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71 trabalhadores concluíram ciclo de formações dos SASUM com sucesso

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SASUM
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Após seis semanas, chegou ao fim o ciclo de formações transversais promovidas pelos Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (SASUM), para os trabalhadores que exercem funções incompatíveis com o regime de teletrabalho. As sessões terminaram no dia 7 de abril, com um balanço “muito positivo” da parte dos trabalhadores e da organização.

Decorrido entre 25 de fevereiro e 7 de abril, o programa de ações de formação transversais teve como objetivo proporcionar aos trabalhadores uma aprendizagem abrangente e diversificada, aproveitando a suspensão das atividades letivas e de avaliação presenciais em toda a Universidade, motivada pela pandemia de Covid-19, e a consequente redução da atividade de prestação de serviços dos SASUM.  A iniciativa pretendeu assim, como afirmou o Administrador dos SASUM, António Paisana, “reforçar as competências profissionais dos trabalhadores e contribuir para a sua valorização pessoal e estabilidade emocional, bem como para um quadro motivacional elevado”.

Foram 71 trabalhadores, 29 dias, 220 horas de formação em dois turnos, 5 sessões de valorização pessoal através da colaboração de docentes da Escola de Medicina e do Instituto de Educação da Universidade do Minho, e 3 ações de formação ministradas à distância pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e 4 ações dirigidas aos trabalhadores do Departamento de Desporto e Cultura.

“Esta foi uma ação diferente de todas as que tiveram. Procuramos fazer diferente”, disse António Paisana na sessão de encerramento, dado que o intuito não foi apenas dotar os trabalhadores de competências necessárias para exercerem as suas funções, mas também de conhecimentos e aprendizagens que podem ser uma mais-valia na sua vida pessoal. Salientando a exigência do programa, o Administrador dos SASUM realçou o comprometimento, a participação e a vontade de aprender demonstrada pelos trabalhadores, afirmando que “o sucesso da iniciativa é vosso”.

Da parte dos trabalhadores, a valorização pessoal e profissional, as aprendizagens novas e a reciclagem de conhecimentos, o enriquecimento curricular, o facto de se manterem ativos e a interação com os colegas foram as mais-valias destacadas do programa de ações de formação. “Foi muito bom. Aprendemos, valorizámo-nos, adquirimos e aprofundamos conceitos. Foi uma excelente iniciativa, uma vez que devido às nossas funções estaríamos parados, sem fazer nada”, referiu António Ferreira, responsável do bar do CPI em Gualtar. Já Miguel Sá, trabalhador no bar 4, também em Gualtar, sublinhou a época “especial que vivemos”, assinalando que as formações foram uma “excelente oportunidade para aprender e passar o tempo”. De Azurém, Bertina Leite, responsável pelo bar do Auditório, salientou a dificuldade inicial das formações online, apontando que futuramente “poderão ser uma mais-valia, visto que abrem a oportunidade de outras formações poderem abranger mais trabalhadores em simultâneo. Foi muito interessante”, disse. Já Sílvia Freitas, trabalhadora da cantina de Azurém, frisou que “foi muito bom poder estar ativa e adquirir conhecimentos. Aprendemos muito” assegurou.

Segundo a responsável pelo programa de ações de formação, Susana Silva, o projeto não termina aqui, “serão para continuar e manter este tipo de ações, quer online, quer presencial”, garantindo que já estão a ser tomadas diligências nesse sentido. “O objetivo é que os trabalhadores dos SASUM continuem a melhorar as suas competências”, disse.

Durante estas semanas, nas pausas da manhã e da tarde, foram facultadas aulas de ginástica laboral a todos os formandos, estimulando-se a prática de atividade física e comportamentos saudáveis.

Póvoa de Lanhoso reabre equipamentos desportivos

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CM Póvoa de Lanhoso
CM Póvoa de Lanhoso

A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso reabriu os campos de ténis municipais e a piscina municipal coberta.

No seguimento da segunda fase do Plano de Desconfinamento, os campos de ténis municipais retomaram a atividade no dia 5 de abril. Já a piscina municipal coberta reabriu no dia 6 de abril, com a modalidade de Natação Livre, sujeita a marcação.

Todos os utilizadores destes espaços devem respeitar e obedecer ao Plano de Contingência em vigor e às orientações emanadas pela autoridade de Saúde.

De acordo com despacho datado de 6 de abril de 2021, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso decidiu manter interdita a utilização ao público, com exceção aos grupos concelhios federados (campos municipais), de equipamentos públicos para a prática desportiva, como sejam os campos de futebol ao ar livre e as “power stations”, igualmente existentes ao ar livre.

