A Câmara Municipal de Braga analisa, na próxima quarta-feira, em sede de Reunião de Executivo, a proposta de reconhecimento público estratégico do “LIVING LAB”, projeto que prevê a construção de uma Unidade Laboratorial no complexo industrial da DST, localizada no Parque Industrial de Pitancinhos, em Palmeira.
Com um investimento global de 21,7 milhões de euros, o projeto prevê a criação de 180 postos de trabalho sendo que, durante a fase de criação do mesmo, irá envolver 30 empresas do setor. Neste laboratório será possível testar soluções de construção modular desenvolvidas no âmbito do novo cluster de inovação industrial da DST denominado “R2U Technologies | Modular Systems”, financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência.
“Esta unidade surgiu tendo em conta as crescentes necessidades do mercado e os novos desafios que o setor da construção enfrenta atualmente. O mesmo permitirá a criação de um novo cluster industrial para a construção modular, capaz de posicionar o país como um fornecedor global de referência desta nova solução para o setor da construção”, refere a Câmara de Braga..
O projeto inclui uma unidade industrial vocacionada para a produção de unidades modulares 3D, que integram elementos ou componentes pré-fabricados; uma unidade industrial para o fabrico de sistemas/painéis multimateriais 2D, que incluirá materiais estruturais como aço e madeira, integrados com outros materiais e/ou componentes para atingir todas as funcionalidades; uma academia/centro de competências que tem como principal missão preparar as atuais e futuras gerações de trabalhadores com as ferramentas necessárias para a sua atividade profissional na indústria da construção modular; e um Living Lab, que irá testar e promover soluções no campo da construção modular e pré fabricação, de modo a responder de forma eficiente às necessidades crescentes do mercado mundial.
A par desta proposta, o Executivo Municipal irá apreciar o projeto de arquitetura da operação urbanística de alteração e ampliação de edifício destinado a creche da Cruz Vermelha, situada na rua José António Cruz, em São Victor.
A ASAE, através da sua Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), apreendeu mais de 500 peças de vestuário, no valor de 15.388 euros, na sequência de uma ação inspetiva numa loja de acesso reservado, no concelho de Braga.
Em comunicado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica explica que a ação foi realizada “com base em informações previamente recolhida”.
No estabelecimento, “cujo acesso se fazia à porta fechada, através de marcação ou do toque à respetiva campainha”, encontravam-se “expostos para venda artigos de vestuário com fortes suspeitas de terem origem contrafeita”.
Do decurso da intervenção foram apreendidos 525 artigos de vestuário bem como, a quantia em numerário de 53 euros, por “suspeita de ser resultado da atividade ilícita”.
A ASAE revela que foi instaurado um inquérito-crime “pelo ilícito de venda ou ocultação de produtos e de fraude sobre mercadorias”.
A diretora do Centro de Estudos em Genocídio e Direitos Humanos da Universidade Nacional de Kiev-Mohyla, na Ucrânia, intervém, esta terça-feira, às 15:00, na Conferência Arqus “Ensino Superior e Direitos Humanos”, na Biblioteca Pública de Braga.
Myroslava Antonovych vai analisar o papel das instituições académicas na preparação de cidadãos mais conscientes do valor social dos direitos humanos, entre outos aspetos. A iniciativa tem entrada livre e a moderação do pró-reitor para os Assuntos Estudantis e Inovação Pedagógica da Universidade do Minho, Manuel João Costa.
No dia seguinte, Myroslava Antonovych tem também uma apresentação sobre o rapto e a transferência de crianças ucranianas pela Rússia. A sessão é às 15h00, na Escola de Direito da UMinho (EDUM), em Braga, contando com comentários de Assunção do Vale Pereira e a moderação de Patrícia Jerónimo, ambas professoras da EDUM.
No mês passado, uma dezena de estudantes de várias universidades da Ucrânia esteve igualmente uma semana na UMinho. O grupo conheceu vários projetos e valências desta academia, bem como as cidades que a acolhem.
