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Liberdade? Somos realmente livres porque podemos falar? Ou pensam por nós?

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© Paulo Veiga
© Paulo Veiga

Há palavras que, pela sua aparente simplicidade, escondem abismos de complexidade, “Liberdade” é uma delas. Usamo-la com frequência, quase com leviandade, como se fosse um bem garantido, consolidado, imune ao desgaste do tempo. Invocamo-la em discursos, em debates, em celebrações, como um símbolo absoluto de conquista. Mas será a liberdade apenas aquilo que herdámos? Ou será, antes, algo que exige vigilância constante, consciência crítica e coragem individual?

A pergunta impõe-se, sobretudo quando evocamos o 25 de Abril, esse marco incontornável da história portuguesa, tantas vezes celebrado, mas nem sempre verdadeiramente compreendido. O 25 de Abril não foi apenas uma mudança de regime, foi uma rutura profunda com um sistema que condicionava não só a palavra, mas o pensamento, foi o abrir de portas, sim, mas também o despertar de uma responsabilidade, a de construir uma sociedade onde a liberdade não fosse apenas proclamada, mas vivida.

E é precisamente aqui que surge a inquietação. Passados cinquenta e dois anos sobre esse momento fundacional, será que honramos, de facto, o espírito da liberdade? Ou limitámo-nos a institucionalizá-la, transformando-a num conceito confortável, esvaziado da sua exigência?

Hoje, podemos falar. Podemos escrever, publicar, opinar. Mas será que pensamos verdadeiramente por nós? Ou será que nos movemos dentro de limites invisíveis, moldados por narrativas dominantes, por consensos artificiais, por pressões sociais subtis, mas eficazes?

A liberdade de expressão tornou-se, em muitos casos, um simulacro. Não porque seja formalmente restringida, mas porque é frequentemente condicionada, há temas que se tornam intocáveis, opiniões que são rapidamente rotuladas, discursos que são aceites ou rejeitados não pelo seu conteúdo, mas pela sua conformidade com determinadas linhas ideológicas.

E neste cenário, é impossível ignorar o papel dos actores políticos. Aqueles que, teoricamente, deveriam ser guardiões do espírito democrático parecem, muitas vezes, contribuir para a sua erosão.

Uma parte significativa da esquerda política, que historicamente se apresentou como defensora das liberdades, parece, em certos momentos, confundir liberdade com uniformidade de pensamento. O discurso da inclusão e da tolerância transforma-se, paradoxalmente, em exclusão de quem diverge. A crítica é, por vezes, desvalorizada, silenciada ou deslegitimada, não pela sua fragilidade argumentativa, mas pela sua discordância ideológica.

Este fenómeno não se traduz necessariamente em censura explícita, mas numa forma mais subtil de controlo, a pressão social, o julgamento público, a tentativa de definir os limites do aceitável. E quando o espaço do debate se estreita, a liberdade, mesmo que formalmente intacta, começa a perder substância.

Por outro lado, a direita política, que frequentemente se posiciona como defensora de valores tradicionais e da liberdade individual, parece ter seguido um caminho diferente, mas igualmente preocupante. Em muitos casos, assiste-se a um progressivo aburguesamento da classe política, uma acomodação ao poder, uma integração nos mecanismos que, outrora, se criticavam.

A política transforma-se, assim, numa esfera distante da realidade concreta das pessoas. Os discursos tornam-se previsíveis, os posicionamentos calculados, as decisões condicionadas por equilíbrios internos e interesses instalados. A liberdade, neste contexto, deixa de ser um ideal mobilizador e passa a ser uma palavra conveniente, usada quando útil, esquecida quando incómoda.

Este aburguesamento não é apenas económico ou social, é, sobretudo, intelectual e moral, é a perda de inquietação, de inconformismo, de vontade de questionar, é a substituição da coragem pela prudência excessiva, da convicção pela estratégia.

E, no meio deste panorama, o cidadão comum é confrontado com uma realidade paradoxal, vive numa sociedade onde pode falar livremente, mas onde, muitas vezes, sente que não pode pensar fora de determinados moldes sem enfrentar consequências, sociais, profissionais ou simbólicas.

