Escrito por Secundino Cunha e ilustrado por Sebastião Peixoto, o novo livro “Maria Ondina Braga. Quero encontrar-me comigo” vai ser distribuído por todas as bibliotecas escolares do concelho, chegando até às mãos dos mais novos.
A garantia foi deixada no sábado pela chefe de gabinete da presidência do Município de Braga, Ana Ferreira, durante a apresentação da obra ilustrada, que decorreu na Galeria do Paço no âmbito da programação do Encontro de Ilustração Braga em Risco.
“Queremos incutir nas gerações mais novas o conhecimento e o gosto pela obra de Maria Ondina Braga e vamos fazê-lo através da Rede de Bibliotecas Escolares”, referiu Ana Ferreira, salientando que o Município está já a desenvolver um amplo trabalho de promoção e divulgação “para não fazer esquecer” a obra da escritora bracarense.
“Estamos, neste momento, a trabalhar em parceria com a Imprensa Nacional Casa da Moeda, nomeadamente com a reedição das suas obras completas, no âmbito do centenário do nascimento de Maria Ondina Braga”, acrescentou.
Para o autor e jornalista, Secundino Cunha o livro “Maria Ondina Braga. Quero encontrar-me comigo” é uma obra de “fácil leitura, dedicada em especial ao público escolar, com o objetivo de lhes despertar a vontade de ler a escritora”. Da obra literária de Maria Ondina Braga, o jornalista releva a transmissão dos sentimentos da escritora que, à semelhança de outros, “aproveitou muito bem as viagens”.
A sessão de apresentação contou ainda com a presença de José Manuel Costa, da editora “Opera Omnia”, que formulou votos de que a distribuição que o Município de Braga vai fazer de “Maria Ondina Braga. Quero encontrar-me comigo” pelas escolas seja “uma semente” que faça germinar futuros leitores de uma escritora cuja obra merece ser mais conhecida.
Dirigido ao público juvenil, o livro pode ser apreciado por leitores de todas as idades interessados em conhecer a vida de uma das mais importantes autoras da literatura portuguesa.
Maria Ondina Braga é uma das escritoras homenageadas no Encontro de Ilustração Braga em Risco, com a exposição “Braga 22×22 – Ondina Ilustrada”, que está patente na Casa dos Crivos. A mostra é composta por 22 trabalhos que se desdobram em outras tantas narrativas visuais para mostrar a autora bracarense a partir do seu livro “O jantar chinês e outros contos”.
A freguesia de Várzea, em Barcelos, vai festejar São Bento no próximo sábado, dia 19 de novembro, com animação musical.
A Comissão de Festas anunciou o cartaz de encerramento das festividades para o próximo sábado, uma vez que a utilização de fogo de artifício estava proibida no verão.
“De forma a encerrar as festividades em honra de São Bento 2022, e uma vez que durante a realização das mesmas foi proibida a utilização de fogo de artifício, no dia 19 de novembro, pelas 21:30, teremos um concerto com a Banda Tekos, seguindo-se de uma sessão de fogo”, informou.
Programa:
19:30 – Eucaristia por todos os membros, vivos e falecidos, das Comissões de Festas de São Bento;
António Vicente, José António Teixeira e Rui L. Reis
António Vicente, José António Teixeira e Rui L. Reis
A Universidade do Minho passa a ter três cientistas entre os mais citados no mundo por outros investigadores: a António Vicente e José António Teixeira, do Centro de Engenharia Biológica (CEB), junta-se este ano Rui L. Reis, do Grupo 3B’s.
A confirmação é dada hoje pela listaHighly Cited Researchers 2022, da consultora norte-americana Clarivate Analytics, que inclui 6938 cientistas de 69 países, sendo 20 deles em Portugal. O ranking incide no período 2011-2021 e apenas sobre os artigos altamente citados, que representam 1% do que se publica no mundo e para 21 áreas de conhecimento.
A dupla do CEB surge pelo quinto ano consecutivo na área das ciências agrárias da lista. António Vicente teve os seus artigos citados 16.649 vezes e está ligado a inovações como ecoembalagens, compostos funcionais e bioativos e nanossistemas para aplicações alimentares. José António Teixeira é um nome ímpar na biotecnologia industrial e biotecnologia alimentar, tendo várias distinções e 22.132 citações dos seus artigos.
