O velório da menina de 7 anos decorre a partir das 09:30 do dia 18 na Igreja Paroquial de Santa Maria de Lijó e as cerimónias fúnebres terão início às 10:30, indo a sepultar no cemitério da freguesia.
De forma a homenagear a Gabriela a família pede que todos os presentes vistam uma peça de roupa branca.
Gabriela Moreira foi atropelada no adro da Igreja de Lijó durante uma feira dos escuteiros. O atropelamento ainda causou mais quatro feridos, dois deles com gravidade.
Ontem, pelas 15:30, na cidade de Guimarães, a PSP deteve um jovem de 23 anos pelo crime de tráfico de estupefacientes.
Esta detenção surge “na sequência de uma vigilância que foi feita ao suspeito e após abordagem, tinha em sua posse haxixe suficiente para cerca de 14 doses, que lhe foram apreendidas, bem como a quantia de 535,05 euros em dinheiro, por suspeita de proveniência ilícita”.
O detido foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.
O Museu dos Biscainhos, em Braga, vai dar continuidade ao ciclo de conversas “Biscainhos, uma marca na cidade” com mais uma sessão dedicada ao tema do Património, desta vez focando na reabilitação.
A iniciativa, que se realiza no âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, celebrado a 18 de abril, pretende ser um momento de reflexão sobre as práticas de intervenção na área do Património, questionando quais são, hoje, as necessidades pragmáticas dessa intervenção.
A conversa terá como ponto de partida a Carta de Veneza, documento fundamental para a conservação e restauro de monumentos, que este ano completa 60 anos. A Carta, que defende que “a conservação e restauro de monumentos visa salvaguardar tanto a obra de arte como o testemunho da história”, servirá de base para a discussão sobre as práticas atuais de intervenção no Património.
A conversa, moderada por Miguel Bandeira, presidente da Fundação Bracara Augusta, contará com a participação de Alice Tavares, da APRUPP – Associação Portuguesa para a Reabilitação Urbana e Proteção do Património, Filipe Ferreira, da AOF – Augusto de Oliveira Ferreira, e Rui Trindade ,da Signinum – Gestão do Património Cultural.
O ciclo de conversas “Biscainhos, uma marca na cidade” tem como objetivo promover o debate sobre temas relevantes para a cidade de Braga, com particular destaque para o seu património cultural.
O Volei Clube de Braga defronta, no próximo sábado, 20 de abril, o São Mamede, a contar para a 11.ª jornada doCampeonato Nacional da 3.ª Divisão.
O jogo irá decorrer às 19:00, no Pavilhão de Merelim São Paio, e a equipa da casa poderá garantir o acesso à 2.ª Divisão Nacional no próximo ano se vencer.
O clube convida a população a assistir ao jogo para apoiar esta equipa bracarense
O Município de Braga está a implementar no concelho o programa “Teach For Portugal”, desenvolvido pela Associação Teach For Portugal.
Dirigido ao 2.º e 3.º ciclo do ensino básico, o programa teve início no 1.º período do presente ano letivo e envolve sete turmas, estando a participar aproximadamente 150 alunos. Trata-se de um programa que ajuda a reduzir as desigualdades educativas, oferecendo aos alunos o acesso a oportunidades de educação que lhes permitam desenvolver o seu máximo potencial, colocando-os num caminho de oportunidades e promovendo um impacto no sistema educativo.
Esta terça-feira, a vereadora da educação da Câmara Municipal de Braga visitou a EB2/3 de Trigal Santa Maria, para acompanhar a implementação do programa numa turma do quinto ano, na disciplina de Matemática.
“Este projeto incide nas duas disciplinas nucleares Matemáticas e Português e também na de Ciências Naturais. O Município de Braga reconhece o investimento na Educação como estratégico e prioritário nas escolas do concelho, uma vez que consideramos que todas as crianças e jovens deverão ter uma educação de oportunidades que lhes permitam atingir os seus máximos de potencial de desenvolvimento”, referiu Carla Sepúlveda.
As atividades deste programa ocorrem em contexto letivo e não letivo em articulação com os professores titulares da disciplina.
A Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso vai organizar, pela primeira vez, uma prova de Petanca, no próximo sábado, dia 20 de abril, pelas 09:30, no local onde se realiza a Feira Semanal.
Neste torneiro de Petanca Dublete estão inscritos jogadores oriundos de vários pontos do país, de Espanha e de França, prevendo-se que o número ultrapasse os 130 participantes.
Haverá prémios para todos e o vencedor irá receber um troféu em filigrana no valor de 1000 euros e o segundo classificado um troféu em filigrana no valor de 500 euros.
A Confraria do Bom Jesus do Monte, em Braga, vai associar às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
No dia 18 de abril será possível visitar gratuitamente, durante todo o dia, a Torre Sineira Sul e o Coro Alto da Basílica do Bom Jesus do Monte. As portas estarão abertas das 08:00 às 19:00 com pausa para almoço entre as 12:30 e as 14:00. As visitas são interditas apenas nos momentos em que estiverem a decorrer cerimónias no interior da igreja.
Às 15:00 haverá uma visita guiada, à Torre Sineira e Coro Alto pelo guia do Santuário, Fábio Rio.
A inscrição para a visita guiada é obrigatória e deve ser feita para o e-mail [email protected].
