A GNR de Braga, através do Posto Territorial de Fafe, identificou ontem um homem de 66 anos por incêndio florestal na localidade de Estorãos.
Na sequência de uma denúncia a dar conta de um incêndio naquela localidade, os militares da GNR apuraram que o suspeito, apesar de possuir autorização para realizar a queima de sobrantes, não tomou as devidas medidas de segurança, tendo dado origem a um foco de incêndio que consumiu cerca de seis hectares de vegetação e floresta.
Os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Fafe.
A GNR relembra que “a proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva, com o envolvimento de toda a população e demais entidades públicas e privadas, na salvaguarda da vida humana e na segurança do património de Portugal e dos portugueses”.
As queimas de sobrantes são uma das principais causas de incêndios em Portugal;
Em qualquer altura do ano, é proibido queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração florestal ou agrícola sem pedir autorização ou fazer comunicação prévia;
Para evitar acidentes, siga as regras de segurança, esteja sempre acompanhado e leve consigo o telemóvel.
O centro da cidade de Braga voltou a ter mais movimento nas ruas com a reabertura do serviço das esplanadas dos cafés, pastelarias e restaurantes, com a segunda fase do plano de desconfinamento.
O movimento é visível um pouco por toda a cidade e concelho de Braga após um confinamento de 78 dias.
A Feira Semanal de Braga também regressa amanhã e as Piscinas da Rodovia e Maximinos e os campos de ténis e de padel voltam a abrir portas esta terça-feira, após o encerramento ao público devido à pandemia da Covid-19.
Portugal registou, esta segunda-feira, 6 mortos, 159 infetados e 321 recuperados. Há atualmente 25.966 casos ativos e 15.928 pessoas estão em vigilância pelas autoridades. Nos hospitais nacionais há 536 doentes internados, dos quais 112 em unidades de cuidados intensivos.
A Câmara Municipal de Guimarães atribuiu 1.915.233,50€ euros a instituições de solidariedade social, no âmbito do RMISG (Registo Municipal das Instituições de Solidariedade Social). A medida foi aprovada na reunião do executivo municipal realizada na manhã desta segunda-feira.
Com a atribuição de outros apoios a projetos sociais implementados no território concelhio, os valores são superiores a 2 milhões de euros.
Domingos Bragança, presidente da Câmara Municipal de Guimarães, justifica os apoios pelo facto de se “verificar um crescente reconhecimento por parte do Município da importância das IPSS e de outras instituições no aumento da coesão social e da prestação de serviços de base humanitária”.
O edil fez uma retrospetiva do percurso que “o Município tem encetado nos últimos anos no que diz respeito a apoios de cariz social”, salientado o facto de, nos últimos 5 anos, “se ter investido mais de 10 milhões de euros”.
“Em 2014, dispusemos cerca de 600 mil euros para apoios sociais e temos vindo a aumentar esse valor ano após ano. Queremos dar o nosso contributo decisivo nesta área fundamental. Este ano, apoiamos 101 instituições, pois efetuam um excelente trabalho em prol da sociedade, tanto ao nível da pluralidade das intervenções que realizam como ao nível da cobertura geracional. As nossas instituições estão muito bem capacitadas, e quando falo em instituições falo em direções, equipas técnicas e voluntários. Estão todas de parabéns”, frisou o presidente.
Domingos Bragança deixou clara a ideia de que “os efeitos negativos da pandemia foram atenuados pela capacidade evidente das IPSS e de outras associações nos apoios prestados”, lembrando que a Ação Social “é uma área de referência nas políticas municipais e que, apesar do trabalho discreto da vereadora Paula Oliveira, o mesmo não deixa de ser de excelência e de um grande humanismo e proximidade com as instituições”.
Os subsídios de maior relevo referem-se a candidaturas que têm patentes respostas sociais de relevada importância para a comunidade envolvente, e que respondem às necessidades plasmadas no Plano de Desenvolvimento Social para o Crescimento Inclusivo de Guimarães 2015-2020.
