Mire de Tibães, em Braga, é o próximo ponto de encontro do Descentrar. O programa cultural promovido pelo Município vai levar, no próximo dia 5 de novembro até ao Mosteiro de Tibães um périplo repleto de conhecimento, música e teatro, desafiando assim toda a população a desfrutar da cultura local.
A jornada arranca com uma visita guiada ao Mosteiro de Tibães, às 15:00. Fundado no século XI, obedecendo à regra beneditina, o Mosteiro da freguesia de Mire de Tibães tornou-se Casa-mãe da Congregação de S. Bento dos Reinos de Portugal a partir de 1567, estatuto que manteve até à sua extinção, em 1834. Este espaço atingiu o seu máximo esplendor nos séculos XVII e XVIII emergindo como um importante centro difusor de Educação, da Arte e da Cultura Portuguesas. Após o encerramento do mosteiro, a atividade religiosa manteve-se até aos dias de hoje, ficando a igreja, a sacristia e o claustro do cemitério em uso paroquial. Em 1944 foi classificado como Imóvel de Interesse Público e atualmente as suas portas estão abertas ao público com um vasto conjunto de iniciativas educativas e culturais.
A visita guiada terá a duração de 30 minutos e é de entrada livre. No entanto, a sessão é limitada à lotação do espaço, estando sujeita a inscrição prévia.
Às 17:00, o Mosteiro de Tibães dá palco à peça de teatro “Mercadores”. Neste espetáculo o grupo Malad’Arte vão apresentar a história de Eva, uma menina alegre e distraída, que acha que a vida é curta demais para encarnar apenas uma personagem. Adora contar histórias, mas fica triste por não ter ninguém a quem as contar. A atenção que o seu pai lhe deveria dar é adiada dia após dia. Num dia feliz, Eva convence o seu pai a adiar a ida para o mercado e tenta mostrar que há muito mais na vida para além do trabalho. Entre músicas e brincadeiras, Eva consegue passar um momento único de ternura e felicidade com o seu Pai.
Para fechar a jornada cultural, às 19:00, entram em cena a Sinfonietta de Braga e Paulina Sá Machado com o concerto comentado “Afeto e sentimento”. Depois de uma estreia apoteótica no último dia da Braga Barroca, diante de uma sala esgotada, Paulina Sá Machado junta-se agora à Orquestra Sinfonietta de Braga para encerrar a quinta edição do ciclo ‘Falando de Música’. Formada em canto pelo Conservatório Calouste Gulbenkian e pela ESART-IPCB, nas classes de Dora Rodrigues e Elisabete Matos, a soprano bracarense é já uma voz familiar da maioria dos palcos portugueses. Apresenta-se agora num programa carregado de “pathos” e tributário à monumentalidade do espaço que o acolhe, que também já é uma “casa” familiar para a Sinfonietta.
O programa cultural, que arrancou no mês de abril, conta com uma programação que chega a treze freguesias do município. Assim, até dezembro, o Descentrar vai continuar a apresentar programas desenhados para cada local através de um conjunto de espetáculos de novo circo e de teatro, concertos, visitas-guiadas a espaços patrimoniais e concertos comentados de música clássica e erudita.
Ricardo Silva, presidente da Junta de Freguesia de São Victor, apelou ao Município de Braga para efetuar manutenção nas estradas da cidade.
De acordo com o autarca, “as empresas prestadoras de serviços (gás, eletricidade, água, etc.) vão abrindo as ruas e a reposição das boas condições não se verifica”.
Ricardo Silva esclareceu ainda que devido aos trabalhos efetuados, a situação das vias “ficam sempre piores, perturbando o bom funcionamento de uma cidade”.
“Este é um cenário usual nas ruas da cidade de Braga. Buracos, remendos, remendos dos remendos e, logo que chove, buracos ainda maiores. Se, à primeira vista, os automóveis podem sofrer danos por ‘caírem’ nesta armadilhas, importa pensar nos peões e demais utilizadores que são chapinhados, molhados ou enlameados, quando vão nos passeios. Isto é o lamentável estado das nossas ruas em dias de chuva, mas também em dias de sol, em dias de vento, em dias de calor e em dias de frio. O Município de Braga tem de ser mais estratega e mais executor. As manutenções custam menos do que as obras novas!”, alertou Ricardo Silva.
