A Iniciativa Liberal, através dos seus eleitos na União de Freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães, em Braga, Fernando Costa e Vítor Cerqueira, está a apelar à participação dos residentes no Orçamento Participativo em vigor, cujo prazo decorre até ao final de junho.
Segundo a estrutura local do partido, o instrumento resulta de um acordo com o executivo após as últimas eleições autárquicas e pretende reforçar a participação dos cidadãos na definição de parte dos recursos públicos da freguesia, permitindo que apresentem propostas em áreas como espaço público, ambiente, cultura, desporto, educação, coesão social e inovação.
A Iniciativa Liberal sublinha ainda que o objetivo passa por “aproximar os cidadãos das decisões locais e aumentar a sua capacidade de influência na gestão dos recursos da freguesia, apelando à participação ativa de todos os residentes com mais de 18 anos”.
A Seleção Nacional volta a entrar em campo na próxima terça-feira, 23 de junho, às 18h00, para defrontar o Uzbequistão..
Centenas de adeptos reuniram-se esta quarta-feira no centro de Braga para acompanhar, em ecrã gigante, a estreia da Seleção Portuguesa de Futebol no Campeonato do Mundo de 2026.
O ambiente foi de entusiasmo e apoio à equipa das quinas, com famílias, grupos de amigos e visitantes a concentrarem-se na Avenida Central para a transmissão do encontro. Vestidos a rigor com as cores nacionais, os adeptos vibraram com cada lance, transformando a exibição pública num verdadeiro momento de celebração coletiva.
A iniciativa marcou a primeira transmissão de um jogo de Portugal em ecrã gigante na cidade durante a competição, reforçando o espírito de união em torno da seleção nacional. O resultado foi um empate a uma bola frente ao Congo.
A organização espera voltar a ter a mesma adesão nos próximos jogos da seleção, à medida que Portugal prossegue a sua caminhada no Mundial.
A Seleção Nacional volta a entrar em campo na próxima terça-feira, 23 de junho, às 18:00, para defrontar o Uzbequistão.
Mal terminou o primeiro jogo de Portugal no Mundial e já surgiram os habituais emocionados críticos de serviço. Para alguns, o empate diante da República Democrática do Congo foi imediatamente catalogado como um fracasso, uma vergonha ou uma demonstração de fragilidade da Seleção Nacional. Mas talvez seja precisamente essa visão arrogante e simplista que mereça ser criticada.
Existe uma tendência perigosa no futebol moderno, a de acreditar que as seleções mais mediáticas entram em campo já vencedoras, apenas porque possuem jogadores mais conhecidos, campeonatos mais visíveis ou maior tradição internacional. Como se os jogos fossem ganhos pelos nomes estampados nas camisolas e não pelos homens que entram em campo para competir.
A República Democrática do Congo não chegou ao Mundial por acaso, não recebeu um convite de cortesia nem ocupou uma vaga por benevolência da FIFA. Está presente porque conquistou esse direito dentro das quatro linhas, ultrapassando adversários, vencendo jogos e demonstrando qualidade suficiente para figurar entre as melhores seleções do planeta.
Mais ainda, o Congo possui atletas de enorme valor, muitos deles a competir nas principais ligas europeias e mundiais, jogadores habituados a enfrentar semanalmente alguns dos melhores futebolistas do mundo. Merecem respeito, merecem reconhecimento e, acima de tudo, merecem que se abandone a ideia ultrapassada de que certas seleções africanas existem apenas para servir de figurantes nas grandes competições.
O futebol mundial evoluiu, as diferenças entre seleções diminuíram drasticamente. Hoje, qualquer equipa que chega a uma fase final de um Campeonato do Mundo possui organização, qualidade técnica, capacidade física e preparação táctica. Quem continua a olhar para determinadas seleções com sobranceria demonstra, acima de tudo, desconhecimento da realidade actual do futebol.
Portugal continua a ser uma das grandes seleções do mundo. Tem talento, experiência e ambição para lutar pelos objetivos mais elevados, mas isso não significa que vá vencer todos os jogos com facilidade, nem significa que os adversários devam baixar a cabeça perante o nome de Portugal.
O empate com o Congo não deve ser analisado como uma humilhação. Deve ser encarado como aquilo que realmente foi, um jogo entre duas seleções que conquistaram legitimamente o direito de estar no Mundial e que procuraram alcançar o melhor resultado possível.
Talvez a verdadeira lição deste empate seja outra, o futebol continua a lembrar-nos que o respeito é um valor fundamental, respeito pelos adversários, pelo mérito e pelo trabalho de quem percorreu milhares de quilómetros, ultrapassou dificuldades imensas e chegou ao maior palco do futebol mundial.
Porque, no final, o Mundial não pertence apenas às seleções mais poderosas, pertence a todos aqueles que tiveram talento, coragem e competência para lá chegar.
E a República Democrática do Congo, gostem alguns ou não, pertence por inteiro a esse grupo.
A Câmara Municipal de Vizela vai apresentar, esta sexta-feira, dia 19 de junho, pelas 21:00, no Jardim Manuel Faria, uma edição especial da novela “Gracejos que Matam”, de Camilo Castelo Branco, numa iniciativa dedicada à valorização do património literário português.
O momento insere-se na estratégia cultural do Município e presta homenagem ao escritor, destacando a sua ligação histórica ao concelho, onde encontrou inspiração em locais como as Termas de Vizela e as margens do rio.
Com esta apresentação pública, a autarquia pretende reforçar a identidade cultural e histórica de Vizela enquanto espaço de referência na obra camiliana, convidando a comunidade a participar numa celebração ao ar livre dedicada à literatura e à memória do autor.