Para mais informações, contacte através do e-mail [email protected] ou para 253 639 707 / 965 029 403.

Braga: Mosteiro de Tibães com entrada gratuita aos domingos e feriados

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© Mosteiro de Tibães
Mosteiro de Tibães

O Mosteiro de São Martinho de Tibães, em Braga, vai ter visitas gratuitas aos domingos e feriados.

A direção informou que todos os monumentos da Direção-Regional da Cultura do Norte (DRCN) têm entrada gratuita, no entanto, os monumentos culturais encerram às 13:00.

“Aos domingos e feriados, os museus e monumentos da DRCN têm entrada gratuita ao longo de todo o dia. Contudo, enquanto vigorar em território nacional a obrigação de recolhimento, estes espaços culturais estarão abertos nesses dias até às 13:00. Esperamos por si”, disse a direção do Mosteiro de Tibães.

Vizela inaugura requalificação da Rua Ferreira Caldas e da Rua Joaquim Pinto

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CM Vizela
CM Vizela

A Câmara Municipal de Vizela vai inaugurar a requalificação da Rua Ferreira Caldas e da Rua Joaquim Pinto, no próximo domingo, 11 de abril, às 11:00.

Ambas as obras de requalificação vêm no seguimento da requalificação da Praça da República e Jardim Manuel Faria, face ao alargamento às artérias adjacentes, nomeadamente a requalificação da Rua Dr. Abílio Torres e da Rua Dr. Pereira Caldas (Rua da Rainha).

As obras de requalificação da Rua Ferreira Caldas e da Rua Joaquim Pinto contemplaram a elevação de toda a faixa de rodagem existente e da praceta a edificar para a cota dos passeios; a colocação de canaletes e grelhas de recolha de águas pluviais entre o passeio e a faixa de rodagem; o condicionamento da velocidade, através de colocação de sinalização adequada, de modo a facilitar o atravessamento pedonal; a alteração do material dos passeios para um mais acessível e com melhores condições, criando-se assim uma plataforma de passeio mais agradável à circulação pedonal; a retificação do mobiliário urbano na área do arruamento, assim como a colocação de dissuasores, no seguimento e nos termos da mesma filosofia da intervenção realizada nas ruas do centro urbano.

A requalificação da Rua Joaquim Pinto, para além da requalificação da via e passeios, teve como principal objetivo a criação de um espaço específico para o estacionamento de curta duração para os utentes da escola, sem interferir com o trânsito do arruamento.

Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso participa em ação de sensibilização

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CM Póvoa de Lanhoso
CM Póvoa de Lanhoso

A GNR de Braga, através do Núcleo de Proteção Ambiental, em parceria com os Serviços Municipais de Proteção Civil da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, estiveram, esta quinta-feira, a promover a Campanha Floresta Segura 2021, no recinto da Feira Semanal da Póvoa de Lanhoso.

Avelino Silva, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso, e João Barroso vereador da Proteção Civil, também marcaram presença.

O objetivo desta ação foi aconselhar as populações sobre os critérios de gestão de combustível, junto das habitações e aglomerados populacionais, bem como as normas e procedimentos para a realização de queimas e queimadas, estabelecidos no Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, visando contribuir para adequada realização das faixas de gestão de combustível evitando situações de risco em caso de incêndio, bem como prevenir outros comportamentos de risco.

Recorde-se que muito recentemente, mais concretamente nos dias 7 e 8 de abril, a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso suspendeu a realização de queimas e queimadas atendendo à situação meteorológica e ao agravamento do risco de incêndio para o concelho.

A ação realizada nesta quinta-feira decorreu no recinto da Feira Semanal da Póvoa de Lanhoso, atendendo a que se previa que a sua reabertura trouxesse uma elevada afluência de pessoas ao interior do recinto.

Câmara de Barcelos adquire mais 600 computadores para a área da Educação

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CM Barcelos
CM Barcelos

A Câmara Municipal de Barcelos adquiriu mais 600 computadores portáteis e respetivos kit’s de acesso à internet para a área da Educação, num investimento de 384.018,30 euros.

Os equipamentos serão distribuídos pelos agrupamentos escolares, que farão, posteriormente, a entrega, a título de empréstimo e de forma temporária, a alunos carenciados e abrangidos pela Ação Social Escolar do concelho. “Esta medida assume particular relevância devido ao contexto de pandemia em que vivemos há mais de um ano, na medida em que os computadores serão entregues a alunos com vulnerabilidades socioeconómicas e em risco de abandono escolar”, afirma a Autarquia de Barcelos.