Rui L. Reis estreia-se na área cross-field da lista, com 56.339 citações dos seus artigos. O diretor do Grupo 3B’s, do laboratório associado ICVS/3B’s e do instituto europeu EXPERTISSUES é uma referência em biomateriais, engenharia de tecidos e medicina regenerativa, com diversos prémios e cargos internacionais.
O Highly Cited Researchers 2022 inclui, aliás, mais três alumni da UMinho em ciências agrárias/cross-field: Isabel Ferreira, Manuel Simões e Miguel Ângelo Cerqueira.
As análises bibliométricas da lista foram realizadas pelo Instituto de Informação Científica do grupo Web of Science, que “pesou” os artigos científicos da mesma coorte anual, retirando a vantagem da citação de artigos mais antigos perante os mais recentes. Os países mais representados no ranking são os EUA (2764 cientistas, 38% do total), China (1169), Reino Unido (579), Alemanha (369) e Austrália (337). Portugal sobe para o 13º lugar europeu (era 15º em 2021) e para o 26º lugar no mundo (era 30º). A lista inclui diversos Prémios Nobel e as instituições com maior volume de cientistas são a Universidade de Harvard (233), a Academia Chinesa de Ciências (228) e a Universidade de Stanford (126).
As citações são um dos critérios mais utilizados para produzir rankings de instituições de ensino superior e demonstram a influência significativa de um grupo de investigadores entre os seus pares.
Há um mês, foi também publicada a lista “World’s Top 2% Scientists 2022”, do grupo editorial Elsevier, tendo 57 cientistas da UMinho entre os 200 mil cientistas mais influentes do mundo.
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) obriga a cuidados especializados de saúde. É, também, um fator causal importante da morbilidade e mortalidade. Não obstante ser prevenível e tratável, a DPOC é um desafio considerável em termos de saúde pública.
A DPOC é causada pela exposição a partículas nocivas inaladas, nomeadamente o fumo do tabaco (principal fator de risco), bem como poeiras e gases. É expectável o seu aumento nas próximas décadas fruto da exposição contínua a estes fatores de risco, bem como pelo envelhecimento da população.
A DPOC é caracterizada por sintomas respiratórios persistentes como dispneia (sensação de falta de ar), tosse e expetoração com demonstração de limitação no débito de ar por alteração espirométrica (relação FEV1/FVC inferior a 0.70 após broncodilatação) devido a alterações nas vias aéreas ou nos alvéolos.
A avaliação do doente com DPOC exige a determinação do nível de limitação do fluxo de ar, do impacto da doença na limitação das atividades de vida diária e no risco de futuras exacerbações (períodos de agravamento agudo dos sintomas respiratórios) por forma a definir um plano adequado de tratamento.
A educação, ou a ação pedagógica, relativamente à doença pelo profissional de saúde é um pilar central na abordagem do doente com DPOC. A cessação tabágica é fundamental. Caso contrário, a persistência deste hábito tem um impacto muito negativo no prognóstico e na progressão da doença.
A terapêutica farmacológica disponível reduz a sintomatologia, a frequência e a gravidade das exacerbações, melhora a qualidade de vida e a tolerância ao esforço. Cada regime terapêutico deve ser personalizado, adequado à sintomatologia, risco de exacerbações, efeitos adversos, comorbilidades, preço, resposta terapêutica e capacidade de autoadministração pelo que a técnica inalatória deve ser sempre avaliada em consulta. O programa de vacinação contra a SARS CoV-2, Influenza e Doença Pneumocócica reduz hospitalizações e mortalidade.
O exercício físico devidamente planeado e de caráter sistemático incluído em programas de Reabilitação Respiratória deve ser promovido por forma a melhorar a sintomatologia respiratória, tolerância ao esforço, ansiedade, depressão e redução de hospitalizações.
Na doença avançada, a oxigenoterapia de longa duração e a ventilação não invasiva melhoram a esperança de vida. É esperada uma interligação atempada com equipas de cuidados paliativos na doença avançada e/ou sintomática para minimizar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida. A avaliação nutricional e planos de alimentação saudável são muito importantes para prevenir, com o evoluir da doença, perdas ponderais e má nutrição, uma vez que são conhecidos os seus impactos na força muscular/capacidade de ventilação. Estes dois últimos fatores estão associados, também, à melhoria da qualidade de vida destes doentes.