O Braga Parque vai receber, entre os dias 25 e 27 de junho, uma campanha de dádiva de sangue promovida pelo Grupo Mundicenter em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST), no âmbito da 24.ª edição da iniciativa “Braços dados por uma boa causa”.
A ação decorrerá numa unidade móvel instalada na entrada principal do centro comercial, com horários entre as 10:00 e as 13:30, e apela à participação da população de Braga e visitantes, sublinhando a importância de reforçar as reservas nacionais de sangue.
Podem dar sangue pessoas entre os 18 e os 65 anos (até 60 anos no caso da primeira dádiva), com mais de 50 quilos e hábitos de vida saudáveis.
Vai ter início na próxima semana, no polo da Póvoa de Lanhoso do CINDOR, uma nova ação de formação certificada em “Introdução às Técnicas de Filigrana”, integrada no programa Vida Ativa do IEFP.
A formação, com a duração de 200 horas, contará com participantes maioritariamente da Póvoa de Lanhoso, mas também oriundos de Braga, Fafe e Vieira do Minho, refletindo o crescente interesse por esta arte tradicional.
O curso será ministrado por profissionais com experiência na área da filigrana, permitindo aos formandos contacto direto com técnicas e saberes transmitidos ao longo de gerações. Após esta fase inicial, os participantes poderão prosseguir com módulos mais especializados e estágios em oficinas do setor.
Esta iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e o CINDOR, com o objetivo de valorizar e preservar a arte da filigrana, contribuindo simultaneamente para a qualificação profissional e para a entrada de novos artesãos no mercado de trabalho.
A filigrana foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial em 2023, reconhecimento que reforça a importância desta tradição na identidade cultural do concelho.
O atleta do SC Braga, Manuel Ferreira, sagrou-se vice-campeão nacional da 2.ª Divisão no Campeonato Nacional Individual Sénior de Boccia, que decorreu esta terça-feira, em Tomar.
O “gverreiro” já tinha conquistado a medalha de prata no Campeonato Regional e voltou agora a evidenciar o seu nível competitivo ao alcançar mais um resultado de relevo no panorama nacional da modalidade.
A prestação de Manuel Ferreira reforça o percurso positivo do atleta, que tem vindo a afirmar-se nas principais competições nacionais de boccia.
O Município de Braga anunciou o alargamento do prazo de candidaturas à 3.ª edição do Prémio Municipal de Reabilitação Urbana – Reabilita Braga, que passa a decorrer até ao dia 26 de junho.
A iniciativa visa distinguir e promover boas práticas de reabilitação e regeneração urbana no concelho, reconhecendo publicamente projetos que contribuam para a salvaguarda do património edificado e para a revitalização da cidade.
Podem concorrer obras concluídas entre janeiro de 2024 e dezembro de 2025, nas categorias “Obra de Restauro e Reabilitação” e “Nova Edificação em ARU”. Os prémios atribuídos são de 10 mil euros e 5 mil euros, respetivamente, sendo repartidos entre proprietários e equipas projetistas.
As candidaturas são efetuadas online e podem ser apresentadas pelo proprietário do imóvel ou pela equipa de projeto, desde que devidamente autorizada.
O regulamento, o formulário de candidatura e a composição do júri estão disponíveis aqui.
Os vereadores do movimento Amar e Servir Braga apresentaram uma proposta para a criação de um Monumento ao Bombeiro Bracarense, destinado a homenagear os bombeiros profissionais e voluntários que, ao longo de gerações, têm servido a população do concelho.
A proposta, a submeter à reunião do executivo municipal, prevê a realização de um estudo para identificar a localização mais adequada para o monumento, admitindo também a criação ou requalificação de uma praça ou outro espaço público que funcione como local de memória e homenagem.
O Amar e Servir Braga defende que “Braga, cidade com uma longa tradição na área do socorro e proteção civil, deve dispor de um marco urbano dedicado aos bombeiros, destacando o papel histórico do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga e da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Braga, que assinala 150 anos de existência em 2027”.
A proposta contempla ainda a realização de um concurso público de ideias, aberto a artistas, arquitetos e equipas multidisciplinares, com o objetivo de “encontrar uma solução de elevada qualidade artística e urbanística”. As propostas finalistas deverão ser submetidas a exposição pública, permitindo a participação dos cidadãos no processo.
Os vereadores do movimento consideram que “o monumento poderá tornar-se uma referência da cidade e uma forma de preservar a memória e o legado dos bombeiros bracarenses”.
O Auditório do Centro de Educação Ambiental de Esposende acolheu a cerimónia de entrega de prémios da VI edição do Concurso de Desenho Infantil da Fundação MOA, que contou com a participação de 311 alunos do 4.º ano de escolaridade, provenientes de 17 escolas do concelho.
Na edição deste ano, o primeiro prémio foi atribuído a Lara Veiga Campos, da Escola Básica de Gemeses, com o trabalho “Gemeses e Japão unidos pela Barca da Amizade”. Maria Monteiro da Silva, da Escola Básica de Goios, conquistou o segundo lugar com o desenho “Desflorestação”, enquanto Leonor Rodrigues Capitão, da Escola Básica de Barral, alcançou a terceira posição com “Renascer o Ambiente”.
Durante a cerimónia foi também homenageada Matilde Carvalho Vale, da Escola Básica de Fonte Boa, vencedora da edição anterior em Esposende, que recebeu uma menção honrosa no Concurso Internacional de Desenho Infantil MOA 2025, realizado no Japão.
Promovida pela Fundação MOA de Portugal, com a colaboração da Saúde Escolar da UCC ConVidaSaúde, do Município de Esposende e da Esposende Ambiente, a iniciativa pretende estimular a criatividade e a educação artística junto da comunidade escolar.
Os trabalhos distinguidos estarão em exposição na Biblioteca Municipal Manuel de Boaventura, entre 30 de junho e 17 de julho.