Ainda na Área Social, a Câmara de Guimarães apoia vários projetos que estão implementados no território, em articulação com as Juntas de Freguesias e as Comissões Sociais Interfreguesias, sendo que alguns destes projetos visam a promoção do envelhecimento ativo e a prevenção do isolamento social, assim como a criação de respostas às situações de vulnerabilidade social. Referência para os projetos “Candoso Ativo”, na área da na Comissão Social Interfreguesias Vale do Selho, “Junta Amiga”, em Ponte ou “Juntar São Torcato”, assim como o projeto “Oficina das Letras”, que visa promover a reeducação através do treino da expressividade oral e escrita, combatendo o analfabetismo e a iliteracia para residentes na Comissão Social Interfreguesias Comunidade Solidária.
Destaque-se ainda para o projeto “Consigo”, na área territorial da Comissão Social Interfreguesias Sudoeste da Montanha da Penha; “Este lugar não é para velhos: espaço convívio sénior”, implementado pela Junta de Freguesia de Caldelas; “Intervenção Local: Promoção da Qualidade de Vida”, visando a intervenção em situação de isolamento e fragilidade de pessoas idosas na Comissão Social Interfreguesias do Oeste e o projeto “MoveBrito”, implementado pela Junta de Freguesia de Brito.
As Piscinas da Rodovia e Maximinos e os campos de ténis e de padel de Braga voltam a abrir portas esta terça-feira, após o encerramento ao público devido à pandemia.
Com a reabertura, estes espaços desportivos iniciam um processo de retoma progressiva da atividade, sendo que estão abertos de segunda a sexta-feira, entre as 8:00 e as 21:00, e ao sábado e domingo das 8:00 às 13:00. “As instalações estão preparadas para garantir a máxima segurança a quem optar pelo retomar das suas atividades desportivas”, garante o Município de Braga.
No caso das piscinas da Rodovia e Maximinos, a utilização por parte do público está restrito aos horários livres.
Nas piscinas apenas poderão estar três pessoas por pista e os utilizadores só podem utilizar os balneários em formato vestiário, ou seja, sem recurso a banhos. Os utentes do ténis e do padel não possuem acesso aos balneários.
“A reabertura destes espaços está a efetuar-se em total conformidade com as orientações definidas pela Direção-Geral da Saúde. Neste sentido, entre as várias medidas adotadas tendo em vista a segurança do público, funcionários e utentes, destaca-se a higienização regular dos espaços públicos e de trabalho, a desinfeção dos espaços comuns e a redefinição de lotações, garantindo o cumprimento da distância de segurança entre todos os utentes”, sublinha a Autarquia.
Também o Aeródromo Municipal de Braga, que até hoje se manteve encerrado devido à Covid-19, retoma amanhã o seu funcionamento mas única e exclusivamente para voos humanitários, voos de estado, proteção civil, medevac, busca e salvamento, voos locais e aeronaves baseadas. De salientar que poderão ser ainda autorizados outros voos de caráter excecional pelo diretor do aeródromo.
O Município de Braga sublinha que “as regras gerais em vigor não substituem a responsabilidade individual de cada cidadão. O cumprimento das normas e recomendações das Autoridades é fundamental para a proteção e segurança de todos”.
O índice de transmissibilidade R(t) subiu em Portugal para 1. Segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, o R(t) nacional fixa-se em 0,98, mas sobe para 1 quando analisado apenas o continente.
Na última atualização do indicador realizada na sexta-feira, o valor nacional do R(t) era de 0,97.
Já na incidência de novos casos por cem mil habitantes, o indicador está em 62,8 em todo o país e 60,9 no continente, tendo baixado ligeiramente em relação à atualização anterior em Portugal Continental, que era de 62,9.
Com os dados divulgados esta segunda-feira pela Direção-Geral da Saúde, Portugal está no limite na zona verde da matriz de risco no que toca ao indicador do índice de transmissibilidade.
O número de infetados por Covid-19 aumentou no distrito de Braga, segundo os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde, no período entre 17 e 30 de março.
Ao todo foram registados 456 novos casos em duas semanas, mais nove face à semana passada. O concelho de Terras de Bouro continua a não contabilizar novos casos.
Dos 14 concelhos que compõem o distrito de Braga, sete registaram um aumento de infetados, nomeadamente Cabeceiras de Basto (+28), Vieira do Minho (+28), Póvoa de Lanhoso (+18), Amares (+11), Vila Nova de Famalicão (+5), Celorico de Basto (+5) e Braga (+1).