A DPOC coexiste, frequentemente, com outras doenças crónicas (comorbilidades) que têm um impacto significativo no curso da doença e no seu prognóstico. A presença destas comorbilidades não deve alterar o tratamento da DPOC e devem ser tratadas independentemente da DPOC. Nos doentes com DPOC é esperada a presença de problemas de natureza cardiovascular uma vez que partilham um risco comum como o tabagismo. A neoplasia do pulmão é frequentemente diagnosticada na DPOC pelo que a prevenção primária e secundária, bem como a deteção precoce, são importantes para melhorar a sobrevida. A osteoporose, a ansiedade e a depressão são muitas vezes subdiagnosticadas e estão associadas a pior qualidade de vida e prognóstico. O refluxo gastro-esofágico está relacionado com o aumento do risco de exacerbações. É também conhecido o seu efeito negativo na qualidade de vida.
A DPOC deve fazer parte de um plano de cuidados de multimorbilidades cujo foco tem de ser dirigido para a sua identificação precoce, otimização de tratamento e minimização de riscos da polimedicação para melhorar a qualidade de vida, minimizar as hospitalizações e a mortalidade.
É nesta perspetiva mais abrangente, para além do pulmão, que se deve pautar a abordagem da Medicina Interna ao doente portador de DPOC.
José Miguel Maia, assistente jospitalar de Medicina Interna / Núcleo de Estudos de Doenças Respiratórias – SPMI / Assistente Hospitalar de Medicina Intensiva.
A freguesia de Santa Lucrécia de Algeriz, em Braga, volta a transformar-se na “Aldeia de Jesus” de 8 a 11 de dezembro.
Esta iniciativa irá decorrer no adro da Igreja Paroquial e irá proporcionar aos visitantes de presenciar um presépio ao vivo com figurantes da época de Jesus.
O “Movimento dos Mesmos de Sempre a Pagar” está a apelar aos condutores de Braga e Guimarães para protestarem na próxima quarta-feira, 16 de novembro, às 08:15, com um buzinão contra o aumento do custo de vida.
Em Braga, os protestos irão decorrer na rotunda das piscinas da Rodovia, e em Guimarães, na rotunda da Escola Francisco de Holanda.
O movimento pretende contestar contra o aumento do custo de vida. “Todos os dias sobem os preços, todos os meses os nossos ordenados e pensões ficam mais pequenos. A guerra tem as costas largas, as sanções caem-nos em cima e o governo não faz nada para parar a especulação desenfreada.É preciso impor que os combustíveis, a alimentação, os transportes, os medicamentos, as rendas e todos os bens essenciais tenham preços justos e suportáveis para a maioria.Mesmo antes da guerra na Ucrânia os preços já estavam a subir. Há quem lucre com a desgraça alheia”, referiu o movimento em comunicado.
O “Movimento dos Mesmos de Sempre a Pagar” salienta ainda que “estes aumentos selvagens que enfrentamos vão ter efeitos nos custos dos transportes, nos preços dos alimentos; e o Banco Central Europeu vai fazer a política do costume, aumentando as taxas de juro para salvaguardar o dinheiro dos ricos. Com estas opções quem vai sofrer mais são aqueles que trabalham e que vão ter que pagar os empréstimos das casas a preços mais elevados.Os trabalhadores vão ter mais dias sem chegar o ordenado e os senhores do dinheiro vão fazer desta crise uma nova oportunidade para espremerem ainda mais quem trabalha”.
Este movimento apela ainda às pessoas para “demonstrem a sua indignação e exigirem ao governo medidas concretas para impedir que, mais uma vez, haja quem se aproveite da crise” e exigir “a fixação e regulação dos preços dos combustíveis, da energia e de todos os bens essenciais em particular dos bens alimentares; a imediata redução do IVA de 13% para os 6% no gás e de 23% para os 6% na electricidade e que os dividendos das grandes empresas sejam, neste momento de crise desviados das contas dos acionistas para um fundo de emergência nacional para responder ao aumento do custo de vida”, finalizou.
De 1 de dezembro a 13 de janeiro, a magia e o espírito de Natal invadem as ruas da cidade com a realização de mais uma edição da Braga É Natal. As ruas, praças e avenidas vão iluminar-se com milhares de luzes, estando de portas abertas ao mundo encantado do Natal.
Braga será palco de mais de 200 atividades em diversos espaços da cidade, numa celebração que envolve toda a comunidade e que conta com a participação de mais de uma centena de entidades e associações culturais.
