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Braga lança campanha extraordinária para apoiar esterilização de cães e gatos

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A Câmara Municipal de Braga prepara-se para lançar uma campanha extraordinária de apoio à esterilização de animais de companhia (cães e gatos).

Esta campanha, cuja proposta é analisada esta sexta-feira em Reunião do Executivo, pressupõe um reembolso financeiro aos munícipes (detentores individuais ou associativos) do concelho de Braga, que se candidatem e realizem esterilizações aos seus animais de companhia entre 28 de outubro de 2022 e 28 de fevereiro de 2023.

Esta iniciativa, realizada no âmbito da estratégia integrada de política animal, terá uma dotação orçamental de 15 mil euros.

Os reembolsos serão assim distribuídos:

  • 20 euros para esterilização de gatos;
  • 46 euros para esterilização de gatas;
  • 40 euros para esterilização de cães;
  • 72 euros para esterilização de cadelas.

As candidaturas devem ser submetidas no Balcão Único, situado no edifício do Pópulo, sendo necessário o preenchimento de um requerimento – disponível aqui – e apresentar a seguinte documentação:

  • Comprovativo de residência em Braga;
  • DIAC do animal com registo no nome e morada do detentor;
  • Declaração de esterilização emitida pelo médico veterinário com data de realização da cirurgia entre 28 de outubro de 2022 e 28 de fevereiro de 2023;
  • Fatura de pagamento de cirurgia de esterilização;
  • Número de identificação bancária.

Já dizia a minha Avó

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© Fernando Costa
© Fernando Costa

Muito da minha infância foi passada entre quatro paredes da vila de Arcozelo, em Barcelos (Minho), onde a minha avó vivia (e ainda vive, felizmente). Dentro desse acolhedor compartimento, com porções de comida sempre manifestamente exageradas e com panos de croché bordados por cima de quase todos as peças decorativas da casa, a doutrina cristã era omnipresente. Assim como o seu pressuposto deus.

Desde os poderes da oração antes da refeição e/ou da sesta, passando pela importância da fé e de como me comportar na igreja, até ao dia em que a minha Avó mostrava algum desprazer devido a uma hóstia que lhe “caiu mal”, os fundamentos católicos mesclavam-se de forma estranha no processo educativo e moral de uma criança, mas que acabavam por ser mais fáceis de digerir quando era igualmente ensinada a importância de tratar bem o próximo, o respeito pelo outro, ou outros elementos (que diria serem) essenciais para a nossa integração numa sociedade moderna, e para a nossa formação como pessoa. A questão da existência de Deus, curiosamente, nunca foi um grande fator argumentativo da minha Avó.

Os anos foram passando, os panos de croché bordados foram desaparecendo, e as queixas de abusos sexuais na igreja – a tal santidade que até então não poderíamos questionar – foram surgindo nos jornais de forma cada vez mais continuada. Ou, pelo menos, eu já tinha ganhado idade para aceder a elas. Pegando num número redondo, em França, ainda no último ano, foi estimado que terão existido mais de 300 mil vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica, num espaço temporal de 70 anos.

Quando questionava a minha Avó sobre estes casos (“como poderia a entidade mais pura do mundo, fazer tão mal a crianças?”) – como se ela se tratasse de um órgão responsável de comunicação do Vaticano – a questão da fé era incessantemente reforçada, numa tentativa algo pesarosa de separar a Igreja de quem nela reside. A certa altura, já notoriamente desgastada com tanta notícia, a minha Avó sugeria que eu não desse tanta atenção aos conhecidos interlocutores da religião católica, mas sim para me deixar conduzir pela dose de fiúza que me incutiu quando era criança. O resto, segundo ela, “já não interessa assim muito. Eles falam demasiado”.

Pegando agora num caso mais próximo, infelizmente – o bispo do Porto, D. Manuel Linda, defendeu (erradamente) que os abusos sexuais na Igreja não são um crime público. De acordo com o mesmo, a Igreja está “interessadíssima em purificar de vez esta realidade que, de facto, há 20 ou 30 anos não imaginávamos que pudesse acontecer e que, afinal, até aconteceu”. E ainda acrescentou: “Não podiam atuar porque não havia fundamento real. Hoje, algumas coisas já sabemos que foram verdade”.

Estas insólitas (para ser simpático) declarações, que vem no seguimento de vários casos de abusos escondidos no seio da Igreja Católica, deveriam ser mais um prego num caixão de um espetro religioso que séculos depois, continua a encobrir-se a ele mesmo na promíscua tentativa de esconder um óbvio padrão de profundos delitos – e com profundas marcas nas vítimas – com uma leviandade que tarda em ser questionada. E que não parece vir a ser questionada tão cedo.