Quim Barreiros e João Pedro Pais vão animar as Festas em honra de São Martinho do Campo, em Santo Tirso, festividades que decorrem de 10 a 13 de novembro.
A Comissão de Festas anunciou o cartaz e convida a comunidade a comparecer neste evento. “É com enorme orgulho e gratidão que partilhamos convosco o nosso cartaz! O nosso muito obrigada a todos que nos ajudaram nesta caminhada, sem vocês não seria possível!Sintam-se todos convidados!”, informou a Comissão de Festas.
Programa
10 de novembro (quinta-feira): 20:00 – Atuação de associações e grupos da freguesia (Apeama, Grupos de Dança e de Ukuleles, Joaninas e Desporto Sénior);
11 de novembro (sexta-feira): 19:30 – Eucaristia em honra do Padroeiro; 20:15 – Atuação do Grupo Folclórico de São Martinho; Oferta de castanhas e vinho; 21:30 – Atuação do Grupo de Danças Joaninas; 22:00 – Concerto de João Pedro Pais; seguida de uma sessão de fogo de artifício e After Party com DJ’s The Doors & Tiago Silva.
12 de novembro (sábado): 9:00 – Arruada de Bombos ACEMC – Codessos; 14:00 – Caminhada “Vamos ao São Martinho”; 17:30 – Eucaristia; 22:00 – Espetáculo de Quim Barreiros; seguida de uma grandiosa sessão de fogo de artifício e After Party com DJ The Left – Diogo Silva.
13 de novembro (domingo): 9:00 – Entrada da Banda Filarmónica Gafanha da Nazaré; 11:00 – Eucaristia; 15:00 – Majestosa Procissão; 16:00 – Atuação da Banda Filarmónica Gafanha da Nazaré; Passagem de Testemunho.
Já se encontram abertas as inscrições para a V Corrida de Ano Novo de Esposende que se realizará no dia 14 de janeiro de 2023, numa organização do Município.
A prova integra uma corrida de 10 quilómetros, mas apresenta as variáveis Kids Run, prova direcionada para os mais jovens e uma caminhada com oito quilómetros de extensão. Todas as provas terão a partida e a meta na Avenida Eng.º Eduardo Arantes e Oliveira.
A competição inicia-se às 16:00, com a Kids Run e prossegue, às 18:00, com a Corrida e a Caminhada. Às 19:30 realizae-se a cerimónia de entrega de prémios, sendo encerrado, às 20:30, o controlo de tempos.
A Mercadona, empresa de supermercados, vai aumentar em 11% o salário de entrada dos seus colaboradores em Portugal. A partir de janeiro de 2023, o vencimento mínimo auferido por um colaborador da Mercadona será de 1.034 euros brutos mensais, o que representa uma diferença de 147 euros em relação ao SMN (com duodécimos incluídos).
Além deste aumento, os colaboradores beneficiam da política de progressão salarial da empresa, nomeadamente um aumento de 11% anual que permite atingir um salário no valor de 1.414 euros brutos mensais (com duodécimos) num máximo de 4 anos de antiguidade. Adicionalmente recebem também um prémio anual por objetivos que corresponde a 1 salário extra, nos primeiros 4 anos, e 2 salários extra nos anos seguintes.
Segundo Hugo Pilar, responsável de Benefícios e Compensações em Portugal, “a Mercadona pretende continuar a crescer em Portugal e o nosso objetivo é promover condições laborais competitivas, tanto a nível económico como na conciliação ou no desenvolvimento profissional. Para poder oferecer um serviço de excelência ao cliente, a empresa tem de contar com recursos humanos de qualidade, o que implica investir nas pessoas e oferecer condições que as satisfaçam e motivem para realizar o seu trabalho da melhor forma possível”.
O fator-chave da expansão, crescimento e evolução do Projeto Mercadona são “todos os que compõem a equipa”, que constitui o seu principal ativo. “O trabalho, esforço e envolvimento diários dos colaboradores exercem um efeito impulsionador fundamental para que a empresa seja capaz de enfrentar, em cada exercício, diferentes desafios, e continue a crescer, de forma sustentada e sustentável, num setor tão competitivo como é o retalho”, acrescenta.