As grandes novidades deste ano são o Mercado de Natal, que se realizará entre os dias 1 e 24 de dezembro, e para um conjunto alargado de eventos e espetáculos que terão lugar no Altice Forum Braga. Este recinto irá acolher, pela primeira vez, um parque de diversões com pista de gelo, carrosséis e carrinhos de choque, o circo de Natal, musicais para os mais novos e concertos para os mais velhos. O grande destaque vai para a festa de passagem de ano, a 31 de dezembro, que terá como cabeça de cartaz o conhecido artista Tony Carreira. Esta será uma festa de cariz solidário já que toda a receita de bilheteira reverterá para a CERCI Braga.
Durante a apresentação da Braga É Natal, o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, salientou que a cidade apresenta um “programa de excelência, muito diversificado e arrojado”. “Queremos propiciar aos bracarenses e a todos quantos nos visitam momentos inesquecíveis. Foi com este intuito que procurámos engrandecer o programa em termos de atratividade e também de infra-estruturas, como é o caso da aposta no Mercado de Natal e na programação que irá decorrer no Altice Forum Braga”, explicou o edil, adiantando ainda que toda a programação arranca já no dia 1 de dezembro com a abertura do Mercado de Natal e a inauguração da iluminação natalícia.
O autarca lembrou que o Braga é Natal acontecerá um pouco por todo o território e aproveitou o ensejo para convidar a população a visitar os presépios que serão dinamizados por diversas paróquias e freguesias e que farão reviver tradições enraizadas nas famílias e na comunidade. A este propósito, o edil apontou a Aldeia de Jesus em Santa Lucrécia, os presépios movimentados de Montariol, Sequeira, Este São Mamede, Frossos, Merelim São Pedro, Mire de Tibães e Palmeira. Destaque ainda para o tradicional Presépio ao Vivo de Priscos, que decorrerá entre os dias 11 de dezembro e 15 de janeiro.
Atividades para todas as idades
Este ano, a grande novidade é o Mercado de Natal que vai encher a Praça Municipal de movimento, criatividade e muitas surpresas. Este mercado contará com a participação de 20 expositores e será palco de dezenas de espetáculos de acesso livre.
Do programa destaque ainda para o tradicional Bolo-Rei Gigante, que se realiza a 17 de dezembro em parceria com a Associação Empresarial de Braga, para a Parada de Natal, que sairá às ruas na tarde do dia 18, e para o Bananeiro da Pequenada, que terá lugar na véspera de Natal, em plena Praça Municipal.
O desporto também faz parte da programação com a realização da Corrida de São Silvestre, agendada para 30 de dezembro, com partida da Praça da República.
Os concertos de Natal são outro dos pontos altos da programação. Numa parceria com a Sinfonietta de Braga estão agendados cinco concertos que prometem ao público fazer uma “Viagem de Inverno”. Os espetáculos terão lugar no Salão Medieval da Universidade do Minho e serão de entrada livre.
A par das atividades a realizar pelo Theatro Circo, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Praça – Mercado Municipal de Braga, Museu dos Biscainhos, nas escolas do Concelho, no Posto de Turismo, na Ludoteca da Estufa e AGERE, a Braga é Natal conta, este ano, com uma programação especial no Altice Forum Braga.
Pista de gelo, carrosséis, carrinhos de choque e simuladores de experiências vão ocupar o recinto exterior do Altice Forum Braga, prometendo fazer as delícias de miúdos e graúdos. A programação inclui também o Festival Authentica, o Circo de Natal, concertos e bailados.
Já a passagem de ano levará ao Altice Forum Braga um concerto de Tony Carreira, um dos nomes mais importantes da música portuguesa. O artista assinala o arranque de 2023 em Braga com um concerto memorável. Este será um concerto solidário, cujas receitas de bilheteira revertem a favor da CERCI Braga. Os bilhetes – plateia em pé 3 euros | plateia VIP 5 euros – estarão à venda no Altice Forum Braga e em MeoBlue Ticket.
A programação da Braga é Natal estende-se até janeiro com o Concerto de Ano Novo, pela Orquestra Filarmónica de Braga, no dia 7, e com o XXXV Encontro de Grupos de Reis, no dia 8.
Toda a programação estará disponível aqui. Já programação do Altice Forum Braga poderá ser consultada aqui.
O Hospital dos Bonequinhos está de regresso ao Hospital de Braga. A iniciativa vai estar de portas abertas de 16 a 19 de novembro para receber cerca de 800 crianças provenientes de jardins de infância públicos e privados do concelho.