A liberdade, assim, torna-se condicionada não por leis, mas por contextos, não por proibições explícitas, mas por expectativas implícitas.

Mas a questão central permanece: o que é, afinal, ser livre?

Ser livre não é apenas poder expressar uma opinião, é poder construí-la de forma autónoma, não é apenas ter acesso à informação, é ter a capacidade de a analisar criticamente, não é apenas escolher entre opções, é compreender quem define essas opções e com que intenção.

A verdadeira liberdade exige esforço, exige tempo, exige coragem para enfrentar o desconforto da dúvida e a solidão do pensamento independente, exige, sobretudo, responsabilidade.

Porque pensar por si é um acto exigente. Implica recusar o conforto das ideias prontas, resistir à tentação da adesão automática, questionar aquilo que parece evidente. Implica aceitar que podemos estar errados, mas também que temos o direito, e o dever, de procurar a verdade.

Num mundo saturado de informação, onde as narrativas se multiplicam e competem pela nossa atenção, pensar tornou-se um acto quase revolucionário, não no sentido político tradicional, mas no sentido mais profundo, o de recuperar a autonomia da consciência.

E talvez seja aqui que o espírito do 25 de Abril ainda possa encontrar a sua continuidade, não apenas na memória de um acontecimento histórico, mas na prática diária de uma liberdade consciente.

Uma liberdade que não se limita a celebrar conquistas passadas, mas que se interroga sobre o presente, que não se satisfaz com a aparência de abertura, mas que procura a substância da autonomia, que não aceita, de forma acrítica, as narrativas dominantes, venham elas de onde vierem.

Porque a liberdade não é um ponto de chegada. É um processo. Um exercício permanente de vigilância, de dúvida, de construção.

E talvez nunca sejamos completamente livres, talvez a liberdade absoluta seja uma utopia, mas isso não invalida a importância de nos aproximarmos dela. A cada vez que pensamos por nós, aproximamo-nos, a cada vez que questionamos, aproximamo-nos, a cada vez que recusamos repetir sem compreender, aproximamo-nos. E é nesse movimento, imperfeito, incompleto, mas consciente, que a liberdade deixa de ser apenas uma palavra evocada em datas comemorativas e se transforma numa prática viva.

O 25 de Abril ensinou-nos que é possível mudar. Mas cabe-nos, hoje, decidir se queremos apenas recordar essa mudança ou continuar a construí-la. Porque, no fim, a pergunta mantém-se, incómoda e necessária, somos realmente livres… ou apenas autorizados a falar dentro de limites que não escolhemos?

E talvez a resposta não esteja nos outros, talvez comece em cada um de nós, na forma como pensamos, como questionamos, como escolhemos. Porque a liberdade, antes de ser um direito, é um acto, e esse acto começa no silêncio do pensamento, onde ninguém pode substituir-nos.

Braga: Palácio do Raio recebe exposição “Com Maria”

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O Palácio do Raio, em Braga, recebe na próxima terça-feira, 28 de abril, às 10:30, a inauguração da exposição de pintura e colagem intitulada “com Maria”.

Da autoria de João Osvaldo, a exposição estará parente até dia 30 de maio e é “inspirada na figura de Maria, doada por Jesus à humanidade, esta mostra convida à contemplação do seu olhar terno e acolhedor, que envolve as necessidades e o sofrimento humano, inspirado confiança na sua solicitude e ação intercessora”.

A exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00.

O meu 25 de Abril

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© IL
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Quando era mais jovem, acordar no dia 25 de abril era sempre um desafio: despertar com o som de passos sobre gravilha, bem altos, como se as forças armadas decidissem irromper, imperativamente, pela freguesia de Nogueira, e especificamente no meu quarto. Mas era sempre, felizmente, um falso alarme. De todas as vezes, era “só” a minha Mãe a colocar, de forma bastante audível, para qualquer residente, a “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso. Na altura irritava-me e até desvalorizava. Hoje, sem ela, sou eu que tento replicar esse momento. Uma vez por ano, coloco o volume no máximo, oiço as conhecidas músicas da revolução e vou para a varanda da minha casa respirar, bem fundo, o sabor da liberdade. Recordar-me da sorte que temos em sermos livres. Durante o resto do dia, ligo à minha avó e oiço, feliz, a história que ela já me contou inúmeras vezes como essa manhã foi vivida lá em casa. E tudo que se seguiu depois disso.

