Com o apoio dos seus visitantes, o Nova Arcada vai doar mais de 4 mil refeições a famílias carenciadas do concelho de Braga, através da Rede de Emergência Alimentar.
A campanha de recolha de bens alimentares “Ajudar, não pode parar” decorreu entre os dias 18 de fevereiro e 17 de março e contou também com o contributo do Nova Arcada que duplicou o valor doado pelos visitantes.
“Queremos agradecer a generosidade dos nossos visitantes que contribuíram para esta causa com a doação de alimentos”, afirma Pedro Jorge Leite, diretor do Nova Arcada. “O valor angariado é muito significativo e vai ser um importante contributo para as famílias da nossa comunidade, que mais precisam, e que recorrem diariamente ao apoio da Rede de Emergência Alimentar”, reforça.
Os bens alimentares recolhidos vão ser doadas às famílias, através de Instituições de Solidariedade Social de Braga, parceiras do Banco Alimentar Contra a Fome.
A campanha “Ajudar não pode parar” decorreu a nível nacional, nos 19 centros comerciais geridos pela Sonae Sierra em Portugal – AlbufeiraShopping AlgarveShopping, ArrábidaShopping, CascaiShopping, Centro Colombo, Centro Comercial Portimão, Centro Vasco da Gama, CoimbraShopping, Estação Viana Shopping, LeiriaShopping, GaiaShopping, GuimarãeShopping, MaiaShopping, MadeiraShopping, NorteShopping, Nova Arcada, Parque Atlântico, Serra Shopping e ViaCatarina Shopping – que angariou um total de 36 mil toneladas de alimentos que contribuem para 73 mil refeições.
A iniciativa, lançada no âmbito do movimento “Consciência Somos Nós”, desafiou todos os visitantes, lojistas, fornecedores e colaboradores a apoiarem as famílias portuguesas através da doação de bens alimentares, e assim responder aos pedidos de ajuda que têm crescido exponencialmente desde o início da pandemia.
A GNR deteve este domingo um homem de 26 anos por tentativa de furto numa farmácia em Braga.
Na sequência de uma denúncia a dar conta que o estabelecimento estava a ser alvo de um furto, os militares deslocaram-se para o local e levaram a cabo diligências policiais para localizar o autor do furto, que entretanto tinha abandonado o local numa viatura.
No decorrer da ação, foi localizado e intercetado o suspeito, que assumiu a autoria do furto, tendo sido apreendido o veículo em que circulava, bem como um pé-de-cabra, que alegadamente terá sido usado para partir o vidro da porta de entrada do estabelecimento.
O detido será presente hoje ao Tribunal Judicial de Braga, para aplicação das medidas de coação.
A ação contou com o reforço do Destacamento de Intervenção (DI) de Braga.
O Município de Vieira do Minho vai testar os emigrantes que regressem ao concelho na época de Páscoa.
Considerando o atual estado pandémico da Covid-19, o Município de Vieira do Minho quer “proporcionar aos vieirenses e aos nossos emigrantes uma Páscoa mais segura”.
Assim, o Município vai oferecer a possibilidade de testar gratuitamente, com testes de antigénio/zaragatoa, todos os emigrantes que o solicitem no dia da sua chegada à comunidade.
Para informações, esclarecimentos e marcação dos testes, os interessados devem contactar o Serviço Municipal de Proteção Civil através dos seguintes números 968 922 852 ou 253 649 270.
A turma 11.ºSE3 da Escola Secundária Martins Sarmento, em Guimarães, foi a grande vencedora a nível nacional no escalão de ensino secundário nas Olimpíadas de Educação Financeira. As escolas deste concelho estiveram em destaque nas olimpíadas da 11ª edição do projeto “No Poupar é que Está o Ganho”, que visa promover a educação financeira, numa parceria com a Fundação António Cupertino de Miranda.
Destaque, ainda, para a participação de mais quatro escolas que venceram a nível regional: EB D. Afonso Henriques (Turma, 9.º A – 3.º CEB); EB do Vale de São Torcato (Turma, 6ºB, 2.º CEB); EB de Pinheiral (4.º ano – Escalão 3.º e 4.º anos) e EB Oliveira do Castelo (1.º B – Escalão 1.º e 2.º anos).
Guimarães participa neste projeto educativo da Fundação Cupertino de Miranda desde o ano letivo 2017/2018, com destaque para participação de 33 turmas, nos cinco escalões, do presente ano.
Este ano, as Olimpíadas de Educação Financeira decorreram em formato online, com o objetivo de transmitir às crianças e jovens conhecimentos para o desenvolvimento de competências financeiras que lhes permitam, hoje e no futuro, a tomada de decisões informadas e corretas, na base de que a literacia financeira é uma das cinco competências mais importantes para um aluno do século XXI. Compreende visita ao Museu
Francisco Alves, presidente da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto, entregou esta manhã 46 armadilhas a 25 apicultores do concelho para a captura e prevenção da expansão da vespa asiática. A entrega decorreu no auditório da Casa da Juventude (Mercado Municipal).