Os eventos inserem-se nas atividades da aliança europeia Arqus, que junta as universidades de Granada (Espanha), Graz (Áustria), Leipzig (Alemanha), Lyon1 (França), Maynooth (Irlanda), Minho (Portugal), Pádua (Itália), Vilnius (Letónia), Wrocław (Polónia) e a de Kiev-Mohyla como parceira.
A freguesia de Avidos, em Vila Nova de Famalicão, tem agora “uma escola funcional, preparada para um ensino de excelência, um investimento no futuro destes alunos, que aqui têm todas as condições para desenhar projetos de vida de sucesso”.
As palavras são de Mário Passos, presidente da Câmara Municipal de Famalicão, e descrevem a primeira impressão do autarca depois da visita que o levou a conhecer o novo edifício escolar de Avidos, guiado pelos alunos e pela diretora da escola, Fernanda Fonseca, que não escondiam a satisfação pela “qualidade e funcionalidade” da nova casa.
O antigo edifício escolar deu lugar a um novo, com quatro salas de aulas, uma minibiblioteca, refeitório, sala de professores, salão polivalente, recreio coberto e um renovado polidesportivo.
A obra foi inaugurada na passada sexta-feira e representa um investimento de cerca de um milhão de euros, “que é mais um exemplo da renovação das condições do parque escolar e da aposta da autarquia na Educação, área que temos como pilar fundamental para a construção do nosso futuro coletivo” acrescentou Mário Passos, que se fez acompanhar pelo vereador da Educação, Augusto Lima.
A escola acolhe 78 alunos do 1.º Ciclo, divididos em quatro salas e outros tantos níveis de ensino, da União de Freguesias de Avidos e Lagoa.
O autarca de freguesia, António Gomes, expressou a sua satisfação por ver a obra concluída. Este novo edifício “resulta da escolha que fizemos de juntar em Avidos os alunos do 1.º Ciclo, e na Lagoa, os meninos do pré-escolar, robustecendo ambas as escolas, que se continuassem a existir de forma autónoma, corriam o risco de fechar por falta de alunos”, com a mais valia de “terem um novo edifício que servirá as gerações futuras”.
Foi com emoção que a comunidade voltou a reviver estas celebrações religiosas onde participaram os membros de executivo da Junta de Freguesia e representantes da Câmara Municipal de Braga.
Altino Bessa, vereador do Município de Braga, salientou a importância destas celebrações religiosas no concelho. “É bom ver este tipo de iniciativas, muitas delas seculares, com os festejos dos santos padroeiros nas freguesias, neste caso concreto em Frossos em honra São Miguel. Estas manifestações religiosas estão muito enraizadas na população, envolvendo uma logística muito grande e a participação da comunidade como podemos ver aqui hoje com os vários andores, as bandas, os escuteiros, a própria população que sai à rua ver a procissão passar. Tudo isto significa que a tradição ainda se mantém e vê-se muita juventude a participar neste tipo de iniciativas e, por isso, a Câmara Municipal de Braga associa-se com agrado e com estima àquilo que são as tradições das populações, as tradições das suas freguesias e dos seus santos populares”, enalteceu o vereador.
Por seu turno, Adélia Silva, presidente da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos, parabenizou a comunidade por se ter mobilizado para as comemorações e não “deixar morrer esta tradição”. “Frossos volta a ser enaltecido e embelezado com as festas de São Miguel Padroeiro na nossa freguesia onde o São Miguel Arcanjo é celebrado há muitos anos. Recordo-me ainda muito pequenina, desde a primária, onde estas festas se celebravam e é de facto uma grandiosidade para a nossa freguesia. Deixo aqui o meu grande abraço a todos os elementos que contribuíram para a festa, à Comissão de Festas que trabalhou arduamente e que fez com que estas festas se realizassem e com que a nossa freguesia seja mais uma vez enaltecida e embelezada com aquilo que são as grandiosas festas de São Miguel”, disse a presidente.
A autarca sustentou que a majestosa procissão é “um momento único”, esperando que “não se quebre a tradição”. “Enquanto membro da Junta de Freguesia e enquanto eu estiver cá, a comunidade será sempre apoiada por mim e claro que me engrandece pensar que poderemos contribuir parta isto. As pessoas estão de parabéns e para mim estas tradições nunca morrerão e poderão contar sempre connosco”, frisou.