Chegando a tal ponto de desgastante revolta, os diálogos com a minha Avó sobre a fé cristã tornaram-se opacos. Com um misto de vergonha alheia cruzada com a fé que ainda lhe sobra, já desistiu de ir à missa, tenta acompanhar o relato da mesma na rádio (o que eu faço, por vezes, com o futebol, curiosamente) e quase três décadas depois desde a primeira premissa, pede-me apenas para “ser um homem de bem”. O resto, perdeu-se pelo caminho.

A minha última pergunta já não endereço a ela, mas a mim mesmo, já nas minhas quatro paredes: quando é que deixamos também a Igreja pelo caminho, tratando-a como outro elemento qualquer da sociedade? Talvez seja essa a crença que ainda me sobra também.

Artigo de opinião de Fernando Costa, gestor de Comunicação e dirigente da Iniciativa Liberal de Braga.

Braga: F3M é a 15ª melhor empresa para trabalhar em Portugal

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F3M
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A F3M, empresa sediada em Braga, é a 15ª melhor empresa para trabalhar em Portugal. Este reconhecimento distingue entidades com um bom clima organizacional e que se destacam por uma atitude responsável perante colaboradores, ambiente e sociedade.

“Estamos, naturalmente, muito satisfeitos com este reconhecimento que, no fundo, vem atestar um compromisso, já longo, da F3M na valorização e motivação dos seus profissionais.  Julgo que reflete também a cultura, bem enraizada na empresa, de que o respeito é o valor supremo que deve vigorar dentro de uma organização empresarial”, refere Pedro Fraga, CEO da F3M.

“A responsabilidade social externa é, também, para nós, uma área fundamental e para a qual temos vindo a desenvolver uma estratégia e ações sólidas que visam o envolvimento e o respeito pela comunidade e o ambiente. Estamos fortemente comprometidos para com esta missão, a construção de um mundo mais justo e mais equitativo para todos”, salienta, ainda, o responsável.

“Sabemos que estamos no caminho certo. Esta distinção, que nos diferencia face a um vasto universo empresarial, comprova que temos feito, de facto, um bom trabalho. Estamos, por isso, ainda mais motivados e empenhados para continuarmos a garantir um melhor serviço aos nossos clientes”, remata Pedro Fraga.

Recorde-se que a F3M integra, desde 2011, o ranking das 100 melhores empresas para trabalhar em Portugal, tendo, este ano, subido à 15ª posição. A atribuição desta distinção tem em conta o índice global de satisfação do colaborador e o grau de atuação da empresa, em termos de impacto ambiental, social e de governo. A organização e responsabilidade do estudo e da elaboração do ranking é da revista EXAME e do ManpowerGroup Portugal.

Race for the Cure condiciona trânsito em Braga no fim de semana

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A Race for the Cure vai condicionar o trânsito em Braga no domingo, 30 de outubro, às 10:00, iniciativa integrada no programa Outubro Rosa.

Assim, serão tomadas as seguintes medidas em matéria de trânsito:

  • Entre as 19:00 de amanhã, sábado, dia 29 de outubro e as 11:00 de domingo, dia 30, é proibido o estacionamento automóvel na Alameda do Pórtico (início dos escadórios do Bom Jesus do Monte).
  • Entre as 08:00 e as 11:00 de domingo, dia 30 de outubro, é proibida a circulação automóvel no mesmo local.

A “Race For The Cure” é promovida pelo Município, em parceria com o Hospital de Braga, a associação Rosa Vida e a delegação de Braga da Liga Portuguesa contra o Cancro.

Este ano, a prova apresenta um formato diferente que tem como cenário os escadórios do Bom Jesus. As inscrições têm um custo de 5 euros por participante e devem ser efetuadas aqui.

As verbas angariadas revertem para a Rosa Vida, uma associação sem fins lucrativos que promove a melhoria da qualidade de vida de doentes com cancro da mama, seus familiares e amigos.

Empresários asiáticos estão em Famalicão à procura de sinergias de negócio

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© CM Famalicão
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Cerca de 40 empresários da China, Coreia do Sul e Japão estiveram nos últimos dois dias em Vila Nova de Famalicão à procura de oportunidades de negócio e a conhecer um conjunto de empresas do concelho para potenciais parcerias comerciais, numa iniciativa promovida pelo Município e a AEP – Associação Empresarial de Portugal.

A visita, que decorreu no âmbito do projeto Next Challenge Asia do programa Portugal Premium Experience, visou acima de tudo mostrar o potencial dos produtos portugueses das fileiras do agroalimentar e dos materiais de construção e infraestruturas, promovendo-os nos mercados asiáticos.

