Arrancou a segunda fase de venda de bilhetes para as meias finais da Final Four da Taça da Liga. Os adeptos podem garantir os seus lugares no Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, para os jogos SC Braga – Sporting CP e SL Benfica – Estoril Praia.
Nesta nova fase, os ingressos estão disponíveis com preços desde 10 euros, sendo que os clientes Continente podem adquirir bilhetes (limite de 4 por jogo) exclusivamente via APP Cartão Continente, com desconto de 50% em Cartão Continente.
A parceria com o Continente insere-se na campanha “O Futebol és TU”, pensada pela Liga Portugal com o objetivo de “levar mais famílias ao Futebol, incluindo a prova que define o campeão de inverno”.
Haverá ainda bilhetes na bilheteira online em finalfour.2ticket.pt e, fisicamente, em Leiria na semana da final four, que arranca a 20 de janeiro. Os clubes semifinalistas também receberão uma alocação de bilhetes, com o início da venda previsto para o início de janeiro de 2024.
Morreu Odete Santos, ex-deputada comunista. A antiga dirigente do PCP morreu esta terça-feira aos 82 anos.
“ÉcomprofundopesarqueoSecretariadodoComitéCentraldoPartidoComunista Português cumpre o doloroso dever de informar o falecimento de Odete Santos aos 82 anos de idade e transmite à família as suas condolências”, avança um comunicado do PCP.
Maria Odete Santos, nasceu a 26 de abril de 1941, na freguesia de Pêga, concelho da Guarda. Estudou no Liceu de Setúbal, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo exercido advocacia durante anos. Membro do Partido Comunista Português desde 1974, integrou a Comissão Concelhia de Setúbal, a Direcção da Organização Regional de Setúbal e o Comité Central do PCP, do qual fez parte de 2000 a 2012.
“Mulherdecultura,desdemuitojovemteveintervençãoculturaleantifascistaem associaçõesdeculturaerecreiododistritodeSetúbal,nomeadamentenoClubede Campismo de Setúbal. Foi esse activismo e intervenção que suscitaram a perseguição da PIDE/DGS, a polícia política do regime fascista. Logo a seguir ao 25 de Abril de 1974 integrou a Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Setúbal. Entre muitas das suas intervenções na nova vida democrática do concelho está o seu papel como principal impulsionadora da criação do Teatro de Animação de Setúbal (TAS), onde representou conhecidos dramaturgos”, recorda o PCP.
O primeiro edifício do Centro Social Vale do Homem celebrou o seu 10.º aniversário. Com a primeira pedra lançada em 2012 e abertura do primeiro lar para idosos a 26 de dezembro de 2013, o Centro Social, com sede em Lanhas, Vila Verde, é hoje uma instituição que dá resposta para internamento e apoio de pessoas idosas ou com limitações físicas ou mentais.
Durante estes 10 anos, o Centro Social já realizou um total de 4.990 atendimentos para pré-incrições, 4.100 para Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) e 890 para Serviço de Apoio Domiciliárion (SAD).
Entre regime de acolhimento e apoio domiciliário, este primeiro edifício do Centro Social Vale do Homem já conseguiu dar resposta efetiva a 510 pessoas em ERPI e 650 em SAD, com cerca de 1 milhão de refeições confecionadas. Também realiza rastreios gratuitos em diversas áreas da saúde e com equipa especializada, acompanhando cerca de 35.000 pessoas na comunidade, dos concelhos de Amares, Braga, Vila Verde e Terras de Bouro.
Este projeto comunitário apoia pessoas de todas as faixas etárias, mas com maior impacto na população mais velha. Dos rastreios efetuados destacam-se a medição da tensão arterial, diabetes, colesterol, nutrição, cognição, audição, visão e outros.
Na rotunda da Trapicheira, o presépio de troncos, com cinco toneladas, volta a ser um dos grandes ícones de Valença este Natal. O presépio, com uma altura média de 2,5 metros, com cinco toneladas e oito peças, é um dos grandes atrativos da exposição coletiva de presépios e da “Valença é Natal 2023”.
