Entre as 00:00 de sexta e as 23:59 deste sábado, a GNR deteve 58 condutores nas últimas 48 horas por excesso de álcool, no âmbito da Operação “Natal e Ano Novo 2023/2024”.
Nesse período, a GNR fiscalizou 16.934 condutores fiscalizados, dos quais 105 conduziam com excesso de álcool em que 58 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 49 pessoas por conduzirem sem cata de condução.
Das 4.231 contraordenações rodoviárias que os militares detetaram, 1.214 foram por excesso de velocidade, 47 excessos de álcool, 153 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças (SRC), 95 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 412 por falta de inspeção periódica obrigatória e154 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
A GNR registou 390 acidentes, dos quais resultaram 1 vítima mortal, 7 feridos graves e 75 feridos leves.
A vítima, um homem de 76 anos, perdeu a vida na sequência de uma colisão neste sábado, pelas 17:19, na Estrada Nacional (EN) n.º 2, em Castro Verde, Beja.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), no âmbito da operação “Festas Felizes”, realizada nos últimos dias de norte a sul do país, apreendeu 1,2 toneladas de géneros alimentos, suspendeu a atividade a seis operadores económicos, deteve uma pessoa, instaurou sete processos-crime e 55 processos de contraordenação.
A ASAE fiscalizou cerca de 400 operadores económicos, designadamente, retalhistas do setor alimentar, mercados, pastelarias com fabrico próprio, estabelecimentos de restauração e bebidas, entre outros. Também instaurou sete processos-crime, pela prática de ilícitos relacionados com a fraude alimentar, especulação de preços e abate clandestino, com detenção de um indivíduo, nesta última situação, o qual foi sujeito a termo de identidade e residência e devidamente notificado para apresentação à Autoridade Judiciária.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica instaurou 55 processos de contraordenação, destacando-se como principais infrações o incumprimento dos requisitos gerais e específicos de higiene, inexistência de processo ou processos baseados nos princípios do HACCP, irregularidades relativas a rotulagem de géneros alimentícios e falta de mera comunicação prévia.
Das 1,2 toneladas de géneros alimentícios apreendidos, foram essencialmente produtos cárneos e azeite, 14.300 rótulos de azeite e acessórios de corte, num valor global aproximado de 12 mil euros.
A ASAE determinou a suspensão de atividade de seis operadores económicos, por falta de condições de higiene e falta de condições técnico-funcionais, destacando-se ainda um estabelecimento, onde se procedia “de forma camuflada e ilicitamente” ao abate de animais.
Pedro Miguel Carvalho é um advogado português de Guimarães que após ter sido condenado por todos os juízes em Portugal por ter posto um processo de racismo contra uma juíza, conseguiu que um tribunal estrangeiro fizesse justiça após 4 anos de luta e depois de ter sido condenado em Portugal a pagar 8 mil euros do seu bolso ao estado português por ter posto uma juíza em tribunal.
O caso insólito passou-se em Felgueiras quando uma juíza fez declarações sobre o cliente do advogado Pedro Miguel Carvalho, declarações estas de carácter racista.
O advogado achou abusivas as declarações da juíza e interpôs um processo contra a magistrada, no entanto perdeu em todas as instâncias em Portugal, tendo sido condenado pelo tribunal da relação do Porto a pagar 10 mil euros à magistrada por danos causados.
Contudo, Pedro Miguel Carvalho não desistiu, e apesar da condenação recorreu para o tribunal europeu dos direitos do Homem, conseguindo reverter ao fim de quatro anos a decisão dos tribunais portugueses.
Este processo decorreu entre 2015 e 2019 e o nosso dinheiro, o dos contribuintes, foi utilizado para pagar uma indemnização pelas declarações da juíza e o advogado foi finalmente ressarcido do valor que já tinha gasto até à data, cerca de 10 000 euros somando a este valor mais 9.100 euros em custas judiciais.
