresentarem-se junto ao pelouro do Desporto da Câmara de Braga. “Há, de facto, muitos clubes que têm dificuldades e nós apelamos para que se dirijam ao Município para colocarem essas dificuldades em cima da mesa e que naturalmente, a Autarquia faz com outras instituições, ajudá-las em sede própria”, finalizou.

Foi aprovado esta manhã na Reunião de Câmara a atribuição de um subsídio ao SC Braga no valor de 349.500 euros para apoiar as diversas modalidades, 15.000 euros ao Clube de Caçadores de Braga e um apoio financeiro ao Merelinense Futebol Clube, no valor de 30.897 euros, contratos submetidos pela Divisão de Desporto, Juventude, Associativismo e Participação Cívica.

Guimarães quer ser Portal de Entrada para o litoral do país e para a linha de alta velocidade

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CM Guimarães
CM Guimarães

Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, quer que a cidade seja um “Portal de Entrada para o litoral do país e para a linha de alta velocidade”. 

Questionado pela oposição, na Reunião de Câmara desta segunda-feira sobre uma possível não inscrição da ligação por Tramway entre Guimarães e Braga no Plano de Recuperação e Resiliência do Governo, que se encontra em fase de discussão pública, Domingos Bragança referiu ter apresentado um plano ambicioso de mobilidade no âmbito de uma reunião do Quadrilátero Urbano, ocorrida em 2017, que não mereceu à data o comprometimento de todos, mas que esse facto “não o demoveu de acreditar que é possível revolucionar o sistema de transportes no concelho de Guimarães e, consequentemente, nas ligações aos concelhos vizinhos”.

“Foi essa perseverança que fez com que, junto do atual Governo, eu tenha insistido na importância de ser estabelecida uma ligação por Tramway, em trilho ferroviário dedicado, entre Guimarães e Braga, projeto que viria a ter a anuência do meu colega Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga”, disse Domingos Bragança.

O autarca explicou que foi esse facto que fez com que se tivessem iniciado reuniões de trabalho entre as equipas técnicas das duas Autarquias, no sentido de dar início aos estudos necessários para a realização do projeto.

“A Universidade do Minho apresentou já um estudo preliminar que é preciso aprofundar, aprofundamento esse que carece da existência de um estudo completo para cada um dos sistemas urbanos das duas cidades, que permitirá a sua posterior ligação”, explicou.

Guimarães vai entregar o estudo técnico da restruturação do seu sistema de mobilidade ao professor Álvaro Costa, para que, posteriormente, seja possível iniciar-se uma necessária discussão pública que coloque os vimaranenses de acordo quanto o futuro da Agenda de Mobilidade de Guimarães. “Este estudo de mobilidade integrada terá que prever todos os cenários, desde as respostas que permitam definir quais os eixos principais a implementar, as novas vias a construir e as vias dedicadas que serão necessárias”, disse o edil.

Domingos Bragança advoga a utilização de um sistema de MetroBus para ligar todo o concelho, que circule sempre que possível através de via dedicada, e um sistema de linha ferroviária dedicada (Tramway) para ligação entre Guimarães e Braga e à futura Estação Ferroviária de Alta Velocidade, tudo isto “sem prejuízo das validações técnicas que o estudo vier a determinar, incluindo outras alternativas”.

Os dois grandes objetivos da Agenda de Mobilidade para Guimarães, para além da descarbonização, sustentabilidade e coesão territorial, são a ligação do sistema urbano do concelho ao sistema de transportes de Braga e a ligação à futura Estação Ferroviária de Alta Velocidade, que deverá ficar instalada num local dentro da área compreendida entre Famalicão-Braga-Barcelos.