O combate à vespa velutina fica reforçado com a implementação de uma rede de armadilhas dispersas pelo concelho de Cabeceiras de Basto, de forma a atuar mais precocemente na deteção e erradicação deste inseto invasor, contando-se com a colaboração dos próprios apicultores.
A Autarquia Cabeceirense adquiriu, também, uma arma própria para o combate à vespa asiática, em complemento dos demais equipamentos adquiridos para o efeito no ano passado, designadamente equipamento de proteção individual e vara extensível de 25 metros com sistema impulsor de um biocida homologado que permitiu ao Serviço de Proteção Civil efetuar o combate durante o período crítico de incêndios.
A Câmara Municipal espera, num futuro próximo, “reforçar a entrega das armadilhas de captura com o objetivo de prevenir a proliferação da vespa velutina, protegendo, em simultâneo, as culturas agrícolas e a atividade apícola no concelho”.
Recorde-se que entre os meses de julho a dezembro de 2020, o Serviço Municipal de Proteção Civil destruiu 151 ninhos, dos quais 69 vespeiros que se encontravam em edificações ou em zonas adjacentes às mesmas.
No processo de destruição dos ninhos de vespa asiática, o Serviço Municipal de Proteção Civil tem definida, como prioridade, a destruição junto às habitações e nas imediações destas, em segundo lugar os ninhos que ponham em causa a apicultura, seguindo-se as restantes situações.
A Feira Semanal de Vieira do Minho reabre a 5 de abril, anunciou o Município vieirense.
“A Resolução do Conselho de Ministros de 13 de março veio estabelecer uma estratégia de levantamento em quatro fases das medidas de confinamento, no âmbito do combate à pandemia da Covid-19, e na qual se prevê a possibilidade de reabertura de feiras e mercados não alimentares a partir de 5 de abril, condicionada a decisão municipal. Neste sentido, a Câmara Municipal considera existir condições de prevenção necessárias para que a Feira Semanal, que acontece à segunda-feira, seja retomada no dia 5 de abril”, informou a Autarquia.
O Município de Vieira do Minho assegurou continuar a garantir as condições de segurança e normas determinadas pela Direção-Geral da Saúde, como o distanciamento físico, a higienização das mãos e o uso obrigatório de máscara.
Na entrada do recinto da feira, os clientes da feira semanal terão à sua disposição dispositivos para desinfeção das mãos.
Tendo em conta a situação epidemiológica que o país atravessa, o Município de Vieira do Minho “apela a todos os cidadãos que adotem um comportamento sereno e responsável, por forma a salvaguardar a saúde de todos”.
Desde janeiro de 2020 que o número de casos de infeção por Covid-19 tem vindo a aumentar, assim como a mortalidade associada a esta doença.
Em Portugal o primeiro caso foi diagnosticado a 2 de março de 2020 e desde essa data, tudo mudou. A obrigatoriedade de utilização de máscara, o teletrabalho, as condicionantes impostas pelos sucessivos estados de emergência, a limitação de contacto físico com pais e avós, a angústia de contágio, a revolta de alguns pela restrição da liberdade individual, todas estas novas realidades às quais nos estamos a adaptar. Sendo o regresso à “normalidade” ainda uma miragem.
A pandemia colocou ainda uma enorme pressão sobre os serviços de saúde, com natural implicação nos cuidados de saúde prestados quer aos doentes Covid-19, quer aos doentes não Covid-19, condicionando ainda o comportamento dos mesmos perante a doença.
Em novembro foi apresentado, no congresso do NEDVC, um estudo realizado em 9 unidades de AVC do país, com o objetivo de avaliar os cuidados prestados aos doentes internados por AVC durante o período de vigência do primeiro estado de emergência, em comparação com o período homólogo de 2019. Este estudo revelou que nestas unidades, no total, foram internados menos 15% de doentes e que o prognóstico funcional dos doentes internados foi pior comparativamente ao ano anterior. Também o número de doentes que realizou tratamento de fase aguda (trombólise e/ou trombectomia) foi cerca de 18% inferior em relação ao ano transato. Eventualmente, o receio de contágio influenciou o acesso aos cuidados de saúde. Os doentes com sintomas minor ou transitórios acabaram por não recorrer aos cuidados de saúde e os que mantinham sintomas recorreram mais tardiamente o que condicionou a não realização de terapêutica de fase aguda e o pior prognóstico.