Para manter este nível de compromisso e o elevado rendimento do conjunto da equipa, a Mercadona mantém uma política de recursos humanos que aposta na verdade universal de “para poder receber, primeiro temos de dar”. Por isso, oferece “empregos de qualidade, nos quais as pessoas podem crescer profissionalmente, num ambiente laboral estável, com salários acima da média do setor e planos de formação, tanto gerais como específicos, que permitem que continuem a desenvolver-se”.
Todas as ofertas de emprego da Mercadona Portugal podem ser consultadas aqui.
O Município de Braga vai gerir, no próximo ano, um orçamento na ordem dos 165 milhões de euros. Os documentos fundamentais à gestão autárquica são apreciados na próxima sexta-feira, em reunião do Executivo Municipal.
O orçamento para 2023 apresenta um aumento de cerca de 33 milhões de euros relativamente ao ano anterior, tendo por base, segundo a Autarquia, “o rigor e transparência na gestão e a correta e cuidada aplicação dos recursos públicos”.
Este acréscimo orçamental deve-se, sobretudo, à descentralização administrativa nas áreas da Saúde, Educação e Ação Social (+19M€), assim como à comparticipação de Fundos Comunitários e do Plano de Recuperação e Resiliência (+10M€).
Comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2023 foram elaborados no “cumprimento dos princípios orçamentais e contemplam os projetos, obras e iniciativas estratégicas e prioritárias para a concretização do projeto autárquico, tendo em conta o enquadramento macroeconómico nacional e internacional, a proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2023, as consequências da pandemia, da crise energética, da inflação e da guerra na Ucrânia“.
Concretamente, o Orçamento do Município de Braga para 2023 é de 164.990.000 euros, as Grandes Opções do Plano ascendem a 111,9 milhões de euros, que compreende o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) no montante de 47,1 milhões de euros, e as Atividades Mais Relevantes, no valor de 64,8 milhões de euros.
Os documentos incorporam diversas políticas setoriais de sucesso que, de acordo com o Município, “são a imagem de marca da gestão municipal ao longo dos últimos anos e concretizam ambições cuja delicada maturação e desenvolvimento foram trabalhados de forma responsável e persistente, ao longo dos anos mais recentes”.
“A proposta de orçamento assume um conjunto de medidas que visam dar resposta aos desafios da sustentabilidade ambiental e materializam iniciativas de apoio social articuladas aos recursos disponíveis para ajudar as famílias a enfrentar crises de origem diversa”, refere Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga.
Estes instrumentos de gestão, “concretizam um conjunto de projetos e ações fundamentais para a prossecução do desenvolvimento do Concelho, de forma a afirmar Braga como Capital de Cultura, mas também a inovar e reforçar respostas sociais e educativas, a liderar nas políticas de sustentabilidade, a promover uma comunidade ativa e saudável e a melhorar a rede de acessibilidades rodoviárias e a qualificar o espaço público”.
Desenvolver Braga e apoiar os cidadãos
Em 2023, o Município de Braga vai continuar a afirmar os elevados padrões culturais, com o lançamento de novos projetos, como o Festival Internacional Literário que está a ser desenhado para substituir a Feira do Livro, o lançamento da Musealização da Insula das Carvalheiras, bem como a conclusão da intervenção do Convento de São Francisco de Real. Em 2023 irá também terminar a primeira parte da requalificação da Francisco Sanches e a sua transformação num Centro Cultural. Será ainda lançado o concurso para a construção do Media Arts Center no antigo Cinema São Geraldo.
Ao longo dos últimos anos foram lançados diversos programas sociais, como o Braga a Sorrir ou o projeto Pimpolho. “O atual contexto económico social exige outras respostas sociais e o Município pretende desenvolver em 2023 o programa municipal de Combate à Pobreza Energética, continuando a sua a estratégia de habitação municipal, com vista a apoiar as famílias mais carenciadas. Dessa forma, o valor do RADA – programa de apoio de renda apoiada para famílias mais desfavorecidas – irá subir consideravelmente até atingir a sua duplicação em relação ao início do mandato (+ 200 mil euros em 2023, passando a totalizar 1,2 milhões de euros). Para 2023 está a ser estudada a hipótese de alargar o âmbito deste programa de forma a abranger um maior número de munícipes”, sustenta a Câmara Municipal.