Este é o meu 25 de abril. Outros tem a sua forma de o viver, de o exprimir, de o sentir. Quem o viveu, e quem, como eu, viveu-o através da história e das histórias. No entanto, a cada ano, as discussões sobre a revolução – e o consequente fim da ditadura – parecem ter sempre uma variável diferente. Hoje, o tema do momento são os presos políticos entre 1974 e 1975, a ala esquerda do MFA, e os vários revisionismos e revanchismos de quem viveu de forma, à sua maneira, os últimos 50 anos.

Em todas estas discussões, muitas vezes demasiado pessoais para se poderem discutir de forma imparcial, vejo um lado com dificuldades em querer assumir o que aconteceu de errado, e um outro lado a querer aproveitar esses mesmos erros para alegar algo mais profundo, mais sombrio. Presumo que essas duas faces só existam por causa dessa mesma coexistência, mas desgasta (e anula) um debate que poderia ser muito mais interessante discutir do ponto de vista histórico e sociológico.

Porque não, nem tudo correu bem na revolução de 1974 e o que se seguiu depois disso. Houve, de facto, presos políticos. Houve, de facto, uma ala esquerda do MFA com movimentos que de democráticos tinha muito pouco. Houve o PREC. Havia uma figura incontornável do pós-revolução, Álvaro Cunhal, que assumia, sem pudor, não aceitar eventuais resultados das eleições que se seguiam. Houve muitos pontos desta vasta história que não terminam no cravo na ponta das espingardas, e que mesmo com sem a violência típica das revoluções, não significa que a liberdade em todo este processo tenha sido absoluta. Porque não foi.

Admitir isto, sem receios, não deveria trazer tanta convulsão na forma como revemos e entendemos o 25 de abril e tudo que se seguiu a isso. Porque os erros que aconteceram não deve beliscar, de nenhuma forma, a importância de Portugal hoje ser um país livre graças a esse mesmo momento. Uma não invalida a outra, apenas nos ajuda a entendê-la sem a necessidade de branquear qualquer mancha que, inevitavelmente, está à vista.

Admitir o contrário também não deveria trazer, consigo, uma nostalgia ou um saudosismo do passado que nos leve à subtil (mas intencional) conclusão que, no fundo, antes é que era bom, como algumas pessoas tentam fazê-lo. É algo perigoso e deve ser refutado com factos. Porque por mais erros que tenham existido (que existiram), e por mais defeitos que esta democracia tenha (e se tem!), o 25 de abril foi, inegavelmente, o passo mais complicado no nosso caminho para uma democracia plena. E não há nenhuma data (nem mesmo o 25 de novembro) que substitua essa simbologia.

Todavia, mesmo com esta reflexão, sei que as discussões irão continuar, com revisionismos, revanchismos e autoridades morais repartidas numa data que deveria ser (e na prática é) de todos. E sei que, no fundo, se estas discussões acontecem, é porque estamos precisamente num estado democrático, com partidos da esquerda à direita, onde cada um pode defender a ideologia (e as memórias) que pretende. Significa que – voltando ao início – esta data ainda se cumpre. O que significa que, no fundo, devo agradecer por assistir a toda esta convulsão sempre que a data se aproxima. É bom sinal.

Até à próxima discussão (que um dia será apenas de quem a aprendeu, e não de quem a viveu), eu fico-me pela música, voltando aos passos sobre gravilha entoando pela casa. Alguns vizinhos poderão irritar-se, mas sei que a minha Mãe ficaria contente. E eu também.

João Gil deu espetáculo em Barcelos para celebrar o Dia Mundial do Livro

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© CM Barcelos
© CM Barcelos

A Biblioteca Municipal de Barcelos acolheu dois momentos culturais para assinalar o Dia Mundial do Livro e celebrar a leitura, a palavra e a criação artística.

A exposição “Barcelos: o traje e a festa”, promovida pelo Grupo Folclórico da Universidade do Minho, estará patente até ao dia 18 de julho, e é fruto do estudo e valorização do património etnográfico do Baixo Minho. 