Este reforço de equipamentos contribui, ainda, “para uma efetiva aposta na escola digital e nasce de um protocolo, assinado entre a Câmara Municipal de Barcelos e os diretores dos agrupamentos escolares, decorrente da candidatura ao Aviso n.º Norte D4-2020-79”.

Este concurso desenvolve-se no âmbito da universalização da Escola Digital, uma das medidas do Programa de Estabilização Económica e Social e do Plano de Ação para Transição Digital, que prevê a universalização do acesso e da utilização de recursos didáticos e educativos digitais por todos os alunos e docentes do ensino básico e secundário.

A par destes equipamentos, o Município adquiriu outros 30 computadores portáteis para os serviços municipais, que serão afetos a colaboradores em regime de teletrabalho. Serão também utilizados em videoconferências.

Em maio de 2020, a Autarquia tinha já adquirido 200 computadores, com a respetiva conetividade à internet, que tinham sido, de igual forma, distribuídos pelos agrupamentos escolares com a mesma finalidade.

CDS Braga questiona imposição do regime de teletrabalho obrigatório até final do ano

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CM Braga
CM Braga

O teletrabalho vai manter-se obrigatório até ao final do ano, segundo o regime geral, mesmo que Portugal não esteja em Estado de Emergência. O CDS Braga manifestou-se contra esta medida, que “deveria ter sido alvo de uma discussão prévia com os parceiros sociais, não tendo havido nenhuma fundamentação coerente para justificar a imposição”.

“Coloco ênfase no termo ‘obrigatório'”, observa Altino Bessa, presidente da concelhia do CDS Braga. Para o centrista, “é instituído, a meu ver, de forma leviana, um regime de teletrabalho obrigatório com a justificação intuitiva de que devem ser evitados os cruzamentos e contactos socais”.

“Ficar em casa em teletrabalho é a única solução disponível?”, questiona o também vereador da Câmara Municipal de Braga.

“Convém informar o Governo que a solução que deveria figurar na primeira linha passa por rastrear, testar e vacinar a população. Ora, de acordo com os últimos dados tornados públicos, apenas 6% da população está completamente vacinada e ainda falta vacinar 64,17% dos cidadãos para atingirmos a imunidade de grupo. Quando o Estado tem necessidade de impor teletrabalho obrigatório até final do ano, só podemos entender que há falhas na gestão da atual situação pandémica. Neste prisma, a ‘batata quente’ passa para a mão dos privados. Isto é, não obstante a evolução do estado pandémico, institui-se teletrabalho obrigatório através dos poderes concedidos pelo Estado de Emergência e o setor empresarial que se ‘amanhe’. É que nem sequer pensaram nas implicações que esta decisão pode ter na vida dos trabalhadores e das empresas. Uma decisão desta dimensão tinha que ter sido acordada entre as empresas e os trabalhadores e nunca imposta sem qualquer tipo de estratégia”, contesta Altino Bessa.

No diploma prorrogado constatava a obrigatoriedade da adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam e o trabalhador dispunha de condições para as exercer, sem necessidade de acordo escrito entre o empregador e o trabalhador.

“Excecionalmente, quando entenda não estarem reunidas as condições. A questão é que se fizermos uma análise profunda à realidade do teletrabalho, as condições reunidas são, na grande maioria das vezes, o recurso às ferramentas caseiras dos trabalhadores. Claro que uma parte significativa das empresas se adaptou ao teletrabalho sem dificuldades acrescidas e sem prejuízo financeiro. Todavia, esta opção não deve vigorar como única solução. Vejamos o exemplo das escolas que tiveram de abrir portas. Os professores estão em processo de vacinação para que haja uma estabilização no sistema de ensino. As universidades, não tarda, voltam ao regime presencial por via de testagem regular. Nos outros setores, a testagem e vacinação não se impõem como hipótese? O Governo assume o teletrabalho obrigatório até ao final do ano porque não tem capacidade para fazer o que deve ser feito: testar, rastrear e vacinar. Claro que o teletrabalho pode permitir que as empresas reduzam alguns custos de logística como a eletricidade, deslocação dos trabalhadores ou consumíveis. Pode facilitar os processos de recrutamento combatendo-se, assim, o fator distância. Podem-se verificar também alguns ganhos ambientais com a diminuição do trânsito. Mesmo assim, são mais os fatores pessimistas envoltos neste regime. O teletrabalho promove o desfasamento relacional entre o empregador e o trabalhador, que pode culminar no desvirtuamento da política e cultura empresarial. O distanciamento entre equipas gera desmotivação, provocando também a perda de metodologias. Já para não falar na dificuldade em separar a vida profissional do quotidiano pessoal. Todos estes fatores contribuem para o desgaste mental e instabilidade emocional, deixando o trabalhador de ter referências temporais”, sublinha o centrista.

