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Iniciativa Liberal lamenta “teia burocrática” que envolve menina de Braga com doença rara

© Princesa Lara

A Iniciativa Liberal veio lamentar a “falha de comunicação” por parte do Município de Braga, que envolve uma menina com doença rara em cadeira de rodas, na entrega de uma candidatura para um apoio de intervenção em habitações – programa promovido pelo governo “Acessibilidades 360º”.

Os pais da criança, conhecida como Princesa Lara, concorreram ao apoio para “alargar as portas da casa” e para “uma cadeira elevatórias”. Os pais referiram que “o Município de Braga iria enviar um ofício que nunca chegou”.

Para a Iniciativa Liberal, este foi “um episódio constrangedor no apoio aos mais carenciados, devido a um formato burocrático e a uma eventual falha de comunicação num processo municipal que carece de urgência na sua resolução”.

O partido refere ainda que “apesar dos curtos prazos, e da escassa exposição do concurso nas plataformas da Câmara Municipal, a família da menina Lara conseguiu concorrer à mesma. No entanto, e após algum tempo sem qualquer notícia, a família da Lara entrou posteriormente em contacto com o Município de Braga, tendo este informado que os processos entregues no último dia do referido concurso não foram aprovados porque não teriam chegado sequer a ser submetidos, devido ao facto de a Câmara não ter tido tempo de fazer a submissão nas poucas horas que terá tido ao dispor”.

Para a Iniciativa Liberal, houve “uma falta de exposição do referido concurso dentro do seu devido tempo, como também uma falta clara de informação sobre o limite da entrega de candidaturas, que deveria ser antes do prazo da Câmara entregar ela própria a candidatura em questão. Como tal, a Iniciativa Liberal ressalva que o importante e urgente neste momento é solucionar o problema, podendo e devendo o município resolver pelos próprios meios a situação”.

A menina Lara tem cinco anos e sofre de uma doença rara e degenerativa denominada Vanishing White Matter Disease (VWMD), uma leucoencefalopatia de transmissão autossómica recessiva, que entre muitas outras complicações, obriga a criança ao uso exclusivo de cadeira de rodas nas suas deslocações.

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