Com curadoria de João Marcos, é dedicada à indumentária popular neste concelho, entre o final do século XIX e o início do século XX. É testemunho dos modos de vida, dos rituais e das formas de representação do povo minhoto, tanto no quotidiano como nos momentos festivos, em particular das festas e romarias da região. 

A Biblioteca foi também palco do espetáculo “Conta-me histórias”, de João Gil. O artista, com um percurso de mais de quatro décadas, é responsável por algumas das canções mais marcantes da música portuguesa, tendo integrado projetos como Trovante, Ala dos Namorados ou Rio Grande.

Vila Verde: Um milhar de jovens visitam Paróquia de Duas Igrejas este sábado

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© São Carlo Acutis - Paróquia de Duas Igrejas - Vila Verde
© São Carlo Acutis – Paróquia de Duas Igrejas – Vila Verde

A Paróquia de Duas Igrejas, em Vila Verde, recebe este sábado a visita de cerca de um milhar de jovens.

A relíquia de São Carlo Acutis tem atraído cada vez mais os jovens a esta paróquia mas também à vida cristã.

A Paróquia de Duas Igrejas preparou um programa para acolher os jovens com a celebração de uma Eucaristia às 11:00 e a adoração da Eucarística às 15:00.

Estes Grupos de Jovens são provenientes de vários concelhos e as cerimónias estão abertas a toda a comunidade.

Conheça os números do Euromilhões

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© Raquelsfranca
© Raquelsfranca

Os números do Euromilhões de hoje já são conhecidos. A chave é composta pelos números  25 – 26 – 30 – 40 – 45 e pelas estrelas 1 e 5.

Em jogo está um primeiro prémio de 17 milhões de euros.

A divulgação destes resultados não dispensa a consulta na página oficial dos Jogos da Santa Casa da Misericórdia.

ZenHotels vs Agoda vs Tripcom: Qual a melhor plataforma de reserva de hotéis?

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Ao planear uma viagem, escolher a plataforma certa para reservar hotéis pode ter um impacto significativo tanto na experiência como no orçamento. Entre as várias agências de viagens online, ZenHotels, Agoda e Tripcom destacam-se como opções populares para viajantes em todo o mundo. Cada uma oferece acesso a milhares (ou milhões) de alojamentos, preços competitivos e diversas funcionalidades—mas diferem em aspetos-chave que realmente importam.

Neste artigo, analisamos como estas plataformas se comparam em termos de preços, cobertura global, flexibilidade, experiência do utilizador e apoio ao cliente, e explicamos porque é que a ZenHotels está a tornar-se a escolha preferida de muitos viajantes.

Visão Geral das Plataformas

A Agoda faz parte do grupo Booking Holdings e é especialmente forte na região Ásia-Pacífico. Oferece milhões de alojamentos em todo o mundo e é conhecida pelos seus preços competitivos e promoções frequentes.

A Tripcom, pertencente ao Tripcom Group, cresceu rapidamente e tornou-se uma plataforma global que inclui hotéis, voos e outros serviços. Tem uma forte presença na Ásia, especialmente na China, mas está a expandir-se globalmente.

A ZenHotels, por sua vez, foca-se em simplificar a reserva de hotéis a nível global, oferecendo uma experiência mais direta, preços transparentes, opções de pagamento flexíveis e um forte apoio ao cliente.

Preços: Quem Oferece as Melhores Ofertas?

O preço é muitas vezes o fator decisivo na escolha de um alojamento.

A Agoda é conhecida pelas suas tarifas competitivas e programas de desconto, como as “Secret Deals”. No entanto, os preços podem variar dependendo de fatores como a moeda ou o comportamento do utilizador.

A Tripcom também utiliza preços dinâmicos e descontos para membros, oferecendo boas oportunidades, sobretudo na Ásia e em pacotes combinados.

A ZenHotels destaca-se ao oferecer preços consistentemente baixos em mercados globais, sem estruturas confusas ou custos escondidos. Em vez de depender de estratégias complexas, aposta na transparência e clareza, permitindo que os utilizadores confiem no preço final apresentado.