O presidente da Câmara fez questão de referir que “esta ambição, por muitos considerada como impossível de levar a cabo, não será abandonada e será, juntamente com a Agenda Ambiental, um eixo fundamental da visão de futuro para Guimarães”. “Estes projetos, que são estruturantes e ambiciosos, não se fazem de um dia para o outro, como muitos querem fazer crer. Só quem não está por dentro de todas as questões relacionadas com os financiamentos é que pode pensar dessa forma. Primeiro necessitamos de bons estudos técnicos, depois de debate público, para que posteriormente se possa elaborar o projeto. Até 2024, este é o nosso caminho. Depois, estaremos em condições para vermos financiada a execução da obra através do Programa Operacional Europeu 2030. Estimamos que só para a parte que diz respeito a Guimarães sejam necessários cerca de 300 milhões de euros, o que representará um esforço de cerca de 60 milhões da contrapartida nacional que temos condições de repartir por cerca de 10 anos, num esforço anual que corresponderá a cerca de 6 milhões de euros. Nós vamos conseguir, disso não tenho dúvida”, frisou Domingos Bragança.

O edil disse que tem como objetivo fazer com que Guimarães se venha a constituir, para as regiões do interior Norte do país, como um “Portal de entrada para o litoral e para a linha de alta velocidade”, apelando para que os deputados de Guimarães na Assembleia da República se batam pelo desenvolvimento do concelho, “fazendo ouvir a sua voz”. “Este é um assunto que não deve ser misturado com lutas partidárias, pois ele é demasiado importante para o futuro de Guimarães e de toda esta região. Esta obra, que poderá vir a estar concluída em 2030, já não será por mim inaugurada, mas terá todo o meu empenho no trabalho que será realizado nos próximos 3 anos, se for em mim que os vimaranenses depositem a sua confiança. Esse será um trabalho fundamental para que uma autêntica revolução na mobilidade, com um projeto de mobilidade de futuro, descarbonizado, moderno e sustentável, possa tornar-se realidade”, concluiu.

Câmara de Barcelos transfere 336 mil euros às Juntas de Freguesia

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Município de Barcelos
Município de Barcelos

A Câmara Municipal de Barcelos aprovou subsídios a 17 freguesias do concelho, num valor global de 336.207 euros destinados à comparticipação em obras e outros investimentos.

As verbas agora aprovadas comparticipam nas despesas de requalificação, alargamento e pavimentação de ruas e espaços públicos, construção de muros de suporte e de sistemas de drenagem de águas pluviais e intervenções em sedes de junta e cemitérios.

Apoios financeiros a juntas e outras entidades nas despesas Covid-19

Ainda na mesma reunião, o Executivo Municipal aprovou e ratificou o pagamento de despesas realizadas por Juntas de Freguesia e entidades de caráter social no âmbito do combate à Covid-19, nomeadamente, o pagamento de cabazes alimentares a famílias carenciadas e equipamentos de proteção individual, num total de 145.970,23 euros. Ao abrigo desta medida de apoio implementada pela Câmara Municipal foram pagos, até 31 de dezembro de 2020, mais de 420 mil euros.

Apoios no âmbito escolar

A Câmara Municipal aprovou também as seguintes propostas no âmbito escolar: atribuição de auxílios económicos para visitas de estudo a 1138 alunos do 1.º ciclo, integrados nos escalões A e B de apoio social, num valor global de 15.050 euros; atribuição de um subsídio no valor de 2.500 euros à Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1 e JI de Martim, destinado ao pagamento de tarefeiras; atribuição de um subsídio no valor de 514,50 euros à Associação de Pais da EB1 e JI de Oliveira, destinado ao pagamento de tarefeira; atribuição de um subsídio no valor de 5.000 euros à Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB1/JI de Carvalho, destinado ao pagamento de tarefeiras; comparticipação financeira nas refeições escolares de 14 alunos do 1.º ciclo e de jardins de infância.

Optometristas preocupados com número crescente de deficiências visuais

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Universidade do Minho
Universidade do Minho

A Associação de Profissionais Licenciados de Optometria (APLO) está preocupada com os dados divulgados no estudo científico “The Lancet Global Health Commission on Global Eye Health: vision beyond 2020”, que estimam que, até 2050, o envelhecimento, o crescimento exponencial e urbanização da população vão originar que 895 milhões de pessoas desenvolvam problemas visuais, levando a que 61 milhões das quais fiquem cegas.

Raúl de Sousa, presidente da APLO, considera que “muitos dos problemas relacionados com a visão são evitáveis e poderiam ser resolvidos se existisse uma estratégia que melhorasse o acesso aos cuidados de saúde da visão, nomeadamente com a implementação de cuidados primários para a saúde da visão, com a integração de Optometristas no Serviço Nacional de Saúde e com a eliminação das barreiras injustificadas no acesso aos cuidados para a saúde da visão”.