Com passagem pela Vieira de Castro, Casal de Ventozela, Primor, ICM, Campicarn, Lourofood, A Cimenteira do Louro, Adega Casa da Torre, Senrasdairy e Yogan, os visitantes participaram ainda em mostras de produtos, sessões de networking e missões inversas, acompanhando também o 4º Fórum Económico de Famalicão.

“A diversificação de mercados é fundamental para o aumento da competitividade das nossas empresas, principalmente num momento tão sensível para a economia mundial. Este projeto, destinado a micro, pequenas e médias empresas portuguesas tem o objetivo de orientar empresas que exportem ou pretendam iniciar a sua expansão para os exigentes mercados japonês, sul-coreano e chinês. É uma excelente porta de entrada para um mercado imenso de oportunidades”, salienta o vereador da Economia da autarquia, Augusto Lima.

No âmbito da atividade Portugal Premium Experience estão ainda previstas mais quatro ações, uma a realizar em Portugal e outras três a realizar nos mercados do Japão, Coreia do Sul e China, levando representantes de empresas portuguesas a participar nos eventos organizados nesses países.

Árvore cai e atinge poste de eletricidade em Braga

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© CM
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Uma árvore caiu, esta manhã, na rua Padre António Vieira, em São Victor, Braga, junto a carros estacionados, tendo atingido um poste de eletricidade, avança o Correio da Manhã.

Segundo aquele jornal, não houve danos e prejuízos, nem há registo de vítimas. O mau tempo que se fez sentir durante a noite terá originado a queda da árvore.

Para o local foram chamados os Bombeiros Sapadores de Braga que removeram o poste de eletricidade e cortaram a árvore para “facilitar a sua remoção”.

Lidl Portugal sobe em 10% o salário de todos os seus colaboradores

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LIDL
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O Lidl Portugal vai aumentar o salário de todos os seus colaboradores em 10%, subindo para 820 euros, já a partir de janeiro de 2023.

Este valor será auferido no primeiro ano de trabalho – um aumento superior aos 7,8% definidos pelo Governo para o salário mínimo nacional em 2023, que se vai fixar nos 760 euros.

Para além do seu ordenado de entrada, também os colaboradores nos restantes escalões da Operação serão aumentados. Por exemplo, quem está no último escalão passará a receber 1000 euros, usufruindo, assim, de um aumento de 100 euros, aos quais acrescem os subsídios de férias e Natal. As posições que não tiverem uma atualização salarial receberão, pelo menos, 3% do valor bruto anual do seu vencimento, sob a forma de prémio, em março de 2023.

Este aumento representa um investimento de 8,4 milhões de euros, dos quais mais de 93% são destinados aos colaboradores de lojas e entrepostos.

APD Braga lança campanha para adquirir carrinha adaptada com 9 lugares

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© APD Braga BCR
© APD Braga BCR

A Associação de Deficientes de Braga (APD) lançou uma campanha para angariar fundos e adquirir uma carrinha adaptada com 9 lugares. As pessoas podem apoiar esta causa através da plataforma PPL de corwfunding até dia 22 de dezembro.

“Esta campanha tem o objetivo  angariar uma carrinha adaptada com 9 lugares, que nos permite continuar a atuar junto das crianças e jovens através da sensibilização e informação aos mesmos, no alcance de uma sociedade mais justa e inclusiva. Durante anos a APD – Delegação Distrital de Braga foi promovendo e trabalhando com pessoas com deficiência, sempre com o objetivo de apoiar a inserção das mesmas na sociedade, em especial através da sua equipa de basquetebol em Cadeira de Rodas. Esta atividade permitiu a muitos a integração ou reintegração no mercado de trabalho, na sociedade, assim como a melhoria do bem-estar físico e psicológico, entre outros”, informou a direção da APD Braga.

A viatura adaptada para transporte de pessoas com deficiência tem um custo de 55.400 euros.

Executivo vota moção de apoio à candidatura de Braga a Capital Europeia da Democracia

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© CM Braga
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O Executivo Municipal aprecia, esta sexta-feira, uma moção de apoio à candidatura de Braga a Capital Europeia de Democracia. Através desta moção, os membros dos órgãos municipais expressam o seu apoio à formalização da candidatura bracarense.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, esta distinção europeia “pretende destacar a inovação democrática, promover a coesão, oportunidades de colaboração e a participação da sociedade”. “Braga tem procurado traçar um caminho de abertura do processo de decisão democrática, com a implementação de Conselhos Municipais, a criação de Orçamentos Participativos, o projeto Parlamento Jovem, o Conselho Municipal da Imigração e Integração, a Academia Sénior, a transmissão online de Assembleias Municipais e a proximidade e abertura do Executivo Municipal para com o cidadão”, nota o edil.