Cobertura Global de Hotéis

A Agoda disponibiliza mais de 2 milhões de alojamentos em todo o mundo, com especial destaque na Ásia.

A Tripcom cobre mais de 200 países, sendo uma forte concorrente global.

A ZenHotels diferencia-se ao oferecer uma cobertura verdadeiramente global, permitindo encontrar alojamentos tanto em grandes cidades como em destinos mais remotos, sem limitações regionais.

Flexibilidade de Pagamento

Os viajantes modernos valorizam opções de pagamento flexíveis.

A Agoda e a Tripcom oferecem combinações de pagamento antecipado ou no local, dependendo do alojamento.

A ZenHotels vai mais longe ao disponibilizar múltiplos métodos de pagamento flexíveis, permitindo ao utilizador escolher a opção mais conveniente—seja pagar agora, mais tarde ou através de soluções alternativas.

Apoio ao Cliente

O apoio ao cliente pode fazer toda a diferença numa viagem.

A Agoda oferece suporte 24/7, o que é uma grande vantagem.

A Tripcom também disponibiliza apoio ao cliente, embora a experiência possa variar.

A ZenHotels destaca-se com um apoio ao cliente disponível 24/7, focado na rapidez e eficácia na resolução de problemas. Este fator é essencial, sobretudo em situações imprevistas.

Avaliações e Confiança

As avaliações são fundamentais na escolha de um hotel.

A Agoda agrega avaliações de várias fontes e permite análises detalhadas.

A Tripcom também apresenta avaliações, mas com menor consistência fora da Ásia.

A ZenHotels aposta em avaliações fiáveis e verificadas, aumentando a confiança dos utilizadores e reduzindo o risco de surpresas desagradáveis.

Faça a reserva online de um hotel agora mesmo.

Estão disponíveis Hotéis em Lisboa e Hotéis no Porto.

Experiência Mobile e Acessibilidade

Todas as plataformas oferecem aplicações móveis.

A Tripcom investe fortemente na sua app e na acessibilidade global.

A Agoda também possui uma aplicação bastante desenvolvida.

A ZenHotels complementa com uma app acessível, intuitiva e rápida, ideal para reservas em qualquer lugar.

Experiência Geral do Utilizador

Embora a Agoda e a Tripcom sejam plataformas completas, podem por vezes tornar-se complexas devido à quantidade de opções e estruturas de preços.

A ZenHotels aposta numa abordagem diferente, focando-se na simplicidade, clareza e experiência centrada no utilizador. Isto permite encontrar rapidamente a melhor opção e concluir a reserva sem complicações.

Conclusão: Porque Escolher a ZenHotels

A Agoda e a Tripcom são plataformas sólidas, especialmente em determinados mercados. No entanto, quando se analisa a experiência global, a ZenHotels oferece uma solução mais equilibrada e orientada para o utilizador.

Principais vantagens da ZenHotels:

  • Melhores preços com total transparência
  • Cobertura global de hotéis
  • Métodos de pagamento flexíveis
  • Apoio ao cliente 24/7
  • Avaliações fiáveis
  • Aplicação simples e acessível

Para viajantes que valorizam simplicidade, confiança e flexibilidade, a ZenHotels apresenta-se como a melhor escolha.

A escolha entre ZenHotels, Agoda e Tripcom depende das prioridades de cada viajante. Se procura ofertas regionais ou serviços combinados, Agoda e Tripcom podem ser opções interessantes. No entanto, se pretende encontrar rapidamente o melhor hotel, ao melhor preço, com total apoio e flexibilidade, a ZenHotels destaca-se claramente.

Seniores de Celorico de Basto celebram o 25 de Abril em encontro intergeracional

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© CM Celorico de Basto
© CM Celorico de Basto

Ao longo desta semana, os seniores que integram o programa “Celorico a Mexer” assinalaram a Revolução de 25 de Abril de 1974 em conjunto com alunos do 3.º ano das Escolas Básicas de Celorico de Basto (Fermil, Gandarela, Mota e Celorico), iniciativas que promoveram a partilha de experiências, a celebração da liberdade e a valorização da memória coletiva.