“Mais do que apenas tratar, a prestação dos serviços deve ser inclusiva, respeitando as necessidades individuais da população e adotando uma visão holística, assente numa abordagem centrada nas pessoas. Para tal, é necessário que a saúde da visão seja introduzida no âmbito das agendas globais de desenvolvimento”, acrescenta. De acordo com o referido estudo, as causas para o desenvolvimento das condições e patologias visuais estão, na sua maior parte, relacionadas com o envelhecimento.

Existem outros fatores responsáveis pela maior parte da deficiência visual global, das quais se destacam a catarata, o erro refrativo não corrigido, glaucoma, degeneração macular relacionada com a idade, e retinopatia diabética.

Os tratamentos para reduzir ou eliminar a cegueira e a deficiência visual, podem passar por intervenções cirúrgicas oculares, como a cirurgia da catarata, tratamentos ou o fornecimento de óculos e outras ajudas ópticas à população.

“Uma avaliação da implementação e dos resultados do ‘Plano de Ação Global: Acesso Universal aos Cuidados para a Saúde da Visão da Organização Mundial da Saúde’, subscrito por Portugal em 2012, com o objetivo de reduzir a deficiência visual e/ou cegueira evitável em 25% revela o falhanço total das políticas nacionais”, conclui Raúl de Sousa.

Presidente de Braga lamenta que “bazuca” europeia esteja orientada para as duas maiores áreas metropolitanas

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CM Braga
CM Braga

O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, lamentou esta manhã em Reunião de Executivo, pela não inclusão do projeto da rede de mobilidade BRT (Bus Rapid Transit) de Braga no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). O autarca afirmou que o plano de financiamento está orientado para as duas maiores áreas metropolitanas do país. 

O edil apelou aos vereadores do Partido Socialista para intervirem junto ao Governo para financiar o projeto de requalificação do edifício do Centro Coordenador de Transportes, designado doravante à Central de Camionagem e na rede do “BRT”.

“Eu não queria deixar de aproveitar a oportunidade para fazer um apelo aos vereadores do Partido Socialista, relativamente à boa ligação que têm com o Governo, de que não deixem de aproveitar esta semana para em sede de participação pública do Plano de Recuperação e Resiliência fazerem ver aquelas que são as necessidades do concelho de Braga em matéria de mobilidade sustentável e sobre a criação de uma rede no concelho gerado do ‘BRT’. Este teria todas as condições para ser implementado com financiamento por parte da dita ‘bazuca’ e infelizmente o PRR está muito orientado para as duas áreas metropolitanas. Acho que seria uma excelente oportunidade para que o Partido Socialista se associasse à maioria e que reivindicasse a inclusão deste documento para concretizar este investimento”, apelou Ricardo Rio.

Artur Feio, vereador do Partido Socialista, concordou com o presidente da Câmara Municipal em intervir junto do Governo. “É a primeira vez que o senhor nos pede de forma aberta que tenhamos uma intervenção efetiva num determinado dossier e eu acho muitíssimo bem e é assim que deve resultar para o bem da cidade”, disse.

O vereador fez o pedido a Ricardo Rio para lhe ser entregue o documento do projeto que o Município de Braga enviou para Lisboa, a fim de abordar esta questão das verbas para o investimento.

Homem apanhado em Braga a conduzir sem carta e com 2,28 g/l de álcool no sangue

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PSP
PSP

Um homem de 49 anos foi detido na sexta-feira à tarde na Avenida de França, em Braga, por conduzir sem carta de condução e com 2,28 g/l de álcool no sangue.

A PSP de Braga comunicou que o suspeito foi apanhado numa operação de fiscalização rodoviária. “No âmbito de uma operação de fiscalização rodoviária, esta Polícia procedeu à detenção de um cidadão com 49 anos por desobediência. O mesmo encontrava-se com a carta de condução apreendida. Quando submetido ao teste de álcool, o homem acusou uma taxa de alcoolemia de 2,28 g/l”, informou a PSP.

O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Braga.