Este caso que deveria ter impacto na comunicação social portuguesa foi muito pouco referido e a injustiça a que este advogado foi sujeito, só foi ultrapassada, certamente à persistência e coragem de Pedro Miguel Carvalho completamente no anonimato.
Houvesse mais advogados destes e a justiça estaria certamente melhor.
Este caso é a prova que ainda há um longo caminho a ser percorrido na justiça portuguesa, tal como o caso com contornos ainda por apurar do novo partido que está a ser criado pela primeira mulher negra em Portugal denominado “Nova Direita” e que foi indeferido inexplicavelmente pelo Tribunal constitucional em vésperas de eleições.
Artigo de opinião de Paulo Freitas do Amaral, professor de História.
Tendo emergido no século XIX, o Bordado de Guimarães manteve-se vivo e continua a ser divulgado e estudado, como é prova a publicação que agora ganha forma. Reforça-se, com a obra agora apresentada, a importância do estudo e da investigação para a produção de conhecimento, e, a partir deste, para a preservação do património de Guimarães, material e imaterial.
“O Desenho do Bordado de Guimarães”, de Maria do Céu Freitas, uma coedição da Câmara Municipal e da cooperativa A Oficina, é um documento que permite entender e conhecer melhor o Bordado de Guimarães, e, segundo Paulo Freitas, coordenador da edição, “traz a público a experiência e o conhecimento acumulados durante décadas pela sua autora”.
Trata-se de um trabalho iniciado há alguns anos que vem acrescentar novas leituras ao Bordado de Guimarães, sobretudo no que diz respeito à importância, muitas vezes esquecida, do desenho. Paulo Freitas diz ser esta obra o resultado de “um estudo sistematizado”, que defende a tradição, e que mostra a importância do ensino do desenho ministrado na Sociedade Martins Sarmento e na Escola Comercial e Industrial de Guimarães, no Estado Novo. Com uma forte componente autobiográfica, a obra, com cerca de 200 páginas e várias dezenas de desenhos, distingue-se pela “diferença, elegância e sobriedade”.
Domingos Bragança, presidente da Câmara, destacou o papel relevante de Maria do Céu Freitas na formação e na dignificação do desenho como componente inseparável no Bordado de Guimarães, considerando a obra como um documento para memória futura. “É importante que a coordenação desta obra tenha sido feita por alguém com formação histórica, como o Paulo Freitas, uma vez que se trata de documentar a evolução do desenho no tempo”, disse.
Para o edil, o livro agora publicado permite proteger a autenticidade do Bordado de Guimarães, e mostrar a riqueza cultural da cidade. Referindo-se à autora, Domingos Bragança disse que foi o seu trabalho, aliado ao seu talento, que permitiu uma recolha documental inestimável para aumentar a dimensão patrimonial de Guimarães.
Maria do Céu Freitas agradeceu à família, alunas e formandas, e às instituições que disponibilizaram material, bem como ao Município de Guimarães e à A Oficina pelo papel decisivo na publicação da obra.
A apresentação de “O Desenho no Bordado de Guimarães” foi abrilhantada por dois momentos artísticos, protagonizados por José Miguel Freitas e Mariana Vero, nas cordas, e Paulo Freitas e Anita Oliveira, no saxofone.
Solange Jesus, atleta do SC Braga, venceu, este sábado, a 16.ª São Silvestre de Lisboa. A Gverreira do Minho participou pela primeira vez na competição de Lisboa, terminando os 10 quilómetros com o tempo de 00:34:10.
Em segundo lugar ficou Maria Tomé, atleta do clube de natação de Torres Novas, e Carla Martinho, do Recreio Desportivo de Águeda, ficou em terceiro.
Uma idosa caiu, esta semana, ao sair de um autocarro dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) em pleno centro da cidade. O motorista da viatura não abandonou a mulher até chegar a assistência médica, atitude que está a ser louvada nas redes sociais.
De acordo com António Resende, que testemunhou a ocorrência, após a idosa ter caído, o motorista não abandonou a vítima, assim como uma senhora que se encontrava a passar no local esteve sempre ao lado da mulher até chegar o INEM.