O Altice Forum Braga recebe, na noite de Passagem de Ano, a festa “Revenge of the 90’s”, com uma vertente solidária.
De acordo com a organização do evento, “o valor de bilheteira reverte totalmente a favor da associação Virar a Página” e será passado ao som de DJs dos anos 90, concerto dos “Santa Manel” e com as presenças especiais dos cantores Melão e Romana.
O valor dos bilhetes é escolhido, mediante aquilo que cada pessoa queira doar à instituição, sendo que os bilhetes são 100% revertidos para este efeito. A grande nave do Altice Forum Braga contará com decoração da década dos anos 90. O bilhete de plateia em pé tem o custo de 3 euros e o bilhete da zona VIP, no piso 1, tem o custo de 5 euros. Para cada bilhete terá a oferta de uma bebida.
Para mais informações ou compra de bilhete, consulte o site aqui.
Proporcionar a aprendizagem da língua portuguesa, possibilitar e dinamizar atividades de modelagem em barro, educação ambiental, exploração do conhecimento do património local e participação em atividades nas Piscinas Municipais, bem como assistir a jogos do Óquei Clube de Barcelos e do Gil Vicente Futebol Clube, são algumas das ações que o Município de Barcelos está a proporcionar à população migrante do concelho.
As iniciativas inserem-se no âmbito do Programa Nacional do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI), projeto Sem Fronteiras, FAMI 103, que tem como objetivo “constituir um programa multidisciplinar no Município, capaz de responder aos mais recentes desafios demográficos e movimentos migratórios da globalização, promovendo a integração multinível de migrantes como fator de inclusão, desenvolvimento e coesão social”.
Atenta à integração da população migrante que habita no território concelhio, o Município de Barcelos implementou o projeto Sem Fronteiras que operacionaliza quatro ações integradas e complementares a decorrer até dezembro do presente ano. Assim, além da criação de uma equipa específica para o efeito, os serviços municipais estão a prestar apoio na criação de uma associação de migrantes, visando a integração dos migrantes na comunidade, e a promoção da interculturalidade.
“Sabendo-se que o domínio da língua do país de acolhimento é requisito fundamental para o processo de integração, pois facilita à comunidade migrante o acesso ao mercado de trabalho, ao sistema escolar e, de uma forma geral, à participação ativa na sociedade, o Projeto FAMI 103 prevê a realização de dois cursos de Língua e Cultura Portuguesa, proporcionando aos migrantes o Nível 2”, refere a autarquia barcelense.
Sensibilização na rede de parceiros institucionais
No âmbito das atividades previstas no projeto promovido pelo Município de Barcelos e de modo a facilitar o acolhimento e a integração da comunidade migrante, a Câmara Municipal realizou diversas sessões de sensibilização, nomeadamente na Sessão Plenária do Conselho Local de Ação Social de Barcelos, no dia 19 de outubro, no Auditório dos Paços do Concelho de Barcelos e no Núcleo Local de Inserção (NLI), nas instalações da Ação Social e Saúde do Município com as Equipas do SAAS e entidades parceiras.
Relativamente à ação “Integração sem fronteiras”, foi desenvolvido um ciclo de workshops artesanais no Museu de Olaria, um de pintura e outro de modelagem, tendo os participantes tomado contacto com a Lenda do “Galo de Barcelos” e visitado a exposição “Olaria de Portugal.
Sob o lema “Juntos Somos Mais”, diversos grupos de migrantes têm participado em ações multidisciplinares, tais como desporto, educação ambiental e exploração do conhecimento do património local.
Com a realização destas iniciativas, o Município de Barcelos pretende contribuir para um acolhimento e integração das comunidades migrantes no território concelhio, não esquecendo que outrora, mas também ainda hoje, muitos portugueses ainda emigram para outras paragens do mundo e provavelmente também precisam deste tipo de ajuda.
Os interessados em participar nas atividades, ou saber mais sobre as atividades que vêm sendo desenvolvidas, devem contactar pelo telefone 253 809 600 ou solicitar informação pelo email [email protected].
Mariana Machado foi eleita Atleta do Ano, na XIV Gala do Desporto Universitário, que decorreu esta terça-feira. A gala teve como objetivo homenagear o universo de estudantes-atletas que fizeram da época 2022/2023 uma das melhores de sempre para o desporto universitário em Portugal com o recorde de sete medalhas (3 de ouro e 4 de prata) nos Jogos Mundiais Universitários Chengdu, na China, e 23 medalhas nos Campeonatos Europeus Universitários.
Mariana Machado, da Associação Académica da Universidade do Minho, e João Coelho, da Associação de Estudantes da Faculdade de Arquitetura, ambos do Atletismo, foram eleitos atletas do ano, Bruno Fernandes, treinador da equipa feminina de futsal da Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, recebeu o galardão de treinador do ano, e a equipa feminina de futsal da AEIST recebeu o troféu de equipa do ano.