A Autarquia vai proceder ao lançamento do programa de apoio à natalidade que prevê para 2023 uma dotação na ordem dos 250 mil euros. No documento constam ainda o programa de férias nas pausas letivas, que se iniciará ainda em 2022, prevendo-se para 2023 uma dotação de 400 mil euros; o reforço dos apoios às crianças e jovens com necessidades específicas através do aumento do quadro de pessoal, bem como um maior apoio informático aos jardins de infância e escolas de 1º ciclo, assim como a redução do tarifário nos transportes para os estudantes universitários. Ao nível do parque escolar, o Município irá prosseguir com o seu esforço de requalificar o maior número de escolas que ainda necessitam de intervenção, como a EB1 de Nogueira, a EB1 de Este de São Pedro ou a EB de Figueiredo, entre outras intervenções, verificando-se um investimento para 2023 na ordem dos 7 milhões de euros.
Em 2023 está previsto a finalização das intervenções nas praias do Cavadinho, Navarra e Merelim São Paio, criando condições para “toda a nossa margem do Cávado estar preparada para receber os cidadãos”.
No próximo ano haverá um maior investimento em parques infantis, no sentido de criar novas valências e substituir algumas antigas. Irá também ser terminada uma intervenção com vista à Regularização do Rio Torto/Variante Cávado, bem como a requalificação das Margens da Ribeira de Castro (cerca de 1 milhão de euros).
Este orçamento apresenta também um reforço nas transferências para as Juntas de Freguesia em mais de 1 milhão de euros para delegação de competências e investimentos, perfazendo um valor total de transferências superior a 9 milhões de euros.
Dando continuidade às políticas de sustentabilidade do território e na concretização dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, o Município continuará a “destacar Braga como líder nas políticas de sustentabilidade”. Nesse sentido, em 2023 será iniciado o programa faseado para a implementação da neutralidade energética nos edifícios municipais (incluindo escolas), bem como a reformulação do projeto Bicification de forma a apoiar e fomentar a aquisição bicicletas como meio de transporte.
Projetos transformadores para Braga
Em 2023, a Autarquia irá prosseguir com a infraestruturação do concelho, com o término da requalificação do Pavilhão das Goladas, a requalificação da Piscina da Ponte ou com o início da construção do Pavilhão da Ginástica. Em 2023 será também realizado o projeto para a requalificação do Estádio 1º de Maio, e continuará a ser implementado o plano faseado de requalificação e certificação dos Parques Infantis.
Ao nível das intervenções estratégicas para o concelho, destacam-se a requalificação do Túnel da Avenida, juntamente com a Avenida da Liberdade. O Município vai apostar na mobilidade mais suave, com o lançamento de novas intervenções do “Eu Já Passo Aqui” e da criação de novas ciclovias, bem como dotar as ruas de “melhores condições para os peões e pessoas com dificuldades motoras”.
Não havendo nenhum imprevisto legal e ou administrativo, em 2023 haverá “condições para avançar com a requalificação da antiga Fábrica da Confiança para uma Residência Universitária”.
Orçamento
Ao nível do orçamento da receita, e no que respeita à sua natureza corrente, está prevista a arrecadação de 135.090.809 euros, correspondentes a 82% do valor total orçado, e de 29.899.191 euros de receita de capital. Por sua vez, a despesa corrente representa 65% do orçamento, ascendendo a 107.971.575 euros, representativos de um aumento de 18.154.525 euros, em relação ao período homólogo. No que concerne à despesa de capital, estima-se uma execução de 57.018.425 euros, isto é, 34,6% do orçamento para 2023, registando um aumento de 15.035.475 euros, comparativamente com o ano anterior.
Quanto à receita proveniente de impostos diretos, da qual a Câmara estima uma cobrança total de 55,2 milhões de euros, verifica-se, face ao ano anterior, um aumento da receita estimada em 4,2 milhões de euros.