Esposende foi o concelho que registou a maior quebra de novas infeções, com menos 17 casos somados.
Casos de Covid-19 por 100 mil habitantes no distrito de Braga
Portugal registou 6 mortos por Covid-19 em 24 horas, elevando para 16.885 óbitos desde o início da pandemia. Foram registados mais 159 infetados, aumentando para 823.494 casos positivos, e há 321 recuperados, são 780.643 casos de recuperação no total.
2 óbitos foram registados na região Norte, 2 no Centro e 2 em Lisboa e Vale do Tejo, segundo o boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde.
Lisboa e Vale do Tejo somou 65 novos casos, seguindo-se o Norte com 44, Algarve com 32, Madeira com 9, Centro com 5, Alentejo com 2 e Açores com 2.
O número de casos ativos em Portugal é agora de 25.966, menos 168 em 24 horas, e 15.928 pessoas estão em vigilância pelas autoridades de saúde, menos 32.
Em todo o território nacional há 536 doentes internados, mais 19 face a domingo, dos quais 112 em unidades de cuidados intensivos, menos 5.
A Webhelp Braga é das melhores empresas para trabalhar em Portugal pela terceira vez consecutiva.
A empresa líder mundial de externalização de serviços de apoio ao cliente (BPO) recebeu a distinção do Great Place to Work, que identifica e reconhece a empresa pelo ambiente e pelas condições de trabalho proporcionadas aos colaboradores, mesmo em tempos de pandemia.
Com cerca de 2.000 colaboradores em Portugal, a Webhelp, através da sua subsidiária Webhelp Braga, integra igualmente a lista das 30 melhores empresas para trabalhar no país, sendo a única empresa de Braga na listagem, ocupando o 20ª lugar do ranking. É ainda a 9ª empresa nacional na categoria de 100 a 500 colaboradores (e único contact center nesta categoria).
Para conseguir alcançar esta distinção, a Webhelp contou com a colaboração de mais de 85% dos seus colaboradores dessa subsidiária. A participação dos colaboradores, recolhida de forma confidencial e anónima, permitiu identificar e avaliar fatores de sucesso para a empresa como a credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem entre equipas, com a Webhelp a registar em todos uma avaliação entre 87% e 92%.
Para Carlos Moreira, CEO da Webhelp Portugal, “este feedback extremamente positivo que recebemos anualmente por parte dos nossos colaboradores tem um peso ainda maior, devido a todo o contexto pandémico. Mesmo com as mudanças que nos trouxe este novo cenário, a Webhelp conseguiu manter a satisfação e o bem-estar dos nossos colaboradores como uma das grandes prioridades e isso acabou por transformar-se num resultado melhor do que aquele obtido em 2020”.
Para implementar o posicionamento “Think Human” que é a base da empresa, a Webhelp Braga realizou várias iniciativas ao longo do ano criadas especificamente para manter um bom ambiente de trabalho, reforçar a autonomia e a confiança dos colaboradores, melhorar a comunicação interna e promover iniciativas que respondesses às novas inquietudes dos colaboradores face à COVID-19.
“A implementação de horários flexíveis, que privilegiam o tempo em família, desafios que ajudam os Webhelpianos a evoluir e uma mudança para novas iniciativas online, quer de comunicação interna com competições, concertos, showcooking, entre outros, e a manutenção de outras como o médico e o nutricionista que passaram a atender os colaboradores online, permitiram manter o espírito da empresa bem vivo, apesar da distância, uma vez que mais de 80% dos colaboradores se encontram em teletrabalho”, refere Benoist Voidie, diretor da Região Norte.
A classificação das Melhores Empresas para Trabalhar 2021 baseia-se num estudo do Great Place To Work através do inquérito Trust Index, um questionário enviado a todos os colaboradores da empresa proposta. Este inquérito inclui perguntas e representa que representam dois terços da avaliação. O restante terço da avaliação é a Culture Audit. Trata-se de uma análise exaustiva da cultura da empresa através das práticas e políticas de Recursos Humanos.