O evento contou com a presença do presidente da Federação Académica do Desporto Universitário (FADU), Ricardo Nora, que enalteceu os feitos do desporto universitário no último ano, em especial nos Jogos Mundiais Universitários, do presidente do Conselho Diretivo do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Vítor Pataco, e do diretor-geral da Direção Geral de Ensino Superior, Joaquim Mourato.
Além dos troféus entregues aos melhores do ano, foram também homenageados os estudantes-atletas que conquistaram medalhas nos Campeonatos Europeus Universitários, onde a AAUMinho voltou a estar em bom plano. Nos outros prémios, o Troféu Universitário de Clubes à Universidade do Porto e o prémio PNED ‘Investigação sobre Ética no Desporto’, foi atribuído a Phillipe Marracho, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. O prémio Ética Desportiva no Desporto Universitário, instituído pela FADU desde 2012, foi atribuído à Associação Académica da Universidade da Madeira e à Associação de Basquetebol da Madeira. Foram ainda entregues os certificados Healthy Campus FISU.
A Gala deste ano atribuiu também, pela primeira vez, um Prémio no âmbito da campanha “Desafia os Números!” ao clube que mais se destacou na promoção da igualdade de género, entregue à Universidade NOVA de Lisboa. Também em estreia, foram entregues os certificados de participação aos clubes FADU que estiveram na 1.ª edição dos Campeonatos Nacionais Universitários de Esports.
Laura Ferreira e Henrique Mano foram os apresentadores da Gala, que contou com a atuação da cantora Bianca Barros.
Devido a trabalhos na conduta de abastecimento de água da Avenida da Liberdade, em Braga, no âmbito das obras de requalificação em curso, haverá constrangimentos no abastecimento de água, nos dias 23 e 24 de novembro.
Este condicionamento irá afetar algumas ruas da freguesia de São Lázaro, nomeadamente na envolvente da Avenida da Liberdade, da Avenida João XXI e da Avenida da Imaculada Conceição.
Os trabalhos decorrerão entre as 09:00 e as 12:00.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso realizou um simulacro de acidente rodoviário na Serra do Carvalho com o objetivo de alertar para os perigos de viajar com crianças sem sistemas adequados de retenção.
O dia 19 de novembro foi a data em que se assinalou o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada e o Município da Póvoa de Lanhoso, associando-se a esta efeméride, realizou um simulacro na Estrada Nacional 103, na Serra do Carvalho, na zona de Ferreiros.
Nesta ação de sensibilização participaram o vereador da Proteção Civil, Ricardo Alves, o coordenador municipal da Proteção Civil, Pedro Dias, o comandante sub-regional do Ave da Autoridade Nacional para a Proteção Civil, Rui Costa, o comandante dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, António Costa, bem como o comandante do Destacamento Territorial da GNR local, Adelino Silva.
A iniciativa foi promovida pela autarquia, através dos Serviços Municipais de Proteção Civil, e contou com a colaboração daquelas referidas entidades que, no terreno, puseram em marcha os procedimentos necessários, desde a criação do cenário, com as viaturas acidentadas, até à disponibilização de panfletos informativos.
Quando a tutela passou aos municípios responsabilidades adicionais no ensino público, no âmbito do processo de descentralização, os níveis de retenção no ensino básico tenderam a diminuir. Os resultados constam de um estudo nacional de Beatriz Azevedo, do Núcleo de Investigação em Políticas Económicas e Empresariais (NIPE) da UMinho. O trabalho vai ser apresentado esta quarta-feira, às 13:15, na sala -1.26 da Escola de Economia e Gestão da UMinho, em Braga. A sessão insere-se no ciclo “Brown Bag Seminars” e tem também transmissão online.
Nas últimas décadas, o Governo central tem feito uma descentralização gradual das suas funções, nomeadamente na educação. Beatriz Azevedo decidiu avaliar os impactos dessa descentralização nos resultados educativos dos municípios portugueses, centrando-se nos contratos de execução e interadministrativos assinados em 2009 e em 2015. Para a sua pesquisa, criou uma base de dados com informações dos 278 municípios do continente para o período de 2000 a 2019. A investigação teve a orientação dos professores Linda Gonçalves Veiga e João Cerejeira.
Os resultados sugerem que as novas responsabilidades transferidas em 2015 poderão ter tido pouco impacto na acessibilidade e qualidade do ensino público, sem flutuações significativas ao longo dos anos. No entanto, a abordagem aplicada à reforma de 2009 demonstra que a descentralização pode ter melhorado as taxas de retenção ao nível do ensino básico. A investigação refere ainda que a aparente falta de impacto nos restantes indicadores educacionais pode ser consequência do tipo de competências transferidas e da sua menor capacidade para afetar diretamente os resultados dos alunos.