Para o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), a previsão efetuada está em linha com as opções assumidas e aprovadas pela Assembleia Municipal que estabeleceu a redução da taxa para os prédios urbanos reavaliados à luz do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, passando para 0.33%, bem como pela introdução de uma minoração a aplicar nos imóveis destinados a habitação própria e permanente, através da dedução fixa de 20€, 40€ e 70€ para agregados familiares com 1, 2 e 3 ou mais dependentes a cargo, respetivamente. Desta feita, para 2023, de acordo com a execução alcançada em 2022, a previsão é de 24,9 milhões de euros.
No que se refere à previsão da Derrama para 2022, será aplicada a taxa de 0,1% às empresas com um volume de negócios inferior a 150 mil euros e 1,5% às que apresentem um volume de negócios superior a 150 mil euros. No exercício 2023, o valor inscrito é de 7 milhões de euros, idêntico à previsão do ano anterior.
Para o ano de 2023 está prevista uma despesa corrente no valor de 107.971.575 euros e despesa de capital de 57.018.425 euros, representando um acréscimo global de 25,2% face ao ano de 2022. A despesa corrente municipal apresenta uma variação positiva em relação ao orçado em 2022 em 18,2 milhões de euros, justificados pelo acréscimo na rubrica de despesas com o pessoal (+7,9M€), aquisição de bens e serviços (+4,9M€) e transferências correntes (+5,4M€).
A nova Comissão Política da Secção de Braga do Partido Socialista tomou ontem posse para o mandato 2022/2024, após as eleições do passado dia 8 de outubro, das quais Pedro Sousa saiu vencedor.
O líder socialista elegeu também o seu Secretariado, focado no objetivo de “unir o partido”. Para o novo presidente da Comissão Política Concelhia, “o PS Braga tem, de uma vez por todas, de consolidar uma visão que olhe para o seu contributo para o desenvolvimento e progresso do concelho com orgulho, ao mesmo tempo que, com humildade, assumiu e resolveu todas as coisas do seu passado que correram menos bem, olhando para o futuro com a ambição de responder aos muitos problemas que hoje se colocam à cidade e ao concelho”.
Pedro Sousa definiu desde já a vontade de “imprimir uma dinâmica de trabalho que aproxime o partido da sociedade civil” e apontou um conjunto de linhas orientadoras para a ação política da estrutura em diálogo e em conjunto com os autarcas e os eleitos socialistas na Câmara e na Assembleia Municipal.
Para Pedro Sousa, “este caminho só poderá ser feito com união do partido”, apelando ao sentido de responsabilidade de todos os militantes, tendo declarado que “a maioria que me elegeu a 8 de outubro terminou nesse dia. O PS é só um e estamos prontos para fazer um caminho que nos permita conquistar de novo a cidade”.
“Os problemas do trânsito e da mobilidade, do ambiente, da habitação, a falta de creches e a falta de investimento na Educação e um programa municipal de resposta à inflação” serão linhas estruturantes da ação política do PS Braga.
Nas eleições, Pedro Sousa saiu vencedor com 786 votos, num universo de quase 1300 votantes.
O Município de Esposende aprovou hoje, em reunião de Câmara e por unanimidade, a desagregação das freguesias do concelho. A proposta será sujeita à apreciação e votação da Assembleia Municipal, em sessão extraordinária convocada para o efeito, na próxima segunda-feira, dia 31 de outubro, às 18:00.
O executivo municipal votou, assim, a favor da desagregação das Uniões de Freguesia de Apúlia/Fão, Belinho/Mar, Esposende/Marinhas/Gandra, Fonte Boa/Rio Tinto e Palmeira de Faro/Curvos, e consequente reposição da autonomia de cada uma. No território concelhio, apenas Antas, Forjães, Vila Chã e Gemeses se mantiveram autónomas.
“A Câmara Municipal expressa deste modo, e mais uma vez, a sua oposição ao processo de agregação que foi intentado em 2013 na sequência da intervenção da Troika, não obstante o seu parecer não ter efeitos vinculativos. Com efeito, o Município não exerce qualquer tipo de tutela de legalidade sobre as freguesias do seu território, pelo que o seu parecer não versa sobre a legalidade das propostas apresentadas pelas Uniões de Freguesias, ou seja, não tem como objeto qualquer pronúncia sobre o preenchimento de requisitos legais”, explicou a Autarquia.