A Capital Europeia da Democracia, que será escolhida por dez mil cidadãos dos estados-membro do Conselho da Europa, vai receber diversas atividades que vão atrair visitantes de toda a Europa para se juntarem e participarem em eventos colaborativos para fortalecer a democracia, sendo que a cidade vencedora será reconhecida internacionalmente como um centro de inovação e educação para a participação ativa da sociedade.

O objetivo Capital Europeia da Democracia é estabelecer um espaço de colaboração onde os cidadãos da Europa se reúnam, se envolvam, experimentem novas formas de democracia participativa e inclusiva em acção e se inspirem num programa abrangente projetado para promover a democracia e construir ou reconstruir a confiança.

Além de Braga, concorrem para Capital Europeia da Democracia mais duas cidades portuguesas, Cascais e Valongo, assim como Antuérpia (Bélgica), Barcelona (Espanha), Bolonha (Itália), Bruxelas (Bélgica), Burgos (Espanha), Linz (Áustria), Metz (França), Opole (Polónia), Rzeszow (Polónia) e Sarajevo (Bósnia e Herzegovina).

A iniciativa Capital Europeia da Democracia foi lançada pela ECoD gemeinnützige Gmb, juntamente com The Innovation in Politics Institute GmbH, com sede em Viena e Berlim, com representações em 16 países europeus.

Conselho Consultivo da Mobilidade

Prosseguindo a política de transparência e de envolvimento dos cidadãos, a Câmara Municipal de Braga vai avançar com a criação do Conselho Consultivo da Mobilidade, cujo regulamento é discutido esta Sexta-feira, em sede de Reunião de Executivo.

A composição deste órgão consultivo “é reveladora da abrangência de interesses convergentes nesta área contando, desde já, com a presença de entidades públicas com atribuições na gestão do território, da academia, forças de segurança, operadores de transportes e entidades representativas de grupos de população”.

O Conselho Consultivo da Mobilidade pretende, assim, diagnosticar e analisar os principais entraves ao desenvolvimento, formular propostas, emitir recomendações e sugestões sobre matéria de mobilidade, promover o debate sobre as questões relacionadas com a segurança rodoviária, a descarbonização e a literacia para a mobilidade no concelho de Braga.

Braga avança com criação de Unidade de Execução nº 7 nas Sete Fontes

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© CM Braga
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O Executivo Municipal de Braga vai analisar esta sexta-feira a proposta de criação da unidade de execução nº7 nas Sete Fontes.

Esta é mais uma unidade de execução que integra o Plano de Urbanização das Sete Fontes (PUSF), que estabelece as orientações relativas à operação a desenvolver. A unidade de execução nº7, com uma área total de 46.549 m2, prevê, de forma exata e efetivamente delimitada, solo urbano com aptidão edificatória (14.094 m2), solo urbano sem aptidão edificatória (2.298 m2) e solo rústico com relevância para a valorização do solo urbano (30.202 m2).

Para garantir o princípio da participação, a aprovação definitiva desta Unidade de Execução será ainda antecedida de discussão pública em termos análogos aos previstos para o plano de pormenor e contacto direto com os proprietários dos prédios abrangidos pela Unidade de Execução, salvo se não for possível identificá-los ou encontrá-los.

O Parque das Sete Fontes é considerado um “projeto estratégico” para Braga pelo Executivo Municipal, motivo pelo qual, “ao longo dos últimos anos, se foram cumprindo diversas etapas necessárias para o concretizar, nomeadamente a aprovação da a suspensão do Plano Diretor Municipal (PDM), o estabelecimento de medidas cautelares preventivas, a supressão da via que atravessava as Sete Fontes e a promoção de uma ampla discussão pública sobre as alterações ao PDM para esta área e sobre o seu plano de urbanização”.

A aprovação da delimitação de 24 Unidades de Execução do Parque das Sete Fontes constitui “um requisito fundamental para a concretização do parque, sendo este mais um passo nesse caminho”.

Trinta hectares de parque verde público, 30 hectares de área florestal privada e 30 hectares de área urbana com criação de praças, pequenas edificações de apoio, miradouros, percursos pedestres e cicláveis. Assim será o Parque das Sete Fontes, cujo elemento central é o ancestral sistema de abastecimento de águias à cidade de Braga, uma obra hidráulica do século XVIII classificada como Monumento Nacional desde 2011.

Para a Autarquia, “este local privilegiado de contacto com a natureza será, em breve, um espaço propício à realização de atividades desportivas e de lazer. Um lugar de convívio e de vivência cultural e ambiental. Um lugar pensado por uma equipa de reputados especialistas nacionais, sob a coordenação da arquiteta paisagista Teresa Andresen”.