A iniciativa proporcionou momentos de convívio intergeracional, marcados pela leitura de poemas, interpretação de canções evocativas da Revolução e testemunhos na primeira pessoa de quem viveu esse período histórico, contribuindo para reforçar o conhecimento das novas gerações sobre um dos momentos mais marcantes da história de Portugal.

Esta ação, já habitual no âmbito do programa “Celorico a Mexer”, foi dinamizada com o objetivo de sublinhar a importância do 25 de Abril, enquanto marco fundamental da democracia portuguesa.

A última ação teve lugar ontem na Escola Básica da Vila de Celorico, com Helena Martinho, responsável pelos serviços de Desenvolvimento Social e Saúde do Município, a reforçar a importância destes encontros intergeracionais na valorização da vivência individual e coletiva dos nossos idosos num momento tão marcante como a Revolução dos Cravos”. Assegura que “a promoção destes encontros vem reforçar a oportunidade para aproximar gerações, promover a partilha de experiências e assegurar o continuo fortalecimento da democracia”.

Durante os encontros, os alunos do 3.º ano participaram ativamente, interpretando canções de intervenção e declamando poemas alusivos à Revolução. Por sua vez, os seniores partilharam testemunhos sobre o 25 de Abril, tal como o viveram, entoaram “Grândola, Vila Morena” e distribuíram cravos pelas crianças, num gesto simbólico evocativo da data.

Festival Spring Forward junta centenas de artistas e programadores em Guimarães

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"Mizu", Company Furinkaï & Théâtre de l’Entrouvert © Christophe Raynaud de Lage
“Mizu”, Company Furinkaï & Théâtre de l’Entrouvert © Christophe Raynaud de Lage

A 15.ª edição do Spring Forward, festival que viaja para um país e uma cidade diferentes na Europa a cada edição, realiza-se pela primeira vez em Portugal, em Guimarães, de 6 a 9 de maio, com o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) como coorganizador e anfitrião, em colaboração com O Espaço do Tempo e integrando o programa da Guimarães 2026 – Capital Verde Europeia.

Esta edição do Spring Forward acontece num ano particularmente especial, em que a cidade berço de Portugal é Capital Verde Europeia e a Aerowaves comemora 30 anos de existência, juntando em Guimarães centenas de artistas, de coreógrafos a bailarinos, bem como críticos especializados e programadores de artes performativas oriundos de toda a Europa e também de proveniências intercontinentais.

O Spring Forward é um festival europeu de dança contemporânea promovido pela rede Aerowaves, a mais importante rede europeia de apoio à dança contemporânea emergente, da qual o CCVF faz parte, agregando atualmente parceiros em 34 países numa rede composta por 46 membros.

O evento destaca o trabalho de jovens coreógrafos de toda a Europa, reunindo criadores de dança para um público internacional especializado. O programa inclui o Aerowaves Twenty26, com artistas de 16 países, e apresenta uma seleção diversificada de coreógrafos emergentes (20 em cada edição). Juntamente com as apresentações, seis delas abertas ao público (quatro gratuitas e duas com bilhetes já disponíveis), a Guimarães 2026 – Capital Verde Europeia proporcionará uma visita especial à cidade e uma apresentação, estando também prevista uma conversa orientada com os artistas.

Além do programa habitual de 20 espetáculos da seleção de artistas Twenty26 (decidida no último mês de outubro em Budapeste, Hungria), o coreógrafo quebequense Emmanuel Jouthe apresenta a sua obra “Vega”, adaptada e interpretada por um grupo local de estudantes de dança do Instável – Centro Coreográfico, em colaboração com La danse sur les routes du Québec.

Nestes quatro dias vividos em Guimarães, o festival a alastra-se por vários espaços da cidade como o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), o Teatro Jordão (TJ), o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), a piscina do SPA Termal das Caldas das Taipas, e o Parque da Cidade de Guimarães.

Entre os espetáculos dirigidos ao público (com entrada gratuita) estão “Vega”, de Emmanuel Jouthe (CA), apresentado no jardim do CCVF a 6 de maio às 16:00 e às 18:00; “Do Birds Dream of Flying?”, de Fabla Collective / Inan Sven Du Swami & Mojca Špik (SI), a 8 de maio às 17:00, no exterior do Centro Internacional das Artes José de Guimarães; “Proses On Neither Here Nor There”, de Mufutau Yusuf (IE), a 9 de maio às 13:00, no CCVF; “Mizu”, de Company Furinkaï & Théâtre de l’Entrouvert (FR), a 9 de maio às 15:30 (e a 6 de maio às 16:30 no âmbito do programa da Capital Verde Europeia) no Parque da Cidade de Guimarães.