Adélia Silva aproveitou a ocasião para agradecer a presença de Altino Bessa, de João Barros, assessor da Câmara Municipal de Braga, pela participação no cortejo religioso, assim como a Rui Morais, administrador da AGERE, que marcou presença na festa no sábado. “Foi uma honra recebê-los na nossa freguesia porque a freguesia sabe receber muito bem”, sublinhou.
António Rodrigues, da Comissão de Festas de São Miguel, agradeceu a toda a comunidade por ter apoiado a realização das festividades. “É com enorme prazer, sinto uma satisfação enorme por a comunidade nos ter dado muito apoio. Fico muito agradecido com a ajuda que a comunidade nos dá, sejam bens, monetariamente ou mesmo a coragem que nos dão. Às vezes as palavras são suficientes para nos dar força e avançarmos com mais gosto”, realçou.
O membro da Comissão de Festas deixou o apelo a “todos os jovens e forças vivas da freguesia que apareçam para trabalhar e formar uma nova equipa para que estas tradições não acabem”.
Cerca de 100 figurados e oito andores ricamente ornamentados deram cor ao cortejo religioso que contou com a participação da Banda Musical de Aboim da Nóbrega e dos Escuteiros de Figueiredo.
O cortejo religioso contou com os andores do Arcanjo São Miguel, padroeiro de Frossos, Nossa Senhora de Fátima, São José, São Judas Tadeu, Santa Luzia, Nossa Senhora da Assunção, Sagrado Coração de Jesus e Jesus Crucificado com a imagem de Nossa Senhora das Dores.
A estação televisiva da TVI também esteve presente este domingo em Frossos onde transmitiu em direto a Eucaristia Dominical para o país e para o mundo.
A reportagem teve o apoio à produção da União de Freguesias de Merelim São Pedro e Frossos
Comprar casa no distrito de Braga ficou 2,7% mais caro no trimestre anterior. No país e no mesmo período, os preços das casas desceram 0,5% face ao trimestre anterior.
Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.525 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de setembro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Contudo, este não é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 10 capitais de distrito: Bragança (8,2%), Guarda (6,8%) e Funchal (4,8%) a liderarem a lista. Seguem-se Viseu (3,3%), Ponta Delgada (3,1%), Braga (2,7%), Santarém (2,6%), Faro (2,5%), Leiria (1,7%) e Porto (0,8%). Já em Coimbra (0,3%), Lisboa (0,3%), Portalegre (0,2%), Setúbal (0,1%) e Viana do Castelo (-0,4%) os preços mantiveram-se estáveis.
Por outro lado, os preços desceram em Évora (-9,3%), Vila Real (-5,7%), Aveiro (-4,2%), Beja (-1,3%) e Castelo Branco (-0,5%).
Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 5.366 euros por metro quadrado (euros/m2). Porto (3.440 euros/m2) e Funchal (3.084 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (2.995 euros/m2), Aveiro (2.395 euros/m2), Setúbal (2.309 euros/m2), Évora (2.007 euros/m2), Coimbra (1.849 euros/m2), Viana do Castelo (1.843 euros/m2), Ponta Delgada (1.771 euros/m2), Braga (1.748 euros/m2), Viseu (1.377 euros/m2), Leiria (1.331 euros/m2) e Vila Real (1.259 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Portalegre (718 euros/m2), Guarda (781 euros/m2), Castelo Branco (823 euros/m2), Beja (922 euros/m2), Bragança (938 euros/m2) e Santarém (1.127 euros/m2).
A GNR, entre 2 e 8 de outubro, realiza uma operação de controlo e fiscalização rodoviária, direcionada para transportes rodoviários de mercadorias, em todo o Território Continental, orientando as ações de fiscalização para as vias mais críticas à sua responsabilidade e onde se verifique um maior volume de tráfego de veículos.
As ações de fiscalização de veículos de transporte de mercadorias vão ter especial incidência na fiscalização de peso, dimensões e disposição de carga.