As oito figuras representam o Menino Jesus, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, o burro e a vaca, no Largo da Trapicheira, em plena área central da cidade. As peças estão esculpidas em madeira de plátano, a motoserra, pela mão do artista plástico António Nunes. Mesmo ao lado, a maior estrela-guia de Portugal, uma imponente estrutura metálica, com 12 metros de diâmetro, toda iluminada, serve de pano de fundo ao presépio.
Até 7 de janeiro, a mostra coletiva de presépios, que reproduz a cena do nascimento de Jesus, completa-se com mais 20 instalações artísticas, na avenida dos Combatentes, criadas pelos movimentos associativos valencianos. Esta exposição insere-se na programação natalícia proporcionada por Valença até ao próximo dia 7 de janeiro e de que se destacam ainda, a passagem de ano, a cavalgata internacional de reis e a iluminação artística.
A recolha de resíduos orgânicos em Guimarães aumentou cerca de 700% durante o ano de 2023. A VITRUS recolheu mais de seis mil toneladas de orgânicos, resultado do alargamento do processo de recolha porta-a-porta nas freguesias da Cidade (Oliveira, São Paio e São Sebastião), Azurém, Caldelas, Costa, Creixomil, Fermentões, Mesão Frio, Ponte e Urgezes.
“A recolha dos orgânicos é um processo em contínuo, que carece de constante monitorização no que respeita às melhores soluções para cada situação, sendo uma aposta estratégica do Município para a promoção da economia circular e para alcançar a neutralidade carbónica”, refere a VITRUS.
O processo de recolha implicou um reforço de viaturas e recursos humanos assumidos pela VITRUS AMBIENTE, numa operação que chegou a cerca de 55 mil habitantes do concelho neste alargamento às freguesias, depois de uma primeira fase que iniciou em 2022 no centro da cidade englobando cerca de 4 mil habitantes e que resultou na recolha de 915 toneladas de orgânicos.
No arranque desta operação de alargamento, a VITRUS procedeu à implementação de mais de duas centenas de contentores para o depósito de resíduos orgânicos, apelando à população para efetuar a separação no sentido de garantir o seu reaproveitamento para a criação de composto que serve como um fertilizante natural. Todo este processo foi realizado em articulação com o Município de Guimarães e Laboratório da Paisagem.
O Novo Ano de 2024 traz 11 feriados e vários fins de semana prolongados. O feriado municipal em Braga também calha num dia da semana.
O ano começa com o habitual feriado do dia 1 de janeiro, Dia de Ano Novo, já na próxima segunda-feira.
Em fevereiro, o feriado da terça-feira de Carnaval está marcado para o dia 13.
Em março, assinala-se a Sexta-Feira Santa a 29 de março com um fim de semana prolongado e o Domingo de Páscoa que calha a 31 de março.
O 25 de Abril, Dia da Revolução dos Cravos, vai ser celebrado numa quinta-feira onde poderá usufruir de ponte.
1 de Maio, Dia do Trabalhador, vai ser numa quarta-feira para mais um fim de semana prolongado.
O feriado do Dia do Corpo de Deus é celebrado a 30 de maio, numa quinta-feira, com um fim de semana prolongado devido à ponte de sexta-feira.
O Dia de Camões e das Comunidades, no dia 10 de junho, calha numa segunda-feira.
Feriado Municipal no dia de São João (em Braga) acontece a 24 de junho, numa segunda-feira, para mais um fim de semana prolongado.
Em agosto, o Dia da Assunção de Nossa Senhora celebrado a 15 de agosto, calha numa quinta-feira, trazendo mais um fim de semana prolongado com ponte na sexta-feira.
O Dia da Implantação da República, a 5 de outubro, irá ser celebrado num sábado.
1 de novembro, Dia de Todos os Santos, irá decorrer numa sexta-feira para mais um fim de semana prolongado.
O Dia da Restauração da Independência, a 1 de dezembro, calha num domingo.
O dia 8 de dezembro, Dia da Imaculada Conceição, acontece também no domingo.
O Dia de Natal 25 de dezembro, irá calhar numa quarta-feira para mais um fim de semana prolongado.