A Câmara de Esposende acrescenta que “ainda assim, decorrente da colaboração que sempre vem disponibilizando às freguesias do concelho, o Município assegurou às Uniões de Freguesia o apoio de uma Comissão constituída para o efeito, de onde se destacam, pelo elevado conhecimento técnico e profissionalismo, os juristas Carlos José Batalhão, Pedro Mota e Costa e José Miguel Pereira”.
Neste contexto, foram desenvolvidos os procedimentos relativos a cada um dos processos das cinco Uniões de Freguesias, que culminou com a submissão das respetivas propostas, devidamente fundamentadas, à Câmara Municipal para aprovação.
Notando que tanto a Câmara como a Assembleia Municipal sempre estiveram contra o processo de agregação, por “não verem vantagens nesta reforma administrativa”, o presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira, vincou que “fomos coerentes no pensamento e das ações e, neste sentido, intentamos as diligências que se impunham no sentido de reverter o processo, sustentando com a devida fundamentação”. Para o Presidente da Câmara Municipal, “trata-se de uma questão da mais elementar justiça conceder novamente a autonomia a estas freguesias que foram agregadas contra a sua vontade, tanto mais que cada uma delas tem a sua identidade própria, que importa manter e preservar”.
Ciente de que o Município prestou o seu contributo no processo, o autarca afiançou que “a Câmara Municipal vai continuar a acompanhar o processo até que a desagregação se materialize através da aprovação do decreto-lei que efetive a tão ansiada desagregação”.
Portugal vai voltar a ser atingido, esta quinta-feira, por poeiras do Norte de África, revelou a Direção-Geral da Saúde.
“Prevê-se a ocorrência de uma situação de fraca de qualidade do ar no Continente, para o dia 27 de outubro. Esta situação deve-se à intrusão de uma massa de ar proveniente dos desertos do Norte de Africa, que transporta poeiras em suspensão e que atravessa Portugal Continental, aumentando as concentrações de partículas inaláveis de origem natural no ar”, pode ler-se numa nota no site da DGS.
A DGS alerta que este poluente “tem efeitos na saúde humana, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados de saúde devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações”. Assim, e enquanto este fenómeno se mantiver, recomenda:
A população em geral deve evitar os esforços prolongados, limitar a atividade física ao ar livre e evitar a exposição a fatores de risco, tais como o fumo do tabaco e o contacto com produtos irritantes.
Os seguintes grupos de cidadãos, pela sua maior vulnerabilidade aos efeitos deste fenómeno, para além de cumprirem as recomendações para a população em geral, devem, sempre que viável, permanecer no interior dos edifícios e, preferencialmente, com as janelas fechadas:
Crianças;
Idosos;
Doentes com problemas respiratórios crónicos, designadamente asma;
Doentes do foro cardiovascular.
Os doentes crónicos devem manter os tratamentos médicos em curso.
Em caso de agravamento de sintomas contactar a Linha Saúde 24 (808 24 24 24) ou recorrer a um serviço de saúde.
No âmbito das celebrações do “Outubro Rosa”, o Hospital de Braga promoveu hoje uma tarde especial dedicada à consciencialização sobre o cancro da mama.
Em parceria com a Die Apfel, a instituição realizou dois workshops com o propósito de sensibilizar para a prevenção e de integrar todos aqueles que lutam contra o cancro da mama.
O primeiro teve como tema a “Auto-maquilhagem na doente oncológica”. Promovido com o apoio da Perfumes & Companhia, este workshop pretendeu ensinar às mulheres, técnicas de maquilhagem que lhes permitirão camuflar possíveis efeitos da doença, melhorar a sua imagem e contribuir para o seu processo de recuperação.
Com o mesmo intuito, de seguida, a estilista portuguesa Ana Sousa ministrou um workshop de turbantes que, mais do que um acessório, funcionam como uma extensão das mulheres com cancro aumentando, assim, a sua autoestima.
Esta ação inseriu-se na iniciativa “Outubro Rosa”, organizada por várias instituições locais, entre as quais o Hospital de Braga, Câmara Municipal de Braga, Liga Portuguesa Contra o Cancro e Associação Rosa Vida.