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Saúde cardiovascular – cada movimento conta!

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© Ana Tornada
© Ana Tornada

A 6 de Abril celebra-se o Dia Mundial da Atividade Física, instituído pela Organização Mundial de Saúde. A atividade física é o movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos, que resulta num dispêndio energético acima do nível de repouso. Se for planeada, estruturada e repetida com o objetivo de manutenção ou melhoria da condição física, considera-se exercício físico. Quando é realizada com regras formais e numa vertente competitiva, designa-se desporto. As atividades não estruturadas, como as tarefas domésticas, uma corrida para apanhar o autocarro, andar no trabalho, passear o cão ou atividades recreativas, são exemplos de como se manter ativo.

Em Portugal, mais de metade da população, admite não praticar qualquer exercício físico regular, com reflexo direto no peso crescente das doenças cardiovasculares, que continuam a ser a principal causa de morte.

A atividade e o exercício físico, contribuem para a redução do risco cardiovascular e de outras doenças, como as doenças oncológicas, a depressão e ansiedade, as demências, a osteoporose, doenças inflamatórias e respiratórias crónicas, a síndrome do intestino irritável e a obstipação.

O exercício físico aeróbico regular tem um impacto significativo no controlo de vários fatores de risco. Na hipertensão arterial, pode levar a reduções de 5-8 mmHg na sistólica (máxima) e de 2-4 mmHg na diastólica (mínima), comparável a alguns medicamentos. Na diabetes tipo 2, melhora a sensibilidade à insulina e o controlo glicémico, reduzindo a HbA1c em 0,5 a 0,7%. Já na obesidade, é a estratégia mais eficaz para reduzir a gordura visceral. Reduz também os níveis de ansiedade e depressão, que só por si, constituem fatores de risco cardiovascular independentes.

Recomenda-se pelo menos 150 a 300 minutos semanais de exercício aeróbico de intensidade moderada (ou 75 a 150 minutos de intensidade vigorosa), complementados com dois ou mais dias de treino de força muscular. Atingir estes objetivos, mesmo que de forma gradual e progressiva, confere benefícios cardiovasculares substanciais.

Antes de começar o exercício físico, ou intensificar a prática desportiva, é importante realizar uma avaliação cardiovascular, para identificar condições que exigem tratamento prévio ou adaptação do programa de exercício, particularmente nos jovens desportistas, no desporto de competição e nos adultos sedentários ou pouco ativos, com maior risco de doença coronária aterosclerótica. Recomenda-se a avaliação do risco cardiovascular global, utilizando ferramentas adequadas, identificando sintomas de alarme, como dor torácica e dispneia desproporcionada ao nível de esforço, palpitações e síncopes (“desmaios”). Nos casos de risco intermédio a elevado, está indicado realizar prova de esforço ou outros meios de diagnóstico cardiológico.

O mais importante é combater a inatividade física, tendo em conta que o exercício não exige ginásio nem equipamento: três caminhadas de dez minutos por dia conferem benefícios cardiovasculares comparáveis a trinta minutos contínuos. Atividades recreativas como a jardinagem ou a dança, têm um impacto real na saúde, com taxas de adesão a longo prazo superiores ao exercício formal. Valorizar e potenciar o que o doente já faz é, muitas vezes, o primeiro passo clínico, e o mais eficaz.

Na realidade, cada movimento conta!

Incêndio deflagra junto ao Santuário do Sameiro em Braga

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© Fernando Araújo
© Fernando Araújo

Um incêndio está a deflagrar junto ao Santuário do Sameiro, na freguesia de Espinho, em Braga.

Para o local foram mobilizados 110 bombeiros, apoiados por 35 viatura e 2 meios aéreos. O alerta foi dado às 13:19. 

Braga: Tapetes floridos voltam a embelezar rua em Lamas para celebrar a Páscoa

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© Junta de Freguesia de Lamas

Os moradores da Rua das Escadinhas, em Lamas, Braga, voltaram a embelezar aquela rua com tapetes confecionados com serragem e flores para receber o Compasso Pascal que percorreu a freguesia neste Domingo de Páscoa.

© Junta de Freguesia de Lamas

Anualmente, os moradores unem-se para criar aquela obra de arte como forma de demonstrar a sua fé cristã.

© Junta de Freguesia de Lamas

Mais um ano, mais uma demonstração de união na Rua das Escadinhas. Há tradições que não precisam de ser apresentadas sentem-se, vivem-se e repetem-se ano após ano. A Rua das Escadinhas voltou, mais uma vez, a dar um exemplo extraordinário de espírito comunitário, dedicação e orgulho na nossa terra, com a criação deste belíssimo tapete de flores. Não é novidade. É consistência. É compromisso. É identidade. Todos os anos, os moradores juntam-se, trabalham lado a lado e mostram que a força de uma comunidade está na sua capacidade de manter vivas as suas tradições. Este trabalho não é apenas bonito  é simbólico. Representa união, partilha e um sentido de pertença que muito nos orgulha enquanto freguesia. A Junta de Freguesia de Lamas deixa um agradecimento sincero a todos os que, ano após ano, continuam a fazer acontecer. Rua das Escadinhas, um verdadeiro exemplo para todos!”, parabenizou o Executivo da Junta de Lamas pelo trabalho executado pelos moradores.

© Junta de Freguesia de Lamas

Jovem de Barcelos morre após cair de varanda durante discussão

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DR
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Um jovem de Durrães, Barcelos, morreu após cair de uma varanda de um café, num centro comercial em Barroselas, Viana do Castelo.

Uma discussão terá sido origem da tragédia que vitimou Cláudio de Castro, de 30 anos e emigrante na França. Segundo a CMTV, o jovem ter-se-á envolvido em confrontos físicos com outro homem, que ficou gravemente ferido.