“Se durante muito tempo o Ensino Profissional foi considerado o parente pobre da Educação, hoje é visto como uma oportunidade”. A convicção é de Amadeu Dinis, rosto da Escola Profissional CIOR, em Vila Nova de Famalicão, e agora também o rosto da Associação Nacional de Escolas Profissionais – a ANESPO.
“A escola não tem que dar conteúdos, a escola tem que dar competências e da CIOR saem todos os anos excelentes jovens, tão bem preparados para prosseguirem estudos na universidade, como para ingressarem no mercado de trabalho e serem excelentes profissionais”, garante.
“Temos que fazer ver às famílias que o Ensino Profissional é a primeira escolha do nosso país e não a segunda”, acrescenta.
“Famalicão é um concelho extraordinário no que toca à criação de emprego de qualidade, com um grupo de clusters interessantíssimos, desde a indústria aos serviços, e os nossos cursos vão ao encontro daquilo que Famalicão necessita”, disse.
O Centro Cívico de Palmeira, em Braga, recebeu, no domingo, o primeiro espetáculo infantil do XV Fest’Arte – Festival Internacional de Teatro da Nova Comédia Bracarense.
A peça “Os quadros falam”, do GDCA Teatro Infantil “Era uma vez”, animou a tarde da comunidade palmeirense.
Para o grupo de teatro da Azurara, em Vila do Conde, a participação neste evento “foi uma excelente experiência de convívio e partilha, onde o público soube acolher e acarinhar o talento dos nossos jovens”.
Carlos Barbosa, presidente da Nova Comédia Bracarense, garantiu ainda que foi “uma oportunidade de aplaudir o teatro amador feito por jovens que, com dedicação e talento, procuram levar o melhor da cultura às comunidades”.
O próximo espectáculo está marcado para o próximo sábado, dia 20 de abril, com a participação do Grupo Cénico Povoense.
A doença é um facto inextrincável da vida. Já todos estivemos doentes, algum dia. Reconhecemos quando vemos um doente. Acompanhamos doentes. Tratamos doentes. Fomos doentes. Somos doentes. Seremos doentes.
A doença muda a realidade da pessoa. O doente apresenta sintomas, sente as limitações inerentes, procura ajuda e confia nela. Sente incerteza. Assim como a esperança.
Se a doença é crónica, os sintomas, as limitações, a procura e a confiança na ajuda são ingredientes diários. A doença crónica é permanente, produzida por alterações irreversíveis no sistema orgânico, cria necessidades altamente variáveis e individualizadas, mas prolongadas no tempo. Exigirá uma formação especial do doente e/ou família para a gestão do quotidiano e longos períodos de supervisão e cuidados. E se, por definição, a doença crónica é aquela que não vai curar, então diariamente são renovadas a incerteza e a esperança num acto tão natural como navegar as marés. Passamos do estar doente para ser doente.
Há muitos anos, Margaret Mead (antropóloga) explicava perante uma classe de alunos qual era, na sua opinião, o primeiro traço da existência da civilização humana: a descoberta de um fóssil humano com um fémur partido… e cicatrizado. Na natureza, a grave limitação associada a um fémur partido é o equivalente a ficar exposto à fúria dos elementos, ser preza fácil para outros animais, não poder procurar alimento ou proteção. O fémur cicatrizado significa que alguém ficou, protegeu e nutriu. E esperou a cicatrização. Cuidou. Civilização é ajuda. O primeiro traço da Humanidade é o cuidar.
A propósito do Dia Europeu dos Direitos dos Doentes, mais do que repetir o decálogo dos direitos e deveres destes, urge redescobrir a humanidade no doente. Pois este era uma pessoa e agora é um doente. A pessoa doente continua a ser, na essência, a mesma pessoa. Humana. Ser humano é viver nos limites frágeis de um corpo que deve ser cuidado. O ser humano tem um valor único e irrepetível. Agimos pelo desejo de nos mantermos a mesma pessoa pelo maior tempo possível e o que somos não se esgote no passado e no presente e ultrapasse o limite da nossa existência.
Quando o meu fémur se parte (ou qualquer outra doença me bate à porta) tudo isto fica ameaçado. Sou vulnerável. Procuro ajuda. Preciso de quem me ouça no que sinto e me veja como a pessoa. Não sou uma consulta, um diagnóstico ou uma receita. Sou pessoa: doente, sim, mas pessoa. Humana. Mereço ser informado sobre a minha situação, dentro do que conseguir ouvir e perceber. Quero que me curem, ou me tratem se não houver cura. E se não houver cura nem tratamento, por favor, que me cuidem. Que não se esqueçam dos meus familiares que sofrem tanto ou mais do que eu. Confio que o profissional de saúde a quem recorrerei terá vontade de me ajudar, saberá ouvir-me o que me preocupa e que me abordará de forma respeitosa, discreta e reservará para os nossos encontros a informação que eu lhe confiar. Confio na sua diligência para apontar caminhos dentro do que é o seu conhecimento ou o conhecimento de outros profissionais para os quais me encaminhará. Reconheço-o como meu advogado para as minhas questões de saúde e que, para além de tratar, também me defende e educa. Sei que respeitará as minhas decisões, sendo elas conscientes e plenamente informadas, ainda que não sejam do seu acordo.
Hoje, como sempre, o desafio é que a pessoa, ainda que doente, nunca deixe de ser pessoa. Humana.
Artigo assinado por Rui Carneiro, médico de Medicina Interna com Competência em Medicina Paliativa.