Os espetáculos “Noice/Noise”, de Paula Rosolen / Haptic Hide (DE), e “It’s the end of the amusement phase”, de Chara Kotsali (GR), são apresentados no Grande Auditório Francisca Abreu (CCVF), na quinta-feira 7 de maio, às 20:45, e na sexta-feira 8 de maio, às 21:15, respetivamente, estando os respetivos bilhetes já disponíveis.

Numa atmosfera colaborativa através de um festival intensivo de apresentações, o Spring Forward oferece, desta forma, um contexto favorável para jovens coreógrafos apresentarem as suas criações, apoiando os artistas na procura de novos parceiros para os seus trabalhos.

Tendo já colecionado um alargado conjunto de artistas portugueses impactados pela potência da plataforma Aerowaves em edições anteriores (vários deles já apresentados em Guimarães ao longo dos últimos anos, nomeadamente no âmbito do GUIdance – Festival Internacional de Dança Contemporânea), o festival Spring Forward conta nesta edição com a representação portuguesa do artista Fábio (Krayze) Januário, com o espetáculo “Musseque”, resultante de uma coprodução d’A Oficina no âmbito da sua aposta e apoio à nova criação artística.

Os bilhetes para assistir a cada um dos dois espetáculos público estão disponíveis por 7,5 euros (5 euros com desconto), podendo ser adquiridos online em oficina.bol.pt e presencialmente na bilheteira do CCVF e de outros equipamentos geridos pel’A Oficina, entre outros parceiros da BOL.

programa completo do Spring Forward 2026 pode ser consultado online no website do CCVF e respetivas redes socais.

Promovida pela Aerowaves, plataforma cofinanciada pela União Europeia, esta edição do festival conta com os apoios de Pro Helvetia, Culture Ireland, Onassis Stegi e Conseil des arts et des lettres du Québec (CALQ).

Escola de Medicina da UMinho e Casa de Investimentos lançam 1.º Curso de Literacia Financeira

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© UMinho
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A Escola de Medicina da Universidade do Minho (UMinho) e a Casa de Investimentos lançam o 1.º Curso de Literacia Financeira para promover o conhecimento financeiro junto dos alunos do curso de Medicina.

Ao longo de três semanas, a Casa de Investimentos irá lecionar uma cadeira focada em temas como poupança, investimento, produtos financeiros, crédito e fiscalidade. A iniciativa nasce com o objetivo de dar aos futuros médicos as ferramentas que precisam para iniciar a sua vida profissional mais informados, mais conscientes e mais bem preparados para tomarem decisões financeiras ao longo da sua vida.

Num momento em que a literacia financeira assume “um papel cada vez mais determinante no bem-estar e segurança das famílias”, esta parceria reforça “a importância de complementar a formação académica com competências práticas, capazes de ter um impacto material no futuro pessoal e profissional dos estudantes”.

Na opinião de Luís Figueiredo, docente da Escola de Medicina e coordenador desta Unidade Curricular, o Curso de Literacia Financeira “reflete uma visão inovadora do ensino médico, assente num currículo flexível e personalizado, onde cada estudante pode construir o percurso formativo mais alinhado com as suas aspirações, desenvolvendo simultaneamente competências essenciais para uma gestão consciente e sustentável da vida profissional e pessoal das futuras gerações de médicos”.

Nas palavras de Emília Vieira, CEO da Casa de Investimentos, “a literacia financeira é o motor de transformação para criarmos uma sociedade mais equilibrada e próspera”. 

A Casa de Investimentos é uma instituição de referência na gestão de patrimónios e na promoção de conhecimento financeiro. O seu propósito é proteger e valorizar o património financeiro das famílias, com transparência e risco limitado. Divulgar o conhecimento e potenciar a literacia financeira está intrínseco à sua fundação.