O ferido grave foi transportado para o Hospital de Braga.

A Polícia Judiciária de Braga está a investigar.

Barcelos: Atleta dos Amigos da Montanha no pódio no Sharish Monsaraz Natur Trail

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© Amigos da Montanha
© Amigos da Montanha

A equipa de trail dos Amigos da Montanha de Barcelos esteve em evidência no Sharish Monsaraz Natur Trail, com João Rodrigues a alcançar o 4.º lugar da geral e a vitória no escalão M40 na prova de 46 quilómetros, enquanto Isabel Martins venceu o escalão F60 na distância de 31 quilómetros.

Na distância de 46 quilómetros e 1.365 metros de desnível positivo, João Rodrigues completou o percurso em 4h18m49s, alcançando o 4.º lugar da classificação geral e o 1.º lugar no escalão M40, evidenciando resistência, consistência e grande preparação física.

Enquanto na prova de 31 quilómetros com 1.203 metros de desnível positivo, Isabel Martins destacou-se ao concluir em 5h26m46s e conquistar o 1.º lugar no escalão F60.

Braga: Pedralva celebra tradição com arco de Páscoa

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© JF Pedralva
© JF Pedralva

Pedralva, em Braga, voltou a afirmar a força das suas tradições e o espírito da sua comunidade com a realização do tradicional levantamento do arco de Páscoa, um momento de grande significado para a freguesia.

A iniciativa reuniu a população e contou com a presença da Presidente da Junta de Freguesia, Maria José Borges, do Presidente da Câmara Municipal de Braga, João Rodrigues, e do Padre Tobias Álvares da Silva que, aos 99 anos, continua a desempenhar o seu papel com dedicação, sendo um exemplo de compromisso.

Para Maria José Borges, “a tradição do arco de Páscoa é um momento forte de união na freguesia. É com enorme orgulho que vemos, ano após ano, a dedicação e o envolvimento dos pedralvenses na preservação deste momento.”

A autarca destacou ainda a importância do contributo de todos. “Quero deixar uma palavra de agradecimento a todos os que contribuíram para a construção e levantamento do arco, bem como a todos os que mantêm vivas as nossas tradições. Juntos, continuaremos a honrar aquilo que somos e a valorizar o que nos distingue.”, finalizou.

Câmara de Terras de Bouro quer pagar carta de condução a alunos que acabem o Secundário

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DR
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A Câmara Municipal de Terras de Bouro vai apresentar uma proposta que prevê o pagamento da carta de condução aos estudantes que acabem o Ensino Secundário.

A proposta será discutida e votada na próxima Reunião de Executivo, marcada para quarta-feira, 8 de abril.

A medida de incentivo visa combater a saída de alunos após a conclusão do 9.º ano de escolaridade.

Subiu para 18 o número de vítimas mortais na “Operação Páscoa”

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© GNR
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A “Operação Páscoa 2026” registou 18 vítimas mortais, sendo o balanço mais mortífero dos últimos anos.

Em mais de dois mil acidentes registados, houve ainda 42 feridos graves e 668 feridos ligeiros.

Nos três dias da “Operação Páscoa”, as autoridades registaram mais do dobro das mortes de toda a Operação Páscoa do ano transtato.

Preços dos combustíveis sobem amanhã

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Esta segunda-feira traz um novo agravamento nos preços dos combustíveis, como a Braga TV já tinha anunciado.

Previsões apontam para um acréscimo de 8 cêntimos no gasóleo e de 3,5 cêntimos na gasolina.

ASAE desmantela dois matadouros ilegais e apreende duas toneladas de carne

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© ASAE
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A ASAE realizou, nas últimas semanas, a nível nacional, uma operação de prevenção e repressão criminal, inserida na “Operação Páscoa”, no âmbito do combate aos ilícitos criminais contra a saúde pública, com especial enfoque no abate clandestino e na comercialização de géneros alimentícios anormais ou avariados.

“As ações de fiscalização incidiram sobre estabelecimentos de comércio de carnes, estabelecimentos de restauração e outros locais ilegais onde se verificava a prática de abate clandestino, tendo as ações sido precedidas de diligências de vigilância, seguimento e investigação”, explica a ASAE.

Como resultado da operação, foram instaurados 10 processos-crime pela prática de ilícitos contra a saúde pública, nomeadamente por abate clandestino, bem como um processo-crime por posse de arma de fogo sem licença, tendo sido apreendidas 2.200 quilos de carcaças de animais, maioritariamente ovinos e caprinos, destacando-se ainda duas carcaças de equídeos.

No âmbito das diligências realizadas, foram ainda desmantelados dois matadouros clandestinos, com “fortes ligações a estabelecimentos de restauração e de comércio de carnes”.

A ASAE alerta que “a compra e o consumo de produtos cárneos provenientes de circuitos não controlados representam um sério risco para a saúde pública, uma vez que os produtos não são submetidos às necessárias inspeções sanitárias e avaliação por médicos veterinários, não existindo quaisquer garantias quanto à sua segurança ou à ausência de doenças zoonóticas transmissíveis ao ser humano”.

“Os locais de abate e transformação clandestinos funcionam, regra geral, sem condições adequadas de higiene, segurança alimentar e controlo sanitário, aumentando significativamente o risco de contaminação e de efeitos graves para a saúde dos consumidores”, reforça a ASAE, garantindo que “continuará a desenvolver ações de fiscalização em todo o território nacional, no âmbito das suas competências legais, com o objetivo de proteger a saúde pública, assegurar a segurança alimentar dos consumidores e promover uma concorrência leal entre os operadores económicos”.