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GNR reforça patrulhamento e vigilância devido ao agravamento do perigo de incêndio rural

Guarda mantém dispositivo em máxima prontidão, já deteve 134 pessoas por incêndio este ano e reforça o apelo ao cumprimento das regras de prevenção.

© GNR

A Guarda Nacional Republicana (GNR) reforçou o dispositivo de patrulhamento, vigilância e fiscalização em todo o país devido ao agravamento do perigo de incêndio rural, mantendo os militares em total prontidão para proteger as populações e o património florestal.

Desde o início do ano, a GNR realizou 4.680 ações de sensibilização junto das populações e efetuou 8.549 sinalizações a proprietários, promovendo medidas de prevenção e redução do risco antes da época mais crítica de incêndios.

Concluída essa fase de proximidade, a atuação da Guarda centra-se agora na monitorização e fiscalização diária do cumprimento das normas de segurança, procurando prevenir ignições e assegurar uma resposta rápida em caso de incêndio.

Até 3 de julho, a GNR deteve 134 pessoas pelo crime de incêndio florestal. Segundo a Guarda, a maioria das ocorrências resulta de comportamentos negligentes relacionados com o uso do fogo.

A GNR relembra que, sempre que o perigo de incêndio seja classificado como Muito Elevado ou Máximo, é proibido fazer fogueiras, queimas e queimadas, fumar em espaços rurais, lançar foguetes ou balões de mecha acesa, fumigar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas e circular com tratores ou máquinas agrícolas que não possuam os equipamentos de segurança obrigatórios.

A Guarda apela à responsabilidade de todos os cidadãos, sublinhando que a prevenção continua a ser a melhor forma de proteger pessoas, bens e a floresta.

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