A freguesia de Garfe, na Póvoa de Lanhoso, recebe a 21ª edição “A Aldeia dos Presépios” de 11 de dezembro a 8 de janeiro.
A Aldeia dos Presépios volta a encantar os garfenses e visitantes com manifestações alusivas à história da região e da vida do campo.
A iniciativa conta com 20 presépios espalhados por toda a aldeia e poderá ser também visitada a 18 de dezembro através da iniciativa da Caminhada dos Presépios.
Póvoa de Lanhoso já está iluminada para receber o Natal. O “Natal na Praça” arrancou este sábado e estende-se até 8 de janeiro com um programa pleno de atividades.
A primeira edição do “Natal na Praça” irá decorrer num espaço coberto, em plena Praça Eng. Armando Rodrigues, na vila. O programa engloba música, teatro, animação de rua e animação com o Pai Natal, de entre outras propostas. Dá palco e conta com a colaboração de diferentes instituições e entidades do concelho e apresenta oferta para toda a população, desde os bebés até aos mais velhos, passando pelas famílias e pela juventude. Também o comércio poderá contar com o habitual sorteio.
O Natal na Póvoa de Lanhoso apresenta ainda mais duas propostas: de 11 de dezembro até 8 de janeiro, a 21ª edição de Garfe, Aldeia dos Presépios, contando, pela primeira vez, com 22 presépios; e, de 16 a 18 de dezembro, a 7ª edição da Feira de Natal do Baixo Concelho, que dá palco às tradições, podendo destacar-se a gastronomia, com a “roupa velha”.
A Câmara Municipal de Vizela vai homenagear o treinador Álvaro Pacheco no próximo dia 8 de dezembro, pelas 17:00, no Auditório Municipal Francisco Ferreira.
Esta homenagem tem por objetivo, num momento em que este cessa funções e encerra desta forma um ciclo de ouro do Futebol Clube Vizela, homenagear o treinador Álvaro Pacheco, pelo seu “inestimável contributo para os êxitos desportivos alcançados pelo Futebol Clube Vizela ao longo das últimas épocas, reconhecendo o seu extraordinário esforço, trabalho e dedicação ao clube e pela mais valia que isso representou para o concelho de Vizela”.
A Câmara Municipal de Vizela pretende, assim, reconhecer o “espírito de missão, dedicação e trabalho desenvolvido em prol do Futebol Clube de Vizela, pelas subidas de divisão conquistadas até à primeira Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a elevação do nome e reconhecimento de Vizela”.
A Braga Ciclável – Organização Não-Governamental de Ambiente criou um crowdfunding para angariar apoios para desenvolver um projeto colaborativo de participação cidadã para medir a qualidade do ar na cidade.
Inspirado noutras cidades, como San Sebastián (Donostia) através do projeto da Kalapie Hiriko Txirrindularien Elkartea, a Braga Ciclável pretende adquirir cinco sensores ambientais para que sejam emprestados e utilizados nas deslocações diárias a pé e de bicicletas e/ou fixados num determinado ponto, de forma a conhecer e divulgar dados sobre os principais indicadores da qualidade do ar.
Para a aquisição desses equipamentos, lançou o projeto de crowdfunding onde as pessoas poderão apoiar monetariamente, necessitando atingir o valor de 2.000 euros. Após angariar o montante, a Braga Ciclável irá, através de cinco voluntários, utilizar os equipamentos na cidade ao longo do tempo. Ao fim do primeiro trimestre existirá um website com dados em tempo real dos sensores ambientais, divulgando assim a emissão de poluentes na cidade.
O projeto pode ser apoiado até ao dia 4 de janeiro de 2023.
A GNR vai realizar uma operação de fiscalização intensiva da condução sob efeito do álcool e substâncias psicotrópicas a partir de amanhã até 11 de dezembro. Esta ação tem como objetivo promover comportamentos mais seguros por parte dos condutores e diminuir a sinistralidade rodoviária grave, em todo o território nacional continental.
Na última operação “RoadPol – Alcohol and Drugs”, realizada entre 4 a 10 de maio, foram fiscalizados 35.249 veículos, tendo sido testados à alcoolémia e a substâncias psicotrópicas 33.310 condutores.
O Coro Académico da Universidade do Minho (UMinho) alia-se à Cáritas Arquidiocesana de Braga para celebrar o Natal, no dia 17 de dezembro. O concerto inicia às 21:30, na Sé Catedral, e tem entrada gratuita.
Nas palavras do presidente do CAUM, Ricardo Remelgado, este é “um concerto muito acarinhado e que nos traz muito gozo em poder organizar”. É uma tradição que já conta com 26 edições. “Todas as pessoas têm pequenas tradições de Natal, que lhes trazem nostalgia e alegria. Para o CAUM, encher a icónica Sé de Braga, não só com as nossas vozes, mas também com as pessoas que nos vêm ver, é uma delas”, acrescenta.