É curioso constatar a passividade com que os nossos políticos assistem sentados comodamente no seu banco do carro em viagem, provavelmente muitas vezes com os seus filhos no banco de trás, à audição de músicas com letras machistas, ofensivas à dignidade da mulher e estimuladoras da violência entre crianças, em língua portuguesa, e que supostamente até podem vir de um músico que vive do crime numa favela do Rio de Janeiro.
Estas melodias, com letras pouco abonatórias da dignidade da Mulher, que as tratam em muitos casos com termos como “quengas” e outros impropérios bem piores, entram diretamente na formação dos valores e dos princípios que queremos ser nós, pais, a construir na formação dos nossos filhos, sobrinhos, etc.
Entretanto temos um governo que cria uma secretaria de Estado para a igualdade de género, mas os responsáveis por esta despesa, que nós suportamos com os nossos impostos, não se importam que os meninos chamem “piranhas” às meninas numa coreografia e que digam às meninas num “tik tok” para baterem com o “popozão no chão”.
É curioso constatar a passividade com que os nossos políticos assistem sentados comodamente no seu banco do carro em viagem, provavelmente muitas vezes com os seus filhos no banco de trás, à audição de músicas com letras machistas, ofensivas à dignidade da mulher e estimuladoras da violência entre crianças, em língua portuguesa, e que supostamente até podem vir de um músico que vive do crime numa favela do Rio de Janeiro.
Estas melodias, com letras pouco abonatórias da dignidade da Mulher, que as tratam em muitos casos com termos como “quengas” e outros impropérios bem piores, entram diretamente na formação dos valores e dos princípios que queremos ser nós, pais, a construir na formação dos nossos filhos, sobrinhos, etc.
Entretanto temos um governo que cria uma secretaria de Estado para a igualdade de género, mas os responsáveis por esta despesa, que nós suportamos com os nossos impostos, não se importam que os meninos chamem “piranhas” às meninas numa coreografia e que digam às meninas num “tik tok” para baterem com o “popozão no chão”.
A culpa deste fato não é só dos políticos. É também da comunicação social que, sem qualquer filtro, acha que um ritmo ou um refrão “orelhudo” é mais importante do que uma mensagem que se passa às crianças que ouvem este estilo de música, no seu carro, a caminho da escola.
Já sei que a comunicação social vai dizer que a culpa é das redes sociais e que os políticos vão dizer que a “liberdade de expressão” é intocável. Mas o que é certo é que em Portugal este assunto nunca foi debatido seriamente. Porque este género de conteúdos já existia, embora com músicas cantadas em inglês. Nestes casos, a barreira da língua estrangeira sempre serviu em Portugal de defesa para a compreensão das letras por parte das crianças ainda em período de aprendizagem dessa mesma língua.
No entanto, com o crescimento da moda “funk” brasileira, a predominância das redes sociais na ocupação dos tempos livres das crianças através de tik toks, a ascensão de youtubers em língua portuguesa e o crescimento da comunidade brasileira em Portugal, assistimos a um fenómeno de uso de expressões e hábitos provenientes de alguns dos locais mais fustigados do mundo por problemas sociais.
Uma espécie de aculturação de uma geração àquilo que o Brasil tem de pior… e é uma pena porque o Brasil é um dos países com mais cultura do mundo e com os melhores e mais fantásticos artistas.
Será que este género de mensagem vindo das favelas não é algo que nos deveria fazer pensar? A igualdade de género que o governo tanto defende não deveria começar por defender a formação das crianças? Eu acho que sim.
Artigo de opinião de Paulo Freitas do Amaral, professor de História.
Foram conhecidos, esta terça-feira, os horários dos jogos das meias finais e da final da Taça da Liga. O SC Braga e Sporting está agendado para 23 de janeiro, às 19:45.
No dia 24 de janeiro é a vez do Benfica e Estoril Praia encontrarem-se, também às 19:45.
Os vencedores de cada meia final têm encontro na final, agendada para sábado, 27 de janeiro, igualmente pelas 19:45, no Estádio Municipal de Leiria – Dr. Magalhães Pessoa.
A competição irá decidir o novo Campeão de Inverno.
Os vencedores de cada meia final têm encontro na final, agendada para sábado, 27 de janeiro, igualmente pelas 19h45, no Estádio Municipal de Leiria – Dr. Magalhães Pessoa.