Tal como no ano passado, a iniciativa será realizada na Biblioteca do Hospital de Braga para “uma maior proteção e segurança de todos os intervenientes, com uma área ampla e perímetros de circulação bem definidos”. As crianças poderão fazer-se acompanhar pelo seu “bonequinho doente”, desmistificando-se, assim, o medo da bata branca. Para além disso, a iniciativa pretende que as mesmas passem a pensar no hospital como um ambiente de conforto onde se podem sentir seguras.
As crianças terão ainda a oportunidade de ficar a conhecer, diversos espaços e serviços de prestação de cuidados de saúde no Hospital, tais como o consultório, meios complementares de diagnóstico, o bloco operatório, entre outros, assim como várias especialidades médicas, com o objetivo de se promover um contacto mais próximo das crianças com os profissionais de saúde e equipamentos médicos, para que, assim, se diminuam estados de ansiedade e angústia dos pequenos utentes aquando da vinda ao Hospital. As crianças farão o circuito “hospitalar” com a sua própria turma, no sentido de se evitar aglomerados e potenciar o distanciamento social, sendo que no final da visita de cada turma os espaços serão devidamente higienizados.
Nos dias 16, 17 e 18 de novembro, o Hospital dos Bonequinhos funcionará em dois horários distintos
das 09:00 às 15:30 – para os alunos das várias escolas do concelho de Braga inscritas na atividade;
das 16:00 às 17:30 – com livre acesso para o público em geral. Neste período, qualquer criança, acompanhada por um adulto, poderá participar na atividade sem necessidade de inscrição prévia e mediante ordem de chegada.
No sábado, dia 19 de novembro, as portas voltarão a estar abertas ao público em geral, com um horário de livre acesso das 09:00 às 13:00 (sendo as 12:30 o horário definido para a última admissão de crianças que pretendam fazer o percurso do Hospital dos Bonequinhos).
Esta iniciativa é uma organização conjunta do Núcleo de Estudantes de Medicina da Universidade do Minho (NEMUM) e do Hospital de Braga, contando com o apoio da Câmara Municipal de Braga.
A ação, que envolve mais de 250 alunos da Universidade do Minho, tem, ainda, a coorganização da Associação de Estudantes de Psicologia da Universidade do Minho, da Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, do Núcleo de Estudantes de Educação Básica da Universidade do Minho, da Associação de Estudantes de Enfermagem da Universidade do Minho, e da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto.
A Iniciativa Liberal veio lamentar a “falha de comunicação” por parte do Município de Braga, que envolve uma menina com doença rara em cadeira de rodas, na entrega de uma candidatura para um apoio de intervenção em habitações – programa promovido pelo governo “Acessibilidades 360º”.
Os pais da criança, conhecida como Princesa Lara, concorreram ao apoio para “alargar as portas da casa” e para “uma cadeira elevatórias”. Os pais referiram que “o Município de Braga iria enviar um ofício que nunca chegou”.
Para a Iniciativa Liberal, este foi “um episódio constrangedor no apoio aos mais carenciados, devido a um formato burocrático e a uma eventual falha de comunicação num processo municipal que carece de urgência na sua resolução”.
O partido refere ainda que “apesar dos curtos prazos, e da escassa exposição do concurso nas plataformas da Câmara Municipal, a família da menina Lara conseguiu concorrer à mesma. No entanto, e após algum tempo sem qualquer notícia, a família da Lara entrou posteriormente em contacto com o Município de Braga, tendo este informado que os processos entregues no último dia do referido concurso não foram aprovados porque não teriam chegado sequer a ser submetidos, devido ao facto de a Câmara não ter tido tempo de fazer a submissão nas poucas horas que terá tido ao dispor”.
Para a Iniciativa Liberal, houve “uma falta de exposição do referido concurso dentro do seu devido tempo, como também uma falta clara de informação sobre o limite da entrega de candidaturas, que deveria ser antes do prazo da Câmara entregar ela própria a candidatura em questão. Como tal, a Iniciativa Liberal ressalva que o importante e urgente neste momento é solucionar o problema, podendo e devendo o município resolver pelos próprios meios a situação”.
A menina Lara tem cinco anos e sofre de uma doença rara e degenerativa denominada Vanishing White Matter Disease (VWMD), uma leucoencefalopatia de transmissão autossómica recessiva, que entre muitas outras complicações, obriga a criança ao uso exclusivo de cadeira de rodas nas suas deslocações.