O espetáculo conta com a participação do Coro do 4.° Ano do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, dirigido pela professora Isabel Batista. Relativamente à campanha solidária em parceria com a Cáritas Arquidiocesana de Braga, numa época em que “é urgente cantar a paz, o amor e a união”, o coro convida o público a cooperar numa recolha de géneros alimentares.
O evento é organizado anualmente pelo Coro Académico da Universidade do Minho e vai ser complementado por outras atuações na Praça Municipal de Braga. Estes momentos musicais poderão ser assistidos nos dias 9, 14 e 16 de dezembro.
O SC Braga venceu no reduto do Casa Pia por 0-1, em jogo da segunda jornada do Grupo D da Taça da Liga.
O único golo da partida surgiu aos 22 minutos de jogo. Banza assistiu Vitinha, este atirou à vontade e fez o único golo da partida.
No início do segundo tempo, os Gverreiros ficaram reduzidos a dez. Banza viu dois cartões amarelos em três minutos e acabou por ser expulso, após Fábio Veríssimo lhe ter exibido o cartão vermelho por acumulação.
Os arsenalistas somam seis pontos e lideram o Grupo D. O Paços de Ferreira e o Casa Pia têm um ponto, enquanto o Trofense não soma nenhum.
O Município de Braga, em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, assinalou o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência com realização de uma mesa-redonda onde o debate e pensamento crítico deram o mote para discutir o tema “A Prática de Incluir”. A iniciativa, que teve lugar este sábado, foi aberta ao público em geral e decorreu no âmbito da Semana da Inclusão, promovida pela biblioteca.
O debate contou com a participação de Lucinda Vila Verde, representante do Centro Novais e Sousa e há 48 anos ligada a este tema, José António Saraiva, telefonista no Centro de Saúde de Infias e Raquel Cunha, do Centro Terapêutico SalusLive. A moderação esteve a cargo de Aida Alves, diretora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Carla Sepúlveda, vereadora do Município de Braga, marcou presença nesta iniciativa destacando que o tema definido para debate não podia ser mais pertinente, tal como os convidados. “É crucial debater o que se faz na prática para que haja uma inclusão assente nas necessidades específicas das nossas crianças, jovens e adultos. Não basta que se fale em inclusão. É urgente que se verifique, no terreno, de que forma é feita esta inclusão. Por vezes, ao achar que estamos a incluir, corremos o risco de excluir, por isso, os espaços e atividades inclusivas devem ser pensados de forma que haja capacidade de resposta para todos”, referiu.
Para a responsável das áreas da Educação, Inovação e Coesão Social, “não basta dizer que estamos a incluir. É preciso que se assegurem os devidos recursos para a prática desta inclusão no dia-a-dia. Em Braga acreditamos que só a partir da experiência de quem está no terreno podemos realmente perceber o que é isto da inclusão. Foi neste sentido que quisemos reunir um painel de pessoas que trabalham diretamente com crianças, jovens e adultos com Necessidades Específicas e quisemos dar voz a quem vive o seu dia-a-dia com algumas limitações físicas”.
Como explicou Carla Sepúlveda, o Município de Braga tem feito “um trabalho assente na inclusão e aceitação por via dos inúmeros projetos direcionados ou ao público mais jovem, ou ao público sénior”. “Este ano levamos a cabo um programa de férias para todas as crianças e jovens do Concelho. Este projeto promove uma inclusão coesa e com base na partilha de experiências positivas que potenciam o crescimento individual e em grupo. É um projeto constituído por uma equipa profissional, com conhecimento de causa no terreno e capaz de passar a inclusão para a prática. Estamos certos de que é em comunidade e em colaboração com todos que a inclusão se faz”, concluiu.
Se fosse vivo, António Variações faria hoje 78 anos. Nascido no dia 3 de dezembro de 1944, em Fiscal, Amares, António Rodrigues Ribeiro deixou um legado na música portuguesa e continua, nos dias de hoje, a inspirar gerações.
O cantor minhoto foi um dos grandes artistas portugueses que revolucionou a música nacional. Na sua curta carreira lançou dois álbuns: “Anjo da Guarda”, em 1983, onde se destacam “Estou Além”, “O corpo é que paga” ou “É pr’a amanhã” e o álbum “Dar & Receber”, em 1984, com o single “Canção do Engate” a ser um sucesso em Portugal enquanto estava internado por broncopneumonia.
António Variações morreu a 13 de junho de 1984, aos 39 anos, e ainda hoje é um ícone intemporal com êxitos musicais que perpetuam no tempo.