Assim, apesar de ser importante cumprir as determinações da DGS e respeitar as regras de confinamento, é igualmente premente alertar a população para a necessidade de ativar o 112 sempre que for identificado um dos sinais de alerta de AVC: a face descaída, dando uma sensação de assimetria do rosto; a diminuição da força num braço ou numa perna, ou em ambos, que pode ser acompanhada por uma sensação de desequilíbrio; a dificuldade na fala, fala arrastada, dificuldade em ter qualquer tipo de discurso ou existência de discurso pouco compreensível e sem sentido. Estes sinais e sintomas são conhecidos como os “3 F’s”. São também sinais de alerta uma forte dor de cabeça ou a falta súbita de visão, diminuição abrupta de visão num ou em ambos os olhos (podendo ser definidos como os “5 F’s”), assim como a dificuldade em coordenar movimentos. A ativação do 112 permite que os doentes sejam corretamente orientados, de modo que possa ser realizado o tratamento de fase aguda adequado, sendo que a rapidez de atuação é fundamental para que se possa evitar sequelas.
É importante referir que, além do possível envolvimento pulmonar, cardíaco e do risco aumentado de eventos trombóticos, o SARS-CoV-2 pode também atingir o cérebro. Os sintomas mais frequentemente descritos são a cefaleia (dor de cabeça), anosmia (perda de olfato) e ageusia (perda de sabor), os dois últimos com registo, em alguns registos europeus, de uma prevalência de 88%. No entanto, estão também descritas outras manifestações neurológicas, que incluem a doença vascular cerebral, as infeções do sistema nervoso central, as crises epiléticas e as manifestações neuromusculares. Em relação ao risco de AVC nos doentes infetados está descrito que cerca de 1,5% dos doentes com COVID -19, em especial os com infeções mais graves, têm AVC. O AVC, nestes doentes com COVID-19, tende a ser mais grave o que leva a uma maior mortalidade. Os doentes com AVC e COVID-19 em comparação com os doentes com AVC sem COVID-19 são mais jovens, sendo a causa do AVC na maioria das vezes associada a fenómenos trombóticos.
Por tudo isto é fundamental manter as medidas e seguir as orientações das entidades de saúde, prevenindo a COVID-19 e suas potenciais consequências. É possível tal estratégia e o regresso paulatino à normalidade que todos desejamos.
Artigo de opinião de Luísa Fonseca, coordenadora da Unidade de AVC do Centro Hospitalar e Universitário de São João.
A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto vai atribuir mais 46 apoios para empresas a fundo perdido. A medida foi aprovada em Reunião de Câmara.
As 46 candidaturas ao Programa #CabeceirasCuida (Medida de Apoio a Fundo Perdido – Eixo 1 – Apoio Extraordinário às Empresas), vão receber um montante global de 52.500 euros. A entrega dos cheques aos 46 beneficiários terá lugar já na próxima quarta-feira, dia 31 de março.
No âmbito deste apoio extraordinário às empresas a fundo perdido foram já deliberados pela edilidade cabeceirense apoios no montante de 136.500 euros a um total de 116 empresas que empregam cerca de 200 pessoas. Em processo de análise estão, ainda, dezenas de outras candidaturas.
Este programa de apoio a fundo perdido é concedido por uma única vez a uma sociedade comercial/empresário em nome individual, com sede ou domicílio fiscal no concelho Cabeceirense, sendo o apoio financeiro calculado em função dos postos de trabalho: um posto de trabalho equivale a um apoio de 1.000 euros, até 5 postos de trabalho um apoio de 1.500 euros e mais de 5 postos de trabalho equivale a um apoio de 2.000 euros.
O Programa Municipal de Apoio #CabeceirasCuida tem como objetivo minimizar as consequências da pandemia, acudindo a situações de emergência económica e empresarial.
Aprovadas Normas de Participação do XV Concurso Literário Nacional – Conto Infantil de Cabeceiras de Basto
Durante a última reunião, o Executivo aprovou as normas de participação no XV Concurso Literário Nacional – Conto Infantil de Cabeceiras de Basto 2021, concurso que tem como objetivo promover o conto infantil e valorizar a cultura cabeceirense, promovendo em simultâneo a escrita criativa e a expressão literária.
Aos vencedores serão entregues prémios pecuniários no valor de 600 euros (1º prémio), 350 euros (2º prémio) e 250 euros (3º prémio) e ainda 200 euros para o melhor jovem escritor que receberá uma menção honrosa. Os contos a concurso terão obrigatoriamente que conter pelo menos uma alusão ao “Mosteiro de S. Miguel de Refojos”, referência essa que poderá ser de várias naturezas.
De entre outros assuntos, foram aprovados pelo Executivo Municipal mais quatro apoios à natalidade no montante global de 2 mil euros; um pedido de isenção de taxas e um pedido de certidão de desanexação.
O distrito de Braga registou 447 novos infetados por Covid-19 entre 10 e 23 de março, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde. Terras de Bouro continua a não contabilizar novos casos.
Dos 14 concelhos do distrito de Braga, houve quatro que registaram um aumento de novos casos, nomeadamente Póvoa de Lanhoso (+24), Celorico de Basto (+21), Vizela (+17) e Cabeceiras de Basto (+6).
Vila Nova de Famalicão foi o concelho que registou a maior quebra de novas infeções, com menos 36 casos somados.
Casos de Covid-19 por 100 mil habitantes no distrito de Braga