Altino Bessa afirma que “é chegada a hora de definir estratégias que permitam às empresas e trabalhadores regressarem aos locais de trabalho”. “Há pouca coisa que substitua o trabalho coletivo, no contexto das organizações, sejam elas quais forem. Neste prisma, é imperativo que o Governo assuma estratégias de verdadeira retoma. Grosso modo, a imposição do regime de teletrabalho obrigatório até ao final do ano deve ser revista por meio da auscultação das partes envolvidas. Os parceiros sociais não podem ser olvidados deste processo. Não aceitamos que não sejam cogitadas alternativas à imposição de teletrabalho. O Governo decide que é assim e não há margem de manobra possível? Onde pairam as opções de rastreio, testagem ou vacinação? Teletrabalho até ao final do ano é muito tempo. Um tempo que traz consequências para as famílias e empresas. Não aceitamos uma imposição que pode ser gerida de forma mais abrangente e equitativa. Exigimos que esta decisão seja (re)avaliada no sentido de minorar as ‘fissuras’ provocadas pelo regime em questão”, finaliza o presidente da concelhia.

Cruzamentos com Rua Dr. Abílio Torres em Vizela transitáveis a partir desta sexta-feira

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DR
DR

Os cruzamentos com a Rua Dr. Abílio Torres, em Vizela, estão transitáveis a partir desta sexta-feira.

O trânsito reabre nos seguintes cruzamentos:

  • Rua Joaquim Pinto – Rua das Termas;
  • Rua Ferreira Caldas – Rua Latino Coelho;
  • Rua Dr. Alfredo Pinto – Rua Dr. Abílio Torres.

De 9 de abril a 31 de maio inicia-se a terceira fase da obra, pelo que encerra ao trânsito o troço compreendido entre o cruzamento da Rua Dr. Abílio Torres com a Rua Ferreira Caldas e a Rua Latino Coelho e o cruzamento da Rua Dr. Abílio Torres – Rua Dr. Alfredo Pinto, para iniciar a fresagem e pavimentação desse troço.

Estas alterações de trânsito têm como objetivo minimizar os efeitos dos trabalhos e melhorar as condições de segurança das equipas de trabalho e moradores das zonas afetadas, minimizando ainda os ambientais e do tráfego resultantes desta intervenção.

Polícia Municipal de Braga sensibiliza para cumprimento das medidas

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CM Braga
CM Braga

A Polícia Municipal de Braga está a realizar uma ação de fiscalização e sensibilização para o cumprimento das regras face à pandemia da Covid-19.

Esta quinta-feira, os agentes da Polícia Municipal de Braga estiveram na ciclovia do rio Este e percorreram o centro histórico da cidade para apelar a quem passava para evitar ajuntamentos e para manter a distância de segurança de dois metros sempre que for possível. A Polícia também sensibilizou os bracarenses para a importância do uso da máscara de proteçãoa.

A Polícia Municipal incidiu ainda uma ação junto das esplanadas, lembrando clientes e proprietários dos estabelecimentos para o cumprimentos das regras definidas pelas autoridades.

O Município de Braga deixou o apelo a toda a população para a necessidade do “cumprimento escrupuloso” de todas as medidas de segurança para evitar os contágios.

Pichagens em Braga alastram-se aos muros frente ao Nova Arcada

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Carlos Dobreira
Carlos Dobreira

Os muros que se encontram frente ao centro comercial do Nova Arcada, na freguesia de Dume, em Braga, foram vandalizados com pichagens. 

O bracarense e ambientalista Carlos Dobreira denunciou os atos de vandalismo, afirmando que as pichagens do passado fim de semana alastraram-se a outros locais do concelho, uma vez que no último domingo foram vandalizadas várias zonas de Braga. 

“Afinal, as pichagens do passado fim de semana alastraram-se a outros locais do concelho de Braga, até agora desconhecidos. De facto, hoje de tarde, frente ao Nova Arcada encontram-se muros com pichagens. Quem desce pelos acessos aos parques de estacionamento, também é possível observar as seguintes pichagens: Quem matou o Padre Max? Fascismo nunca mais! e Quem matou Maria de Lurdes?”, disse Carlos Dobreira.

Recorde-se que no passado domingo, a estátua do Cónego Melo também foi vandalizada.