Número de novos casos de Covid-19 desce em todos os concelhos de Braga

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CM Braga
CM Braga

O distrito de Braga já não tem nenhum dos 14 concelhos em risco extremo de contágio, tendo registado uma descida acentuada de casos de Covid-19 por 100 mil habitantes entre 3 e 16 de fevereiro.

Vieira do Minho, que era na semana passado o único concelho que apresentava risco extremo de contágio, baixou para risco elevado com um índice de 448 por 100 mil habitantes, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.

Em risco elevado estão também Vila Nova de Famalicão (376), Barcelos (371), Esposende (366), Terras de Bouro (362), Amares (314), Póvoa de Lanhoso (302), Fafe (293), Guimarães (291), Braga (282) e Vila Verde (262).

Já Vizela (213), Celorico de Basto (215) e Cabeceiras de Basto (192) encontram-se em risco moderado de contágio.

Vila Verde foi o concelho que registou a maior  quebra de novas infeções, com menos 554 detetados, seguindo-se Vieira do Minho com menos 548 e Barcelos com menos 528 casos positivos.

A Direção-Geral da Saúde divide os concelhos em sete níveis de incidência, consoante o número de casos de Covid-19 e o risco de contágio que representam, nomeadamente abaixo de 20,0; entre 20,0 e 59,9; entre 60,0 e 119,9; entre 120,0 e 239,9; entre 240,0 e 479,9; entre 480 e 959,9 e acima de 960.

Casos de Covid-19 por 100 mil habitantes no distrito de Braga

  • Vieira do Minho – 448 (-548)
  • Vila Nova de Famalicão – 376 (-424)
  • Barcelos – 371 (-528)
  • Esposende – 366 (-415)
  • Terras de Bouro – 362 (-283)
  • Amares – 314 (-243)
  • Póvoa de Lanhoso – 302 (-479)
  • Fafe – 293 (-429)
  • Guimarães – 291 (-397)
  • Braga – 282 (-382)
  • Vila Verde – 262 (-554)
  • Vizela – 213 (-348)
  • Celorico de Basto – 215 (-263)
  • Cabeceiras de Basto – 192 (-179)

Portugal ultrapassa os 700 mil recuperados da Covid-19

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Portugal ultrapassou esta segunda-feira a barreira dos 700 mil recuperados por Covid-19. Nas últimas 24 horas recuperaram 2.187 pessoas da doença, elevando para 701.409 casos de recuperação.

Foram contabilizados mais 549 novos infetados, aumentando para 798.074 casos positivos, e 61 mortes, totalizando 16.023 óbitos associados à doença.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes por Covid-19, com 6.663 óbitos (+33), segundo-se o Norte com 5.159 (+8), Centro com 2.859 (+15). Alentejo com 924 (+2). Algarve com 330 (+2), Madeira com 60 (+1) e Açores com 28.

Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, existem 80.642 casos ativos da infeção em Portugal e 79.699 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde.

Em todo o país há 3.322 doentes internados, dos quais 627 em unidades de cuidados intensivos.

Covid-19: Portugal com 61 mortos, 549 infetados e 2.187 recuperados

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Portugal ultrapassou esta segunda-feira a barreira dos 16 mil mortos por Covid-19. Morreram 61 pessoas nas últimas 24 horas associadas à doença, elevando para 16.023 óbitos desde o início da pandemia. Registaram-se 549 casos positivos, aumentando para 798.074 casos confirmados, e há mais 2.187 recuperados, são 701.409 casos de recuperação no total.

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta segunda-feira indica que morreram 33 pessoas na região de Lisboa e Vale do Tejo, 15 no Centro, 8 no Norte, 2 no Alentejo, 2 no Algarve e 1 na Madeira.

Lisboa e Vale do Tejo contabilizou 287 novos infetados, seguindo-se 107 no Norte, 56 na Madeira, 48 no Centro, 33 no Alentejo, 22 no Algarve e 5 nos Açores.

O número de casos ativos no país é agora de 80.642, menos 1.699 face a ontem, e 79.699 pessoas encontram-se em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 6.702.

Em todo o território nacional encontram-se 3.322 pessoas internadas, mais 6 em relação a domingo, das quais 627 em unidades de cuidados intensivos, menos 11.