“Esta descentralização para os municípios manteve em geral os currículos e horários letivos, mas reforçou a componente não letiva do ensino público, permitindo aos municípios a oferta de atividades de enriquecimento curricular e extracurricular (AEC), bem como a gestão do parque escolar e do pessoal não docente, o que pode ter contribuído para uma melhoria das condições da escola pública, permitindo assim aos alunos ficarem mais tempo na escola e, em parte, apoiando também no período laboral de muitas famílias”, refere Beatriz Azevedo.
Beatriz Azevedo nasceu há 23 anos em Famalicão e vive em Santo Tirso. É licenciada, mestre e doutoranda em Economia pela UMinho, onde é investigadora do NIPE com uma bolsa de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Anteriormente, teve também uma bolsa de Iniciação à Investigação da FCT, estagiou no Laboratório de Investigação de Microdados do Banco de Portugal e colaborou como assistente de investigação na Escola de Negócios de Copenhaga, na Dinamarca. Centra os estudos nas áreas da economia política e da escolha pública, em particular na dinâmica dos governos locais portugueses.
A quinta edição do Ciclo de Cinema Galego, Português e Brasileiro “Mulheres, Património, Sociedade” realiza-se de 23 a 25 de novembro, na Sociedade Martins Sarmento (SMS), em Guimarães. A cada dia, a partir das 21:00, vão ser exibidas curtas e longas-metragens, seguindo-se uma conversa com cineastas, atores ou produtores desses filmes, a par de um membro da organização do evento para moderar o debate com o público. A entrada é livre.
A abertura oficial prevê esta quinta-feira a presença da presidente do Conselho da Cultura Galega, Rosário Álvarez, da vice-presidente do Município de Guimarães, Adelina Pinto, da vice-reitora para a Cultura e Sociedade da Universidade do Minho, Joana Aguiar e Silva, da diretora do Laboratório de Paisagens, Património e Território, Fátima Ferreira, do diretor da SMS, Antero Ferreira, e ainda de Rebeca Blanco-Rotea, cocoordenadora do evento e do congresso “Uncertain Landscapes”, que integra este ciclo de cinema e decorre em simultâneo na cidade-berço, com participantes de 17 países.
O primeiro filme em exibição é o drama rural “O que arde”, do galego Óliver Laxe, que foca um ex-presidiário incendiário e que soma já 18 prémios, como no Festival de Cannes. No final, a atriz Benedicta Sánchez junta-se ao debate. Já a sexta-feira vai ser dedicada às curtas-metragens: “Amas da Terra”, de Xisela Franco e Lúcia Freitas; “O amor é água que corre”, de Claudia Pineda (ambas da Galiza); “O homem do lixo”, de Laura Gonçalves; “Vita”, de Joana Mafalda Gomes; “Catraias”, de Tânia Dinis (as três de Portugal); e “Irun Orí”, de Juh Almeida (Brasil). Quatro daquelas realizadoras ficam depois à conversa com o público.
Para sábado há dois documentários de 30 minutos. “A festa do emigrante”, de Sara Traba (Galiza), traz a paisagem rural de Arcos de Valdevez, enquanto “A revolución (é) probable”, de María Ruido, Paula Barreiro e Lee Douglas (Espanha), evoca o processo revolucionário do 25 de Abril. A tertúlia posterior conta com Sara Traba e Rebeca Blanco-Rotea.
Após Braga (2018), Vigo (2019), Arcos de Valdevez (2021), Verín e Salvador da Bahia (2022), esta quinta edição tem o tema “Paisagens culturais, patrimónios femininos” e continua a aprofundar o intercâmbio cultural entre Galiza, Portugal e Brasil. Além das entidades presentes na sessão de abertura, a iniciativa conta com o apoio do Centro de Estudos Galegos, do Instituto Camões, do Museo do Pobo Galego, da Universidade Federal de Salvador de Bahia e do Cineclube de Guimarães.
O Comando Territorial de Braga, através do Posto Territorial de Barcelos, constituiu arguida uma mulher, de 26 anos, por contrafação, no concelho de Barcelos.
Em comunicado, a GNR explica que “no âmbito de uma ação de patrulhamento de proximidade, os militares detetaram uma confeção têxtil, na qual estaria a ser embalado material contrafeito. No decurso das diligências policiais, foi realizada uma busca ao local, tendo culminado na apreensão de 1.100 peças de vestuário de diversas marcas e 1.700 etiquetas”.
No decorrer da ação, que se realizou na segunda-feira, foi constituída arguida a suspeita, proprietária da unidade fabril.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Barcelos.
A Guarda Nacional Republicana relembra que “o objetivo principal deste tipo de ações é garantir o cumprimento dos direitos de propriedade industrial, visando essencialmente o combate à contrafação, ao uso ilegal de marca e à venda de artigos contrafeitos”.